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	<title>redução de danos - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS apoia debate sobre redução de danos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 19:02:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas que usam drogas são altamente vulneráveis à infecção pelo HIV, de acordo com o último relatório do UNAIDS Communities at the Centre (Comunidades no Centro, na tradução livre para o português). A estimativa é que essa população represente 12% das novas infecções por HIV estimadas em todo o mundo em 2018. Os dados reforçam que essas pessoas não podem ser deixadas para trás se o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/08/unaids-apoia-debate-sobre-reducao-de-danos-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que usam drogas são altamente vulneráveis à infecção pelo HIV, de acordo com o último relatório do UNAIDS<em> <a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/2019-global-AIDS-update">Communities at the Centre</a></em> (Comunidades no Centro, na tradução livre para o português). A estimativa é que essa população represente 12% das novas infecções por HIV estimadas em todo o mundo em 2018. Os dados reforçam que essas pessoas não podem ser deixadas para trás se o mundo quiser alcançar a meta de acabar com a epidemia de AIDS até 2030. Evidências científicas apontam que a melhor forma de reverter este cenário é por meio de estratégias de redução de danos centradas nestas pessoas. </p>



<span id="more-12815"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o uso de drogas injetáveis é menos comum do que em regiões como Europa do Leste e Ásia Central, mas existem altas taxas de detecção de HIV e outras ISTs entre as pessoas que usam drogas, devido à vulnerabilidades que as levam a uma maior exposição ao risco, como troca de sexo por dinheiro ou substâncias, uso inconsistente de preservativos e compartilhamento de equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que usam drogas de maneira intensa geralmente não têm acesso à testagem ou tratamento, e estão associadas a uma posição de marginalidade perante a sociedade, de acordo com o relatório <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/2019-global-AIDS-update">Communities at the Centre </a></em>(Comunidades no Centro, na tradução livre para o português). Entre os dias 5 e 8 de junho, o VII Congresso Internacional da ABRAMD (Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas) reuniu cerca de mil pessoas no Centro Universitário UNIBRASIL, em Curitiba (PR), para debater estas questões. O UNAIDS foi um dos apoiadores do congresso. O evento foi voltado para membros da ABRAMD, pesquisadores, estudantes, movimentos sociais e sociedade em geral, e abordou diversos temas relacionados aos usos de álcool e outras drogas e seus regimes de controle social, técnico e político.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com as conversas, o objetivo do congresso é ultrapassar as barreiras que, às&nbsp;vezes,&nbsp;separam o mundo acadêmico das esferas política e de ação social”, explicou a presidente da comissão organizadora do congresso, Sandra&nbsp;Fergutz&nbsp;Batista. A ABRAMD atua, desde 2005, na discussão nacional para impulsionar a troca de experiências científicas por meio de cursos, seminários, reuniões técnicas e outras atividades para divulgação de estudos que contribuem para o aprimoramento de profissionais da área.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Sandra&nbsp;Fergutz,&nbsp;as questões relativas&nbsp;ao tema&nbsp;estiveram presentes,&nbsp;tanto em discussões&nbsp;específicas&nbsp;quanto&nbsp;de forma transversal,&nbsp;nas falas dos participantes.&nbsp;“Apresentamos, durante o congresso,&nbsp;a&nbsp;mandala&nbsp;da prevenção ao HIV/Aids, o que gerou bastante demanda e&nbsp;indica&nbsp;que&nbsp;muitas pessoas ainda desconhecem alguns métodos da prevenção combinada, como a&nbsp;PrEP&nbsp;(Profilaxia&nbsp;Pré-Exposição) e a PEP (Profilaxia Pós-Exposição)”, conta. “Também houve muitos questionamentos sobre a&nbsp;vulnerabilidade aumentada em situações de uso em contexto de festa, o aumento das notificações em determinadas faixas etárias, o desconhecimento sobre campanhas preventivas e até mesmo de situações básicas”, afirma a presidente da comissão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de danos&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Guia de Terminologia do UNAIDS (2017) define redução de danos como “um pacote abrangente de políticas, programas e abordagens que procuram reduzir as consequências prejudiciais associadas ao uso de substâncias psicoativas sobre a saúde e em termos sociais e econômicos. O pacote tem os seguintes elementos: programas de substituição de agulhas e seringas; terapia de substituição de opioides; testagem e aconselhamento em HIV; atenção e terapia antirretroviral para pessoas que usam drogas; prevenção da transmissão sexual; informação, educação e comunicação para pessoas que usam drogas e seus parceiros sexuais; diagnóstico, tratamento e vacinação (quando apropriado) contra as hepatites; e prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia&nbsp;global&nbsp;de redução de danos para HIV inclui, por exemplo,&nbsp;ações como a disponibilização de seringas e agulhas&nbsp;descartáveis&nbsp;para pessoas que usam drogas&nbsp;e também para&nbsp;pessoas&nbsp;trans&nbsp;que façam uso de hormônios ou silicones industriais. A política tem como objetivo, além de evitar a transmissão do HIV, promover melhora da qualidade de vida dessas pessoas e garantir o acesso universal à saúde. Segundo o relatório do UNAIDS, apesar da eficácia da abordagem de redução de danos, os investimentos nesse tipo de medida ainda estão muito aquém do que é necessário para uma resposta eficaz ao HIV, no mundo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas de hepatites&nbsp;virais&nbsp;e tuberculose entre as pessoas que usam drogas também são altas em muitas partes do mundo. Essas doenças, que são&nbsp;evitáveis ​​e tratáveis, combinadas com mortes por overdose,&nbsp;que são igualmente evitáveis,&nbsp;mas continuam&nbsp;ceifando&nbsp;centenas de milhares de vidas a cada ano.&nbsp;</p>
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		<title>Coalizão para Redução de Danos pede visão mais ampla para redução de danos e uso de drogas injetáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2018 13:42:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2016, mais de 11 milhões de pessoas nos Estados Unidos fizeram uso abusivo de opióides receitados e quase um milhão usaram heroína, de acordo com o Governo dos Estados Unidos. Embora milhões de pessoas no país sejam dependentes de opióides, apenas 1 em cada 10 recebe tratamento. Em 2017, pelo menos 64 mil, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/11/coalizao-sobre-reducao-de-danos-pede-visao-mais-ampla-para-reducao-de-danos-e-uso-de-drogas-injetaveis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2016, mais de 11 milhões de pessoas nos Estados Unidos fizeram uso abusivo de opióides receitados e quase um milhão usaram heroína, de acordo com o Governo dos Estados Unidos. Embora milhões de pessoas no país sejam dependentes de opióides, apenas 1 em cada 10 recebe tratamento.<span id="more-10217"></span></p>
<p>Em 2017, pelo menos 64 mil pessoas morreram por causas relacionadas à overdose de drogas nos Estados Unidos. O uso indevido de opióides, assim como o vício—incluindo analgésicos prescritos, heroína e opióides sintéticos, como o fentanil—constitui uma grave crise nacional que afeta a saúde pública e o bem-estar social e econômico, com consequências prejudiciais.</p>
<p>É nesse cenário que a Coalizão para Redução de Danos<em> (Harm Reduction Coalition)</em>—uma organização norte-americana de ativismo e capacitação que trabalha para promover a saúde e a dignidade de pessoas e comunidades afetadas pelo uso de drogas—realizou a 12ª Conferência Nacional sobre Redução de Danos (página oficial <strong><u><a href="https://harmreduction.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em inglês</a></u></strong>), em Nova Orleans, de 18 a 21 de outubro.</p>
<p>Na conferência, a Coalizão para Redução de Danos pediu a criação de espaços de diálogo e ação para curar os danos causados ​​por políticas racializadas de combate às drogas. Além disso, anunciou que irá agir além das atividades básicas tradicionais de treinamento, capacitação e políticas públicas.</p>
<p>Os participantes ouviram a demanda por uma visão de redução de danos mais ampla, que vai além da prevenção e redução de riscos, e pede por estratégias para abordar trauma, divisão social, injustiças e desigualdades.</p>
<p>“Não podemos acabar com a AIDS no mundo se não acabarmos a AIDS entre pessoas que usam drogas injetáveis. O UNAIDS está comprometido com a redução de danos. Redução de danos funciona. Redução de danos é capaz de salvar vidas,” disse Ninan Varughese, Assessor Sênior do UNAIDS.</p>
<p>Em preparação para o segmento ministerial da 62ª Sessão da Comissão de Drogas Narcóticas, que será realizada em março de 2019, a Organização das Nações Unidas está discutindo a questão mundial das drogas no mais alto nível. O Secretário-Geral das Nações Unidas discutirá a questão em suas reuniões bianuais com os chefes dos organismos das Nações Unidas e espera chegar a uma posição comum que ressalte o forte compromisso da ONU com o fortalecimento da implementação do documento final da Sessão Especial da Assembleia Geral da ONU de 2016 sobre o Problema Mundial da Droga, por meio da colaboração interinstitucional.</p>
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