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	<title>Recife - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) promove formação em culinária para pessoas vivendo com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 14:40:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na cidade de Recife (PE), uma bicicleta especialmente adaptada leva produtos feitos por pessoas vivendo com HIV para serem vendidos diretamente às pessoas. É a &#8220;Diversibike&#8221;, uma das estratégias de geração de renda implementadas no contexto do projeto Cozinha Solidária, desenvolvido pelo Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+). A ONG foi beneficiada com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/03/gtp-promove-formacao-em-culinaria-para-pvhiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na cidade de Recife (PE), uma bicicleta especialmente adaptada leva produtos feitos por pessoas vivendo com HIV para serem vendidos diretamente às pessoas. É a &#8220;Diversibike&#8221;, uma das estratégias de geração de renda implementadas no contexto do projeto Cozinha Solidária, desenvolvido pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://instagram.com/gtposithivo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+)</a></span>. A ONG foi beneficiada com recursos do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/08/acoes-de-empreendorismo-social-selecionadas-pelo-fundo-solidario-do-unaids-comecam-a-implementar-atividades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo Solidário</a></span>, criado para apoiar atividades de empreendedorismo lideradas por pessoas vivendo com HIV e de populações-chave.</p>



<span id="more-20394"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O GTP+, criado há 21 anos, foi a primeira ONG na região nordeste do Brasil a ser liderada exclusivamente por pessoas vivendo com HIV. Entre os projetos desenvolvidos pela organização, além da Cozinha Solidária, estão o Espaço Posithivo, que faz o acolhimento às pessoas vivendo com HIV que procuram o apoio da instituição, e Mercadores de Ilusões, que faz um trabalho de redução de danos e de apoio ao exercício da cidadania de profissionais do sexo.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Cozinha Solidária</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto surgiu em 2005 inicialmente para produzir refeições de valor nutritivo balanceado para as pessoas vivendo com HIV que procuravam o apoio do GTP+. Em 2019, teve início o projeto da Confeitaria Escola para prover a profissionais do sexo, pessoas saídas de situação de cárcere e outras populações vulneráveis um caminho para geração de renda por meio da culinária. Com os recursos recebidos do Fundo Solidário, o GTP+ conseguiu dinamizar as iniciativas de comercialização de produtos desenvolvidos na Cozinha Solidária e capacitar as pessoas participantes em diferentes aspectos do empreendedorismo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O projeto contribuiu na transformação da vida de pessoas que vivem com HIV/AIDS em situação de vulnerabilidade. A partir do projeto, elas encontraram uma oportunidade de geração de renda por meio de atividades empreendedoras e desenvolveram suas capacidades na área de gastronomia, aprendendo receitas e técnicas de como melhorar seus produtos&#8221;</p><cite>Wladimir Reis, coordenador geral do GTP+</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, concorda e destaca que o apoio do Fundo Solidário ao GTP+ demonstra a importância de se garantir a geração de recursos por parte das populações-chave, especialmente as que estão em situação de maior vulnerabilidade, por meio das organizações lideradas pela comunidade. “É uma ação estratégica, que gera uma proteção social para essas pessoas, permitindo-lhes o acesso a recursos básicos para cuidar de suas saúdes, o que acaba estimulando a adoção de comportamento favorável à prevenção e tratamento do HIV&#8221;, diz.</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20408" data-id="20408" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Entrada da Cozinha Solidária, na sede do GTP+, no bairro Boa Vista, em Recife, Pernambuco. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="461" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20402" data-id="20402" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5-461x1024.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5-461x1024.jpeg 461w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5-135x300.jpeg 135w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5-540x1200.jpeg 540w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5-324x720.jpeg 324w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/Foto-5.jpeg 576w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">A Cozinha Solidária quer para que os participantes tenham sustentabilidade e consigam ingressar no mercado de trabalho&#8221;, explica Sérgio Pereira, um dos fundadores do GTP+ e coordenador da Cozinha Solidária. Créditos: Gabriel Ramos/GTP+ </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20414" data-id="20414" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-8.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Mousses, licores, escondidinhos e pote de petiscos: alguns dos alimentos preparados por participantes da Cozinha Solidária. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20413" data-id="20413" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-7.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Lançamento da Diversibike, no bairro Boa Vista, em Recife. Créditos: Brenda AlcântaraLançamento da Diversibike, no bairro Boa Vista, em Recife. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20412" data-id="20412" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-6.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Sérgio Pereira, um dos fundadores do GTP+ e coordenador da Cozinha Solidária no lançamento da Diversibike, no bairro Boa Vista, em Recife. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20411" data-id="20411" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-4.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Karen Silva, uma das participantes do projeto, preparando escondidinhos de carne para venda na Diversibike. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20409" data-id="20409" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-2.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">&#8220;Faz mais de 10 anos que mexo com cozinha e agora tenho a oportunidade de me especializar&#8221;, destaca Natanael Rosa, um dos participantes do projeto. Créditos: Brenda Alcântara </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20410" data-id="20410" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">&#8220;Comecei a ajudar na cozinha e aqui estou. Participar da Cozinha Solidária mudou a minha vida e minha autoestima também&#8221;, conta Karen Silva, uma das participantes do projeto. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-20416" data-id="20416" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/03/2022_03_29_GTP_Foto-10.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Lançamento da Diversibike, no bairro Boa Vista, em Recife. Créditos: Brenda Alcântara</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Sérgio Pereira, um dos fundadores do GTP+ e coordenador da Cozinha Solidária, complementa: &#8220;O mercado de trabalho, quando sabe que a gente vive com HIV, não nos aceita. A Cozinha Solidária traz para os participantes a possibilidade de sustentabilidade e abre portas para que consigam ingressar no mercado de trabalho.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Karen Silva, uma das beneficiárias da Confeitaria Escola da Cozinha Solidária, acrescenta: “Fui acolhida no GTP+ com bastante atenção e carinho. Primeiro, participei do Espaço Posithivo, depois aos poucos comecei a ajudar na cozinha e aqui estou. Participar da Cozinha Solidária mudou a minha vida e minha autoestima também”. No total, 20 pessoas foram diretamente beneficiadas pela Cozinha Solidária, a partir do apoio do Fundo Solidário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o foco do projeto estava em encontrar e promover as melhores condições de comercialização dos produtos feitos na Cozinha Solidária, a equipe fazia encontros semanais de planejamento, organização e produção. Também foi feita uma pesquisa de mercado para identificar os gostos e interesses da clientela potencial, o que foi especialmente importante, por exemplo, para entender onde a Diversibike teria maior aceitação e consumo dos produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Wladimir, uma parte importante do processo de fortalecimento de capacidades e de conhecimento do grupo de participantes do projeto foram as formações virtuais em gastronomia e administração oferecidas a partir de uma parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco. Duas bolsistas da universidade apoiaram o grupo nos encontros e produzindo materiais didáticos de apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto para o qual Wladimir Reis chama a atenção é o fato de o projeto ter nascido em um cenário de extrema desigualdade social. &#8220;Por este motivo, é essencial fortalecermos ainda mais ações como esta, para que outras pessoas em situação de vulnerabilidade possam ter as mesmas oportunidades de desenvolvimento. Com o projeto, pudemos observar o impacto da geração de recursos financeiros para as pessoas participantes, além do fortalecimento de seus conhecimentos para implementar seus empreendimentos e garantir a sua sustentabilidade em tempos de pandemia do COVID-19&#8221;, finaliza.</p>
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		<title>No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 19:59:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como o preconceito e o estigma ainda afetam diretamente a possibilidade de uma vida plena de direitos para estas pessoas. Para 87% das pessoas entrevistadas no Recife é difícil contar para a família que vive com HIV e Aids.</p>



<span id="more-16643"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="767" height="541" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg" alt="" class="wp-image-16654" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg 767w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-300x212.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-720x508.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas vivendo com HIV e Aids no Recife entrevistadas, a forma mais experienciada foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (44,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo entre membros da família essa forma de discriminação foi bastante relatada (42,9%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (19,3%), agressões físicas (4,3%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (8,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação provoca uma atitude de isolamento das pessoas soropositivas para o HIV. Isolamento da família ou dos amigos e não fazer sexo por ser soropositivo para o HIV são relatados por pouco menos de 30% dos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas no Recife também relataram violações de direitos e agressões por viverem com HIV/Aids. Das pessoas entrevistadas que sofreram violações de direitos, 28% não sabiam a quem recorrer para fazer uma denúncia e 20% se sentiram intimidados/as e assustados/as para denunciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado que chamou atenção nos resultados do Índice de Estigma e Discriminação em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Recife foi que 34,3% evitaram iniciar o tratamento, após se saberem soropositivos para o HIV, por não se sentirem preparados para lidar com o fato de ser soropositivo; e 28% se preocuparam de que ao iniciar o tratamento, familiares e pessoas conhecidas descobrissem a sorologia para o HIV. Outros 24,7% tiveram medo de que profissionais de saúde e médicos revelassem para conhecidos que ela vivia com HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados indicam que existe uma insegurança sobre a confidencialidade dos prontuários médicos e sobre o sigilo da sorologia. Somadas as proporções de participantes que indicaram não saber se seus prontuários são confidenciais (45,6%) com a proporção de participantes para quem está claro que seu prontuário não está sendo mantido em sigilo (5,2%), chega-se à proporção de 50,8% dos participantes que não sabem ou não têm certeza que seus prontuários estão sendo violados. Evidencia-se assim uma falha na explicitação e manutenção da confidencialidade dos prontuários das pessoas soropositivas que deve ser alvo de intervenções nos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Recife encontram-se&nbsp;<strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_Recife_3aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></strong></span></span></strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais continua neste mês de dezembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></span></strong> está sendo feita através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, em São Paulo, no dia 06 de novembro, e aconteceu neste 1º de Dezembro com foco no Recife-PE. Os próximos seminários serão: Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).<br><br>Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS participa de encontro sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 13:38:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (30/04), o UNAIDS Brasil participou do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife (PE). O evento foi organizado pela ONG&#160;Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, como&#160;cofacilitadora&#160;do Grupo&#160;Temático (GT)&#160;da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG). O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/unaids-participa-de-encontro-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-em-recife/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"></p>


<p>Nesta terça-feira (30/04), o UNAIDS Brasil participou do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife (PE). O evento foi organizado pela ONG&nbsp;Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, como&nbsp;cofacilitadora&nbsp;do Grupo&nbsp;Temático (GT)&nbsp;da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG). <span id="more-11278"></span></p>


<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações da sociedade civil, gestão pública, academia,&nbsp;imprensa e&nbsp;outros&nbsp;grupos sobre a importância dos objetivos que compõem a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home.html" target="_blank"><strong>Agenda 2030</strong></a>.  O evento abordou dimensões dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com foco especial nas questões de gênero, e também contou com a participação de representantes da&nbsp;<strong><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">ONU Mulheres</a></strong>,&nbsp;<strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNFPA (opens in a new tab)" href="https://brazil.unfpa.org/pt-br" target="_blank">UNFPA</a></strong>, Ordem dos Advogados de Pernambuco (OAB-PE), Associação Municipalista de PE (AMUPE), ABONG, entre outras organizações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O encontro foi um momento muito&nbsp;significativo&nbsp;para discutir os desafios e a&nbsp;importância&nbsp;da implementação da Agenda 2030. Considerando o contexto local de Pernambuco, é interessante ver os diversos atores da sociedade civil, poder público municipal e estadual e da academia discutindo os meios de implementação&nbsp;e monitoramento&nbsp;dos ODS”, disse&nbsp;o Diretor&nbsp;interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima. “Discutiu-se também a importância de fazer com que esta agenda esteja&nbsp;focada&nbsp;nas pessoas, por ser uma agenda integral que só será alcançada se todos os ODS forem trabalhados conjuntamente, sem deixar ninguém para trás”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram abordados temas como as parcerias e meios de financiamento da Agenda 2030 e os desafios e oportunidades para implementação dos ODS em Pernambuco. O Diálogo ocorre no momento em que a Comissão Estadual (PE) dos ODS começa a se consolidar, depois de sua primeira reunião ordinária, e em que a Rede ODS Brasil também&nbsp;acaba de constituir&nbsp;um núcleo em Pernambuco.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável tem o apoio financeiro da União Europeia e da <em>Action&nbsp;for&nbsp;Sustainable&nbsp;Development&nbsp;</em>(A4SD).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, a <strong><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Gestos  (opens in a new tab)">Gestos </a></strong>lançou a publicação&nbsp;<em>A Agenda 2030 e o acesso à Justiça – Relatório sobre audiências de custódia em Pernambuco, Brasil</em>, com dados sobre a implementação do ODS 16 (Paz e Justiça) no estado, análises sobre a população carcerária, panorama das execuções criminais e um estudo sobre as audiências de custódia como meio para garantir acesso à justiça em Pernambuco.&nbsp;&nbsp;</p>
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