<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>População Negra - UNAIDS Brasil</title>
	<atom:link href="https://unaids.org.br/tag/populacao-negra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 23 Jul 2025 13:24:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2015_01_20_logoUNAIDS1-150x150.png</url>
	<title>População Negra - UNAIDS Brasil</title>
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>&#8220;Caminhos do Norte&#8221;: Projeto aborda saúde, prevenção ao HIV e equidade de gênero na Ilha de Marajó</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/06/caminhos-do-norte-projeto-aborda-saude-prevencao-ao-hiv-e-equidade-de-genero-na-ilha-do-marajo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 14:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Discursos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto AME]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombolas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=28111</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2023, o UNAIDS apoiou a Ação de Mulheres pela Equidade (AME) na implementação da iniciativa &#8220;Caminhos do Norte: Trilhas para a Promoção da Saúde e Prevenção Combinada do HIV&#8221; junto à comunidade quilombola de Vila do Maruacá, localizada na Ilha de Marajó, no estado do Pará.  No Brasil, as comunidades quilombolas, formadas predominantemente, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/06/caminhos-do-norte-projeto-aborda-saude-prevencao-ao-hiv-e-equidade-de-genero-na-ilha-do-marajo/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/06/caminhos-do-norte-projeto-aborda-saude-prevencao-ao-hiv-e-equidade-de-genero-na-ilha-do-marajo/">“Caminhos do Norte”: Projeto aborda saúde, prevenção ao HIV e equidade de gênero na Ilha de Marajó</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o UNAIDS apoiou a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.ameequidade.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ação de Mulheres pela Equidade</a></span> (AME) na implementação da iniciativa &#8220;Caminhos do Norte: Trilhas para a Promoção da Saúde e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">Prevenção Combinada</a></span> do HIV&#8221; junto à comunidade quilombola de Vila do Maruacá, localizada na Ilha de Marajó, no estado do Pará. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as comunidades quilombolas, formadas predominantemente por descendentes de pessoas africanas escravizadas que escaparam da escravidão e estabeleceram seus próprios assentamentos, enfrentam inúmeras barreiras no acesso à saúde, colocando-as entre as populações prioritárias na resposta ao HIV.</p>



<span id="more-28111"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto adotou uma abordagem integrada para a prevenção do HIV/AIDS, adaptada às necessidades e realidades específicas da comunidade quilombola. Enfatizou o papel crucial do engajamento comunitário na promoção da saúde e na prevenção do HIV/AIDS, abordando questões de raça e gênero para empoderar a comunidade, especialmente as mulheres, na definição de suas estratégias de saúde. Esta ênfase tomou como base a complexa interação entre dinâmicas raciais e de gênero e a garantia de acesso abrangente aos cuidados de saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um dos objetivos do projeto foi justamente melhorar o acesso à informação e capacitar a população quilombola em questões de políticas de saúde, fomentando o diálogo e o debate dentro da comunidade&#8221;, diz Damiana Neto, coordenadora da AME. &#8220;Com esta abordagem buscamos otimizar ações de promoção da saúde e prevenção do HIV/AIDS, tanto no âmbito individual quanto no coletivo.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os temas abordados pelo projeto focaram em melhorar os esforços existentes de promoção da saúde física, mental e ambiental, além de implementar estratégias de prevenção combinada do HIV. Foi dada especial atenção à prevenção da violência de gênero por meio da mobilização e conscientização das mulheres, bem como à promoção do diálogo com seus parceiros e dentro das famílias.</p>



	<div class="slideshow_container slideshow_container_style-light" data-slideshow-id="28113" data-style-name="style-light" data-style-version="2.7.1">
		<div class="slideshow_loading_icon"></div>
		<div class="slideshow_content" style="display: none">
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Group-of-women-after-a-training-session_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Grupo de mulheres após uma sessão de treinamento" width="1280" height="960" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Grupo de mulheres após uma sessão de treinamento</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Local-women-during-a-round-of-conversation_1_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Mulheres locais durante uma rodada de conversa" width="1280" height="853" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Mulheres locais durante uma rodada de conversa</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Local-women-during-a-round-of-conversation_2_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Mulheres locais durante uma rodada de conversa" width="1280" height="960" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Mulheres locais durante uma rodada de conversa</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Local-women-during-a-round-of-conversation_3_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Mulheres locais durante uma rodada de conversa" width="1280" height="853" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Mulheres locais durante uma rodada de conversa</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Men-and-women-participating-in-a-dialogue-session_1_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo" width="960" height="1280" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Men-and-women-participating-in-a-dialogue-session_2_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo" width="960" height="1280" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Men-and-women-participating-in-a-dialogue-session_3_Easy-Resize.com_.jpg" alt="Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo" width="1280" height="853" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Homens e mulheres participando de uma sessão de diálogo</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
				<div class="slideshow_slide slideshow_slide_image">
											<img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Local-population-interacting-with-health-agents_Easy-Resize.com_.jpg" alt="População local interagindo com agentes de saúde" width="960" height="1280" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">População local interagindo com agentes de saúde</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos fotos: Acervo AME</div>
											</div>
				</div>

									</div>
		</div>
		<div class="slideshow_controlPanel slideshow_transparent" style="display: none"><ul><li class="slideshow_togglePlay" data-play-text="Play" data-pause-text="Pause"></li></ul></div>
		<div class="slideshow_button slideshow_previous slideshow_transparent" role="button" data-previous-text="Previous" style="display: none"></div>
		<div class="slideshow_button slideshow_next slideshow_transparent" role="button" data-next-text="Next" style="display: none"></div>
		<div class="slideshow_pagination" style="display: none" data-go-to-text="Go to slide"><div class="slideshow_pagination_center"></div></div>
	</div>




<p class="wp-block-paragraph">Damiana explica que o projeto adotou uma visão holística da saúde, considerando as interseções e os determinantes sociais inerentes ao trabalho com populações vulneráveis. &#8220;Isso envolveu o aproveitamento do conhecimento territorial, o cuidado pessoal e coletivo, e o enfrentamento das várias formas de racismo e violência de gênero. O objetivo era fortalecer a capacidade de resposta da população quilombola, especialmente das mulheres, enquanto fomentava a cooperação dentro e além da Ilha de Marajó&#8221;, complementa.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Engajamento Comunitário e Prevenção Combinada</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe da AME buscou reforçar as ações essenciais para a implementação de políticas públicas, especialmente no que diz respeito ao HIV/AIDS, alinhando-se com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres (PNAISM).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A faixa etária do grupo de participantes das atividades do projeto variou entre 17 e 30 anos. Foram identificadas mulheres com qualidades de liderança, resultando em esforços adicionais para empoderá-las como catalisadoras de mudança dentro de suas comunidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Igualmente significativa foi a testagem para sífilis, hepatite e HIV, juntamente com o envolvimento de agentes do governo estadual e municipal. Isso fortaleceu os vínculos entre os serviços públicos e a comunidade, marcando uma mudança significativa em relação às práticas anteriores. Além disso, a participação de representantes do Ministério da Saúde desempenhou um papel fundamental no sucesso das iniciativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Rosângela de Carvalho, moradora da comunidade quilombola e uma das participantes do projeto, um dos principais impactos em sua vida foi ter ampliado o seu conhecimento sobre temas até então pouco discutidos, como HIV/AIDS. &#8220;Eu achei muito bom ter participado do projeto. Aprendi muito sobre HIV, sobre AIDS. Coisas que muitas vezes a gente ouvia falar, mas não tinha um conhecimento mais profundo. E nas oficinas aprendemos sobre prevenção, sobre como ajudar as pessoas que estão passando por essa situação difícil, desses problemas de discriminação. Aprendi muitas coisas, não só para mim, mas também para repassar para as pessoas que eu vejo que estão precisando.&#8221;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Capacitação e Fortalecimento das Lideranças Locais</h5>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades implementadas no âmbito do projeto incluíram a abordagem de tabus culturais em torno do HIV/AIDS, reconhecendo as sensibilidades dentro das comunidades quilombolas, mas ao mesmo tempo abrindo espaço para a promoção integral da saúde e prevenção de doenças, apoiados por estratégias populares de educação em saúde e uma forte abordagem de direitos humanos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atividades educativas, especialmente para crianças, foram integradas para identificar suas necessidades de saúde e educação. Isso envolveu métodos lúdicos para avaliar percepções e requisitos relacionados à saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inclusão de homens nas oficinas também foi um elemento crítico. Embora inicialmente reservados, eles se envolveram em conversas sobre uso de preservativos, masculinidades e saúde dos homens. Falaram também sobre preconceitos decorrentes de influências religiosas prevalentes na comunidade e seu impacto na saúde pública, especialmente em relação às infecções por HIV.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/18365930"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos felizes que, com o apoio que demos ao projeto &#8216;Caminhos do Norte&#8217;, foi possível promover um diálogo inclusivo, desafiando estereótipos de gênero e raça, e facilitando a compreensão mútua&#8221;, diz Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. &#8220;Esta iniciativa reforça a importância de considerar os determinantes sociais que impactam e dificultam o pleno acesso aos serviços de saúde por parte das populações em vulnerabilidade. É fundamental apoiar e fortalecer as comunidades a partir de suas próprias vivências e prioridades&#8221;, finaliza.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="pautas,comunicado,destaque,discursos,noticias,principal,sala_de_imprensa,unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1718278855"
	            data-title="&#8220;Caminhos do Norte&#8221;: Projeto aborda saúde, prevenção ao HIV e equidade de gênero na Ilha de Marajó" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/06/caminhos-do-norte-projeto-aborda-saude-prevencao-ao-hiv-e-equidade-de-genero-na-ilha-do-marajo/">“Caminhos do Norte”: Projeto aborda saúde, prevenção ao HIV e equidade de gênero na Ilha de Marajó</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">28111</post-id>	</item>
		<item>
		<title>UNAIDS e Ministério da Igualdade Racial dialogam sobre resposta ao HIV para a população negra no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2023/03/unaids-e-ministerio-da-igualdade-racial-dialogam-sobre-resposta-ao-hiv-para-a-populacao-negra-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 21:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=23696</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma equipe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), liderada por Claudia Velasquez, diretora e representante no Brasil, se reuniu na quinta-feira, 02, com Roberta Eugênio, secretária executiva do Ministério da Igualdade Racial, na sede do ministério, em Brasília.&#160; Na reunião, o UNAIDS apresentou projetos desenvolvidos para a resposta ao HIV e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/03/unaids-e-ministerio-da-igualdade-racial-dialogam-sobre-resposta-ao-hiv-para-a-populacao-negra-no-brasil/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2023/03/unaids-e-ministerio-da-igualdade-racial-dialogam-sobre-resposta-ao-hiv-para-a-populacao-negra-no-brasil/">UNAIDS e Ministério da Igualdade Racial dialogam sobre resposta ao HIV para a população negra no Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma equipe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), liderada por Claudia Velasquez, diretora e representante no Brasil, se reuniu na quinta-feira, 02, com Roberta Eugênio, secretária executiva do Ministério da Igualdade Racial, na sede do ministério, em Brasília.&nbsp;</p>



<span id="more-23696"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião, o UNAIDS apresentou projetos desenvolvidos para a resposta ao HIV e que também são direcionados à população negra. Esta população concentra, desde 2016, de acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, lançado em dezembro de 2022, mais da metade das infecções por HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, 60,6% dos casos foram noticiados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).&nbsp;</p>



<h5 class="has-medium-font-size wp-block-heading"><strong>Mulheres Negras</strong>&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos projetos apresentados ao ministério foi o “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/12/unaids-e-oit-facilitam-oficina-para-promocao-de-mulheres-diversidade-e-impacto-local/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mulheres, diversidade, e impacto local</a></span>”, lançando pelo UNAIDS em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, que contou com diversas oficinas, teve o objetivo de ampliar o conhecimento e acesso de mulheres e suas diversidades à prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidado integral em HIV/AIDS, além de tratar sobre violência baseada em gênero.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre mulheres &#8211; que são populações-chave e prioritárias -, as mulheres negras têm uma maior incidência em novas infecções por HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o SINAN, desde 2013, mais da metade das infecções entre mulheres por HIV se concentram entre negras. Em 2022, o percentual chegou a 61,4%.&nbsp;&nbsp;</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/12965456"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">“A reunião com o Ministério da Igualdade Racial é um passo importante para podermos aprimorar e expandir projetos que contemplem de forma mais abrangente a população negra brasileira”, diz Claudia Velasquez. “É sabido que, no Brasil, as desigualdades estruturais impactam mais diretamente a população negra, e dentro deste recorte racial, as mulheres negras são ainda mais afetadas”, finaliza.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária executiva, Roberta Eugênio, indicou a importância da reaproximação com o UNAIDS e no avanço de projetos direcionados para aumentar a prevenção e o acesso da população negra aos serviços de saúde. “O Ministério da Igualdade Racial tem muito interesse em contribuir com a agenda de enfrentamento das desigualdades que retardam a mitigação da infecção pelo HIV e da AIDS e diversos outros aspectos transversais do tema. Estamos à disposição para trabalhar colaborativamente e acumular os aprendizados em busca de resultados concretos para a população&#8221;, finaliza.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="destaque,noticias,principal,sala_de_imprensa,unaids,zero-discriminacao" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1678128701"
	            data-title="UNAIDS e Ministério da Igualdade Racial dialogam sobre resposta ao HIV para a população negra no Brasil" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2023/03/unaids-e-ministerio-da-igualdade-racial-dialogam-sobre-resposta-ao-hiv-para-a-populacao-negra-no-brasil/">UNAIDS e Ministério da Igualdade Racial dialogam sobre resposta ao HIV para a população negra no Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">23696</post-id>	</item>
		<item>
		<title>UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2021 16:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Carolinas]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres jovens e meninas adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Carolinas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde população jovem e negra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=17979</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/">UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série de cards que destacam a vida de jovens mulheres negras que participaram do Projeto Carolinas, liderado pela NBR.</p>



<span id="more-17979"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto Carolinas, iniciado em 2020 durante a pandemia de COVID-19, tem como objetivo o fortalecimento, a autonomia e a visibilidade de novas lideranças na promoção da saúde e prevenção contra o HIV entre jovens mulheres, moradoras de comunidades, favelas e periferias. O projeto foi um dos que receberam recursos de um edital do escritório regional do UNAIDS para ações relacionadas à COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafaela Siqueira , uma das participantes do projeto, tem 18 anos e vive na Favela Margem da Linha, em Campos dos Goytacazes, interior do Rio de Janeiro &#8211; ela ficou grávida aos 16 anos e precisou parar de estudar para cuidar da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Rafaela guarda similaridade com a vivida pela escritora Carolina Maria de Jesus há 100 anos. Carolina perdeu a mãe, caminhou do interior de Minas Gerais até São Paulo para buscar uma vida melhor e aos 33 anos, sem emprego e grávida, tornou-se catadora de papel. A partir dessas vivências, passou a registrar em diários as desigualdades e cotidiano da favela. Seus escritos transformaram-se no livro “Quarto de Despejo &#8211; Diário de uma Favelada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra foi publicada em 1960 e foi traduzida para mais de 16 idiomas. Carolina foi reconhecida com título póstumo de Doutora Honoris Causa pela UFRJ após completar 60 anos da obra e com os temas de fome, racismo, machismo e falta de acesso à saúde, relatados no livro, sendo exacerbados em função da pandemia de COVID-19. Segundo estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da FEA-USP, em 2020,38% das mulheres negras estavam abaixo da linha da pobreza e 12,3% dessa população está em situação de extrema pobreza – os dados foram observados em 2020 e dados de 2021 baseados em simulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi por inspiração de Carolina Maria de Jesus e para celebrar a sua vida e trajetória que a ONG Nação Basquete de Rua iniciou o Projeto Carolinas. A NBR selecionou 24 participantes, que também receberam formações online sobre direitos sexuais e reprodutivos, prevenção combinada ao HIV, cuidados relacionados à pandemia de COVID-19 e educação financeira. Ao longo do projeto, que aconteceu entre dezembro de 2020 e março de 2021, a ONG entregou kits de prevenção à COVID-19 com máscaras e álcool gel, além de preservativos internos, externos e lubrificantes, insumos necessários na prevenção das ISTs a todas as participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi necessário atuar de forma emergencial com doações de alimentos e materiais de limpeza, mas não podíamos deixar de pensar em fortalecer as mulheres que já tecem a rede de apoio e cuidado em saúde nas favelas e periferias, mulheres negras em expressiva maioria. Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências”, explica Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último boletim epidemiológico HIV/AIDS do Ministério da Saúde, publicado em 2020, mostra que 61,7% de óbitos por doenças relacionadas à AIDS estavam entre pessoas negras, 37,7% entre pessoas brancas, 0,3% entre pessoas amarelas e 0,3% entre indígenas. Comparando os anos de 2009 e 2019, também há uma queda de 21% na proporção de óbitos de pessoas brancas e crescimento de 19,3% na proporção de óbitos de pessoas negras. Já entre os casos de gestantes infectadas por HIV, 39,6% eram brancas, enquanto 14,2% pretas e 37,8% eram pardas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Nova Estratégia do UNAIDS destaca a necessidade de acabar com as desigualdades para acabar com a AIDS. As desigualdades afetam de forma desproporcional as mulheres e principalmente as mulheres negras, mães e de periferia, que acumulam um serviço não remunerado e as empurra às margens cada vez mais. Precisamos diminuir as desigualdades levando a essas mulheres informações que possibilitarão escolhas e autonomia, derrubando as barreiras e construindo pontes entre os abismos de desigualdade”, diz Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são as Carolinas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As vinte e quatro mulheres que participaram do Projeto Carolinas são negras, têm entre 18 e 30 anos de idade e moram em quatro diferentes comunidades de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro: Comunidade Margem da Linha do Rio, Tapera 1, Tapera 2 e Tapera 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 24 participantes, vinte são mães e 4 não têm filhos. Vinte delas estão em busca de emprego e/ou desempregadas e quatro trabalham. 22 já se sentiram discriminadas pela cor, ou por morarem em comunidades/favelas; 10 relataram que já passaram por constrangimento durante o período menstrual, seja por falta de acesso aos absorventes ou por falta de informações sobre o tema. Todas relataram que gostariam de uma maior proximidade com a UBS, maiores oportunidades de cultura, esporte e aprendizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia da Mulher Afrolatinoamericana e caribenha</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o final do projeto, a ONG NBR liderou uma ação de fotografia com algumas participantes do Projeto Carolinas. A responsável pela atividade, Raisa Moraes, é uma jovem campista também moradora de periferia e foi a fotógrafa que liderou o ensaio. Para ampliar as vozes das jovens do projeto, o UNAIDS Brasil, a ONG NBR e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam uma campanha de redes sociais a partir do dia 25 de julho, quando celebra-se o dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17984" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17984" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências” Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17983" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17983" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Quase nunca falamos sobre preservativos, saúde da mulher. São assuntos que não são falados, só quando algum problema acontece. Conheço mulheres da minha idade que nunca tiveram oportunidade de ir ao médico. Mas porque não foram ensinadas sobre a importância, muitas só chegam a ir quando estão grávidas” &#8211; Vera Cirico, 30 anos, moradora da Comunidade da Margem da Linha. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17982" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17982" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me inspiro em outras mulheres guerreiras, que lutam pelos seus objetivos, assim como minha mãe que me criou sozinha. Se não fosse por mulheres como ela, que começaram essa caminhada lá atrás, não estaríamos onde estamos. Muito do preconceito que existe é porque as pessoas não têm as informações certas.” &#8211; Jocimara da Silva, 30 anos, moradora da Tapera I. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17981" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17981" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me sinto forte e queria dizer para outras mulheres que vivem essa realidade que não desanimem dos seus sonhos. Com as oportunidades certas, todas nós somos capazes.” &#8211; Jhenifer Justiniano, 22 anos , moradora da Tapera III. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="357" data-id="17985" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg" alt="" class="wp-image-17985" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-300x105.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-768x268.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-720x251.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Painel de grafitti na comunidade Casinhas do Novo Jockey, feito pelos graffiteiros Kane, Zack, Gouk e DOM. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>
</figure>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="datas,destaque,noticias,principal" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1627218831"
	            data-title="UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/">UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17979</post-id>	</item>
		<item>
		<title>UNAIDS apoia Festival Bixanagô, sobre empoderamento e estética negra</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/unaids-apoia-festival-bixanago-sobre-empoderamento-e-estetica-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 16:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Bixanagô]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=11711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Performances e narrativas culturais utilizadas como ferramentas contra o ódio e o preconceito: este é o foco do Festival Bixanagô, um encontro de música, política e artes que promove a diversidade, a criatividade e a potência da comunidade negra, periférica e LGBT+, que aconteceu em São Paulo, entre os dias 21 e 23 de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-apoia-festival-bixanago-sobre-empoderamento-e-estetica-negra/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-apoia-festival-bixanago-sobre-empoderamento-e-estetica-negra/">UNAIDS apoia Festival Bixanagô, sobre empoderamento e estética negra</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Performances e narrativas culturais utilizadas como ferramentas contra o ódio e o preconceito: este é o foco do Festival Bixanagô, um encontro de música, política e artes que promove a diversidade, a criatividade e a potência da comunidade negra, periférica e LGBT+, que aconteceu em São Paulo, entre os dias 21 e 23 de março.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dança, música, performance e tantas outras estéticas da cultura Hip Hop e da cultura&nbsp;Ballroom, protagonizados por jovens, negros e periféricos compuseram o festival. A organização do evento definiu o&nbsp;Bixanagô&nbsp;como um festival de artes e música integradas. “Com linguagens diversas, influenciadas pelo rap, reggae, funk,&nbsp;twerk&nbsp;e outros gêneros musicais, jovens do país inteiro têm produzido músicas, performances e estéticas que abrem—e por vezes forçam—portas para a discussão sobre gênero, sexualidade e desejos em becos, vielas e salões”, explica a organização do evento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS foi um dos apoiadores do Festival. O diretor interino do escritório no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, participou do bate-papo ‘HIV e LGBTI+: o que eu tenho a ver?’, um momento de diálogos sobre HIV, infecções sexualmente transmissíveis e comunidades negra e LGBTI+, com presença de Elida Miranda (Fundo Posithivo), Micaela Cyrino (Coletivo Amem) e mediação de Bixanagô.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É fundamental termos espaços como esse para discutir como as intersecções do racismo e a LGBTIfobia vulnerabilizam a comunidade negra LGBTI+ frente a epidemia do HIV, e também quais estratégias devem ser construídas para que os avanços obtidos na resposta à epidemia no campo da prevenção e do tratamento possam beneficiar de maneira equitativa essa população”, destaca Lima. &#8220;O desafio para garantir que ninguém seja deixado para trás na resposta ao HIV e na questão dos direitos humanos é grande, mas acreditamos que ouvir a voz e as expressões dessa comunidade, apoiando espaços como esse do Bixanagô, são caminhos muito importantes para a construção de soluções, ideias e iniciativas inclusivas e eficazes.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>População negra e HIV</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população negra é considerada como uma das populações prioritárias para a resposta ao HIV por&nbsp; apresentar vulnerabilidades aumentadas devido à situação de vida ou contextos históricos, sociais e estruturais, como define o Ministério da Saúde na&nbsp;<em>Agenda estratégica para ampliação do acesso e cuidado integral das populações-chaves em HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis,&nbsp;</em>lançada em dezembro de 2018 pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Boletim Epidemiológico de HIV 2018, também do Ministério da Saúde, 51,5% dos casos de infecção pelo HIV no Brasil entre 2007 e junho de 2017 ocorreram em pessoas pretas e pardas e 47,6% em brancas. Quando distribuídos proporcionalmente os óbitos relacionados à AIDS notificados em 2017 por raça/cor, observam-se 60,3% das mortes entre negros (46,6% pardos e 14,1% pretos) e 39,2% entre brancos. A proporção de óbitos entre mulheres negras foi superior à observada em homens negros: 63,3% e 58,8%, respectivamente.&nbsp;</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias,unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1553521201"
	            data-title="UNAIDS apoia Festival Bixanagô, sobre empoderamento e estética negra" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-apoia-festival-bixanago-sobre-empoderamento-e-estetica-negra/">UNAIDS apoia Festival Bixanagô, sobre empoderamento e estética negra</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11711</post-id>	</item>
		<item>
		<title>#VidasNegras: políticas para reduzir vulnerabilidades em saúde precisam de dados de melhor qualidade</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/01/vidasnegras-politicas-para-reduzir-vulnerabilidades-em-saude-precisam-de-dados-de-melhor-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 19:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Vidas Negras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=8232</guid>

					<description><![CDATA[<p>Infecções sexualmente transmissíveis, mortes maternas &#8211; incluindo óbitos por abortos sépticos (quando o feto não é eliminado completamente causando infecção) -, hanseníase, tuberculose e Doença de Chagas. Estes são alguns dos problemas de saúde evitáveis e mais frequentes na população negra, tanto na comparação com o contingente branco quanto em relação às médias nacionais,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/01/vidasnegras-politicas-para-reduzir-vulnerabilidades-em-saude-precisam-de-dados-de-melhor-qualidade/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/01/vidasnegras-politicas-para-reduzir-vulnerabilidades-em-saude-precisam-de-dados-de-melhor-qualidade/">#VidasNegras: políticas para reduzir vulnerabilidades em saúde precisam de dados de melhor qualidade</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Infecções sexualmente transmissíveis, mortes maternas &#8211; incluindo óbitos por abortos sépticos (quando o feto não é eliminado completamente causando infecção) -, hanseníase, tuberculose e Doença de Chagas. Estes são alguns dos problemas de saúde evitáveis e mais frequentes na população negra, tanto na comparação com o contingente branco quanto em relação às médias nacionais, em certos casos.<span id="more-8232"></span></p>
<p>Além de estarem mais expostos ao risco de morte violenta intencional &#8211; como tem alertado a campanha Vidas Negras -, os negros e negras também integram o grupo de brasileiros que têm, em geral, piores indicadores de saúde, expressos na maior incidência de doenças e agravos com ou sem conexão direta entre si. É o que revelam as estatísticas oficiais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1935" height="969" class="alignleft size-full wp-image-8233" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01.jpg 1935w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01-300x150.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01-768x385.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01-1024x513.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01-1800x901.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/01-720x361.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1935px) 100vw, 1935px" /></p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde 55% dos casos registrados de aids em 2016 ocorreram em pessoas negras e 43,9% em brancas. Os óbitos pela doença também afetam mais negros (58,7%) que brancos (40,9%). No mesmo ano 38,5% das notificações de sífilis adquirida ocorreram entre pessoas brancas e 42,4% em negras. Das mulheres gestantes diagnosticadas com sífilis, 59,8% eram negras e 30,6% brancas. Em relação à raça/cor das mães das crianças com sífilis congênita, as negras foram mais que o dobro (65,1%) das brancas (25,0%). A hanseníase, doença infecciosa causada por bactéria cuja transmissão está relacionada a condições precárias de moradia e higiene, em 2014, teve 31.064 casos notificados, mais de dois terços (21.554) na população negra. Nos registros de tuberculose, no mesmo ano, 57,5% das pessoas que apresentaram a doença eram negras.<img loading="lazy" decoding="async" width="2500" height="1107" class="alignleft size-full wp-image-8234" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02.jpg 2500w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02-300x133.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02-768x340.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02-1024x453.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02-1800x797.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/02-720x319.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /></p>
<p>“A população negra não é uma população doente” &#8211; explica Lúcia Xavier, coordenadora da organização de mulheres negras Criola &#8211; “O que acontece é que ela vive com menos qualidade. O grupo é mais vulnerável às doenças porque está sob maior influência dos determinantes sociais de saúde, ou seja, as condições em que uma pessoa vive e trabalha, a insalubridade, as baixas condições sanitárias às quais está submetida, por exemplo. E a soma desses diversos indicadores de vulnerabilidade aumenta também o risco de perder a vida”, afirma.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 80% da população que só tem o SUS como plano de saúde é negra. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (2015), das pessoas que já se sentiram discriminadas nos serviços, por médicos ou outros profissionais de saúde, 13,6% destacam o viés racial da discriminação. A coordenadora de Criola chama atenção para o fato de que o desempenho desigual em saúde tem causas que vão para além das possíveis restrições ou dificuldades no acesso aos serviços públicos. “Estudos mostram que o racismo não é uma questão vinculada especificamente ao SUS. Na rede privada o racismo também está presente. A diferença nas taxas de mortalidade hospitalar é uma evidência”, observa.</p>
<p>Para Lúcia, o enfrentamento ao racismo institucional deve se dar junto com outras medidas de redução das desigualdades raciais. “O combate ao racismo institucional é fundamental para a equidade. Mas a falta de saúde resulta de uma série de outros fatores ligados às práticas racistas. Como um povo que está sujeito a discriminação pode ter melhor qualidade de vida?”, questiona.</p>
<p><strong>Baixa qualidade dos dados</strong></p>
<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), após sua recente Conferência Sanitária das Américas, em setembro do ano passado, recomendou aos Estados Membros &#8211; inclusive o Brasil &#8211; que promovam políticas públicas capazes de abordar “a etnicidade como determinante social da saúde”. Para isto, entre outras medidas também sugeridas pela OPAS, é fundamental: “dispor de dados suficientes e de qualidade, e gerar evidência sobre desigualdades e iniquidades étnicas em saúde para a tomada de decisões políticas”.<img loading="lazy" decoding="async" width="1862" height="932" class="alignleft size-full wp-image-8236" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03.jpg 1862w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03-300x150.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03-768x384.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03-1024x513.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03-1800x901.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/03-720x360.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1862px) 100vw, 1862px" /></p>
<p>É justamente o que destacou Fernanda Lopes, representante auxiliar do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil. Para ela o problema é justamente a não adoção dos dados desagregados como instrumento de gestão. “Ao desagregar os dados por raça/cor as iniquidades ficam evidentes, se estes dados não são utilizados para orientar as políticas, os planos e os programas, as mudanças nas condições de vida e no cuidado não acontecem. Não há insuficiência de dados, a qualidade é que precisa ser apurada. Já não se pode aceitar dados cuja informação sobre raça/cor é ‘ignorada’. Os indicadores precisam ser sensíveis. Se não são desagregados não poderão captar as necessidades reais dos grupos. Não haverá investimentos corretos, as desigualdades serão mantidas e/ou agravadas”, analisa.</p>
<p>Vitória Lourenço, 25, fez um <a href="http://datalabe.org/narrativa/morte-materna-alem-dos-numeros/" target="_blank" rel="noopener">levantamento sobre o perfil por trás dos números da morte materna no Rio de Janeiro, entre 2009 e 2013</a>, com informações do banco do Sistema Único de Saúde (DataSUS) e dados fornecidos por meio da LAI (Lei de Acesso a Informação). Ela descobriu que as mães que morrem por causas relacionadas à gravidez, parto e pós-parto, no estado, são jovens, negras e de baixa escolaridade. No Brasil, de todas as mortes maternas de jovens, as negras são 55,3% enquanto as brancas 47,5%.<img loading="lazy" decoding="async" width="2500" height="1107" class="alignleft size-full wp-image-8235" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04.jpg 2500w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04-300x133.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04-768x340.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04-1024x453.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04-1800x797.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/04-720x319.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2500px) 100vw, 2500px" /></p>
<p>Vitória, que também é mãe, chamou atenção para a questão da qualidade dos dados, que tem dois problemas principais: o modo como as informações são trabalhadas e o preenchimento do quesito cor por profissionais de saúde. “Existe ainda um tabu em perguntar como a pessoa se identifica. E aí fica muitas vezes a critério do profissional que pode inserir ‘branco’ para classificar alguém que se identifica de outra forma. Eu mesma já fui lida como ‘parda’ várias vezes, preferindo ser identificada como ‘preta’. No Rio, não temos uma formação obrigatória para os profissionais sobre a importância do quesito cor”, lembra.</p>
<p>Em relação à forma como os dados são trabalhados, Vitória destaca uma segunda problemática, que é a baixa presença negra na produção de pesquisas sobre raça, racismo e saúde. “Geralmente, somos só estatísticas. Não estamos nos espaços que analisamos dados produzidos e isso tem um impacto direto no conhecimento que se tem sobre o tema. Somos 53% da população e porque não conhecemos nossa realidade? Como pode ser tabu falar da saúde de tanta gente?”</p>
<p>No caso da juventude negra, a questão da qualidade dos dados se agrava. Embora hoje existam informações desagregadas sobre homicídios e outras causas externas de morte entre pessoas de 15 a 29 anos, a análise dos dados explora, menos do que se deveria, as combinações entre raça, sexo e faixa etária. Identidade de gênero, que é um fator de risco para mortes violentas no Brasil, se quer existe nas estatísticas de saúde.<img loading="lazy" decoding="async" width="1865" height="936" class="alignleft size-full wp-image-8237" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05.jpg 1865w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05-300x151.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05-768x385.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05-1024x514.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05-1800x903.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/05-720x361.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1865px) 100vw, 1865px" /></p>
<p>Para Fernanda Lopes também existe uma dificuldade em falar e trabalhar a saúde da população jovem de forma específica, porque tradicionalmente não se trabalha saúde e sim doenças e agravos. “Aquele estado de bem-estar físico, mental, espiritual descrito pela OMS como saúde não pode ser traduzido apenas como ausência de sinais e sintomas de doenças. Sabemos que saúde e a doença não são obras do acaso ou do destino. A condição de saúde é determinada por fatores econômicos, políticos, sociais, culturais e ambientais. Logo, para se alcançar o estado de bem-estar é preciso investimentos diversos dentro e fora do serviço de saúde. Se o racismo não for reconhecido e enfrentado, a juventude negra não terá saúde e estará sempre vivenciando maiores riscos de adoecimento e morte”, ressalta.</p>
<p>O excesso de importância dado ao ângulo do adoecimento tem levado a um ciclo que engloba produção de dados de um lado e um olhar das políticas de outro, ambos bastante mais concentrados nas causas externas. Isto tem gerado uma zona cinzenta em relação, por exemplo, ao conhecimento das condições mais gerais de saúde da juventude negra.</p>
<p>“Nós não sabemos o que acomete essa população além das causas externas de morte. Sabemos os dados referentes à gravidez, mas não temos algo referente ao câncer; sabemos alguma coisa sobre HIV/AIDS, mas não sabemos como está a prevalência da anemia falciforme. Não sabemos sobre a qualidade do cuidado em saúde das e dos jovens”, diz Lúcia Xavier.</p>
<p>Entre as recomendações da Conferência Sanitária das Américas está justamente a de que dados e informações desagregadas componham o enfoque étnico na aplicação de estratégias e planos de ação de saúde, de acordo com as realidades nacionais. No Brasil, muito sobre as condições de vida e saúde da juventude negra ainda está por ser conhecido. Este é um dos passos fundamentais para que se alcance as metas da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável sem que nenhum jovem seja deixado para trás.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias,ponto_de_vista" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1517329885"
	            data-title="#VidasNegras: políticas para reduzir vulnerabilidades em saúde precisam de dados de melhor qualidade" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/01/vidasnegras-politicas-para-reduzir-vulnerabilidades-em-saude-precisam-de-dados-de-melhor-qualidade/">#VidasNegras: políticas para reduzir vulnerabilidades em saúde precisam de dados de melhor qualidade</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8232</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 17:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DDAHV]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde população jovem e negra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://unaids.org.br/?p=4215</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados do último Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde (2015) apontam que 57,2% dos óbitos em decorrência da AIDS registrados em 2014 ocorreram entre entre pretos e pardos. O mesmo documento constata igualmente um aumento da epidemia entre as faixas etárias mais jovens de brasileiros. A taxa de detecção entre, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/">Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do último Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde (2015) apontam que 57,2% dos óbitos em decorrência da AIDS registrados em 2014 ocorreram entre entre pretos e pardos. <span id="more-4215"></span>O mesmo documento constata igualmente um aumento da epidemia entre as faixas etárias mais jovens de brasileiros. A taxa de detecção entre os de 15 a 19 anos aumentou mais de 300% de 2005 a 2014, passando de 2,1 para 6,7 casos de AIDS por 100 mil habitantes. Entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa de detecção quase dobrou (de 16 para 30,3 casos por 100 mil habitantes).</p>
<p>Para debater este cenário e seus desafios, diversos parceiros na resposta ao HIV/AIDS se uniram para a realização da Oficina do Grupo de Trabalho de Jovens Lideranças sobre Gênero, Raça e Vulnerabilidades ao HIV. Realizado no dia 14 de junho no Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, em Brasília, o encontro foi resultado da articulação e engajamento da juventude de diversos movimentos sociais organizados a partir da Força Tarefa Jovens Lideranças. O grupo é um desdobramento das atividades referentes às três edições do Curso de Formação de Jovens Lideranças para o Controle Social do SUS no mbito do HIV, realizadas pelo UNAIDS em parceria com o DDAHV, UNICEF, UNESCO e UNFPA.</p>
<p><div id="attachment_4229" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4229" class="wp-image-4229 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o.jpg" alt="13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4229" class="wp-caption-text">Jovens selecionados de todo o Brasil participam da oficina em Brasília. Foto: Renato Oliveria/DDAHV</p></div></p>
<p>A oficina também contou com o apoio do Grupo Temático Intersetorial de Gênero, Raça e Etnia das Nações Unidas no Brasil e participação especial do Geledés-Instituto da Mulher Negra e da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (RENAFRO). O encontro foi construído tendo como marcos de referência a Política Nacional de Saúde da População Negra e a Década Internacional dos Afrodescentes (2015-2025).</p>
<p>O objetivo do encontro foi propor um espaço plural para construção de um plano conjunto de enfrentamento ao racismo, tendo como foco questões ligadas a gênero, identidade de gênero e diversidade sexual, genocídio negro e saúde da população negra no âmbito do HIV/AIDS, com o objetivo de promover o fortalecimento e empoderamento da juventude negra brasileira.</p>
<p><div id="attachment_4230" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4230" class="wp-image-4230 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o.jpg" alt="13403189_1140076762719569_34070845189676535_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4230" class="wp-caption-text">Os jovens que participaram da oficina promoverão as informações em suas comunidades. Foto: Renato Oliverira/DDAHV</p></div></p>
<p>Entre os diversos temas abordados durante a oficina estiveram: estratégias e ações identificadas para resposta à vulnerabilidade ao HIV com foco na juventude negra; racismo institucional; prevenção combinada; tratamento e cuidados relacionados ao HIV; participação da juventude negra na resposta à epidemia.</p>
<p><strong>O recorte racial para enfrentamento do HIV/AIDS</strong></p>
<p>Para Tamyllis Lírio, integrante do GT de Juventude Negra e presidente da Organização Não Governamental Nação Basquete de Rua, o combate à epidemia precisa promover um olhar diferenciado para as populações mais vulneráveis.</p>
<p><div id="attachment_4231" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4231" class="wp-image-4231 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o.jpg" alt="13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4231" class="wp-caption-text">Tamyllis Lírio, jovem ativista, fala sobre o combate à epidemia e populações vulneráveis. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>“Esse encontro foi uma grande conquista. Fruto de uma construção diária de jovens como nós, que moram distantes dos grandes centros e que enfrentam dificuldades de viver em uma sociedade racista, machista, LGBTfóbica e discriminatória”, ressaltou Tamyllis, que foi uma das participantes do Curso de Jovens Lideranças. “Nossa luta é diária, já que a população negra e jovem está no topo dos índices de vulnerabilidade. É um grande orgulho poder construir políticas públicas que irão atingir milhares de outros jovens que não tiveram as mesmas chances que nós.”</p>
<p>A técnica da Coordenadoria de Prevenção e Articulação Social do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Damiana de Oliveira, mostrou dados que expressam os enfrentamentos da população negra quanto aos casos e mortes provocadas pelo HIV/AIDS.</p>
<p><div id="attachment_4232" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4232" class="wp-image-4232 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o.jpg" alt="13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4232" class="wp-caption-text">Jovens debatem temas para agenda comum sobre saúde da população negra. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>“Quando você faz um recorte racial no número de pessoas que estão afetadas pela epidemia, observa-se que o maior número de infectados está na população negra. Em números de óbitos por AIDS no Brasil, a maioria está entre pretos e pardos”, apontou Damiana. “Quando você diferencia por gênero entre homens e mulheres, verifica que a população mais afetada é a de mulheres. Então, a mulher negra sempre tem os piores índices em relação ao HIV, tanto em número de infecções como em óbitos. É preciso, portanto, pensar em ações voltadas para a questão racial.”</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1465915388"
	            data-title="Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/">Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4215</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
