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	<title>Pesso - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Combater a transfobia e a violência em um post de cada vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 18:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook. Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/combater-a-transfobia-e-a-violencia-em-um-post-de-cada-vez/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico que a comunidade LGBT (Lésbica, Gay, Bissexual e Travestis e Transsexuais) recebe no países da África Oriental.</p>



<span id="more-17931"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas frequentemente atacam Keem Black por postar fotos de vestidos e utilizando maquiagem. &#8220;Há muito cyberbullying&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de Trolling (trollagem, na tradução livre para o português) é uma motivação para o ativismo de Keem Black nas mídias sociais. Ela dirige a Trans Positives Uganda (Trans Positivas da Uganda, em tradução livre para português), uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os comentários ofensivos que acontecem de forma online refletem a violência que a maioria das mulheres trans experimenta na Uganda nas mãos de seus parceiros, suas parceiras e até mesmo de profissionaisde serviços de saúde. A marginalização criou uma grande quantidade de problemas para as pessoas trans no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tenho sido persistente nas mídias sociais porque queria falar ao mundo sobre questões trans&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV afeta desproporcionalmente as trabalhadoras do sexo e as mulheres trans. O Relatório Global sobre AIDS de 2020 informa que em oito países subsaarianos quase uma em cada três mulheres trans disse ter sido agredida fisicamente e 28% ter sido estuprada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é somente a violência sexual que Keem Black reporta, mas também a violência do parceiro ou parceira que se relaciona de forma íntima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossos namorados realmente nos violam&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescenta que as trabalhadoras sexuais trans também encontram o mesmo destino nas mãos de clientes. Entretanto, ela acredita que a violência contra mulheres trans precisa ser abordada, além de que a criminalização das pessoas LGBT e do trabalho sexual em Uganda impede que as sobreviventes se manifestem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O trabalho sexual é ilegal e nosso tipo de sexo é muito, muito ilegal&#8221;. Você pode acabar sendo presa&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação muitas vezes persistem na vida de pessoas trans, por exemplo, em salas de consulta de estabelecimentos de saúde, onde, enquanto procuram tratamento, podem ser degradadas e envergonhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você diz a um/a médico/a: &#8220;Eu tenho gonorréia anal&#8221; e todos e todas ficarão em choque. Vão chamar todos e todas as profissionais para ver porque não acreditam em sexo anal. Dirão que é contra a religião que acreditam&#8221;, diz a Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Keem Black perdeu uma amiga trans que vivia com HIV por negligência médica em 2013, foi a gota d&#8217;água final. Sua amiga foi classificada como gay, o que fez com que ela não tivesse acesso aos cuidados de saúde que poderiam ter salvado sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu estava pensando: ‘Ok, tenho que começar uma campanha nas redes social’ porque as pessoas só conheciam lésbicas e gays&#8221;, diz Keem. Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa campanha fez a conta de Facebook de Keem Black crescer de 100 seguidores para 50 mil seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A página de Keem Black no Facebook é uma mistura de assuntos sobre questões Ugandesas contemporâneas, defesa da comunidade trans e moda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de seu sucesso no Facebook, Keem Black está se voltando para outras redes sociais. &#8220;Estou começando a usar minha página no Instagram para defender e sensibilizar as pessoas sobre questões de trans e saúde. Tenho notado que as mídias sociais são fortes para advocacy&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último ano, o isolamento devido à pandemia de COVID-19 teve um grande efeito sobre as mulheres e meninas e sobre as populações-chave. Profissionais do sexo, homens e mulheres trans, pessoas que usam drogas e homens gays perderam a vida, enfrentaram a violência e muitas vezes são bodes expiatórios como os transmissores da COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como trabalhadoras do sexo que costumavam conseguir clientes em bares e clubes, ainda estamos sofrendo. O governo ainda não decidiu quando os bares serão oficialmente abertos&#8221;, diz ela. &#8220;Durante o fechamento, todos estávamos deprimidas; foi um choque para nós e não</p>



<p class="wp-block-paragraph">estávamos nada preparadas. Algumas de nós tínhamos algumas economias, outras não tinham nada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Black diz que as pessoas vivendo com HIV enfrentaram muitos desafios na obtenção de seu tratamento, pois o transporte público havia parado. &#8220;Muitas pessoas deixaram de fazer o tratamento do HIV&#8221;, observa ela.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="400" height="600" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg" alt="" class="wp-image-17933 size-full" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg 400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Como em muitas comunidades da África Oriental e Austral, a comunidade de profissionais do sexo trans demonstrou notável resistência diante da adversidade, sobrevivendo de alguma forma à perda de meios de subsistência e à insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem qualquer apoio financeiro formal, a Trans Positives Uganda se uniu a uma organização de profissionais do sexo chamada Lady Mermaids, iniciou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma GoFundMe e levantou mais de 5 mil euros para comprar e fornecer alimentos a seus membros. Elas conseguiram e, &#8220;agora que o lockdown foi flexibilizado, estamos lentamente nos restabelecendo&#8221;, diz Keem Black.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tudo isso, a Keem Black mantém seu jeito brincalhão e muitas vezes ri de quem a confronta. No entanto, os memes de redes sociais não são apenas diversão e jogos para ela. &#8220;O ativismo acontece de muitas maneiras&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontre-a no Facebook <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/keem.love.5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span></strong> e a Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/p/CMR0Fi0LUgf/?igshid=b555iftgg5jf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a></strong> .</p>



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