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	<title>Livres e Iguais - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Orgulhe-se: conheça a campanha que apoia a segurança alimentar da população LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/orgulhe-se-conheca-a-campanha-que-apoia-a-seguranca-alimentar-da-populacao-lgbtqia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em parceria pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexo (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABGLT</a></span>), a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTRA)</a></span> e a Associação Baiana de Travestis, Transexuais e Transgêneros em Ação (<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://instagram.com/atracao_ba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atração</a></span>), com o apoio da campanha ONU Livres &amp; Iguais, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://acnudh.org/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACNUDH</a></span>), da Rede Brasil do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pacto Global</a></span>, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.forumempresaslgbt.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+</a></span>.</p>



<span id="more-18901"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 tem impactado de forma desproporcional parcelas mais vulnerabilizadas da população, entre elas pessoas LGBTQIA+, especialmente pessoas trans e travestis. De acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS</a></span>, realizado em 2019, 46,7% das pessoas trans que vivem com HIV não conseguem atender, algumas vezes, a necessidades básicas como comida, moradia e vestimenta. Já 16,7% não conseguem atender essas necessidades a maior parte do tempo. Os impactos socioeconômicos da pandemia de COVID-19 afetaram significativamente o trabalho que essas pessoas desenvolvem. Somado a isso, os processos de estigmatização e violências cotidianas intensificaram situações de desabrigamento e insegurança alimentar dessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia intensificou as desigualdades e empurrou ainda mais as populações mais vulneráveis para as margens da sociedade. A campanha <em>Orgulhe-se</em> terá um papel fundamental para fortalecer a sociedade civil a fim de que pessoas LGBTQIA+ mais vulneráveis tenham acesso a serviços básicos, como alimentação e higiene”, destaca Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o representante da ONU Direitos Humanos na América do Sul, Jan Jarab, essa é uma oportunidade para que empresas reforcem seu apoio às pautas LGBTQIA+ para além do mês do orgulho, celebrado em junho. “O setor privado pode assumir um papel importante aqui, contribuindo para que a recuperação da pandemia seja mais justa com essas pessoas. Proporcionar uma alimentação adequada é o primeiro passo de um longo caminho de oportunidades que precisam ser ofertadas à população LGBTQIA+, e especialmente à população trans”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A retomada pós-covid precisa levar em consideração as pessoas mais vulneráveis e de maneira rápida. E o setor privado precisa estar atento a isso. Fazer, mas fazer da forma correta. Precisamos pensar nas pessoas e termos elas como o centro de todos esses esforços. As empresas impactam mais do que apenas quem está dentro dos seus muros, mas também de toda a comunidade em que estão inseridos. Campanhas como a &#8216;Orgulhe-se&#8217; são fundamentais para engajar ainda mais pessoas e empresas dentro dessas agendas&#8221;, defende Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.casaum.org/wp-content/uploads/2021/06/Guia-de-cuidado-e-atencao-nutricional-a-populacao-LGBTQIA_1edicao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia de Cuidado e Atenção Nutricional à População LGBTQIA+</a></span>, um levantamento preliminar mostrou que 68,8% das pessoas LGBTQIA+ estão em algum grau de Insegurança Alimentar (IA), sendo 20,2% em IA grave, o que provavelmente foi agravado no contexto de isolamento social e pandemia. O recurso arrecadado por meio da plataforma de financiamento colaborativo da Campanha Orgulhe-se será distribuído a 25 casas de acolhimento de 12 estados e do Distrito Federal, que utilizarão o valor para dar continuidade e fortalecer as ações voltadas à segurança alimentar que vêm sendo realizadas desde o início da pandemia, como distribuição de cestas básicas, kits de limpeza e higiene pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As exclusões que já existiam deixaram graves consequências a populações vulneráveis como a LGBTQIA+ nessa pandemia&#8221;, ressalta Symmy Larrat, presidenta da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) e coordenadora da Casa Neon Cunha, uma das instituições beneficiadas pela campanha. &#8220;É urgente que a solidariedade e a empatia fortaleçam redes que respondam a estas demandas. É disso que falamos quando uma campanha dessa chega e atende uma população como a nossa&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lançamento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento oficial da campanha Orgulhe-se acontece na quinta-feira, dia 18/11, às 15h. O evento acontecerá virtualmente pelo canal de <a href="https://youtu.be/lYOphAHazj0" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">Youtube do Pacto Global</span></a>, com uma apresentação do projeto e uma roda de conversa com Symmy Larrat, representante da Casa Neon Cunha, de São Bernardo do Campo (SP), Keila Simpson, presidenta da ANTRA, e Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, além da mediação de Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para colaborar com a campanha, acesse o link da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://abacashi.com/p/orgulhe-se-em-doar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma de financiamento colaborativo</a></span> e participe doando qualquer quantidade. Toda doação faz a diferença! O pagamento pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Caso você não possa colaborar, compartilhe a campanha em suas redes sociais para que mais pessoas sejam alcançadas.</p>
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		<title>ONU lança 3º vídeo da série &#8216;Capital Trans&#8217; para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/06/onu-lanca-3o-video-da-serie-capital-trans-para-celebrar-o-dia-internacional-do-orgulho-lgbti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 21:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?, lançado hoje como parte, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/onu-lanca-3o-video-da-serie-capital-trans-para-celebrar-o-dia-internacional-do-orgulho-lgbti/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=R6n63tFDSBU&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?</strong></a></em>, lançado hoje como parte das celebrações do Dia International do Orgulho LGBTI+, comemorado mundialmente no dia 28/6.  </p>



<span id="more-15533"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo reforça as mensagens de promoção dos direitos das pessoas LGBTI+no Brasil, especialmente num momento em que a marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na próxima terça-feira, 30/6, às 17h00, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a iniciativa Livres &amp; Iguais farão uma “live” nas redes sociais com Maitê Schneider, uma das fundadoras da iniciativa Transempregos, para debater os temas abordados na série Capital Trans. Os detalhes do bate-papo serão divulgados através das redes sociais: @onubrasil, @oitbrasil e @unaidsbrasil nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou uma das fundadoras da Transempregos, um projeto que faz a inclusão de pessoas trans no Mercado de trabalho, diminuindo os viezes que as empresas têm em relação a preconceitos por não conhecer a questão trans, principalmente”, diz Maitê Schneider. “Ao mesmo tempo, [o Transempregos busca] ser o maior banco de currículos para fazer a inserção dessas pessoas dentro deste universo, tanto corporativista quanto de empreendedorismo.”<br></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/R6n63tFDSBU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho em tempos de COVID-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de trabalho, as questões LGBTI+ aparecem cruzadas com questões de gênero, raça, e outras vulnerabilidades que se somam neste processo. A série Capital Trans tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a necessidade de garantirmos que as medidas de apoio para mitigar o impacto socioeconômico desta crise tenham como foco esta parcela da população, comprovadamente mais propensa ao desemprego e à pobreza que a população em geral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas LGBTI+ trabalham no setor informal e não têm acesso a licença médica remunerada, indenização por desemprego e nem cobertura de proteção social. A pandemia de COVID-19 torna este quadro ainda mais grave, impondo desafios até então inimagináveis para esta parcela da população e para governos, empresas, organismos internacionais e demais atores envolvidos a fim de que encontrem soluções inclusivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente não está trabalhando para que essas pessoas sejam mais especiais que as outras, mas para que suas vidas sejam protegidas”, diz o vídeo em um dos trechos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A web-série Capital Trans, criada no Brasil pela campanha da ONU Livres &amp; Iguais, em parceria com a iniciativa #ZeroDiscriminação, do UNAIDS, busca inspirar as pessoas por meio do compartilhamento de exemplos de empresas empenhadas no enfrentamento à discriminação contra pessoas trans no ambiente de trabalho, no mercado e na comunidade. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png" alt="" class="wp-image-15537" width="720" height="433" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png 621w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1-300x181.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, como parte das celebrações do IDAHOTBIT (Dia Internacional contra a LGBT-fobia), a iniciativa destacou o vídeo <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=9V7-r1TVFxw&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho?</strong></a></em> , que mostra como Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo, sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="947" height="621" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png" alt="" class="wp-image-15535" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png 947w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-300x197.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-768x504.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-720x472.png 720w" sizes="(max-width: 947px) 100vw, 947px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto de inúmeros obstáculos globais para a saúde e a economia, a web-série Capital Trans busca trazer uma luz sobre a importância do respeito aos Padrões de Conduta da ONU para empresas no enfrentamento da discriminação contra pessoas LGBTI+. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado há três anos pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH), em colaboração com o Institute for Human Rights and Business, estes padrões oferecem cinco passos essenciais para que empresas consigam alinhar suas políticas e práticas aos padrões internacionais de direitos humanos das pessoas LGBTI+. Atualmente, mais de 300 empresas já declararam apoio a estes princípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista também ao primeiro vídeo da série Capital Trans, lançado dia 29 de janeiro (Dia Nacional da Visibilidade Trans): <a rel="noreferrer noopener" aria-label="“Você já trabalhou com uma pessoa trans?” (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=GOCldeDwix4&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><em><strong>“Você já trabalhou com uma pessoa trans?”</strong></em></a> </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png" alt="" class="wp-image-15534" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-300x166.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-768x425.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-720x398.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>
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		<title>Dia da Visibilidade Trans: Reunião técnica discute saúde, direitos sexuais e reprodutivos, trabalho, inclusão social e direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 21:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans&#160;(29/1),&#160;o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil e a representação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH) no Brasil, através das campanhas Livres &#38; Iguais e Zero Discriminação, realizaram&#160;uma reunião técnica&#160;com pessoas trans, parceiras e parceiros vindos de diversas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/dia-da-visibilidade-trans-reuniao-tecnica-discute-saude-direitos-sexuais-e-reprodutivos-trabalho-inclusao-social-e-direitos-humanos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans&nbsp;(29/1),&nbsp;o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNAIDS (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en" target="_blank">UNAIDS</a>) no Brasil e a representação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (<a href="https://acnudh.org/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ACNUDH (opens in a new tab)">ACNUDH</a>) no Brasil, através das campanhas Livres &amp; Iguais e Zero Discriminação, realizaram&nbsp;uma reunião técnica&nbsp;com pessoas trans, parceiras e parceiros vindos de diversas partes do Brasil para debater temas como&nbsp;saúde, direitos sexuais e reprodutivos,&nbsp;empregabilidade, inclusão social e direitos humanos da população trans.&nbsp;&nbsp;</p>



<span id="more-14118"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, que continua nesta quinta (30/01), reuniu mais de 80 pessoas entre profissionais de saúde, pessoas trans, sociedade civil, academia, gestores e gestoras públicas e representantes de organizações internacionais, estudantes, entre outros.&nbsp;Os dois dias do evento realizado no escritório da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília, contaram também com o apoio da própria OPAS/OMS, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e do&nbsp;Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vulnerabilidade social, o preconceito e discriminação ainda são barreiras encontradas por pessoas trans também no âmbito do trabalho e emprego, o que impacta negativamente em sua admissão, permanência e ascensão no mercado formal de trabalho e que, por consequência, também impacta em sua saúde. O preconceito e a discriminação ocorrem, muitas vezes, a partir de atos velados, como a exigência que as pessoas trans usem o nome de registro ou uniformes de trabalho que não condizem com sua identidade de gênero, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;relatório mais recente do UNAIDS aponta que, em todo o mundo, o risco de infecção pelo HIV é 12 vezes maior para pessoas trans&nbsp;em relação à&nbsp;média&nbsp;verificada entre&nbsp;pessoas com vida sexualmente ativa. Além disso, globalmente, estima-se que 19% das mulheres trans e travestis vivam com HIV.&nbsp;Os dados mais recentes&nbsp;do Ministério da Saúde&nbsp;apontam para uma prevalência de HIV que pode ser superior a 30% entre&nbsp;travestis e&nbsp;mulheres trans no Brasil, enquanto na&nbsp;população em geral,&nbsp;esta&nbsp;prevalência&nbsp;do&nbsp;HIV é de 0,4%.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O&nbsp;evento representa um marco na maneira como promovemos a participação ativa da sociedade civil.&nbsp;Através da metodologia do&nbsp;Café Mundial, onde se propõe de maneira mais intimista uma discussão propositiva entre as representações sociais, membros da academia e gestores de serviços,&nbsp;é possível trabalhar&nbsp;em&nbsp;uma construção conjunta que contemple as necessidades de uma população que precisa deste olhar humanizado, sinérgico, equânime e principalmente&nbsp;singular“, explicou Ariadne Ribeiro, assessora de apoio comunitário do UNAIDS no Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório “Violências&nbsp;LGBTFóbicas&nbsp;no Brasil: dados da violência” de 2018, do&nbsp;Ministério dos Direitos Humanos, informou que, só em 2016, o Disque 100 registrou 103 denúncias relatando violência contra transexuais. Entre os tipos de violações, 34,6% relataram sofrer violência psicológica, enquanto 30% sofreram discriminação e 17,1% violência física.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A naturalização da transfobia excludente implica no não reconhecimento da população trans, e isso impacta na estimativa de vida, que já muito baixa, de apenas 35 anos“,&nbsp;explicou&nbsp;Bruna Benevides,&nbsp;Secretária de articulação política da&nbsp;Agência Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA)&nbsp;e autora do dossiê de assassinatos e violência contra a população trans brasileira.&nbsp;“É preciso&nbsp;que a sociedade civil e o Estado abracem os dados&nbsp;que existem sobre a população trans, e usem essas informações para políticas&nbsp;públicas“.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro dia da reunião, os debates abordaram os mais diversos aspectos de vulnerabilidade que afetam às pessoas trans.&nbsp;Durante a manhã, integrantes do movimento social participam de uma mesa temática sobre&nbsp;interseccionalidade&nbsp;de raça, etnia, geracional e de representação do conhecimento trans na saúde.&nbsp;Na parte da tarde, a discussão focou no acesso e cuidado&nbsp;integral&nbsp;de pessoas trans, principalmente na sinergia de vulnerabilidade ao HIV e outras&nbsp;ISTs, como o uso abusivo de álcool&nbsp;e outras drogas, trabalho sexual&nbsp;e&nbsp;situação de rua, e também abordou os direitos sexuais e reprodutivos das pessoas trans e intersexo, principalmente no aspecto das mudanças corporais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se somos um país que pratica genocídio à população trans, isso acontece porque nossa sociedade é estruturalmente&nbsp;LGBTIfóbica&nbsp;e racista, e mudar essa lógica não depende apenas do discurso, mas de tocar as pessoas e de&nbsp;afeto“, defendeu Dra. Jaqueline Gomes, Pesquisadora Trans do Instituto Federal do Rio de Janeiro, durante sua fala na Conferência Magna de abertura da reunião.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14125" data-id="14125" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="2528" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14126" data-id="14126" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-1800x1012.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14127" data-id="14127" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14128" data-id="14128" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o segundo dia (30), as discussões&nbsp;da manhã&nbsp;vão acontecer no formato de Café Mundial,&nbsp;com o objetivo de construir o documento final sobre saúde, trabalho, direitos e inclusão social da população trans.&nbsp;Também acontecerá uma mesa temática com o tema “trabalho, saúde e inclusão social”, e uma apresentação do PROADI SUS TRANS, pela equipe do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2013 o UNAIDS, com apoio das 11 agências, fundos e programas copatrocinadores do Programa Conjunto, tem implementado a iniciativa global Zero Discriminação, que celebra o direito de todas as pessoas a uma vida plena, digna e produtiva—não&nbsp;importando sua origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça, etnia, religião, deficiência e tantos outros motivos de discriminação. No ano passado, o UNAIDS lembrou que apenas nove países no mundo reconhecem o gênero não-binário, e oferecem aos seus cidadãos outra opção legal que não “masculino” ou “feminino”, enquanto 17 países ainda criminalizam pessoas trans.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha “Livres &amp; Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis,&nbsp;transexuais&nbsp;e intersexo&nbsp;(LGBT). Lançada pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) em 2013, tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e&nbsp;transfóbica&nbsp;e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fotos:  UNFPA Brasil/Giselle Cintra </em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/01/dia-da-visibilidade-trans-reuniao-tecnica-discute-saude-direitos-sexuais-e-reprodutivos-trabalho-inclusao-social-e-direitos-humanos/">Dia da Visibilidade Trans: Reunião técnica discute saúde, direitos sexuais e reprodutivos, trabalho, inclusão social e direitos humanos</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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