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	<title>Jovens Lideranças - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 14:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação “Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”</a></span></strong>. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens vivendo com HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18113"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação nasce a partir da experiência do “Programa de Estágio Profissional Afirmativo”, uma ação inédita do UNAIDS voltada para garantir que pessoas pertencentes às <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2016/11/prevencao-do-hiv-em-populacoes-chave/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">populações-chave para o HIV</a></span> pudessem ter a oportunidade de trabalhar com o tema, adquirir novas competências e habilidades nas áreas de atuação do UNAIDS e, dessa forma, potencializar o alcance de seus objetivos profissionais. As duas primeiras pessoas que fizeram parte do Programa lideraram a iniciativa e coescreveram o Guia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos&#8221;</a></strong></span> foi escrita usando uma linguagem acessível ao público a que se destina. Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, explica que o documento aborda temas como direitos sociais e políticas públicas voltadas para jovens vivendo com HIV/AIDS, com indicações importantes relacionadas ao que fazer após receber o diagnóstico positivo para o HIV e como ter acesso aos serviços de saúde e previdência social e de apoio psicológico, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação social e o trabalho por um mundo com zero discriminação são outros temas abordados pelo Guia, o que está relacionado com a estratégia do UNAIDS de colocar as pessoas no centro a fim de acabar com a AIDS até 2030. Nesse sentido, foi muito importante trazer a sociedade civil, por meio de lideranças jovens, para coliderar este processo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">HIV e população jovem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, no período entre 2009 e 2019 houve um aumento de 74,8% na detecção de AIDS entre jovens na faixa etária entre 20 e 24 anos. Isto vem na contramão na queda observada de 17,2% de detecção de AIDS na população em geral no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Moura, coautor do Guia, ex-estagiário de comunicação do UNAIDS Brasil e membro da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, destaca que muitas coisas mudam na vida de uma pessoa, especialmente jovem, quando descobre que está vivendo com HIV. “Uma mudança importante é a falsa percepção de que não devemos mais fazer parte da sociedade e como consequência acabamos nos isolando. Então, acredito que o Guia vai auxiliar as juventudes a construir os diversos caminhos possíveis para uma vida digna e que nossos direitos possam ser respeitados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento da tomada de conhecimento do diagnóstico é bastante delicado em muitos sentidos. Por isso, a existência de materiais informativos com uma linguagem direcionada ao público jovem tem um potencial enorme de esclarecer dúvidas e facilitar o acesso a serviços públicos e outros direitos”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colaboração de lideranças jovens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A redação final do Guia contou com a colaboração de lideranças jovens da sociedade civil e o apoio de influenciadores. Em grupo focal, Leonardo Moura liderou um espaço de escuta para que as pessoas convidadas validassem o conteúdo, colaborassem com sugestões sobre formato e conteúdo, além do compartilhamento sobre como o Guia “Viver em Positivo” dialoga com as realidades de cada pessoa e de seus pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do grupo focal Denise Santos Soares, coordenadora Nacional da Articulação Brasileira de Jovens LGBT (ART JOVEM LGBT), Moises Maciel, da Rede Global de Jovens Vivendo com HIV (Y+ Global), San Diego Oliveira Souza, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, Sophie Nouveau Guerreiro, ativista trans, pesquisadora, membro do Comitê Técnico Estadual de Saúde LGBT do Rio Grande do Sul, integrante do Coletivo Transfeminista e do ambulatórioT de Porto Alegre, e Thais Albuquerque, advogada e representante da International <em>Youth Alliance for Family Planning Brazil</em> (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Moisés Moises Maciel, da Y+ Global, a importância do Guia é ajuda jovens vivendo com HIV a reconhecer direitos, além de responder a muitas das suas dúvidas quando recebem o resultado positivo. “É muito importante ter um material específico sobre direitos e juventude com informações sobre HIV e saúde sexual para poder esclarecer dúvidas e abrir diálogo”. San Diego acrescenta que a iniciativa surge como “um farol de informação num mundo cheio de embaraços.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conscientização é um meio de combater o estigma sobre o HIV+ e, consequentemente. É um incentivo à participação da juventude como agente transformadora na sociedade”, afirma Thais Albuquerque, advogada, pós-graduanda em Direito Internacional, representante da International Youth Alliance for Family Planning Brazil (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sophie Nouveau Guerreiro ainda reforça a necessidade não só de promover o tratamento, mas a informação de qualidade. “O compromisso de profissionais de saúde não se resume a ofertar um tratamento, mas também nutrir de informações as pessoas que vivem com HIV, lutando junto contra a discriminação e o preconceito”, reforça a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-white-color">Acesse o Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</span></a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" data-id="18117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg" alt="" class="wp-image-18117" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-300x146.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-768x375.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-720x351.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg 1255w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg"><img decoding="async" width="917" height="720" data-id="18118" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg" alt="" class="wp-image-18118" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg 917w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-300x236.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-768x603.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-720x565.jpeg 720w" sizes="(max-width: 917px) 100vw, 917px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption"><em>Grupo focal com jovens lideranças, realizado em julho de 2021, para construção colaborativa do conteúdo do Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</em></figcaption></figure>
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		<title>Para novos desafios, novas lideranças: avaliação dos cursos de jovens lideranças de populações-chave em HIV e AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 19:57:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados são claros: os jovens vêm sendo mais impactados pela epidemia de AIDS no mundo todo. O Boletim Epidemiológico sobre HIV e AIDS do Ministério da Saúde, divulgado em 2016, indica que, de 2006 a 2015, os casos de AIDS triplicaram na população masculina de 15 a 19 anos. Nos homens brasileiros com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/12/para-novos-desafios-novas-liderancas-avaliacao-dos-cursos-de-jovens-liderancas-de-populacoes-chave-em-hiv-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados são claros: os jovens vêm sendo mais impactados pela epidemia de AIDS no mundo todo. O Boletim Epidemiológico sobre HIV e AIDS do Ministério da Saúde, divulgado em 2016, indica que, de 2006 a 2015, os casos de AIDS triplicaram na população masculina de 15 a 19 anos. Nos homens brasileiros com 20 a 24 anos, a taxa de detecção praticamente dobrou: 15,9 para 33,1 por 100 mil habitantes.<span id="more-8245"></span></p>
<p>É preciso evoluir. Fazer mais do mesmo não é uma opção.</p>
<p>Por isso, nós juntamos as forças do Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no intuito de inovar e promover iniciativas diferentes. Por diversos caminhos, chegamos à mesma conclusão: fortalecer o engajamento juvenil era necessário.</p>
<p>Avaliamos que o jovem de hoje enfrenta enormes desafios, incluindo perspectivas incertas de futuro devido à crise econômica, violência cotidiana, racismo, sexismo—para citar apenas alguns dentre inúmeros fatores. Esse mesmo jovem enfrenta também barreiras para expressar e vivenciar suas diferentes sexualidades e identidades de gênero e muitas vezes, têm pouco acesso à educação sexual.</p>
<p>Para contribuir com a reversão desse quadro, fizemos um processo de escuta ativa. Uma oficina foi organizada pelo DIAHV em 2014, envolvendo pesquisadores, representantes da sociedade civil, agências das Nações Unidas e gerências dos programas estaduais de AIDS. Ao mesmo tempo, o UNAIDS—com apoio da Delegação da União Europeia—iniciou uma série de diálogos virtuais com jovens para captar suas necessidades. A conclusão foi a mesma: “ Queremos ser melhores líderes. Ter mais voz, ter mais força, trocar experiências.&#8221;</p>
<p>Para alcançar esse ambicioso objetivo, convidamos outras agências da ONU que trabalham próximas aos jovens para participar desse esforço. Assim, em parceria com Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), surgiu o Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS.</p>
<p>Com intuito de incluir os vários movimentos sociais na resposta à epidemia, um edital foi elaborado convocando jovens vivendo com HIV e também jovens de populações mais vulneráveis à epidemia de todas as partes do Brasil: incluindo movimentos de negros, indígenas, pessoas LGBTI+ e trabalhadores do sexo. A resposta superou as expectativas—mais de mil jovens se inscreveram para os treinamentos.</p>
<p>Além da capacitação, a estratégia foi pensada para acompanhar esses jovens por um determinado tempo—envolvendo-os em diferentes ações e também através da Força-Tarefa Jovem Zero Discriminação, um espaço online de discussão e articulação de jovens na resposta ao HIV. As três edições nacionais treinaram 140 jovens. Esses cursos foram replicados por iniciativa local em diversos Estados do país, aumentando ainda mais o número de jovens incluídos. A Força-Tarefa Jovem também abriu espaço para a inclusão de jovens que não participaram dos cursos, mas que queriam participar virtualmente.</p>
<p>A iniciativa vai na direção da visão defendida pelo Secretário-Geral da ONU, António Guterres. Durante o Fórum da Juventude em Nova York, em janeiro de 2017, ele destacou a importância de envolver os jovens nos desafios globais:</p>
<p>“Vocês inspiram a mudança, vocês têm talento, energia e ideais para evitar conflitos, defender os direitos humanos, garantir a paz e a realização da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável&#8221;, disse António Guterres.</p>
<p>A iniciativa foi ousada e um verdadeiro desafio. No entanto, pudemos observar de perto seus resultados um número crescente de jovens envolvidos em iniciativas locais, nacionais e até mesmo internacionais. Diversas campanhas com participação dessas novas vozes. Um número significativo de jovens que criaram diversos canais nas redes sociais para falar de sua vivência e convivência com o HIV de forma aberta. Também houve uma clara mudança na narrativa do país, na percepção da necessidade de envolvimento do jovem.</p>
<p>O fortalecimento do diálogo e a articulação entre pessoas de diferentes contextos e regiões do Brasil foi um dos principais resultados da iniciativa. Essa diversidade e troca de informações ajudaram a aumentar a capilaridade das ações de resposta ao HIV no Brasil.</p>
<p>Em resumo, tais foram nossas percepções sobre essa experiência. No entanto, era necessário que o próprio jovem avaliasse a iniciativa. Por isso, convidamos o Coletivo Mangueiras a fazer esta avaliação e redigir esse relatório. Para dar continuidade na mesma linha de ação: pelo jovem e para o jovem. O resultado está aqui nessas páginas e guiará as novas etapas desse trabalho extremamente necessário e gratificante. Boa leitura!</p>
<p><em>(Prefácio assinado por Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, e Adele Benzaken, Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde)</em></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Relatório_UNAIDSHD.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui para ter acesso à Avaliação dos Cursos de novas lideranças das populações-chave visando o controle social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS e da iniciativa Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação</a></p>
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		<title>Jovens Lideranças Zero Discriminação lançam documentário para celebrar Dia da Visibilidade Trans</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/01/forca-tarefa-jovens-liderancas-zero-discriminacao-lanca-documentario-para-celebrar-dia-da-visibilidade-trans/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2017 19:41:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em celebração ao Dia da Visibilidade Trans, comemorado todo 29 de janeiro, o grupo de ativistas Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação lança essa semana o minidocumentário Transvisão. Entre 30/1 a 2/2, sempre ao meio-dia, um episódio do minidocumentário será lançado no canal Prosa Positiva &#8211; do Youtube &#8211; e na página do grupo no, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/01/forca-tarefa-jovens-liderancas-zero-discriminacao-lanca-documentario-para-celebrar-dia-da-visibilidade-trans/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em celebração ao Dia da Visibilidade Trans, comemorado todo 29 de janeiro, o grupo de ativistas Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação lança essa semana o minidocumentário Transvisão. Entre 30/1 a 2/2, sempre ao meio-dia, um episódio do minidocumentário será lançado no canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCvORuPRYH92ZGHrxb3OugoQ">Prosa Positiva</a> &#8211; do Youtube &#8211; e na página do grupo no <a href="https://www.facebook.com/For%C3%A7a-Tarefa-Jovens-Lideran%C3%A7as-Zero-Discrimina%C3%A7%C3%A3o-1533238586694211/?fref=ts">Facebook</a>.<span id="more-5065"></span></p>
<p>Com projeto gráfico de Ricardo Veríssimo e direção e montagem de Daniel Fernandes &#8211; dois ativistas do Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação -, o filme tem o objetivo de contribuir para a visibilidade de travestis e transexuais e promover um debate sobre os mais diversos preconceitos existentes até hoje e sobre a importância do respeito.</p>
<p>“O <em>Transvisão</em> quer aproximar a sociedade da causa trans através da informação, mostrando de forma humana suas dificuldades e vivências. Para isso, os episódios que formam o minidocumentário contam com a participação de quatro pessoas de diferentes regiões do país, dois homens e duas mulheres trans”, explica Fernandes, youtuber responsável pelo canal Prosa Positiva. “Eles, em depoimentos, falam um pouco sobre suas vidas, desde a percepção e necessidade de assumir a identidade até o enfrentamento dessa realidade com a família e a sociedade.”</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jNm738LRKoQ" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O minidoc trás depoimentos de quatro pessoas, dois homens trans &#8211; Brenda (que prefere usar o nome dado por sua mãe) e Ramsés, ambos de Goiânia &#8211; e duas mulheres trans &#8211; Isabella, de Belém (PA), e Lucrécia, de Wanderlândia (TO). As duas últimas também fazem parte do Força Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação. “O trabalho vem com o objetivo de apresentar a sociedade que ser uma pessoa trans não é nada anormal, são humanos como qualquer um. Melhor forma de chegarmos a ter um conceito por algo é conhecendo-o melhor”, conta Fernandes.</p>
<p>Como eles mesmos se definem em sua página do Facebook, o Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação &#8220;é um coletivo de pessoas jovens (ou adultos interessados nas temáticas referentes à juventude) que se reuniu para promover os Direitos Humanos e o Controle Social do SUS no âmbito do HIV e AIDS, enfrentando todas as formas de discriminação que oprimem e vulnerabil<span class="text_exposed_show">izam a juventude brasileira.&#8221;  Inspirado na iniciativa Zero Discriminação, lançada mundialmente pelo </span>UNAIDS em 2014, o coletivo tem também como meta contribuir para o fim de atos discriminatórios que impedem o exercício de uma vida plena, digna e produtiva. O Dia Mundial Zero Discriminação é celebrado oficialmente pela ONU todo dia 1o de março e tem como objetivo a mobilização de jovens, comunidades, organizações religiosas e não religiosas e defensores dos direitos humanos, entre outros, para a promoção da inclusão e do respeito a esses direitos inalienáveis.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Cq9Gcnk_cMI" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Como surgiu o Força Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação</strong></p>
<p>&#8220;Quando cheguei ao Brasil em 2013 e fui analisar mais profundamente a resposta ao HIV, percebi que tinha pouco envolvimento dos jovens na resposta. E isso realmente foi confirmado seguidamente por várias reuniões e conversas com a sociedade civil. Nós conseguimos, então, um financiamento inicial da União Europeia para formar um grupo de jovens para que identificassem, então, quais seriam suas necessidades para poder se envolver na resposta&#8221;, conta Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. &#8220;A partir desse primeiro grupo, que foi um grupo bem informal, surgiu o Força Tarefa, um grupo virtual de jovens, e desse grupo, um grupo maior foi formado quando fizemos uma parceria com o Departamento de IST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e com outras agências da ONU &#8211; UNFPA, UNESCO  e UNICEF &#8211; para fazer um treinamento dessas pessoas.&#8221;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência resultou no </span><a href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/"><i><span style="font-weight: 400;">Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para a Resposta e Controle do HIV/AIDS</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;"><br />
Em suas três edições, 150 jovens &#8211; entre mais de 1.000 inscritos &#8211; receberam capacitação em áreas como Sistema Único de Saúde (SUS) e o ativismo;  diversidade e direitos humanos; viver e conviver com HIV/AIDS (conceituação, prevenção tratamento, coinfecções, novas tecnologias, interações medicamentosas, acolhimento e aconselhamento);  incidência e atuação em políticas de saúde; e comunicação instrumental; entre outras.</span></p>
<p>Além dos 150 jovens contemplados pelas três formações conduzidas em parceria por UNAIDS, Ministério da Saúde, UNESCO, UNICEF e UNFPA, outros jovens foram se agregando ao Força Tarefa Zero Discriminação por meio de formações feitas regionalmente, independentes ou com apoio de cidades pelo Brasil, entre eles Alto Solimões (AM), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). &#8220;O Força Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação se tornou esse grande grupo virtual que trabalha, troca experiências e fala de política, de juventude, de necessidades e direitos. Essa troca de experiências é muito importante e a gente apoia isso&#8221;, conta Georgiana. &#8220;Um resultado muito fácil de ver é essa campanha que eles estão lançando agora. Hoje, eles produzem suas próprias campanhas e iniciativas e de forma muito bem feita, com a própria voz, com a própria linguagem e com muito orgulho do que fazem.&#8221;</p>
<p>Para a Diretora do UNAIDS, uma resposta de sucesso ao HIV precisa contar com o envolvimento de jovens, principalmente pelo fato de essa população estar entre as mais vulneráveis à epidemia. &#8220;A gente precisa não somente do envolvimento de jovens e pessoas vivendo com HIV, mas de jovens de outros movimentos. Eles trazem a perspectiva do jovem, que se agrega à perspectiva da sociedade civil que já vem trabalhando nessa resposta há 30 anos, e representam realmente uma nova força para a resposta ao HIV&#8221;, diz Georgiana. &#8220;O que é mais interessante é ver que eles são realmente uma força zero discriminação. Eles aprenderam uns com os outros, cada um veio de um movimento diferente e de uma realidade diferente, e eles aprenderam que são mais fortes juntos e que podem ter uma voz conjunta contra a discriminação. Isso acho que é a maior lição do Força Tarefa.&#8221;</p>
<p>Hoje o Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação é um grupo independente de pessoas especializadas em várias áreas e que se juntam para promover a Zero Discriminação nas mais diversas instâncias da sociedade, em especial no acesso à saúde a aos serviços para o HIV e a AIDS. &#8220;A estratégia que tivemos para trabalhar com jovens foi sempre essa: de acompanhá-los, durante um período de tempo de dois a três anos,  mas que eles tivessem a independência e que pudessem seguir sua trilha sozinhos&#8221;, destaca Georgiana. &#8220;E é isso que nós alcançamos hoje com essa campanha de agora, com várias outras campanhas, e também com iniciativas individuais e com jovens que têm integrado movimentos como redes de pessoas vivendo com HIV, redes de pessoas trans, redes de mulheres negras, de pessoas indígenas. Ou seja, eles estão fortalecendo essas redes e esses movimentos e cada um seguindo suas vidas, como ativistas, continuando a levar as mensagens de de zero discriminação, de prevenção, de testagem e de tratamento para o HIV.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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	            data-title="Jovens Lideranças Zero Discriminação lançam documentário para celebrar Dia da Visibilidade Trans" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/01/forca-tarefa-jovens-liderancas-zero-discriminacao-lanca-documentario-para-celebrar-dia-da-visibilidade-trans/">Jovens Lideranças Zero Discriminação lançam documentário para celebrar Dia da Visibilidade Trans</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jovens Lideranças da área de saúde preparam a construção de um mundo #ZeroDiscriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/03/jovens-liderancas-da-area-da-saude-prepara-para-a-construcao-de-um-mundo-zerodiscriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 21:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovens Lideranças da área da saúde prepara para a construção de um mundo #ZeroDiscriminação O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado globalmente todo 1º de março, ganhou um reforço importante este ano no Brasil: mais um time de 50 jovens estudantes e profissionais da área da saúde que puderam mostrar seu engajamento e compromisso, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/03/jovens-liderancas-da-area-da-saude-prepara-para-a-construcao-de-um-mundo-zerodiscriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jovens Lideranças da área da saúde prepara para a construção de um mundo #ZeroDiscriminação</strong></p>
<p>O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado globalmente todo 1º de março, ganhou um reforço importante este ano no Brasil: mais um time de 50 jovens estudantes e profissionais da área da saúde que puderam mostrar seu engajamento e compromisso com o fim do estigma e do preconceito em nossa sociedade. <span id="more-2369"></span>Reunidos em Brasília durante cinco dias (23 a 27/2) para o &nbsp;3º Curso de Formação de Jovens Lideranças, eles se somam aos outros 100 jovens que participaram das edições anteriores, realizada em 2015.</p>
<p>“O curso possibilita uma sensibilização enquanto agentes sociais, profissionais ou estudantes de saúde em todas essas questões que se referem ao preconceito, além de uma reflexão interna: como eu posso contribuir e o que eu posso fazer para a construção de uma sociedade com #ZeroDiscriminação?”, resumiu estudante de medicina da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Vinícius Santos, um dos jovens formados pelo curso em 2015 e que desta vez participou como facilitador de algumas oficinas.</p>
<p><div id="attachment_2371" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1.jpg" rel="attachment wp-att-2371"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2371" class="wp-image-2371 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1.jpg" alt="2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4 110_1" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-110_1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2371" class="wp-caption-text">Estudantes e profissionais da área da saúde do Curso posam com a borboleta #ZeroDiscriminação. Foto: Jessyca Zaniboni/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>Tamillys Lírio, 25 anos, é psicóloga no Rio de Janeiro e também já havia passado pela edição anterior do curso. Desta vez, assim como a de Vinínius, ela foi como uma das facilitadoras do curso. Para ela, a formação desempenha um papel fundamental &nbsp;na mobililização da juventude em prol da criação de um mundo #ZeroDiscriminação.</p>
<p>“Acredito que as vulnerabilidades são praticamente extintas quando fortalecemos a juventude e colocamos os jovens em um lugar de protagonismo. O que o curso faz é isso. Ele mostra pra você que sua voz é muito importante”, explica a jovem psicóloga.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Z8pbtWSnwwQ" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Dia Mundial de Zero Discriminação</strong></p>
<p>As oficinas e debates ocorridos durante o Curso estavam em linha com o tema central do Dia Mundial de &nbsp;Zero Discriminação deste ano: a importância do fim do estigma, do preconceito e da discriminação nos serviços de saúde. O 1º de março é uma oportunidade para a união de todas as pessoas pelo fim do preconceito e da discriminação e é também um momento de celebração do direito que todo mundo tem a uma vida plena, produtiva e digna. A iniciativa liderada pelo UNAIDS prega que fatores como sexo, nacionalidade, idade, deficiência, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, idioma ou qualquer outro fator nunca devem ser motivo de discriminação.</p>
<p>O Dia Mundial de #ZeroDiscriminação abre oportunidades para que as comunidades, os jovens e a sociedade como um todo se una, renovando os esforços para a construção de uma sociedade mais justa. A borboleta, símbolo da iniciativa, representa a transformação que queremos ser e ver em nossa sociedade. Veja pelos canais de comunicação do UNAIDS como o dia 1º de março de 2016 foi celebrado no Brasil e no mundo</p>
<p>Veja abaixo as mensagens dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS, Mateus Solano, &nbsp;Wanessa Camargo e David Luiz, para celebrar o Dia Mundial de #ZeroDiscriminação 2016:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Nce_VKi61Zg" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Z8dDdqY1geo" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/0fNOPCEvigk" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Curso de Formação de Jovens Lideranças</strong></p>
<p>O <em>Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para Resposta e Controle do HIV/AIDS</em> é uma iniciativa do UNAIDS em conjunto com &nbsp;<a href="http://portalsaude.saude.gov.br/">Ministério da Saúde</a>, <a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/">UNESCO</a>, <a href="https://www.unicef.org/brazil/">UNICEF</a> e <a href="https://brazil.unfpa.org/pt-br">UNFPA</a> e cujo objetivo é &nbsp;capacitar jovens para a resposta &nbsp;ao HIV e à AIDS. Entre mais de mil inscritos de todo o Brasil, foram contemplados 150 jovens ativistas, entre 18 e 26 anos, incluindo profissionais da saúde ou estudantes da área. A maioria faz parte de populações-chave na resposta ao HIV/AIDS: gays, homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis, transexuais e profissionais do sexo. Algumas destas jovens lideranças também trabalham com pessoas que usam drogas e com redução e danos; outras, ainda, integram duas populações também consideradas vulneráveis ao HIV, como negros e indígenas.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/">Saiba mais sobre o Curso aqu</a>i</p>
<p><div id="attachment_2372" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095.jpg" rel="attachment wp-att-2372"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2372" class="wp-image-2372 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095.jpg" alt="2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4 095" width="5184" height="3156" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095-300x183.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095-768x468.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095-1024x623.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095-1800x1096.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/2016_02_26_Curso_JovLid_3_Dia4-095-720x438.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2372" class="wp-caption-text">Jovens visitam a Casa da ONU após participar de palestra sobre gênero, identidade de gênero e sexualidade. Foto: Jessyca Zaniboni/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><strong>Citações</strong></p>
<p>Roberto Rubem da Silva Brandão, graduando em Ciências Sociais, São Paulo</p>
<p><em>“A primeira coisa que eu considero importantíssima quando falo de #ZeroDiscriminação é que você abarque a história das pessoas que estão chegando aos serviços de saúde. Isso significa a experiência de vida delas, o que elas acreditam, o que elas representam socialmente, o que elas gostariam de ser e como elas gostariam de ser tratadas. Falta uma percepção de que as pessoas vão além de suas doenças.”</em></p>
<p>Mayara Gouveia de Castro, assistente social, Pernambuco</p>
<p><em>“Em um mundo #ZeroDiscriminação, não teríamos um julgamento prévio sobre aquela pessoa, seja ela negra, trans, mulher, criança ou idoso. Infelizmente, as pessoas acabam esquecendo que todos nós somos seres humanos e que temos as mesmas potencialidades. Falta conhecimento, empatica e humanidade.”</em></p>
<p>Andrielly Darcanchy, psicóloga, São Paulo</p>
<p><em>“Eu acho que o mundo seria #ZeroDiscriminação se pudéssemos encontrar profissionais que fossem iguais a nós. Que a sociedade civil esteja representada também nos profissionais de saúde. Temos que encontrar mais psicólogos negros, médicos transexuais, enfermeiras travestis e toda a pluralidade que vemos na sociedade e não encontramos quando procuramos uma unidade básica de saúde.”</em></p>
<p>Ayune Bezerra, Conselheira Estadual de Direitos LGBT, Paraíba</p>
<p><em>“Falta consciência para chegarmos à #ZeroDiscriminação. A partir do momento que você tem consciência, que você não faz para o outro o que não quer para si mesmo, isso já é um grande passo.”</em></p>
<p>Vinícius Santos, estudante de medicina, Bahia</p>
<p><em>“#ZeroDiscriminação é garantirmos o acesso e a acessibilidade aos serviços, ao exercício da cidadania e de seus direitos e, de fato, efetivar uma saúde pública de qualidade e de fato universal para todos. Acredito que, em um mundo #ZeroDiscriminação, o respeito será a essência de todos nós.”</em></p>
<p>Rafael Arcanjo, estudante de farmácia, Amazonas</p>
<p><em>“#ZeroDiscriminação é você ver a pessoa como ela é, sem preconceito, respeitando a singularidade de cada um, o ser humano como um indivíduo único. Ninguém tem que ser igual a ninguém. Ser diferente é o máximo.” </em></p>
<p>Tamillys Lírio, psicóloga, Rio de Janeiro</p>
<p><em>“Costumo pensar de maneira positiva, já vivemos momentos piores. Eu acredito que chegaremos na #ZeroDiscriminação. Se não for na minha geração, quem sabe na próxima. Vou deixar esse deverzinho para os meus filhos: “o que você tem feito? o que você tem ensinado para os seus amigos?”. Eu acho que é dessa forma, nas pequenas coisas e nas grandes também.”</em></p>
<p>Danylo Villaça, estudante de Saúde Coletiva, Distrito Federal</p>
<p><em>“A #ZeroDiscriminação ocorre no momento que a pessoa tenta conhecer o próximo e aprende a respeitá-lo a partir de suas diversidades. A meta de #ZeroDiscriminação é dificil e audaciosa. Mas é possível. Eu tenho visto que as gerações novas são mais informadas e estão cada vez mais preocupadas em lidar com o próximo, procurando ver a saúde também por um viés social e político. Os profissionais de saúde devem saber que a saúde não é apenas a ausência de doença, mas também um processo de construção social.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto de capa: Rentao Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/03/jovens-liderancas-da-area-da-saude-prepara-para-a-construcao-de-um-mundo-zerodiscriminacao/">Jovens Lideranças da área de saúde preparam a construção de um mundo #ZeroDiscriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3º Curso de Jovens Lideranças reúne estudantes e profissionais da saúde em Brasília</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 21:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília recebe esta semana (23 a 27/2) a 3ª edição do Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para a Resposta e Controle do HIV/AIDS. Enquanto as duas primeiras edições tiveram foco maior em jovens ligados direta e indiretamente com o ativismo, este terceiro encontro é voltado para 50 jovens de 18, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília recebe esta semana (23 a 27/2) a 3ª edição do Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para a Resposta e Controle do HIV/AIDS. <span id="more-2341"></span><span style="font-size: 1em; line-height: 1.8;">Enquanto as duas primeiras edições tiveram foco maior em jovens ligados direta e indiretamente com o ativismo, este terceiro encontro é voltado para 50 jovens de 18 a 26 anos,  estudantes e trabalhadores da área de saúde: medicina, enfermagem, psicologia, assistência social e farmácia .</span></p>
<p>Com esta edição do curso, completa-se o grupo de 150 jovens selecionados entre 1.019 inscritos de todo o Brasil para este projeto de formação de lideranças. A maioria dos participantes selecionados ao longo das três edições do Curso de Formação de Jovens Lideranças integra as populações-chave consideradas prioritárias para o enfrentamento à epidemia no Brasil: gays, outros homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis, transexuais e profissionais do sexo. Algumas destas jovens lideranças também trabalham com pessoas que usam drogas e com redução de danos; outros, ainda, integram duas populações também consideradas vulneráveis como negros e indígenas.</p>
<p><div id="attachment_2347" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg" rel="attachment wp-att-2347"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2347" class="wp-image-2347 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg" alt="Jovens Lideranças" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2347" class="wp-caption-text">50 jovens estudantes e trabalhadores da área de saúde participam das discussões, durante o curso em Brasília. Foto: Mariana Fernandes Silva/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>O curso é fruto de parceria entre a sociedade civil, o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e quatro organismos da ONU – Programa Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a  Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Fundo das Nações Unidas para Populações (UNFPA).</p>
<div class="fb-post" data-href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/" data-width="500">
<div class="fb-xfbml-parse-ignore">
<blockquote cite="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/"><p>Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, participou hoje da palestra de abertura da 3ª edição do Curso de&#8230;</p>
<p>Publicado por <a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/">UNAIDS Brasil</a> em <a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/">Terça, 23 de fevereiro de 2016</a></p></blockquote>
</div>
</div>
<p>Durante a abertura do encontro (23/2), Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, agradeceu o empenho de todos para a realização do curso. “Muito obrigada por terem comprado essa briga”,  disse. “Não é fácil, mas este curso tem sido extremamente proveitoso, tanto para nós quanto para vocês: este é um projeto do coração.” A Diretora do UNAIDS acrescentou que considera o curso muito importante para o controle da epidemia de HIV no Brasil: “Acreditamos em vocês e em sua capacidade de contribuir para esta resposta”.</p>
<p>“Esta parceria caracteriza o que temos de sucesso na resposta à AIDS: nós não trabalhamos sozinhos”, disse o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, ao abrir o evento. “Este é um trabalho conjunto, com a sociedade civil e com as agências internacionais, para que possamos construir um país cada vez menos desigual, que aceite toda a nossa diversidade”, reiterou.</p>
<blockquote><p>“Não podemos insistir em fazer sempre a mesma coisa e achar que assim vamos mudar o mundo: a insistência em fazer mais do mesmo dá 7 a 1 para a Alemanha.”</p></blockquote>
<p>Para Mesquita, a participação popular – permeada de criatividade, inovação e da sabedoria das ruas – vai ao encontro do enfrentamento a uma epidemia que, há 30 anos, está em constante mutação.  “Não podemos insistir em fazer sempre a mesma coisa e achar que assim vamos mudar o mundo: a insistência em fazer mais do mesmo dá 7 a 1 para a Alemanha”, brincou o diretor, garantindo que o Brasil aposta na juventude para aprender “com energia e ideias novas”. “Assim, com estes cursos de formação, pretendemos provocar uma nova onda de pessoas engajadas na importante luta contra a epidemia de HIV no país”, resumiu Mesquita.</p>
<p>A abertura do III Curso de Formação de Jovens Lideranças contou também com a presença dos representantes da Unesco, Mariana Braga; do Unicef, Kelly Portolan; e do UNFPA, Jaime Nadal.</p>
<p><div id="attachment_2348" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg" rel="attachment wp-att-2348"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2348" class="wp-image-2348 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg" alt="2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2 (1)" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2348" class="wp-caption-text">Dinâmica de grupo durante 3º Curso de Formação de Jovens Lideranças, em Brasília. Foto: Mariana Fernandes Silva/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>Ao longo da semana, os participantes vão discutir os temas mais importantes relacionados ao atual o panorama da epidemia no país e no mundo: Sistema Único de Saúde (SUS) e o Ativismo;  Diversidade e Direitos Humanos; Viver e Conviver com HIV/AIDS – conceituação, prevenção tratamento, coinfecções, novas tecnologias, interações medicamentosas, acolhimento e aconselhamento –;  Incidência e Atuação em Políticas de Saúde; e Comunicação Instrumental. Ao final, o grupo fará visitas às sedes do DDAHV e da ONU no Brasil.</p>
<p>Juntas, as três edições do curso irão subsidiar um módulo de educação à distância (EAD).</p>
<p><em>(com informações do DDAHV)</em></p>
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	            data-title="3º Curso de Jovens Lideranças reúne estudantes e profissionais da saúde em Brasília" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/">3º Curso de Jovens Lideranças reúne estudantes e profissionais da saúde em Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jovens ativistas se reúnem em Brasília para curso de novas lideranças na resposta à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2015 14:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Queremos que vocês sejam líderes não só em suas comunidades, mas em todo o Brasil, na América Latina e no mundo”, disse a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, aos mais de 50 ativistas reunidos em Brasília para o primeiro dia (24/9) do II Curso de Formação de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Queremos que vocês sejam líderes não só em suas comunidades, mas em todo o Brasil, na América Latina e no mundo”, disse a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre AIDS<span id="more-1694"></span> (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, aos mais de 50 ativistas reunidos em Brasília para o primeiro dia (24/9) do<em> II Curso de Formação de Jovens Lideranças: ativismo e mobilização social para a resposta e controle de HIV/AIDS.</em> O evento acontece, que acontece até o dia 28/9 no San Marco Hotel, em Brasília, conta apenas com participantes e convidados, até segunda-feira (28/09).</p>
<p><div id="attachment_1701" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1701" class="wp-image-1701 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg" alt="Curso de Formação de Jovens Lideranças" width="960" height="640" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-1701" class="wp-caption-text">Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, fala aos jovens na abertura do curso em Brasília. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>O Curso pretende estimular jovens brasileiros a se tornarem protagonistas da resposta nacional à epidemia de HIV/AIDS e, assim, fortalecer a sociedade civil na resposta . A formação é fruto de uma parceria entre o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p>Georgiana abriu esta segunda edição do curso com um panorama da epidemia no mundo e da resposta global à AIDS, explicando também o papel  de liderança do UNAIDS na construção desta resposta desde sua criação pelo Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), em 1994. “Empatia e senso de comunidade são elementos essenciais para a construção de uma liderança efetiva”, disse a diretora do UNAIDS. “E é exatamente este tipo de liderança que tem nos ajudado a alcançar tantas metas importantes nestas últimas décadas. E é ela que vai nos levar a acabar com a epidemia até 2030”, concluiu.</p>
<p>Ao longo do dia, os jovens puderam conversar também com outros representantes da área como a diretora-adjunta do DDAHV, Adele Benzaken e de diversos facilitadores, entre os quais Luis Fernando, um dos jovens formados na primeira edição do curso. Em clima descontraído e participativo, as jovens lideranças puderam conhecer melhor temas como ativismo e HIV,  ativismo e o Sistema Único de Saúde, e participar de atividades dinâmicas e lúdicas, exercitando conceitos como a capacidade de ouvir e de convencer; a empatia; e o comprometimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_1703" style="width: 360px" class="wp-caption alignright"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1703" class="wp-image-1703" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg" alt="12038491_988067147920532_4555000256901090719_n (1)" width="350" height="544" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg 571w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418-193x300.jpg 193w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418-463x720.jpg 463w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><p id="caption-attachment-1703" class="wp-caption-text">#JovensLideranças para a resposta ao HIV/AIDS</p></div></p>
<p><strong>Jovens selecionados</strong></p>
<p>Selecionados entre os 1.019 inscritos para a primeira edição do Curso, em maio do ano passado, os 50 jovens desta segunda edição se somam aos outros 50 em suas características comuns: idade entre 18 e 26 anos e o envolvimento com o ativismo. A maioria integra as populações-chave consideradas prioritárias pelo DDAHV e pelo UNAIDS no enfrentamento à epidemia: gays, outros homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis, transexuais e profissionais do sexo. Alguns trabalham com pessoas que usam drogas e com redução de danos; outros, ainda, integram uma população também considerada vulnerável: a de negros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (www.aids.gov.br) </em></p>
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		<title>Jovens ativistas celebram Dia Internacional de Luta contra Homofobia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/05/jovens-ativistas-celebram-dia-internacional-de-luta-contra-homofobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2015 18:08:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“A evasão das travestis da escola é muito grande e isso já não é mais aceitável. A pessoa trans tem, sim, que estar nas escolas, estar nas universidades e merece ser inserida no mercado de trabalho e ter a opção de escolher sua profissão e não ser obrigada e ter a única opção de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/05/jovens-ativistas-celebram-dia-internacional-de-luta-contra-homofobia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">“A evasão das travestis da escola é muito grande e isso já não é mais aceitável. A pessoa trans tem, sim, que estar nas escolas, estar nas universidades e merece ser inserida no mercado de trabalho <span id="more-310"></span>e ter a opção de escolher sua profissão e não ser obrigada e ter a única opção de ser prostituta. Eu sou travesti !(…)E sou cidadã!”<u></u><u></u></p>
<p align="justify">O desabafo é da paraibana Ayune Bezerra, uma das 50 jovens lideranças que estiveram reunidas na última segunda-feira (11/5) na sede das Nações Unidas, em Brasília, para uma dupla celebração: o início das comemorações do <a href="http://bit.ly/1i0e5IG" target="_blank" rel="noopener">Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia</a> (celebrado mundialmente no dia 17 de maio) e o encerramento do primeiro Curso de Formação de Jovens Lideranças – Ativismo e mobilização social para a resposta e controle do HIV/AIDS.<u></u><u></u></p>
<p align="justify">As lideranças jovens participaram de um debate com o tema <em>Homofobia no Brasil: desafios e estratégias de superação</em>. Entre os debatedores estiveram o Jorge Chediek (Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil), Fábio Mesquita (Diretor do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde – DDAHV), Luiz Vieira (Coordenador Geral LGBT da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República), e Rafaelly Weist (Representante da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT).<u></u><u></u></p>
<p><div id="attachment_312" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-312" class="wp-image-312 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o.jpg" alt="Debate sobre o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, conhecido pela sigla em inglês IDAHOT. Foto: Renato Oliveira/ASCOM DDAHV" width="2048" height="1366" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10688378_908454442548470_566309892102608811_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a><p id="caption-attachment-312" class="wp-caption-text">Debate sobre o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, conhecido pela sigla em inglês IDAHOT. Foto: Renato Oliveira/ASCOM DDAHV</p></div></p>
<p align="justify">“Estou aqui na Casa da ONU para demonstrar nossa solidariedade pessoal e institucional com toda forma de combate a este preconceito inaceitável”, afirmou o Coordenador do Sistema ONU na abertura do evento. Chediek também falou sobre as ações recentes das Nações Unidas para a promoção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), entre elas o lançamento do <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/01/2015_ManualPromocaoDireitosLGBTTrabalho_PT_V2.pdf" target="_blank" rel="noopener">manual Promoção dos Direitos Humanos de Pessoas LGBT no Mundo do Trabalho</a>, no âmbito das iniciativas <a href="http://bit.ly/1fKYkzX" target="_blank" rel="noopener">Livre e Iguais</a> e <a href="http://bit.ly/1G36HEB" target="_blank" rel="noopener">Zero Discriminação</a>.</p>
<p align="justify">Após o debate, os jovens participaram também da inauguração da exposição fotográfica TRANS[ver], do fotógrafo Fábio Rebelo, na sede da ONU em Brasília. As fotografias retratam a beleza e a força de mulheres transexuais, provocando o deslocamento no olhar das pessoas e a reflexão de que o corpo não determina necessariamente a expressão da identidade de gênero.<u></u><u></u></p>
<p><div id="attachment_313" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-313" class="wp-image-313 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o.jpg" alt="Jovens participam de oficinas durante o curso. Foto: Renato Oliveira/ASCOM DDAHV" width="2048" height="1366" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/10835166_908117452582169_1543038059744274861_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a><p id="caption-attachment-313" class="wp-caption-text">Jovens participam de oficinas durante o curso. Foto: Renato Oliveira/ASCOM DDAHV</p></div></p>
<p align="justify"><strong>Jovens líderes</strong><u></u><u></u></p>
<p align="justify">O Curso de Formação de Jovens Lideranças, realizado de 7 a 11 de maio em Brasília, buscou empoderar e capacitar a juventude de populações-chave – profissionais do sexo, travestis e transexuais, homens que fazem sexo com homens, pessoas vivendo com HIV e pessoas que usam drogas –, além de jovens profissionais de saúde, redutores de danos e ativistas da população negra e indígena, sobre os principais desafios da resposta ao HIV no país.<u></u><u></u></p>
<p align="justify">As oficinas e palestras apresentaram aos jovens informações sobre HIV/AIDS, o Sistema Único de Saúde (SUS), Direitos Humanos, sexualidade, gênero, ativismo na juventude e relações com as diferentes mídias – tradicionais e digitais.<u></u><u></u></p>
<p align="justify"><strong> </strong>“Acho que o curso foi um divisor de águas na vida de todos nós: entramos talvez imaturos, inseguros, e saímos como jovens líderes, conscientes, que precisam apenas de visibilidade e de oportunidade para falar”, disse Onofre Malta Netto, do Rio de Janeiro, jovem participante do curso, durante a cerimônia na Casa da ONU.<u></u><u></u></p>
<p align="justify">“Cada um de nós é fundamental para construir um mundo melhor – um mundo que aceite a diversidade, que respeite os direitos humanos, e em que a gente possa controlar epidemias que estão muito relacionadas à nossa sociedade”, disse Fábio Mesquita, diretor do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (DDAHV). Mesquita destacou o papel das novas lideranças formadas no enfrentamento do estigma e discriminação, bem como no empoderamento da sociedade civil na resposta à epidemia da AIDS.</p>
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		<title>Confira os 50 jovens selecionados para o curso de formação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/03/confira-os-50-jovens-selecionados-para-o-curso-de-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 18:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens Lideranças]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê de Seleção do Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS anunciou hoje (20/3) a lista com os 50 candidatos selecionados para participar da formação. O Comitê analisou um total de 1.019 inscrições de jovens de todo o Brasil. Durante, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/03/confira-os-50-jovens-selecionados-para-o-curso-de-formacao/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/03/confira-os-50-jovens-selecionados-para-o-curso-de-formacao/">Confira os 50 jovens selecionados para o curso de formação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Seleção do <em>Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS </em>anunciou hoje (20/3) a lista com os 50 candidatos selecionados para participar da formação. <span id="more-396"></span>O Comitê analisou um total de 1.019 inscrições de jovens de todo o Brasil.</p>
<p>Durante os nove dias de trabalho do painel para a seleção dos candidatos, o Comitê se deparou com cartas de motivação de jovens de todas as regiões do país, de todas as populações-chave consideradas e com diversas histórias e experiências compartilhadas.</p>
<p>“As jovens e os jovens que se inscreveram no Curso mostraram demasiado interesse, competência e dedicação em realizar o controle social do Sistema Único de Saúde e demonstraram o comprometimento da juventude brasileira em se unir ao combate à epidemia de HIV/AIDS, que, nos dias de hoje, afeta sobremaneira jovens de 15 a 24 anos”, diz o Comitê em carta enviada aos inscritos.</p>
<p>Também na mesma carta enviada aos jovens não selecionados, o Comitê ofereceu a toda e a todos a oportunidade de participar de grupos fechados de discussão sobre o tema, já existentes nas redes sociais, para que possam contribuir e se inserir nos diálogos do momento, permanecendo em contato, compartilhando experiências e vivências “visando à construção de um mundo com zero nova infecção por HIV, zero morte relacionada ao HIV/AIDS e zero discriminação”.</p>
<p>Os 50 jovens selecionados serão contatados diretamente pelo DDAHV/MS e informados sobre os detalhes do treinamento de 30 horas/aula marcado para 7 a 11 de maio, em Brasília.</p>
<p>Clique aqui para ver a lista das aprovadas e dos aprovados para o Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS, organizado pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, em parceria com UNAIDS, UNESCO e UNICEF.</p>
<p>&nbsp;</p>
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