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	<title>Estudos - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Estudos - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>O UNAIDS celebra a aprovação do cabotegravir injetável de ação prolongada como profilaxia pré-exposição para a prevenção ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/12/o-unaids-celebra-a-aprovacao-do-cabotegravir-injetavel-de-acao-prolongada-como-profilaxia-pre-exposicao-para-a-prevencao-ao-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A United States Food and Drug Administration (pela Agência Federal dos Estados Unidos para Alimentação e Medicamentos, na tradução livre para o português)anunciouno início desta semana a sua primeira aprovação de um medicamento de prevenção ao HIV de ação. O cabotegravir injetável de ação prolongada (CAB &#8211; LA) é aprovado como profilaxia pré-exposição (PrEP), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/12/o-unaids-celebra-a-aprovacao-do-cabotegravir-injetavel-de-acao-prolongada-como-profilaxia-pre-exposicao-para-a-prevencao-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A <em>United States Food and Drug Administration</em> (pela Agência Federal dos Estados Unidos para Alimentação e Medicamentos, na tradução livre para o português)anunciouno início desta semana a sua primeira aprovação de um medicamento de prevenção ao HIV de ação. O cabotegravir injetável de ação prolongada (CAB &#8211; LA) é aprovado como profilaxia pré-exposição (PrEP) para pessoas adultas e adolescentes mais expostas e expostos ao risco de adquirir HIV por relações sexuais nos Estados Unidos.</p>



<span id="more-19388"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a primeira vez que um medicamento antirretroviral injetável torna-se disponível como profilaxia de pré-exposição para a prevenção ao HIV. A fórmula de ação prolongada facilitará a aceitação e a adesão e é um progresso e uma adição valiosa às ferramentas de prevenção ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PrEP de ação prolongada, como o CAB-LA, tomado inicialmente como duas injeções com um mês de intervalo e depois de dois em dois meses, poderia oferecer uma melhor escolha para pessoas adultas e adolescentes que têm mais exposição ao risco substancial de HIV, especialmente quem não queira tomar ou tenha dificuldades em tomar um comprimido diário. As indústrias detentoras de novas tecnologias deveriam partilhar os seus conhecimentos e receitas com os produtores genéricos para assegurar a disponibilidade e acessibilidade econômica em países de baixo e médio rendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS apela para que este novo medicamento seja rapidamente disponibilizado e acessível às pessoas que mais necessitam não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Os erros de há três décadas atrás não devem ser repetidos, quando os medicamentos capazes de salvar vidas só estavam disponíveis para quem tinha recursos para o comprar. Estratégias de mercado como a concorrência genérica e a gestão dos direitos de propriedade intelectual orientada para a saúde pública busca, através de acordos voluntários e da utilização do Acordo TRIPS, devem ser utilizadas para tornar este novo medicamento amplamente disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que este medicamento esteja disponível equitativamente em todo o mundo, é essencial uma série de ações. Em primeiro lugar, o medicamento tem de ser aprovado pelas autoridades reguladoras regionais e nacionais de uma forma rápida. É inspirador ver que quem desenvolveu CAB-LA, já submeteu à South African Health Products Regulatory Authority (Autoridade Reguladora dos Produtos de Saúde da África do Sul, na tradução livre para o português) para aprovação e espera-se um resultado no início de 2022. No entanto, o acesso deve alcnaçar muito mais pessoas. Em segundo lugar, o preço de venda deve ser reduzido através de uma combinação de medidas como o licenciamento e o envolvimento de produção genérica. Em terceiro lugar, os programas nacionais de prevenção ao HIV têm de preparar planos de implantação e preparar os seus sistemas de saúde e comunidades para implementar esta nova opção de prevenção do HIV assim que estiverem disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os comprimidos da atual profilaxia de pré-exposição—Tenofovir e Emtricitabine—têm de ser tomados diariamente como PrEP oral. São altamente eficazes na prevenção do HIV entre pessoas mais expostas ao risco, quando tomados conforme prescrito. Contudo, muitas pessoas consideram desafiante tomar um comprimido diário. Uma outra opção—anel vaginal de dapivirina—está tornando-se disponível como opção adicional de prevenção para mulheres mais expostas ao risco substancial de infecção por HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A opção CAB-LA poderia ser uma mudança para a resposta ao HIV, tornando a PrEP mais simples ou mais econômica para todos os gêneros. Isto pode também contornar o estigma associado à terapia oral diária e melhorar a dosagem correta e a aderência, o que é fundamental para a eficácia da PrEP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação desta semana United States Food and Drug Administration (pela Agência Federal dos Estados Unidos para Alimentação e Medicamentos, na tradução livre para o português) se dá em função dos resultados de dois ensaios. O primeiro ensaio (HPTN 083) foi realizado com 4.566 homens gays, outros homens que fazem sexo com homens e mulheres trans em centros de investigação na Argentina, Brasil, Peru, Estados Unidos, África do Sul, Tailândia, e Vietname. O medicamento CAB &#8211; LA reduziu o risco de adquirir HIV sexualmente em 66% em comparação com a PrEP oral diária. O segundo ensaio (HPTN 084) foi realizado com 3.223 mulheres cis mais expostas ao risco. Neste grupo estão mulheres com idades compreendidas entre 18 e 45 anos e que participaram do estudo em 20 centros de ensaio em sete países da África Subsaariana: Botswana, Eswatini, Quénia, Malawi, África do Sul, Uganda, e Zimbabué. Neste segundo estudo, o medicamento CAB &#8211; LA reduziu o risco de adquirir o HIV em 89% em comparação com a PrEP oral diária.</p>
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		<title>Novo estudo não encontra diferença de risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 15:15:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda os novos resultados do estudo Evidence for Contraceptive Options and HIV Outcomes (ECHO), que mostram que não há diferença significativa no risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos altamente eficazes. O estudo de larga escala, conduzido na Suazilândia, Quênia, África do Sul e Zâmbia, examinou o risco de infecção, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/novo-estudo-nao-encontra-diferenca-de-risco-de-infeccao-por-hiv-entre-tres-metodos-contraceptivos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS saúda os novos resultados do estudo <em>Evidence for Contraceptive Options and HIV Outcomes (ECHO)</em>, que mostram que não há diferença significativa no risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos altamente eficazes. O estudo de larga escala, conduzido na Suazilândia, Quênia, África do Sul e Zâmbia, examinou o risco de infecção por HIV durante o uso do contraceptivo injetável, do implante inserido sob a pele e do DIU de cobre.</p>



<span id="more-11970"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="http://echo-consortium.com/" target="_blank">ECHO </a></strong>foi conduzido como parte dos esforços para coletar melhores evidências após uma série de estudos observacionais que sugeriam um possível aumento do risco de infecção por HIV em mulheres que usavam contraceptivos injetáveis com apenas progestógeno. “Estes resultados são essenciais para as mulheres em áreas de alta prevalência de HIV”, disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Interina do UNAIDS. “Os resultados dão informações necessárias para que mulheres e meninas possam tomar decisões informadas ao escolher os métodos contraceptivos disponíveis.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o estudo também destaca o forte impacto que o HIV tem em mulheres e meninas no leste e no sul da África. O estudo encontrou uma incidência extremamente alta de infecções por HIV entre as mulheres que participaram da pesquisa—uma média de 3,8% ao ano—e a incidência foi ainda maior entre mulheres jovens com menos de 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Encontrar taxas tão altas de novas infecções entre mulheres jovens neste estudo é profundamente perturbador”, disse Gunilla. “Isso mostra que, apesar dos esforços conscientes para integrar o planejamento familiar aos serviços de HIV, claramente não estamos fazendo isso da maneira necessária para realmente apoiar as mulheres na proteção ao HIV. Os esforços focados em prevenção combinada devem ser urgentemente integrados e intensificados nos serviços de saúde sexual e reprodutiva, particularmente na África Oriental e Austral, para impedir que as mulheres sejam infectadas pelo vírus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração da prevenção ao HIV aos serviços de saúde sexual e reprodutiva em ambientes de alta prevalência inclui oferecer educação sobre HIV, testagem, vinculação à terapia antirretroviral para pessoas que recebem o resultado positivo para o teste de HIV, testagem de parceiros, incentivo ao uso de preservativos e profilaxia pré-exposição para proteção contra o HIV. A integração deve incluir a vinculação de mulheres com risco particularmente alto de infecção pelo vírus ao apoio social e econômico amplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir que as mulheres jovens tenham acesso a uma ampla gama de métodos contraceptivos eficazes e à ferramentas para se proteger do HIV ajudará a garantir que as mulheres tenham poder sobre sua própria saúde e seus direitos sexuais e reprodutivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os resultados do novo estudo, a Organização Mundial da Saúde convocará um Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes para revisar as recomendações já existentes sobre a elegibilidade das mulheres ao uso de diversos métodos contraceptivos em situações de alto risco de infecção pelo HIV. Recomendações atualizadas são esperadas até o final de agosto de 2019. </p>
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		<title>UNAIDS dá boas-vindas aos resultados de estudos em larga escala sobre prevenção ao HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2019 13:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS dá boas-vindas aos resultados do estudo HPTN 071 (PopART). Os resultados mostraram um declínio de 30% nas novas infecções por HIV quando a prevenção ao vírus, incluindo aconselhamento e testagem domiciliar, foi fornecida, assim como o encaminhamento ao tratamento do HIV para pessoas que receberam o resultado positivo para o vírus, de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-da-boas-vindas-aos-resultados-de-estudos-em-larga-escala-sobre-prevencao-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS dá boas-vindas aos resultados do estudo <em>HPTN 071</em> (<strong><em><a href="https://www.lshtm.ac.uk/research/centres-projects-groups/popart" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PopART</a></em></strong>). Os resultados mostraram um declínio de 30% nas novas infecções por HIV quando a prevenção ao vírus, incluindo aconselhamento e testagem domiciliar, foi fornecida, assim como o encaminhamento ao tratamento do HIV para pessoas que receberam o resultado positivo para o vírus, de acordo com as diretrizes nacionais. O estudo ocorreu entre 2013 e 2018 e incluiu 21 comunidades urbanas na Zâmbia e na África do Sul, cobrindo uma população de 1 milhão de pessoas, caracterizando o maior estudo desse tipo.<span id="more-10824"></span></p>
<p>“O UNAIDS parabeniza a equipe da PopART por este importante estudo, que demonstra claramente o impacto fundamental da prevenção, testagem e vinculação ao tratamento baseados na comunidade”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “Isso reforça o chamado do UNAIDS para mais agentes comunitários de saúde em toda a África e a necessidade de mais investimento em prevenção e tratamento do HIV, incluindo novas e melhores ferramentas e sistemas para entregá-los. Também mostra a necessidade urgente de alcançar homens e jovens.”</p>
<p>O estudo teve três ramos. Os ramos A e B entregaram o pacote PopART de prevenção ao HIV, que inclui aconselhamento e testagem anual domiciliares, vinculação aos cuidados no serviço de saúde local para pessoas vivendo com HIV, visitas de acompanhamento a pessoas vivendo com HIV para garantir que estavam vinculadas aos cuidados e para apoiar a adesão ao tratamento, promoção da circuncisão masculina cirúrgica para homens que não vivem com HIV, serviços para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho, encaminhamento para tratamento de infecções sexualmente transmissíveis, fornecimento de preservativos na comunidade e triagem e encaminhamento para tuberculose.</p>
<p>O ramo A ofereceu o início imediato da terapia antirretroviral para pessoas com resultado positivo para o HIV, independentemente da contagem de CD4. O ramo B ofereceu terapia antirretroviral apenas para pessoas elegíveis de acordo com as diretrizes nacionais—no início do estudo, esta contagem de CD4 era de 350; aumentou para 500; e, em 2016, as diretrizes definiam que o tratamento deveria ser oferecido para todas as pessoas vivendo com HIV, como no ramo A. O ramo C não teve intervenção doméstica, mas as pessoas tiveram acesso aos serviços de testagem e tratamento do HIV de acordo com as diretrizes dos países.</p>
<p>Ambos os ramos A e B alcançaram as <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_20_UNAIDS_TRATAMENTO_META_PT_v4_GB.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">metas 90-90-90*</a></strong> em geral. No ramo B, a incidência do HIV diminuiu 30% em comparação com o padrão básico de atendimento oferecido pelos países envolvidos no estudo. No ramo A, a incidência diminuiu apenas 7%, o que, embora não seja estatisticamente significativo, é surpreendente. Outras análises estão em andamento para ajudar a explicar por que o declínio na incidência não foi maior no ramo A, apesar da alta supressão viral (a supressão viral foi de 72% no ramo A, 68 % no ramo B e 60% no ramo C).</p>
<p>A análise de subgrupo também mostrou que em ambos os grupos A e B a cobertura da terapia antirretroviral foi alta em mulheres com mais de 25 anos e em homens com mais de 40 anos, mas pessoas mais jovens tiveram uma cobertura muito menor. A análise também mostrou que os homens e os jovens eram muito menos propensos a atingir a supressão da carga viral. Isto enfatiza a importância de garantir as metas 90–90–90 sejam alcançadas nacionalmente, mas também em cada grupo populacional.</p>
<p>O impacto do acesso baseado na comunidade na testagem, tratamento e prevenção é evidente no estudo e sustenta o foco do UNAIDS no fortalecimento de plataformas comunitárias. O UNAIDS promove este trabalho por meio da iniciativa 90-90-90, da iniciativa <strong><a href="https://unaids.org.br/2017/07/cidades-fast-track-partilham-progresso-das-metas-90-90-90/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cidades <em>Fast-Track</em></a></strong> e da <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/05/coalizao-global-sobre-prevencao-do-hiv-acelera-os-esforcos-para-prevenir-novas-infeccoes-por-hiv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Coalizão Global para Prevenção</a></strong>, uma coalizão convocada por UNAIDS e <strong><a href="https://nacoesunidas.org/agencia/unfpa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNFPA</a> </strong>para ampliar o acesso à prevenção combinada ao HIV em locais com alta incidência do vírus. O trabalho da coalizão inclui um foco particular em mulheres jovens e seus parceiros do sexo masculino—grupos em que se encontrou uma necessidade de melhor acesso aos serviços no estudo <em>PopART</em>.</p>
<p>O UNAIDS ressalta que ainda não existe um método único de prevenção do HIV que seja totalmente eficiente. Para acabar com a epidemia de AIDS, o UNAIDS recomenda uma <strong><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">combinação de opções de prevenção ao HIV</a></strong>. Isso inclui assegurar que todas as pessoas que vivem com HIV tenham acesso imediato à terapia antirretroviral, o uso correto e consistente de preservativos penianos ou vaginais, início da vida sexual ativa em idade mais avançada, circuncisão masculina cirúrgica e o uso de profilaxia pré-exposição para pessoas em maior risco de infecção pelo HIV.</p>
<p>Os resultados do estudo <em>PopART</em> foram apresentados na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI 2018), realizada em Seattle, nos Estados Unidos, de 4 a 7 de março de 2019.</p>
<p>* A Declaração de Paris estabelece, entre outros pontos, o compromisso com as metas de tratamento 90-90-90—que, até 2020:  90% das pessoas vivendo com HIV estejam  diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% destas pessoas tenham carga viral indetectável.</p>
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		<title>América Latina ganha primeira pesquisa online sobre saúde sexual de HSH</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/02/america-latina-ganha-primeira-pesquisa-online-sobre-saude-sexual-de-hsh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 18:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede Ibero-Americana de estudos HSH (homens que fazem sexo com homens) está lançando a primeira pesquisa comunitária online sobre saúde sexual entre HSH na América Latina, conhecido pela sigla em inglês LAMIS 2018 (Latin America MSM Internet Survey). O estudo busca levantar informações sobre o universo dos homens gays, bissexuais e outros homens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/02/america-latina-ganha-primeira-pesquisa-online-sobre-saude-sexual-de-hsh/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede Ibero-Americana de estudos HSH (homens que fazem sexo com homens) está lançando a primeira pesquisa comunitária online sobre saúde sexual entre HSH na América Latina, conhecido pela sigla em inglês <a href="https://www.nudhes.com/laemis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LAMIS 2018 (Latin America MSM Internet Survey)</a>. O estudo busca levantar informações sobre o universo dos homens gays, bissexuais e outros homens (incluindo homens trans) que fazem sexo com homens. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais.<br />
<span id="more-8277"></span></p>
<p>Em muitos países da América Latina, discriminação e falta de dados são fatores que influenciam a falta de políticas públicas e de saúde preparadas para atender as necessidades dos homens que fazem sexo com homens (HSH). &#8220;Além disso, na América Latina, algumas infecções sexualmente transmissíveis se apresentam em altas taxas nessa população, como o HIV&#8221;, explicam os organizadores do <a href="https://www.nudhes.com/laemis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LAMIS 2018</a>. &#8220;Apesar das disparidades entre os países, desde alguns com leis discriminatórias até outros com políticas inclusivas mais estabelecidas, é necessário que se tenha dados sobre diversos aspectos de saúde dessa população para que sejam elaborados projetos e políticas que impactem positivamente a vida dessas pessoas a partir de suas próprias necessidades reportadas.&#8221;</p>
<p>O estudo conta com a colaboração de instituições em 18 países da América Latina. No Brasil, a pesquisa tem parceria com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e atualmente conta com o apoio das seguintes instituições:</p>
<ul>
<li><span style="font-size: 1em;">Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde</span></li>
<li>Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo</li>
<li>Programa de Educação Comunitária da Faculdade de Medicina da USP</li>
<li>UNAIDS</li>
<li>Hornet</li>
<li>e outras instituições que trabalham com população LGBT e também HIV/AIDS.</li>
</ul>
<p>Esta é a versão latino-americana do <a href="https://www.esticom.eu/Webs/ESTICOM/EN/emis-2017/emis-2017-node.html;jsessionid=3A87CFEB8B728E3FBB4E4D51A72BEAFE.1_cid381" target="_blank" rel="undefined noopener noreferrer" data-content="https://www.esticom.eu/Webs/ESTICOM/EN/emis-2017/emis-2017-node.html;jsessionid=3A87CFEB8B728E3FBB4E4D51A72BEAFE.1_cid381" data-type="external">EMIS (European MSM Internet Survey)</a>, uma pesquisa semelhante que ocorre nos países europeus desde 2010. Seu conteúdo inclui questões sobre discriminação, satisfação sexual, acesso à serviços de saúde, comportamento sexual, entre outros temas.</p>
<p>O <a href="https://www.nudhes.com/laemis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LAMIS 2018</a> fornecerá uma imagem detalhada de problemas relativos à saúde sexual entre os HSH na América Latina. No Brasil, o estudo vai gerar dados para contribuir com a compreensão das necessidades dos programas de prevenção. No plano internacional, será possível comparar e ter conhecimento sobre padrões de políticas, programas, serviços e seu impacto na disseminação e controle da epidemia.</p>
<p>No Brasil, a Rede Ibero Americana de Estudos HSH é representada pela Dra. Maria Amelia Veras, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Direitos Humanos e Saúde da População LGBTI+ – <a href="http://www.nudhes.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">NUDHES</a>.</p>
<p>O UNAIDS convida você a participar deste estudo e divulgar para suas redes de contatos!</p>
<p><a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/unaidsbrasil/albums/72157691380890221" title="Lamis 2018 by UNAIDS Brasil, on Flickr"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://farm5.staticflickr.com/4657/25230387927_ab65f678bf_c.jpg" width="800" height="247" alt="1200x370br"></a><script async src="https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><a href="https://www.nudhes.com/laemis" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Clique aqui para participar.</strong></a></p>
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	            data-title="América Latina ganha primeira pesquisa online sobre saúde sexual de HSH" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/02/america-latina-ganha-primeira-pesquisa-online-sobre-saude-sexual-de-hsh/">América Latina ganha primeira pesquisa online sobre saúde sexual de HSH</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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