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	<title>Documentário - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Documentário - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Filme de blogueiro russo aumenta a conscientização sobre o HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/02/filme-de-blogueiro-russo-aumenta-a-conscientizacao-sobre-o-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 13:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo filme sobre o HIV na Rússia, do YouTuber e jornalista Yuri Dud, está despertando o interesse das pessoas pela epidemia no país. Desde o seu lançamento em 11 de fevereiro, o vídeo foi visto por mais de 14 milhões de pessoas, e o número de pesquisas online sobre HIV e testes de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/02/filme-de-blogueiro-russo-aumenta-a-conscientizacao-sobre-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um <a rel="noreferrer noopener" aria-label="novo filme (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=GTRAEpllGZo" target="_blank"><strong>novo filme</strong></a> sobre o HIV na Rússia, do YouTuber e jornalista Yuri Dud, está despertando o interesse das pessoas pela epidemia no país. </p>



<span id="more-14480"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o seu lançamento em 11 de fevereiro, o vídeo foi visto por mais de 14 milhões de pessoas, e o número de pesquisas online sobre HIV e testes de HIV disparou. Segundo o Google Trends, o número de pesquisas sobre onde comprar um teste de HIV aumentou em 4000% desde o lançamento do vídeo—o nível mais alto de interesse em testes de HIV e HIV nos últimos cinco anos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, publicado em seu canal no YouTube, Dud conversa com pessoas vivendo com HIV, ativistas, especialistas e jornalistas. Através de suas entrevistas, o filme mostra alguns dos tabus acerca do HIV na sociedade russa, incluindo o uso de preservativos, e analisa a epidemia de uso de drogas no país, os serviços disponíveis para pessoas que usam drogas e a falta de educação sexual, entre outras coisas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Está claro no filme que as pessoas mais jovens ainda carecem de informações básicas sobre o HIV—a diferença entre HIV e AIDS, a eficácia do tratamento ou mesmo como o vírus é transmitido ainda são mistérios para muitos no país. “Você pode tocar as pessoas vivendo com HIV, trocar de roupa, nadar na mesma piscina, beber da mesma caneca, abraçar e beijar. É estúpido ser cuidadoso ao redor de pessoas vivendo com HIV. É muito melhor ser melindroso com o sexo desprotegido e drogas. Estes ainda são os dois principais modos de transmissão do HIV ”, disse Dud. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A popularidade do filme levou as autoridades do governo a ter um olhar mais atento para a epidemia e a resposta ao HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O filme de Yuri Dud sobre o HIV é, sem dúvida, útil. Ele fornece muitas informações importantes e motiva as pessoas a fazer o teste de HIV ”, disse Oleg Salagai, vice-ministro da Saúde, em seu canal no Telegram. Salagai enfatizou como o filme chama a atenção para a questão do estigma sofrido pelas pessoas vivendo com HIV. “O HIV não é mais uma sentença de morte. É muito importante que as pessoas que vivem com HIV tenham acesso ao tratamento para viver uma vida saudável e realizada”, escreveu ele. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Salagai não foi o único funcionário do governo que reagiu ao vídeo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Alexei Kudrin, chefe do Tribunal de Contas da Rússia, prometeu realizar uma revisão da eficácia dos programas de prevenção e assistência ao HIV no país. &#8220;Este ano, o Tribunal de Contas analisará a eficácia dos recursos do governo alocados às pessoas que vivem com HIV na Federação Russa&#8221;, disse ele. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E o primeiro vice-chefe do Comitê Estadual de Saúde de Duma, Fedot Tumusov, convidou membros do parlamento para assistir ao filme e discutir a situação do HIV na Rússia. Ele também está planejando uma mesa-redonda no estado de Duma para explorar maneiras de melhorar o acesso à prevenção e tratamento do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A resposta do público ao filme de Dud é incrível. Entretanto, mesmo uma ação tão bem-sucedida não é suficiente. Precisamos de atividades consistentes e de longo prazo para aumentar a conscientização sobre o HIV, juntamente com ações programáticas para garantir o acesso à testagem e tratamento do HIV para todos ”, disse Alexander Goliusov, diretor da Equipe de Apoio Regional do UNAIDS para Europa Oriental e Ásia Central. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Europa Oriental e a Ásia Central, da qual a Federação Russa faz parte, tem a epidemia de HIV que mais cresce no mundo. A maioria das novas infecções por HIV na Rússia estão entre as populações-chave, incluindo pessoas que usam drogas, apesar do bem documentado sucesso dos programas de redução de danos, quando disponíveis, para reduzir novas infecções por HIV—acesso insuficiente à seringas estéreis e a indisponibilidade de terapia de substituição à opióides está impedindo os esforços no país para prevenir infecções por HIV entre usuários de drogas.</p>
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		<title>Filme escreve ‘uma nova Carta para Além dos Muros’ para acabar com o estigma sobre o HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 21:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um apanhado de três décadas de história do HIV e da AIDS no Brasil estará nos cinemas de todas as capitais do país entre os meses de setembro e outubro. O documentário Carta para Além dos Muros, dirigido por André Canto, teve sua estreia nacional no dia 26/9. O filme mostra a cronologia da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/filme-escreve-uma-nova-carta-para-alem-dos-muros-para-acabar-com-o-estigma-sobre-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um apanhado de três décadas de história do HIV e da AIDS no Brasil estará nos cinemas de todas as capitais do país entre os meses de setembro e outubro. O documentário Carta para Além dos Muros, dirigido por André Canto, teve sua estreia nacional no dia 26/9. O filme mostra a cronologia da epidemia de HIV no país por meio de relatos de especialistas e ativistas de diversas gerações e é conduzido por uma narrativa inspirada no trabalho de Caio Fernando de Abreu, que deu nome ao filme.  </p>



<span id="more-13072"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Através da costura desta complexa colcha de retalhos, o filme investiga e expõe o estigma e a discriminação como produtos de uma sociedade que insiste em manter marginalizadas as pessoas que vivem com HIV, mesmo 30 anos depois do início da epidemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Confira fotos da estreia</em>:</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="6240" height="4160" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13104" data-id="13104" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1.jpg 6240w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8157-1-1800x1200.jpg 1800w, 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swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">O longa tem cerca de uma hora e meia de duração e reúne depoimentos de mais de 30 pessoas que fazem parte dessa história, como o médico e escritor Drauzio Varella, a mãe do cantor Cazuza, Lucinha Araújo, os ex-ministros da Saúde José Serra e José Gomes Temporão, além de pessoas que vivem com HIV e trabalham para acabar com o estigma, como Gabriel Estrela e Gabriel Comicholi, youtubers e participantes dos projetos do UNAIDS “Deu Positivo, e Agora?” (2018) e “#DesafioUNAIDS” (2017). O filme também conta com o depoimento da médica que identificou o primeiro caso de AIDS no Brasil, a dermatologista Valéria Petri. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Confira cenas do filme Carta para Além dos Muros</em>: </p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="3840" height="2160" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13125" data-id="13125" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9.jpeg 3840w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-640x360.jpeg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-1800x1013.jpeg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_1-9-720x405.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 3840px) 100vw, 3840px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1086" height="652" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13126" data-id="13126" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids.jpg 1086w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids-300x180.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids-768x461.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids-1024x615.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids-640x384.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/aids-720x432.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1086px) 100vw, 1086px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao olhar para o passado, a gente consegue entender esse processo. Tudo foi tratado com tanto sensacionalismo pela imprensa e pela sociedade em geral, que essas imagens ficaram impregnadas nas nossas lembranças”, conta o diretor André Canto. “É uma construção social muito difícil de quebrar, mas o objetivo é colaborar com todas as ações realizadas nessa tentativa de enfrentar o estigma e o preconceito.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS é parceiro institucional na produção do filme e também ofereceu apoio técnico na fase de produção do documentário. Para o diretor interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzebio de Lima, o apoio a produções culturais que abordam o HIV é importante para estimular uma conversa aberta, em toda a sociedade.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos vivido, nos últimos anos, uma revolução no campo da medicina, da ciência e das tecnologias. Hoje a gente precisa que essa revolução se reflita também na área social e de direitos humanos”, destaca. “E esses avanços na área social não dependem de uma pílula ou tecnologia, mas especialmente de que todas as pessoas, em todos os lugares, falem mais sobre o HIV e se disponham a aprender mais sobre o tema, sem tabus, sem estigma e ou discriminação. Isso pode ser feito por diversas frentes, e a cultura é uma área que possibilita que esse diálogo alcance um público que muitas vezes não participa da discussão do HIV.” </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Precisamos falar sobre isso </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário é o primeiro do gênero a refazer a cronologia do HIV e da AIDS no país e encabeça o projeto #PrecisamosFalarSobreIsso, que também conta com uma série documental para a TV e um livro-reportagem, que relatará todo o processo de pesquisa e realização.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte desta iniciativa mais ampla e com objetivo de contribuir com a conscientização sobre a importância da testagem para HIV, a semana de lançamento de Carta para Além dos Muros contou com ações de testagem rápida para HIV, sífilis e hepatite B nas salas do circuito Itaú Cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Salvador. A ação foi realizada em parceria com a empresa Hi Technologies, que conta com um dispositivo que realiza exames de sangue a distância, através da Internet. Profissionais do sistema público de saúde e voluntários de ONGs especialistas no tema fizeram o acompanhamento, aconselhamento e acolhimento das pessoas interessadas na testagem ou que desejassem mais informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Confira fotos da testagem na sessão especial de Brasília</em>:</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="5184" height="3456" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13100" data-id="13100" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6339-3-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="5184" height="3456" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13102" data-id="13102" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6330-2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="5184" height="3456" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13103" data-id="13103" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6348-4-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caio Fernando de Abreu   </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário é uma homenagem ao renomado escritor gaúcho Caio Fernando Abreu, que vivia com HIV e, em 1994, revelou publicamente sua sorologia. Ele falou sobre o HIV em uma série de crônicas para sua coluna no jornal “O Estado de S. Paulo”, chamada Carta para Além dos Muros. O autor escreveu abertamente sobre o assunto quando foi internado em decorrência de complicações da AIDS. “O nosso filme é uma nova carta, em 2019, porque acredito que esse muro ainda está de pé e a gente precisa atravessá-lo”, afirma André Canto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritor brasileiro Caio Fernando Abreu morreu em 1996 por complicações decorrentes da AIDS.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Olha, estou escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem sempre que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa”</em>, trecho da primeira crônica Carta para Além dos Muros, de Caio Fernando Abreu, em 1994.  </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-13076" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-640x360.jpeg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-1800x1013.jpeg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CPADM_2-1-720x405.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Livro de Caio Fernando de Abreu reúne as Cartas para Além dos Muros</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FhsfHXgDeQg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Assista ao trailer do documentário</strong></a><strong></strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a programação até&nbsp;9&nbsp;de outubro:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo&nbsp;&#8211; Espaço Itaú Augusta &#8211; 21h30&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio de Janeiro &#8211;&nbsp;Espaço Itaú Botafogo &#8211; 18h&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasília&nbsp;&#8211; Espaço Itaú Casa Park &#8211; 13h20&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salvador&nbsp;&#8211; Espaço Itaú Glauber Rocha &#8211; 14h50&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Belo Horizonte&nbsp;&#8211; Cine Belas Artes &#8211; 14h&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aracaju &#8211;&nbsp;Cine Vitória &#8211; Segunda &#8211; 14h&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vitória&nbsp;&#8211; Cine&nbsp;Metrópolis&nbsp;&#8211; Domingo &#8211; 14h30, Quarta&nbsp;–&nbsp;16h&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As próximas cidades a receber o filme serão Palmas, Manaus, Belém, Rio Branco, Goiânia, Fortaleza, Recife, Maceió e João Pessoa.&nbsp;&nbsp;</p>
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	            data-title="Filme escreve ‘uma nova Carta para Além dos Muros’ para acabar com o estigma sobre o HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/10/filme-escreve-uma-nova-carta-para-alem-dos-muros-para-acabar-com-o-estigma-sobre-o-hiv/">Filme escreve ‘uma nova Carta para Além dos Muros’ para acabar com o estigma sobre o HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mister Gay Inglaterra traz visibilidade ao estigma sobre o HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/09/mister-gay-inglaterra-traz-visibilidade-ao-estigma-sobre-o-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 20:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando Phillip Dzwonkiewicz venceu o concurso Mister Gay Inglaterra 2018, ele queria usar sua plataforma para falar sobre HIV. Depois de anos lutando com a sua sorologia positiva para o HIIV, ele não queria mais se esconder. &#8220;Agora vivo uma vida&#8221;, disse ele. &#8220;Vivo abertamente e é um peso enorme fora dos meus ombros.&#8221;, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/09/mister-gay-inglaterra-traz-visibilidade-ao-estigma-sobre-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quando Phillip Dzwonkiewicz venceu o concurso Mister Gay Inglaterra 2018, ele queria usar sua plataforma para falar sobre HIV. Depois de anos lutando com a sua sorologia positiva para o HIIV, ele não queria mais se esconder. </p>



<span id="more-12832"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Agora vivo uma vida&#8221;, disse ele. &#8220;Vivo abertamente e é um peso enorme fora dos meus ombros.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano seguinte, ao competir no Mister Gay Europa 2018—onde foi vice-campeão—ele novamente usou sua plataforma para trazer mais visibilidade ao HIV. &#8220;O que ainda me surpreende é que as pessoas me dizem: &#8216;você não parece ter HIV&#8217;. Isso mostra como ainda existem conceitos equivocados”, afirmou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como dançarino e intérprete, o londrino de coração aceitou a oportunidade de ser o tema de um documentário. O filme, Jus+ Like Me (Assim como eu, na tradução livre para o português), mostra Dzwonkiewicz aceitando sua condição em relação ao HIV e como isso afetou seus relacionamentos com parceiros e sua família. Desde o seu lançamento, o filme ganhou o Prêmio Europeu de Cinematografia, o festival internacional de cinema Queen Palm, foi semi-finalista no Prêmio de Cinema Independente de Londres e no Prêmio Internacional ARFF Berlim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como sul-africano, eu estava ciente da AIDS, mas o que me impressionou foi a quantidade de pessoas que, depois de assistirem ao filme, vieram se apresentar para compartilhar sua história sobre a vida com HIV&#8221;, disse Tom Falck, produtor executivo do filme. Ele achava que a história de Dzwonkiewicz tinha muito potencial porque não divulgar a sorologia lhe custou um relacionamento; no entanto, ele respeita a opinião das pessoas que optam por não revelar seu estado sorológico positivo para o HIV. &#8220;A história de Phil é inspiradora, autêntica e relacionável&#8221;, disse ele. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta geral foi muito positiva, mas os produtores perceberam como o estigma ainda existe. &#8220;As mensagens de ódio nas mídias sociais nos deram 100% de validação do que procurávamos fazer&#8221;, disse Falck. “Não podemos ficar no banco de trás; é importante para todos nós combater as injustiças e a discriminação.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, Dzwonkiewicz diz que espera que o documentário ajude alguém &#8220;assim como eu&#8221;. Ele e Falck, juntamente com o diretor Samuel Douek, iniciaram uma campanha, #JUSTLIKEME, para manter o diálogo e aumentar a conscientização. Eles esperam que isso incentive outras pessoas a se apresentarem e a compartilharem suas histórias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dzwonkiewicz explicou que ele oferece conselhos informais a amigos há anos, mas agora é um colaborador da Positive East, uma organização não governamental que concentra seus esforços nos serviços de apoio ao HIV. &#8220;Quero fazer minha parte e ajudar alguém da maneira que puder&#8221;, disse ele. Seu trabalho com colegas abriu os olhos para outras comunidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As informações demográficas com as quais eu lido são bem diferentes do meu círculo social, mas as jornadas que as pessoas descrevem se assemelham&#8221;, disse Dzwonkiewicz. Ele acredita firmemente no apoio de colegas e relembra como a 56 Dean Street, a maior clínica de saúde sexual do Serviço Nacional de Saúde em Londres, ajudou-o em toda a sua jornada, do teste ao tratamento e à compreensão de I = I (Indetectável = Intransmissível). Dzwonkiewicz, como as pessoas que seguem a terapia antirretroviral diariamente, possui carga viral indetectável, e o vírus não é mais transmitido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por estar lá dando conselhos, apoio e aconselhamento, obtive uma qualidade de vida tão boa&#8221;, disse ele, referindo-se à clínica londrina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O HIV não me define&#8221;, disse ele. &#8220;Eu sou como qualquer outra pessoa, e vivo minha vida ao máximo.&#8221; </p>
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	            data-title="Mister Gay Inglaterra traz visibilidade ao estigma sobre o HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/09/mister-gay-inglaterra-traz-visibilidade-ao-estigma-sobre-o-hiv/">Mister Gay Inglaterra traz visibilidade ao estigma sobre o HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 19:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Zoe]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Documenta Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Jacque]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher transexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário ‘Meu Nome é Jacque’ foi exibido nesta segunda-feira (25/4) na Casa da ONU em Brasília para funcionários das Nações Unidas e convidados. Lançado dia 15/4 no Rio de Janeiro, o filme retrata a trajetória de Jacqueline Côrtes, mulher transexual e soropositiva que também já atuou como funcionária no Brasil do Programa Conjunto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O documentário ‘Meu Nome é Jacque’ foi exibido nesta segunda-feira (25/4) na Casa da ONU em Brasília para funcionários das Nações Unidas e convidados. </span><span id="more-2840"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado dia 15/4 no Rio de Janeiro, o filme retrata a trajetória de Jacqueline Côrtes, mulher transexual e soropositiva que também já atuou como funcionária no Brasil do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS)</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estou muito orgulhoso de te ver contando sua história para todo o mundo (&#8230;) Você é uma verdadeira defensora dos direitos humanos e dos direitos daqueles que têm sido deixados para trás”, escreveu o Diretor-Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em uma carta entregue a ela pela Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. “Parabéns pelo reconhecimento e pelo lindo documentário (&#8230;) Você encarna o tipo de pessoa corajosa que todos nós nos esforçamos para ser”, conclui Sidibé em outro trecho.</span></p>
<p><div id="attachment_2861" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg" rel="attachment wp-att-2861"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2861" class="wp-image-2861 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg" alt="IMG_4985" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2861" class="wp-caption-text">Borboletas #ZeroDiscriminação foram distribuídas ao público. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ser trans no Brasil é mais do que a busca pelo reconhecimento de sua identidade de gênero. É a busca pela sobrevivência, pela vida digna, pelo pleno usufruto da cidadania.</span> <span style="font-weight: 400;">A empatia é um dos primeiros passos para permitir que essa transformação seja possível”, disse Niky Fabiancic, Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil. “E por isso, precisamos de pessoas que possam nos contar suas histórias, que possam nos inspirar com relatos de bravura e superação.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua carreira, Jacque &#8211; como é conhecida pelos mais próximos  &#8211; já foi, entre outras coisas, professora de inglês, ativista de ONG e funcionária do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e do escritório do UNAIDS no Brasil. Hoje, aos 56 anos, ela fala com orgulho do exercício da maternidade. “Agora que sou mãe, minha  meta é ser avó. Ainda vou ser avó”, disse Jacque minutos antes da exibição do filme, arrancando sorrisos da plateia ao falar da adoção dos filhos, Gilson e Luara, ao lado do marido Vitor.</span></p>
<p><div id="attachment_2846" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg" rel="attachment wp-att-2846"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2846" class="wp-image-2846 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg" alt="IMG_4983" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2846" class="wp-caption-text">Público aguarda a sessão do documentário &#8216;Meu Nome é Jacque&#8217; na Casa da ONU em Brasília. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme de Angela Zoé, que teve apoio institucional de UNAIDS, ONU Mulheres e  DDAHV, retrata o longo caminho percorrido por Jacque rumo à sua identificação como mulher transexual e à descoberta, em 1994, de que vivia com HIV. &#8220;A partir do momento que uma pessoa como você, vivendo com AIDS, com a transexualidade, está no Governo, em uma área de cooperação internacional, só a sua presença em uma reunião, por exemplo, já é uma quebra de paradigma&#8221;, conta Jacque em um trecho do documentário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista ao @UNAIDSBrasil, Jacque conta como foi reviver os principais momentos de sua trajetória durante a elaboração do documentário.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/_XmbPci_klw" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto de destaque da esquerda para direita: Angela Zoe, diretora do documentário; Daniel Souza; Gary Stahl, Representante do UNICEF Brasil; Niky Fabiancic, Coordenador-residente da ONU Brasil; Jacqueline Côrtes; Nadine Gasman, Representante da ONU Mulheres Brasil; Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil; e Jaime Nadal, Representante do UNFPA Brasil. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</em></p>
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	            data-title="Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/">Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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