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	<title>Dia Mundial de Zero Discriminação - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Zero Discriminação: Para proteger a saúde de todas as pessoas é preciso proteger os direitos de cada pessoa</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/02/zero-discriminacao-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 18:12:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia de Zero Discriminação de 2024 reforça que podemos acabar com a AIDS – desde que os direitos de todas as pessoas sejam protegidos. O mundo fez grandes progressos em direção ao objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. Esse progresso foi impulsionado pelo avanço na, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/02/zero-discriminacao-2024/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Dia de Zero Discriminação de 2024 reforça que podemos acabar com a AIDS – desde que os direitos de todas as pessoas sejam protegidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo fez grandes progressos em direção ao objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. Esse progresso foi impulsionado pelo avanço na proteção dos direitos humanos.</p>



<span id="more-26951"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mas leis, políticas e práticas que punem, discriminam e estigmatizam mulheres e meninas, populações-chave e outras comunidades marginalizadas violam os direitos humanos e impedem o acesso à prevenção, testagem e tratamento e acompanhamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso urgentemente revogar leis que prejudicam os direitos das pessoas e de promulgar leis que defendam os direitos de cada pessoa. O caminho que acaba com a AIDS é um caminho baseado na garantia dos direitos.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A recente reação global, bem coordenada e bem financiada, contra os direitos das mulheres, os direitos humanos das pessoas LGBTQ, a saúde sexual e reprodutiva e contra a democracia e o espaço cívico não é apenas uma ameaça à liberdade. É uma ameaça à saúde de todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta a essa ameaça, o movimento da AIDS e seus aliados estão &#8220;combatendo a reação&#8221;, lembrando os líderes mundiais de seus compromissos de defender todos os direitos humanos para todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto comunidades em todo o mundo defendem os direitos, as Nações Unidas não estão apenas ao seu lado, mas atuando junto com elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1º de março deste ano marca o décimo aniversário do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/zero-discriminacao/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia da Zero Discriminação</a></span>. Defender os direitos de todas as pessoas é responsabilidade de todas e todos nós e está em nossas mãos desempenhar um papel no fim da discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1º de março, e durante todo o mês de março, eventos, atividades e mensagens lembrarão o mundo desta chamada à ação, que é, também, uma lição vital: <strong>Para proteger a saúde de todas as pessoas é preciso proteger os direitos de cada pessoa.</strong></p>
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	            data-title="Zero Discriminação: Para proteger a saúde de todas as pessoas é preciso proteger os direitos de cada pessoa" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/02/zero-discriminacao-2024/">Zero Discriminação: Para proteger a saúde de todas as pessoas é preciso proteger os direitos de cada pessoa</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mensagem do Dia de Zero Discriminação da diretora regional a.i. do UNAIDS para América Latina e Caribe, Alejandra Corao</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/mensagem-do-dia-de-zero-discriminacao-da-diretora-regional-a-i-do-unaids-para-america-latina-e-caribe-alejandra-corao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 20:38:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste 1º de março, quando celebramos o Dia de Zero Discriminação, gostaria de fazer um convite a você para refletir sobre as desigualdades que te cercam, em sua família, em sua comunidade, em sua cidade e até mesmo em seu país. E faça a si mesmo ou a si mesma uma pergunta simples: como, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/mensagem-do-dia-de-zero-discriminacao-da-diretora-regional-a-i-do-unaids-para-america-latina-e-caribe-alejandra-corao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Neste 1º de março, quando celebramos o Dia de Zero Discriminação, gostaria de fazer um convite a você para refletir sobre as desigualdades que te cercam, em sua família, em sua comunidade, em sua cidade e até mesmo em seu país. E faça a si mesmo ou a si mesma uma pergunta simples: como você acha que as desigualdades afetam o mundo ao seu redor?</p>



<span id="more-17088"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade está crescendo para mais de 70% da população mundial, exacerbando as divisões e freando o desenvolvimento econômico e social. E como todos vimos no ano passado, a COVID-19 está atingindo as pessoas mais vulneráveis com mais força: embora novas vacinas estejam disponíveis, há uma enorme desigualdade no acesso a elas em todo o mundo. Todos e todas nós somos testemunhas do que já está sendo chamado de “apartheid das vacinas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Dia de Zero Discriminação, o UNAIDS deseja destacar a necessidade urgente de agir para acabar com as desigualdades que envolvem todos os aspectos de nossa rica diversidade como seres humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região da América Latina e do Caribe é conhecida como uma das mais desiguais do mundo, onde ainda persistem fortemente as desigualdades e a discriminação, afetando diretamente as pessoas vivendo com HIV ou vulneráveis ao vírus, incluindo as pessoas migrantes e refugiadas, a população indígena, pessoas afrodescendentes, a comunidade LGBT, jovens e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nosso desafio é que, aqui na região e em todo o mundo, a discriminação e as desigualdades estão intimamente relacionadas. A interseccionalidade entre várias formas de discriminação – seja estrutural ou social, contra pessoas e grupos – pode levar a um amplo leque de desigualdades, que também podem levar ao estigma e à discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As evidências mostram que essa discriminação social e estrutural leva a desigualdades significativas no acesso à justiça e aos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o UNAIDS se prepara para lançar sua nova Estratégia Global para a AIDS este ano, convidamos você para que se uma a nós nos esforços para acabar com as desigualdades. Este é o princípio fundamental da nova estratégia e a colaboração de cada um e cada uma de vocês será a chave para alcançar nosso objetivo da Agenda 2030, que é o de acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ser fundamental para acabar com a AIDS, o combate à desigualdade também avançará em relação aos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV, tornará as sociedades mais bem preparadas para vencer a COVID-19 e outras pandemias, e apoiará a recuperação econômica. Cumprir a promessa de combater a desigualdade salvará milhões de vidas e beneficiará a sociedade em todas as suas dimensões. Para fazer isso, devemos combater a discriminação em todas as suas formas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aliança Global para Eliminar Todas as Formas de Estigma e Discriminação Relacionados ao HIV, uma iniciativa conjunta do UNAIDS, ONU Mulheres, PNUD e Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV, pode nos orientar através das seis áreas principais onde esse estigma e discriminação ocorrem com mais frequência, reforçando as desigualdades: contextos de saúde e de educação, local de trabalho, sistema de justiça, famílias e comunidades e contextos de emergência e crise humanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer o igual valor e dignidade de todas as pessoas não é apenas um imperativo ético e uma obrigação derivada dos instrumentos internacionais de direitos humanos, mas também é essencial para acabar com a AIDS até 2030.</p>



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</div><figcaption>Para legendas em português, ative o CC (closed caption) no Youtube.</figcaption></figure>
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		<title>Dia de Zero Discriminação 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 00:22:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia de Zero Discriminação deste ano é especialmente angustiante. No início, foi dito que os vírus não discriminavam. Mas como testemunhamos novamente, as crises, e as sociedades, sim, discriminam. A COVID-19 ampliou as falhas da sociedade. Levou comunidades marginalizadas, que já estavam no limite, a sofrer o mais duro golpe econômico, a ficarem, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/mensagem-do-dia-de-zero-discriminacao-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://spark.adobe.com/page/XBcrhKn6snyky/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dia de Zero Discriminação</strong></a> deste ano é especialmente angustiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, foi dito que os vírus não discriminavam. Mas como testemunhamos novamente, as crises, e as sociedades, sim, discriminam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A COVID-19 ampliou as falhas da sociedade. Levou comunidades marginalizadas, que já estavam no limite, a sofrer o mais duro golpe econômico, a ficarem presas no fim da linha para serviços essenciais e a serem responsabilizadas pela a crise.</p>



<span id="more-17077"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a crise também levou as comunidades mais excluídas serem, mais uma vez, as primeiras a darem o seu primeiro passo para ajudar—enraizadas na sua experiência, na sua empatia e na sua insistência em que a saúde e a recuperação são possíveis para todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS junta-se às comunidades em todo o mundo para exigir igualdade. Nós declaramos “não” para todas desigualdades—seja por causa do gênero, renda, raça, deficiência, orientação sexual, etnia e religião. Tais desigualdades distorcem a sociedade e minam a justiça e a dignidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exigimos o fim da discriminação, estigmatização e criminalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desafiamos todas as instituições e todas as pessoas de influência a não só serem não-discriminatórias, mas também a serem anti-discriminatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação mata. Agrava as crises e propaga as pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo está fora do caminho para acabar com a AIDS até 2030, não por falta de conhecimento, capacidade ou meios, mas devido a desigualdades estruturais que se interpõem no caminho. Por exemplo, as pesquisas mostram que as leis punitivas relativas à orientação sexual duplicam a probabilidade de adquirir o HIV para gays e outros homens que fazem sexo com homens. A revogação de tais leis é fundamental para vencer a pandemia do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim também, a discriminação contra migrantes e outras populações excluídas e estigmatizadas está a limitando seu acesso a testes, tratamento e apoio à COVID-19. Isso prejudica todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos a vendo a discriminação que assusta os nossos países acontecerem também a nível internacional. À medida que novas vacinas contra a COVID-19 foram se tornando disponíveis, a injustiça tem se tornado mais forte. Apenas 10 países administraram mais de 75% de todas as vacinas contra a COVID-19, enquanto mais de 130 países não receberam uma única dose. A África do Sul chamou a situação de &#8220;apartheid&#8221; da vacina. Como disse o Secretário-Geral das Nações Unidas, &#8220;a equidade da vacina é, em última análise, uma questão de direitos humanos… O nacionalismo da vacina nega&#8221;. Em todo o mundo, e em todos os países, devemos valorizar cada pessoa como igualmente preciosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com as desigualdades fará avançarem os direitos humanos de todas as pessoas, tornará as sociedades mais preparadas para vencer a COVID-19 e futuras pandemias e apoiará a recuperação econômica e a estabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos de assegurar o direito à saúde para todas as pessoas através de cuidados de saúde prestados e financiados publicamente—e fornecê-los respeitosamente a todas as pessoas, sem restrição ou julgamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos e todas nós precisamos chamar a atenção para a discriminação onde quer que a vejamos, e contribuir para dar o exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um mundo mais saudável, mais seguro, mais igual e próspero depende disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou inspirada pela liderança demonstrada pelas comunidades que enfrentam a discriminação. A sua determinação, coragem e visão são a nossa luz orientadora. As Nações Unidas estão ao lado, como uma forte aliada em prol da igualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com as desigualdades. Exigir zero discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Winnie Byanyima<br></strong><em>Diretora Executiva do UNAIDS</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira mais informações sobre o tema do <a href="https://unaids.org.br/2021/02/dia-mundial-de-zero-discriminacao-2021-destaca-o-fim-das-desigualdades/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dia de Zero Discriminação 2021.</strong></a></p>
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		<title>Dia Mundial de Zero Discriminação 2021 destaca o fim das desigualdades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 17:31:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, o UNAIDS destaca a urgente necessidade de ação para acabar com as desigualdades em torno de renda, sexo, idade, estado de saúde, ocupação, deficiência, orientação sexual, uso de drogas, identidade de gênero, raça, classe, etnia e religião, que continuam a persistir em todo o mundo. A, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/02/dia-mundial-de-zero-discriminacao-2021-destaca-o-fim-das-desigualdades/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/02/dia-mundial-de-zero-discriminacao-2021-destaca-o-fim-das-desigualdades/">Dia Mundial de Zero Discriminação 2021 destaca o fim das desigualdades</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Dia Mundial de Zero Discriminação</strong> deste ano, o UNAIDS destaca a urgente necessidade de ação para acabar com as desigualdades em torno de renda, sexo, idade, estado de saúde, ocupação, deficiência, orientação sexual, uso de drogas, identidade de gênero, raça, classe, etnia e religião, que continuam a persistir em todo o mundo.</p>



<span id="more-17040"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade está aumentando para mais de 70% das pessoas ao redor do mundo, o que agrava o risco de exclusão e prejudica o desenvolvimento econômico e social. A COVID-19 está atingindo com mais força as pessoas mais vulneráveis—mesmo com a disponibilização de novas vacinas contra a COVID-19, há grande desigualdade no acesso a elas. Muitas pessoas compaparam essa situação a um apartheid de vacinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação e as desigualdades estão intimamente ligadas. A intersecção de formas de discriminação, seja ela estrutural ou social, contra pessoas e grupos pode levar a uma ampla gama de desigualdades—por exemplo, em relação à renda, índices educacionais, saúde e emprego. No entanto, as próprias desigualdades também podem levar ao estigma e à discriminação. É fundamental, portanto, que quando se busca reduzir as desigualdades, busque-se também lidar com a discriminação. Pessoas de populações-chave são frequentemente discriminadas, estigmatizadas e, em muitos casos, criminalizadas e vistas como alvo sobre a aplicação da lei. Pesquisas tem mostrado que esta discriminação social e estrutural resulta em desigualdades significativas no acesso à justiça e nos resultados do estado de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfrentar as desigualdades e acabar com a discriminação é fundamental para acabar com a AIDS. O mundo está longe de cumprir o compromisso compartilhado de acabar com a AIDS até 2030 não por causa da falta de conhecimento, capacidade ou meios para vencer a AIDS, mas por causa das desigualdades estruturais que impedem soluções comprovadas na prevenção e tratamento do HIV. Por exemplo, pesquisas recentes mostram que gays e outros homens que fazem sexo com homens têm duas vezes mais chances de adquirir HIV se morarem em um país com abordagens punitivas sobre a orientação sexual do que se viverem em um país com uma legislação favorável. A Parceria Global para Ação para Eliminar todas as Formas de Estigma e Discriminação Relacionados ao HIV identificou seis cenários principais onde o estigma e a discriminação ocorrem e criam ou reforçam a desigualdade —o setor da saúde, o setor da educação, o local de trabalho, o sistema de justiça, famílias e comunidades e cenários de emergência humanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Combater a desigualdade não é um compromisso novo—em 2015, todos os países se comprometeram a reduzir a desigualdade dentro e entre os países como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Mas ainda não foi cumprido pelo mundo. Além de ser fundamental para acabar com a AIDS, o combate à desigualdade também avançará em relação aos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV, tornará as sociedades mais bem preparadas para vencer a COVID-19 e outras pandemias, e apoiará a recuperação e estabilidade econômica. Cumprir a promessa de combater a desigualdade salvará milhões de vidas e beneficiará a sociedade como um todo. Para fazer isso, devemos enfrentar a discriminação em todas as suas formas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, para alcançar dignidade para todas as pessoas, as políticas econômicas e sociais precisam proteger os direitos de todas as pessoas e prestar atenção às necessidades das comunidades desfavorecidas e marginalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com a desigualdade requer uma mudança transformadora. São necessários maiores esforços para erradicar a pobreza extrema e a fome, e é preciso investir mais em saúde, educação, proteção social e empregos decentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os governos devem promover o crescimento social e econômico inclusivo. Eles devem eliminar leis, políticas e práticas discriminatórias para garantir oportunidades iguais e reduzir as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas todos e todas nós podemos fazer a nossa parte, denunciando a discriminação onde a vemos, dando o exemplo ou defendendo a mudança da legislação. Todos nós temos um papel a cumprir para acabar com a discriminação e, assim, reduzir as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável e tornar o planeta melhor para todas as pessoas se as algumas forem excluídas da chance de uma vida melhor. No mundo de hoje, estamos conectatados e conectadas. A desigualdade global afeta a todos e todas nós, não importa quem somos ou de onde viemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste <strong>Dia Mundial de Zero Discriminação</strong>, junte-se a nós para conscientizar sobre as desigualdades que impedem as pessoas de viver uma vida plena e produtiva, e exigindo que os governos cumpram seus compromissos e obrigações para acabar com todas as formas de discriminação.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://spark.adobe.com/page/XBcrhKn6snyky/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Acesse o site</strong></a> da campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação (em em inglês).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" href="https://trello.com/b/N18GRCnS" target="_blank"><strong>Baixe os materiais</strong></a> da campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/02/ZeroDiscrimination_Brochure2021_Po.pdf" target="_blank">Leia a cartilha </a></strong>da campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baixe o <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_ZDD_EndInequalities.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>infográfico 1</strong></a> e o <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_ZDD_FatosSobreDesigualdades.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>infográfico 2</strong></a> da campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/02/dia-mundial-de-zero-discriminacao-2021-destaca-o-fim-das-desigualdades/">Dia Mundial de Zero Discriminação 2021 destaca o fim das desigualdades</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial de Zero Discriminação 2020 foca em mulheres e meninas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 14:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, o UNAIDS desafia a discriminação enfrentada por mulheres e meninas em toda a sua diversidade. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. Embora alguns países tenham feito progressos louváveis ​​rumo a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/02/dia-mundial-de-zero-discriminacao-2020-foca-em-mulheres-e-meninas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial de Zero Discriminação 2020, o UNAIDS desafia a discriminação enfrentada por mulheres e meninas em toda a sua diversidade. O objetivo é conscientizar e mobilizar ações para a promoção da igualdade e do empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo. </p>



<span id="more-14488"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Embora alguns países tenham feito progressos louváveis ​​rumo a uma maior igualdade de gênero, a discriminação contra mulheres e meninas ainda existe em toda parte.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A intersecção com outras formas de discriminação—baseadas, por exemplo, em renda, raça, etnia, deficiência, orientação sexual ou identidade de gênero—resulta em violações de direitos que prejudicam desproporcionalmente mulheres e meninas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No final das contas, a desigualdade de gênero afeta a saúde e o bem-estar de todas as pessoas. Em muitos países, as leis que discriminam mulheres e meninas permanecem em vigor, enquanto as leis que defendem os direitos básicos das mulheres e as protegem contra danos e tratamentos desiguais estão longe de serem a norma. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faça parte da campanha </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça parte deste movimento e mobilize sua comunidade para transformar a Zero Discriminação para mulheres e meninas uma realidade. Veja abaixo alguns recursos que podem ser utilizados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Assista à mensagem da diretora executiva do UNAIDS</strong>, Winnie Byanyima. A legenda em português pode ser ativada no próprio YouTube: </li></ul>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mensagem do UNAIDS para o Dia Mundial de Zero Discriminação e Dia Internacional da Mulher" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/gWbswKm8AHw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator"/>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Baixe o material da campanha</strong> com conteúdos que podem ser compartilhados em suas redes sociais e em sua comunidade: </li></ul>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/ZeroDiscrimination_Brochure-2020_PorTuguese.pdf" style="background-color:#136c9f;color:#ffffff">Faça o download da Brochura aqui!</a></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_brochura.png" alt="" class="wp-image-14505" width="345" height="487" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_brochura.png 633w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_brochura-212x300.png 212w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_brochura-509x720.png 509w" sizes="(max-width: 345px) 100vw, 345px" /></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<ul class="wp-block-list"><li> <strong>Baixe também o material de apoio</strong> com informações específicas sobre mulheres e meninas e a discriminação em relação ao HIV:</li></ul>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/ZeroDiscrimination_Spotlight-2020_Portuguese.pdf" style="background-color:#136c9f;color:#ffffff">Faça o download do material de apoio aqui!</a></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_spotlight-1-723x1024.png" alt="" class="wp-image-14513" width="356" height="504" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_spotlight-1-723x1024.png 723w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_spotlight-1-212x300.png 212w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_spotlight-1-508x720.png 508w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/capa_spotlight-1.png 727w" sizes="auto, (max-width: 356px) 100vw, 356px" /></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<ul class="wp-block-list"><li> <strong>Siga o @unaidsbrasil</strong> no <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Twitter (opens in a new tab)" href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil" target="_blank">Twitter</a>, <a href="https://facebook.com/unaidsbrasil">Facebook</a>, Instagram e <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Youtube (opens in a new tab)" href="https://youtube.com/unaidsbrasil" target="_blank">Youtube</a> e compartilhe todo o conteúdo da capanha em português também em suas redes sociais:</li></ul>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-background" href="https://trello.com/b/mk7RV0DM/zero-discrimination-day-2020" style="background-color:#136c9f;color:#ffffff">Faça o download dos cards para redes sociais aqui!</a></div>
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		<title>Como leis discriminatórias caribenhas estão sendo contestadas nos tribunais</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/como-leis-discriminatorias-caribenhas-estao-sendo-contestadas-nos-tribunais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 10:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite de 6 de fevereiro de 2009, em Georgetown, Guiana, sete mulheres trans foram presas pela polícia e detidas por todo o final de semana. Na segunda-feira seguinte, no Tribunal de Magistrados de Georgetown, elas souberam que haviam sido acusadas ​​de cross-dressing. Elas se declararam culpadas, foram condenadas e obrigadas a pagar uma, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/como-leis-discriminatorias-caribenhas-estao-sendo-contestadas-nos-tribunais/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite de 6 de fevereiro de 2009, em Georgetown, Guiana, sete mulheres trans foram presas pela polícia e detidas por todo o final de semana. Na segunda-feira seguinte, no Tribunal de Magistrados de Georgetown, elas souberam que haviam sido acusadas ​​de <em>cross-dressing</em>. Elas se declararam culpadas, foram condenadas e obrigadas a pagar uma multa. Mas não antes de serem advertidas pelos magistrados que eles estavam &#8220;confusos sobre sua sexualidade.&#8221;<span id="more-10757"></span></p>
<p>Com o apoio da Faculdade de Direito da Universidade das Índias Ocidentais, a <strong><a href="https://urapcenter.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">U-RAP</a></strong> contestou a lei guianense do século XIX que impedia “homens de se vestirem como mulheres e mulheres de se vestirem como homens para um propósito impróprio”. Em 13 de novembro de 2018, a última instância de Guiana, a Corte de Justiça do Caribe (CCJ), decidiu por unanimidade que a lei viola a Constituição da Guiana e, portanto, é nula.</p>
<p>“Ninguém deve ter sua dignidade pisoteada, ou seus direitos humanos negados, meramente por causa de uma diferença”, disse o presidente da CCJ, Adrian Saunders.</p>
<p>Para a co-coordenadora da U-RAP e professora de Direito, Tracy Robinson, esse foi um passo para enfrentar o poder e as oportunidades de vida desiguais de muitos caribenhos.</p>
<p>“As leis não se aplicam uniformemente a todos: aqueles com menos recursos e os marginalizados estão em maior risco. As mulheres trans não são as únicas que têm suas vidas interrompidas pela ação ou passividade do Estado. Há muitos outros grupos que deixamos de fora e excluímos aqueles que são parte integral de nossa sociedade”, disse Robinson.</p>
<p>O HIV é uma manifestação de como as comunidades vulneráveis ​​são deixadas para trás. Na região, a prevalência do HIV entre as populações-chave é muito maior do que entre os adultos em geral. Por exemplo, entre as mulheres trans na Guiana—um dos poucos países caribenhos com dados sobre essa população—, a prevalência do HIV é de 8,4%, comparada com 1,7% na população em geral. Dados do Caribe indicam que a prevalência do HIV entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens varia entre 1,3% e 32,8%. A combinação de leis discriminatórias, estigma e discriminação e a falta de serviços amigáveis ​​para populações-chave leva as pessoas à clandestinidade, impedindo-as de ter acesso a serviços de prevenção e tratamento do HIV.</p>
<p>Mas, em alguns países, parceiros estão agindo para contestar a constitucionalidade das leis discriminatórias mantidas desde a era colonial. Por meio de um caso também apoiado pelo U-RAP, Caleb Orozco contestou a lei de Belize que definia “relações carnais contra a ordem da natureza” (o que incluía sexo anal) um crime punível com até 10 anos de prisão. Em 10 de agosto de 2016, Belize tornou-se apenas o segundo país independente do Caribe Anglófono a descriminalizar o sexo entre homens e o primeiro a fazê-lo em seus tribunais.</p>
<p>Em Trinidade e Tobago, a Suprema Corte decidiu a favor de Jason Jones em 12 de abril de 2018, concluindo que relações sexuais entre adultos com consentimento não deveria ser criminalizada. Esta decisão foi citada na <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/09/unaids-sauda-decisao-do-supremo-tribunal-da-india-que-descriminaliza-pessoas-lgbti/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Suprema Corte da Índia em 2018 quando descriminalizou relações sexuais entre pessoas LGBTI</a></strong>.</p>
<p>O UNAIDS está contribuindo para o envolvimento da comunidade e a comunicação sobre essas questões, incluindo o apoio a fóruns públicos em Belize e Trinidade e Tobago e a sensibilização de jornalistas que escrevem sobre a comunidade trans na Guiana.</p>
<p>Para os litigantes, essas vitórias são um passo à frente em uma longa jornada rumo à equidade.&nbsp;“Isso força a comunicação entre as famílias e seus parentes lésbicas, gays, bissexuais e trans. Encoraja as pessoas LGBTI+ a sair do armário. Obriga as instituições a pensar sobre suas práticas administrativas e a discriminação que elas justificam com base na lei. Isso força as pessoas homofóbicas a reconhecerem que a constituição inclui todos”, disse Caleb Orozco.&nbsp;A litigante e co-fundadora da Guiana Trans United, Gulliver Quincy McEwan, disse: “Foi muito importante para nós sermos ouvidas e obtermos justiça.”</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/como-leis-discriminatorias-caribenhas-estao-sendo-contestadas-nos-tribunais/">Como leis discriminatórias caribenhas estão sendo contestadas nos tribunais</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Painel sobre HIV e Direitos Humanos comemora o Dia Mundial de Zero Discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/03/comemorando-o-dia-mundial-de-zero-discriminacao-com-um-painel-sobre-hiv-e-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 18:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância de enfrentar o estigma e a discriminação para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 foi o tema de um painel na última quinta-feira, 1º de março, Dia Mundial de Zero Discriminação. Representantes do UNAIDS, do Brasil, da Índia, do Malawi e da Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV (GNP+), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/comemorando-o-dia-mundial-de-zero-discriminacao-com-um-painel-sobre-hiv-e-direitos-humanos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A importância de enfrentar o estigma e a discriminação para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 foi o tema de um painel na última quinta-feira, 1º de março, Dia Mundial de Zero Discriminação. Representantes do UNAIDS, do Brasil, da Índia, do Malawi e da Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV (GNP+) destacaram práticas e fizeram chamados à ação e à liderança para proteção e promoção dos direitos humanos relacionados ao HIV.<span id="more-8536"></span></p>
<p>Em seu discurso, o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, pediu esforços globais para abordar as barreiras, a discriminação e as desigualdades de gênero relacionadas ao HIV, que continuam deixando milhões de pessoas para trás. Ele apontou ferramentas e mecanismos de direitos humanos disponíveis, conforme destacado em uma edição especial da <em>Revista de Saúde e Direitos Humanos</em> sobre HIV e Direitos Humanos lançada no mesmo dia.</p>
<p>Deus Gumba, Presidente Parlamentar do Malawi sobre HIV/AIDS e Nutrição, falou sobre a experiência do Malawi no trabalho com as partes envolvidas para desenvolver uma lei progressista sobre HIV e AIDS em 2017. Rajiv K. Chander, Representante Permanente da Índia nas Nações Unidas em Genebra, expressou a dedicação da Índia em promover zero discriminação na resposta ao HIV. Ele enfatizou a liderança da Índia ao garantir tratamento acessível ao HIV e a adoção de leis que proíbem a discriminação contra pessoas vivendo com HIV.</p>
<p>O discurso em nome de Laurel Sprague, Diretora Executiva da Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV, foi feito por Andrea Boccardi. Ela pediu às partes envolvidas que se juntem em um pacto global para acabar com a discriminação relacionada ao HIV, um esforço liderado pela sociedade civil.</p>
<p>Maria Nazareth Farani Azevêdo, Representante Permanente do Brasil nas Nações Unidas em Genebra, falou sobre a resposta ao HIV no Brasil: &#8220;No meu país, a resposta ao HIV baseia-se em dois pilares principais: o acesso ao tratamento, diagnóstico e medicamentos e a luta contra a discriminação.&#8221; Azevêdo ainda destacou que &#8220;o UNAIDS Brasil e o governo brasileiro estão juntando forças para combater a discriminação nos serviços de saúde. Este é um esforço para criar um ambiente de proteção ao acesso aos serviços de HIV para a populações-chave. Então, estamos juntos aqui e estamos juntos no Brasil.&#8221;</p>
<p>Seguiu-se uma discussão na qual representantes de outros países expressaram seu apoio para intensificar os esforços para assegurar a responsabilização e a ação na resposta ao HIV.</p>
<p>O evento foi aconteceu paralelamente à 37ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, realizada em Genebra, na Suíça.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>&#8220;Se não abordarmos as barreiras estruturais, se não mudarmos as políticas, se não tornarmos as leis mais adequadas, nada nos ajudará a alcançar as pessoas vivendo com HIV. Não podemos acabar com a epidemia de AIDS sem alcançar zero discriminação. A zero discriminação é mais do que uma visão, é uma obrigação.&#8221;</p>
<p>MICHEL SIDIBÉ, DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</p>
<p>&#8220;O estigma, a discriminação e as leis punitivas que violam as populações-chave aumentam a vulnerabilidade das pessoas ao HIV e violam os direitos humanos.&#8221;</p>
<p>MARIA NAZARETH FARANI AZEVÊDO, REPRESENTANTE PERMANENTE DO BRASIL NAS NAÇÕES UNIDAS EM GENEBRA</p>
<p>&#8220;Eu acredito que os objetivos 90-90-90 e os objetivos de acabar com a ameaça do HIV para a saúde pública até 2030 só podem ser alcançados se os serviços de prevenção, tratamento, cuidados e suporte de HIV forem entregues em um ambiente livre de estigma e discriminação&#8221;.</p>
<p>DEUS GUMBA, PRESIDENTE PARLAMENTAR DO MALAWI SOBRE HIV/AIDS E NUTRIÇÃO</p>
<p>&#8220;Garantir um tratamento acessível ao HIV sem discriminação é fundamental para alcançar a igualdade plena e salvar vidas.&#8221;</p>
<p>RAJIV K. CHANDER REPRESENTANTE PERMANENTE DA ÍNDIA NAS NAÇÕES UNIDAS EM GENEBRA</p>
<p>&#8220;Devemos nos responsabilizar pelos Direitos Humanos, porque os direitos de todos são importantes: precisamos alcançar os direitos para que todos possam viver com dignidade e igualdade&#8221;.</p>
<p>LAUREL SPRAGUE, DIRETORA EXECUTIVA DA REDE GLOBAL DE PESSOAS VIVENDO COM HIV</p>
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	            data-title="Painel sobre HIV e Direitos Humanos comemora o Dia Mundial de Zero Discriminação" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/03/comemorando-o-dia-mundial-de-zero-discriminacao-com-um-painel-sobre-hiv-e-direitos-humanos/">Painel sobre HIV e Direitos Humanos comemora o Dia Mundial de Zero Discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No Dia Mundial de Zero Discriminação (1/3), UNAIDS reforça o direito de todas as pessoas de viverem livres de discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/02/no-dia-mundial-de-zero-discriminacao-13-o-unaids-reforca-o-direito-de-todas-as-pessoas-de-viverem-livres-de-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 12:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém deve ser discriminado por causa de sua idade, sexo, identidade de gênero, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, idioma, saúde—incluindo estado sorológico positivo para o HIV—, localização geográfica, situação econômica ou de migração, ou por qualquer outro motivo. O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado globalmente no dia 1º de março, é uma oportunidade, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/02/no-dia-mundial-de-zero-discriminacao-13-o-unaids-reforca-o-direito-de-todas-as-pessoas-de-viverem-livres-de-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém deve ser discriminado por causa de sua idade, sexo, identidade de gênero, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, idioma, saúde—incluindo estado sorológico positivo para o HIV—, localização geográfica, situação econômica ou de migração, ou por qualquer outro motivo. O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado globalmente no dia 1º de março, é uma oportunidade para destacar como todas as pessoas podem fazer parte da transformação e se posicionar em favor de uma sociedade mais justa.<span id="more-8461"></span></p>
<p>&#8220;Não alcançaremos nossa visão para a saúde ou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis ​​se não enfrentarmos a discriminação&#8221;, Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.</p>
<p>Infelizmente, a discriminação continua prejudicando os esforços para que consigamos alcançar um mundo mais justo e equitativo. Muitas pessoas enfrentam a discriminação diariamente com base em quem são ou no que fazem.  A discriminação não desaparecerá sem que enfrentemos ativamente a ignorância, assim como as práticas e crenças que a alimentam.</p>
<p>Acabar com a discriminação requer a ação de todos. <strong>“Todos podemos desafiar a discriminação e divulgar o conhecimento”, </strong>diz a campanha.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Pz6Ap-acTI0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<strong>Situações diárias</strong></p>
<p>Muitas vezes, a discriminação está baseada em informações errôneas ou medo do desconhecido. Ao olhar para situações cotidianas, a campanha Zero Discriminação 2018 desafia as pessoas a reconhecer onde a discriminação está ocorrendo e a agir para detê-la.</p>
<p>Para isso, o UNAIDS desafia as pessoas a refletir sobre como elas se posicionam ou o que sabem sobre a discriminação. Através de cards com situações hipotéticas e perguntas diversas, todas as pessoas são convidadas e se informar, a se colocar em uma determinada situação e a pensar como reagiriam ou que atitude teriam se isso acontecesse com elas. Os materiais poderão também ser compartilhados com amigos, familiares e seguidores em geral.</p>
<p>&#8220;Nunca vamos conseguir garantir o direito à saúde e acabar com a epidemia de AIDS se excluirmos as pessoas&#8221;, disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. &#8220;No entanto, grandes barreiras estruturais ainda impedem o acesso a serviços de saúde e o bem-estar de milhões de pessoas.&#8221;</p>
<p>A campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação 2018 destaca situações cotidianas onde a discriminação ocorre. Ela convida as pessoas a se perguntarem &#8220;e se &#8230;&#8221; e a refletirem sobre suas próprias atitudes e comportamentos:</p>
<ul>
<li>E se a pessoa que serve seu café fosse um refugiado? Você retornaria ao café?</li>
<li>E se a pessoa de quem você compra suas verduras e legumes vivesse com HIV? Você compraria esses alimentos dela novamente?</li>
<li>E se o seu vizinho tivesse tuberculose? Você pararia para conversar com ele?</li>
<li>E se o amigo do seu filho vivesse com HIV? Você os deixaria brincar juntos?</li>
<li>E se sua vizinha tivesse uma religião diferente da sua? Você ainda a receberia em sua casa?</li>
<li>E se o seu colega fosse gay? Você ainda trabalharia com ele?</li>
</ul>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/ZDD_brochure_PT.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8466" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/zerocapa-212x300.png" alt="" width="275" height="390" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/zerocapa-212x300.png 212w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/zerocapa-508x720.png 508w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/zerocapa.png 632w" sizes="auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px" /></a><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/ZDD_brochure_PT.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um livreto com informações importantes sobre situações reais de discriminação ao redor do mundo foi produzido e traduzido para o português</strong></a>.</p>
<p>Nele, é possível encontrar depoimentos reais de pessoas que sofreram e sofrem discriminação por situações diversas e também conhecer as 10 sugestões do UNAIDS para que os países dêem sua contribuição rumo à construção de sociedades livres de discriminação, como:  garantir educação gratuita em todos os níveis para todas a pessoas; acabar com as desigualdades de gênero; eliminar a discriminação no local de trabalho contra profissionais lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgênero, intersex; revogar e rever leis punitivas que tenham resultados negativos para a saúde e que trabalham com evidências de saúde pública estabelecidas; e garantir que todas as pessoas usufruam do direito ao mais alto padrão possível de saúde física e mental; entre outros.</p>
<p>Além disso, o livreto traz cinco dicas sobre como cada indivíduo pode contribuir para acabar com a discriminação no ambiente onde vive:</p>
<ol>
<li>Trate as pessoas com respeito e não discrimine com base em sua raça, idade, orientação sexual, identidade de gênero etc.</li>
<li>Defenda os direitos das pessoas deixadas para trás, incluindo profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, travestis e transexuais, mulheres e meninas, migrantes etc.</li>
<li>Denuncie a discriminação através de mídias sociais e outras plataformas.</li>
<li>Escreva a seus legisladores para pressioná-los pela reforma de leis discriminatórias.</li>
<li>Relembre seu governo que ele tem a obrigação, nos termos da legislação internacional de Direitos Humanos, de garantir o usufruto de todos os Direitos Humanos sem discriminação.</li>
</ol>
<p>A campanha do Dia Mundial de Zero Discriminação 2018 desafia as pessoas a se informar sobre discriminação através de um quizz e a compartilhar com amigos e familiares. Teste seus conhecimentos e compartilhe seu resultado nas redes sociais:</p>
<blockquote class="embedly-card">
<h4><a href="https://www.qzzr.com/c/quiz/457896/voce-discrimina">Você discrimina?</a></h4>
<p>Faça o quiz e junte-se ao movimento #ZeroDiscriminação</p></blockquote>
<p><script async src="//cdn.embedly.com/widgets/platform.js" charset="UTF-8"></script></p>
<p>Siga o @unaidsbrasil no <strong><a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>, <a href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil" target="_blank" rel="noopener">Twitter</a> e Instagram </strong>e junte-se ao UNAIDS e à toda família da @<a href="https://www.facebook.com/onubrasil" target="_blank" rel="noopener">ONUBrasil</a> na celebração do Dia Mundial de Zero Discriminação, não apenas no dia 1º de março, mas ao longo de todo o ano.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/02/ZDD_brochure_PT.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça o livreto completo e espalhe essa onda de #ZeroDiscriminação em suas redes!</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conhecer a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde</a></strong>, elaborada pelo UNAIDS.</p>
<p><strong><a href="https://www.flickr.com/photos/unaidsbrasil/sets/72157693932922755" target="_blank" rel="noopener">Neste link</a></strong>, você pode baixar todos os cards, posters e materiais para compartilhar em suas redes sociais.</p>
<p><a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/unaidsbrasil/sets/72157693932922755" title="Dia Mundial de Zero Discriminação 2018 by UNAIDS Brasil, on Flickr"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://farm5.staticflickr.com/4655/38711479630_d172b06d8c_c.jpg" width="800" height="450" alt="Dia Mundial de Zero Discriminação 2018"></a><script async src="https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>UNAIDS convida todos a ‘fazer barulho’ pela Zero Discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/02/unaids-convida-todo-mundo-fazer-barulho-pela-zero-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 16:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Zero Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Faça barulho pela #ZeroDiscriminação!]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as pessoas sofrem algum tipo de discriminação durante suas vidas. E no entanto, o princípio de não discriminação é um direito humano. Além disso, países e indivíduos têm obrigação legal de não discriminar. Este ano, no dia 1º de março, Dia Mundial de Zero Discriminação, o UNAIDS convida todas as pessoas a fazer, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/02/unaids-convida-todo-mundo-fazer-barulho-pela-zero-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as pessoas sofrem algum tipo de discriminação durante suas vidas. E no entanto, o princípio de não discriminação é um direito humano. Além disso, países e indivíduos têm obrigação legal de não discriminar. Este ano, no dia 1º de março, Dia Mundial de Zero Discriminação, o UNAIDS convida todas as pessoas a fazer barulho pela #ZeroDiscriminação, para dar voz e ajudar a prevenir que a discriminação se coloque como um obstáculo em nosso caminho para o alcance de nossas ambições, objetivos e sonhos.<span id="more-5315"></span></p>
<p>A discriminação tem muitas formas, desde a discriminação racial ou religiosa até aquela relacionada à orientação sexual ou identidade de gênero, passando pelo bullying na escola ou no trabalho e tantas outras. Em apenas três de cada 10 países no mundo, há igual número de meninas e meninos freqüentando o ensino médio. Pessoas com deficiência têm quase três vezes mais probabilidade de terem serviços de saúde negados a elas do que outras pessoas.<a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="400" class="size-full wp-image-5329 aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7.png" alt="POSTCARD FINAL7" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7-300x150.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7-768x384.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/POSTCARD-FINAL7-720x360.png 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p>“Todas as pessoas têm o direito de serem tratadas com respeito, de viverem sem discriminação, coação e abuso”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “A discriminação não prejudica só indivíduos, prejudica todos nós, ao passo que acolher e abraçar a diversidade em todas as suas formas nos beneficia todos nós.”</p>
<p style="text-align: left;">A Zero Discriminação é parte integrante da visão do UNAIDS e, para o Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, o UNAIDS demanda que haja zero discriminação nos serviços de saúde. O direito à saúde é um Direito Humano fundamental que inclui acesso a cuidados de saúde de baixo custo, oportunos e de qualidade para todas as pessoas. Ainda assim, a discriminação segue como uma prática generalizada nos serviços de saúde, criando barreiras ao acesso a serviços de HIV.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/A7MsHoLMOjo" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">O artista de hip hop britânico Adian Coker se une ao UNAIDS para fazer barulho pela #ZeroDiscriminação</span></em></p>
<p style="text-align: left;">“Os ambientes de cuidados de saúde devem ser ambientes seguros e de apoio. É inaceitável que a discriminação ainda esteja inibindo o acesso aos cuidados nos dias de hoje’’ disse Sidibé. “Eliminar a discriminação nos serviços de saúde é fundamental, e temos de exigir que se torne uma realidade.”</p>
<p>Dados de 50 países acompanhados no Índice de Estigma de Pessoas Vivendo com HIV (Stigma Index) mostram que um em cada oito pessoas vivendo com HIV relatam ter tido negados serviços de saúde. Cerca de 60% dos países da União Europeia/Espaço Econômico Europeu relatam que o estigma e a discriminação por parte dos profissionais de saúde continuam a constituir um obstáculo à prestação de serviços adequados a gays e homens que fazem sexo com homens (HSH) e pessoas que usam drogas injetáveis.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5346 aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1.png" alt="2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01" width="800" height="400" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1.png 3334w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1-300x150.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1-768x384.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1-1024x512.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1-1800x900.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_Zero_Discriminacao_PostCards-01-1-720x360.png 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p>Este ano, o UNAIDS convida todos a “Fazer Barulho” pela #ZeroDiscriminação. O Dia Mundial de Zero Discriminação é uma oportunidade para mostrarmos ao mundo como todos podem ser parte da transformação e defender uma sociedade justa e inclusiva.</p>
<p><span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_zero_discriminationBro_PT.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a></span> e veja como você pode participar e fazer barulho pela Zero Discriminação.</p>
<p>Conheça a <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde.</a></span></span></p>
<p>Os materiais da campanha Zero Discriminação 2017 podem ser <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://unaids.org.br/2017/02/baixe-os-materiais-do-dia-mundial-de-zerodiscriminacao-2017" target="_blank" rel="noopener noreferrer">baixados aqui.</a></span></span></p>
<p>Mostre seu apoio à campanha e ao Dia Mundial de Zero Discriminação: poste suas fotos no <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://www.facebook.com/events/254932908288205/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Evento Zero Discrimination Day</a></span></span> da página global do UNAIDS no Facebook.</p>
<p>Saiba mais em <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline;" href="https://unaids.org.br/?s=%23ZeroDiscrimina%C3%A7%C3%A3o&amp;submit=Ir" target="_blank" rel="noopener noreferrer">unaids.org.br</a></span></span></p>
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