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	<title>Dia Mundial da AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2025: confira as atividades do UNAIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 04:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o UNAIDS celebrou e participou de diversas ações com o governo brasileiro, agências fundos e programas das Nações Unidas e sociedade civil para relembrar os 40 anos da resposta brasileira à AIDS e celebrar os 25 anos de atuação do UNAIDS no Brasil. Todas essas datas estão inseridas nas atividades relacionadas ao, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/dia-mundial-da-aids-2025-confira-as-atividades-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o UNAIDS celebrou e participou de diversas ações com o governo brasileiro, agências fundos e programas das Nações Unidas e sociedade civil para relembrar os <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/11/exposicao-em-brasilia-celebra-40-anos-da-resposta-brasileira-ao-hiv-e-a-aids-com-exposicao-alusiva-ao-mes-de-conscientizacao-sobre-o-tema/" target="_blank" rel="noopener" title="">40 anos da resposta brasileira à AIDS</a></span> e celebrar os 25 anos de atuação do UNAIDS no Brasil.</p>



<span id="more-31074"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas datas estão inseridas nas atividades relacionadas ao Dia Mundial de Luta contra a AIDS, celebrado mundialmente em 1º de dezembro. Esta data – que é mais que um momento simbólico, sobretudo no atual momento de redução de investimentos globais &#8211; trata-se de um momento estratégico para reafirmar compromissos, fortalecer alianças e dar visibilidade às pessoas e comunidades que constroem, diariamente, a resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do mês de dezembro, o UNAIDS participou de atividades presenciais e virtuais que dialogaram com diferentes públicos. Essas ações conectaram memória, política pública, cultura, comunicação e, principalmente, com as comunidades no centro da resposta. Todas tiveram um objetivo comum: reafirmar que o fim da AIDS como problema de saúde pública é possível, mas isso só será possível desde que o acesso aos serviços de saúde chegue a todas as pessoas.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Celebração dos 40 anos da resposta brasileira em parceria com o Ministério da Saúde à AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da epidemia, o Brasil construiu uma resposta reconhecida internacionalmente. Essa história foi marcada pela defesa do acesso universal ao tratamento, pela participação ativa da sociedade civil e pela incorporação da resposta ao estigma como eixo central das políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS, no escopo das atividades da parceria com o Ministério da Saúde, participou de diversas oficinas e atividades que trataram da história do HIV no país. “Brasil e o SUS como referências internacionais na resposta à aids” foi um dos temas abordados na série de oficinas. Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil esteve na mesa de debates que contou, ainda, com nomes importantes na resposta nacional ao HIV como José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde; Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e&nbsp;Ambiente/MS; Igor Barbosa, chefe da Divisão de Saúde Global/MRE; Marise Ribeiro, chefe da Assessoria Especial de Assuntos&nbsp;Internacionais/MS; Luiza Lopes, Embaixadora, Diretora-Adjunta da Agência Brasileira de Cooperação; Brice Fodda, Ministro Conselheiro, Embaixada da França no Brasil; Nísia Trindade, ex-ministra da Saúde e membra do Conselho Global sobre Desigualdades, Aids e Pandemias.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2026/01/54965464047_9124eba189_c.jpg" alt=""/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sup><strong>Oficina &#8220;Brasil e o SUS como referências internacionais na resposta à aids”. Foto: Zeca Miranda &#8211; SVSA/MS</strong></sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, o Brasil também celebrou que, pela primeira vez, foram registrados menos de 10 mil óbitos relacionados à AIDS.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/27144122"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/27144122/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque das celebrações é a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids ”, realizada em parceria com o Sesi Lab, em Brasília. A mostra – que está em disponível até o dia 30 de janeiro &#8211; integra o mês de conscientização e convidou o público a refletir sobre a história da epidemia, os avanços científicos e o papel fundamental do ativismo na resposta ao HIV no Brasil.</p>



<a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/unaidsbrasil/albums/72177720330725235" title="Abertura da Exposição &quot;40 anos da resposta brasileira à aids&quot; | 01/12/2025"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/54965731863_175b264c8b_h.jpg" width="1600" height="1200" alt="Abertura da Exposição &quot;40 anos da resposta brasileira à aids&quot; | 01/12/2025"/></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição reúne conteúdos informativos, registros históricos e elementos visuais que conectam passado e presente. Ao percorrer a mostra, visitantes podem compreender como a resposta ao HIV evoluiu ao longo das décadas e como a ciência, aliada à mobilização social, transformou o curso da epidemia no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas atividades são resultado da parceria entre Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Sesi Lab, Museu da Pessoa, ONG Pela Vidda, UNAIDS e Ministério da Saúde.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sessão Solene em Homenagem ao Dia Mundial de Luta contra a AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS também esteve presente em uma sessão realizada na Câmara dos Deputados, dedicada ao debate sobre a resposta ao HIV no Brasil. A atividade, presidida pela deputada federal e coordenadora da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às IST, HIV/AIDS e Hepatites Virais Erika Kokay, reforçou a necessidade de uma abordagem multidisciplinar, que vá além do campo da saúde e incorpore educação, assistência social, direitos humanos, cultura e comunicação.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/a1z4CyVRRAs?si=ylBjjA9Vxa0b__ap" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o debate trouxe à tona a urgência de combater o estigma e a discriminação, que ainda afastam pessoas da testagem, da prevenção e do tratamento, inclusive os mais atuais como os medicamentos injetáveis de longa duração. O UNAIDS ressaltou que leis, políticas e discursos públicos têm impacto direto na vida das pessoas que vivem com HIV. Portanto, o compromisso do Legislativo é fundamental para garantir um ambiente mais justo, inclusivo e livre de preconceito.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Ator Cauã Reymond participa de ação de conscientização em vídeo para o UNAIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O ator <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DRuTRAvja4H/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener" title="">Cauã Reymond se uniu ao UNAIDS</a></span> em uma parceria para ampliar a conscientização sobre estigma e à discriminação relacionadas às pessoas que vivem com HIV no Brasil. A mãe de Cauã viveu com HIV e ele compartilhou esse relato no programa “Lady Night”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretende alcançar especialmente jovens e comunidades mais vulneráveis, destacando que o HIV não deve ser motivo de exclusão, mas sim de solidariedade e engajamento coletivo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Nessa semana, o ator <a href="https://twitter.com/cauareymond?ref_src=twsrc%5Etfw">@cauareymond</a> participou do Lady Night, da <a href="https://twitter.com/Tatawerneck?ref_src=twsrc%5Etfw">@Tatawerneck</a>, e falou sobre o impacto da discriminação que a sua mãe, que vivia com HIV, passou ao longo da vida.   O estigma relacionado ao HIV pode afastar as pessoas dos serviços de saúde e de vidas saudáveis. <a href="https://t.co/Ui206cBmqX">pic.twitter.com/Ui206cBmqX</a></p>&mdash; UNAIDS Brasil (@UNAIDSBrasil) <a href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil/status/1959064475597668807?ref_src=twsrc%5Etfw">August 23, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Parcerias com redes nacionais de pessoas que vivem com HIV fortalecem protagonismo comunitário</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS se uniu às seis redes de pessoas que vivem com HIV que fazem parte do GT UNAIDS – ANAIDS, RNP+, RNAJVHA, MNCP, RNTTHP e Coalizão + Brasil &#8211; para compartilhar as expectativas para o futuro da resposta à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vozes da sociedade civil seguem essenciais para garantir avanço, equidade e o compromisso coletivo com o fim da AIDS como ameaça à saúde pública. As lideranças e pessoas que vivem com HIV pedem a cura definitiva, para encerrar o ciclo de cansaço com medicamentos e pesquisas, e a garantia de qualidade de vida, para que as futuras gerações vivam sem estigma, discriminação e livre da AIDS.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/uSZi_mgWUVs?si=zhTLsfUrXf6NnJSN" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Certificação da eliminação da transmissão de HIV no Brasil</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil anunciou a eliminação da transmissão vertical do HIV – quando não há a infecção para a criança na hora do parto ou amamentação – como problema de saúde pública, . Esse marco foi possível graças a ampliação de testagem, ado acesso às terapias antirretrovirais via Sistema Único de Saúde (SUS) e à melhoria dos serviços de pré-natal, o que resultou em uma cobertura superior a 95% em testagem e tratamento de gestantes vivendo com HIV e em taxas de transmissão abaixo dos critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação foi <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-parabeniza-o-brasil-pela-eliminacao-da-transmissao-vertical-do-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">entregue ao presidente Lula</a></span> pelo diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e contou com participação da diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, do médico Drauzio Varella e Renata, representante do MNCP.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Campanha com Globo em parceria com o UNAIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS, em parceria com a TV Globo, lançou uma campanha nacional de comunicação voltada ao enfrentamento do estigma e da discriminação contra pessoas que vivem com HIV, no contexto do Dia Mundial de Luta contra a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa utilizou personagens emblemáticos da teledramaturgia brasileira para reforçar mensagens de respeito, dignidade e inclusão, alcançando milhões de pessoas por meio da veiculação em rede nacional e integrando uma cooperação estratégica de longa data entre o UNAIDS e a emissora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha – que foi veiculada entre os dias 01 e 20 de dezembro, alcançou cerca de 70 milhões de pessoas por dia &#8211; destaca que, apesar dos avanços científicos e da resposta brasileira ao HIV, o estigma ainda representa uma barreira significativa ao exercício pleno de direitos.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por Globo (@somosglobo)</a></p></div></blockquote>
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<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de todas essas iniciativas, o UNAIDS reforçou mensagens-chave: a importância do acesso à prevenção combinada, do diagnóstico oportuno, do tratamento como prevenção e da resposta permanente para evitar o estigma e à discriminação. Além disso, destacou que a resposta ao HIV deve ser inclusiva, interseccional e baseada em direitos humanos.<a id="_msocom_1"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-title="Dia Mundial da AIDS 2025: confira as atividades do UNAIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/dia-mundial-da-aids-2025-confira-as-atividades-do-unaids/">Dia Mundial da AIDS 2025: confira as atividades do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 15:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um novo relatório do UNAIDS divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/11/UNAIDS_WAD_report.pdf" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">novo relatório do UNAIDS</span></a> divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque nos países de baixa e média renda com mais incidência de HIV.</p>



<span id="more-30939"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As reduções abruptas na assistência internacional ao HIV em 2025 aprofundaram os déficits de financiamento existentes. A OCDE estima que a assistência externa à saúde deverá cair entre 30 e 40% em 2025 em comparação com 2023, causando interrupções imediatas e ainda mais graves nos serviços de saúde em países de baixa e média renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A crise de financiamento expôs a fragilidade do progresso que lutamos tanto para alcançar”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Por trás de cada dado deste relatório estão pessoas, bebês e crianças que não tiveram acesso a exames de HIV ou diagnóstico precoce, mulheres jovens que não receberam apoio à prevenção e comunidades que de repente ficaram sem serviços e cuidados. Não podemos abandoná-las. Precisamos superar essa interrupção e transformar a resposta à AIDS.”</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Um sistema global em choque</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de prevenção — que já estavam sob pressão antes da crise — foram os mais afetados. Reduções significativas no acesso a medicamentos para prevenir o HIV (profilaxia pré-exposição, conhecida como PrEP) e quedas acentuadas na circuncisão médica voluntária para prevenção do HIV deixaram uma lacuna significativa na proteção de milhões de pessoas. O fim dos programas de prevenção do HIV concebidos com e para mulheres jovens privou as adolescentes e as mulheres jovens de serviços de prevenção do HIV, saúde mental e violência de gênero em muitos países. Isso aumenta ainda mais a sua exposição à vulnerabilidade &#8211; em 2024, havia globalmente 570 novas infecções por HIV todos os dias entre mulheres jovens e meninas com idades entre 15 e 24 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações lideradas pela comunidade — a base da resposta ao HIV e que conseguiam alcançar as pessoas mais expostas ao HIV — relatam fechamentos generalizados, com mais de 60% das organizações lideradas por mulheres suspendendo programas essenciais. Os serviços para populações-chave, incluindo serviços para homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis e pessoas trans, também foram severamente afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fracasso em atingir as metas globais para o HIV de 2030 da próxima <a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-a-aids-2026-2031/" target="_blank" rel="noopener" title="">Estratégia Global para a AIDS</a> pode resultar em 3,3 milhões de novas infecções por HIV entre 2025 e 2030.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Preocupações crescentes com os direitos humanos</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A crise de financiamento se desenrolou em um contexto de fragilização do ambiente global dos direitos humanos, com consequências particularmente graves para as populações marginalizadas. Em 2025, o número de países que criminalizam a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo e a expressão de gênero aumentou pela primeira vez desde que o UNAIDS começou a monitorar leis punitivas em 2008. As restrições à sociedade civil — particularmente aquelas que trabalham com populações-chave em todo o mundo e mulheres jovens e meninas na África Subsaariana — estão prejudicando ainda mais o acesso essencial aos serviços de HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Resiliência e inovação oferecem esperança</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses desafios, vários países tomaram medidas rápidas na tentativa de&nbsp;suprir&nbsp;as lacunas de financiamento. Como resultado, muitos países estão demonstrando&nbsp;resiliência no que diz respeito&nbsp;ao&nbsp;tratamento para o&nbsp;HIV. Alguns países relataram números relativamente estáveis ou mesmo um aumento nas novas iniciações&nbsp;de tratamento antirretroviral como resultado de medidas rápidas para manter os serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países Nigéria, Uganda, Costa do Marfim, África do Sul e Tanzânia comprometeram-se a aumentar os investimentos nacionais para serviços de HIV. O UNAIDS está trabalhando com mais de 30 países para acelerar os planos nacionais de sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação também está ganhando impulso. As tecnologias de prevenção de longa duração do HIV — incluindo injeções duas vezes ao ano para prevenir o vírus — têm o potencial de prevenir milhares de novas infecções em locais de alta incidência. Novas parcerias anunciadas em 2025 pela Fundação Gates, UNITAID, Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.state.gov/pepfar/" target="_blank" rel="noopener" title="">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS</a></span> (PEPFAR) lançaram iniciativas para garantir o acesso generalizado a formulações genéricas de medicamento com preços acessíveis — cerca de US$ 40 por pessoa.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos o que funciona — temos a ciência, as ferramentas&nbsp;biomédicas&nbsp;e as&nbsp;estratégias comprovadas”, afirmou&nbsp;Winnie&nbsp;Byanyima.&nbsp;“O que precisamos agora é de coragem política. Investir nas comunidades, na prevenção, na inovação e na proteção dos direitos humanos como caminho para acabar com a AIDS.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aa segunda metade de 2025&nbsp;demonstrou&nbsp;alguma esperança para a manutenção do financiamento internacional crítico. Os EUA divulgaram&nbsp;sua nova Estratégia Global de&nbsp;Saúde, “<em>America&nbsp;First</em>”,&nbsp;e&nbsp;estão estabelecendo acordos bilaterais com cerca de 70 países para continuar o financiamento durante uma transferência progressiva para respostas nacionais autossuficientes ao HIV nos próximos dois a cinco anos. A recente&nbsp;conferência&nbsp;de reposição do Fundo Global também gerou promessas de US$ 11,34 bilhões, com mais parceiros ainda por vir. Esta é uma conquista extraordinária.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Chamado à ação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo, 1,3 milhão de novas infecções ocorreram em 2024 e 9,2 milhões de pessoas ainda não têm acesso ao tratamento.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS, o UNAIDS apela às lideranças globais para que:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reafirmem a solidariedade global, o multilateralismo e o compromisso coletivo de combater e acabar com a AIDS de forma conjunta.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Essa é a base do nosso progresso até o momento. Os compromissos com a saúde e a dívida assumidos na Declaração dos Lideranças na Cúpula do G20 e na reposição do Fundo Global no último fim de semana reforçam os sinais de esperança.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mantenham o financiamento para a resposta global</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>A assistência internacional deve ser mantida para os países que mais precisam dela, a fim de garantir uma transição gradual, segura e sustentável para o financiamento doméstico.</li>



<li>O financiamento doméstico não tem condições de crescer rápido o suficiente para preencher essa lacuna, portanto, o apoio global contínuo é fundamental.</li>



<li>Os compromissos com uma reestruturação urgente e significativa da dívida, de acordo com a Declaração das Lideranças do G20, são essenciais para liberar recursos atualmente vinculados ao pagamento da dívida.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Investir em inovação, incluindo opções acessíveis de prevenção e tratamento de longa duração.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Expandir e acelerar a implementação do lenacapavir para atingir rapidamente 20 milhões de pessoas</li>



<li>Licenciar mais empresas para produzir em escala, a fim de reduzir ainda mais os custos</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Defender os direitos humanos. Empoderar as comunidades.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Apelamos a todos os parceiros para que defendam o direito à saúde como um direito humano fundamental. Isso significa defender com firmeza a autonomia corporal e a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, garantindo que todas as pessoas tenham a liberdade e a dignidade de tomar decisões sobre o seu próprio corpo e saúde.</li>



<li>E devemos fortalecer as ações lideradas pela comunidade, porque as comunidades estão no centro de todas as respostas bem-sucedidas. Suas vozes, liderança e experiência de vida impulsionam o progresso e a responsabilidade.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de luta, a resposta global ao HIV estava perto de atingir seu objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. O mundo avançou muito — e conquistou muito — para permitir que o progresso se desfaça neste momento de oportunidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o nosso momento de escolher”, disse Winnie Byanyima. “Podemos permitir que esses choques desfaçam décadas de conquistas duramente alcançadas ou podemos nos unir por uma visão compartilhada de acabar com a AIDS. Milhões de vidas dependem das escolhas que fazemos hoje.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrevistas, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">kedzierskith@unaids.org</span></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse também a <a href="http://UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">ficha informativa</span></a> 2025.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/">UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lançamento do Relatório do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/11/lancamento-do-relatorio-do-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 16:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV. A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/lancamento-do-relatorio-do-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</a></span>”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV.</p>



<span id="more-30919"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e dúvidas sobre o futuro da coordenação global do HIV criou o cenário mais desafiador em mais de duas décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, comemorado sempre em 1º de dezembro, o UNAIDS lançará um novo relatório na terça-feira, 25 de novembro, destacando o impacto dos cortes de financiamento e algumas das medidas adotadas por países e comunidades para manter o avanço da resposta ao HIV, apesar das diminuições de recursos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV sempre foi uma prova do que a humanidade pode alcançar quando há união. Até hoje, ações coletivas globais salvaram milhões de vidas. Esse progresso está ameaçado. Nenhum país pode responder ao HIV individualmente. Globalmente, cerca de 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV, destas, 22,1% &#8211; cerca de 9 milhões de pessoas &#8211; não estão em tratamento e 2024 foram registradas 1,3 milhão de novas infecções por HIV. &nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o lançamento do Relatório</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Coletiva de imprensa para o lançamento do relatório do UNAIDS para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 – <em>Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 25 de novembro, 10h00 às10h45, horário de Brasília, em inglês.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Palestrantes</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</li>



<li>Byrone Chingombe, diretor técnico do Centre for Sexual Health and HIV/AIDS Research (CeSHHAR), de Harare, Zimbábue</li>



<li>Angeli Achrekar, vice-diretora executiva do UNAIDS</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do relatório será realizado de forma virtual. Clique no link abaixo para acompanhar: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais relacionados ao lançamento do Relatório Global estão sob embargo até dia 25 de novembro,<strong> </strong>às 10 horas, horário de Brasília.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao material embargado, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">kedzierskith@unaids.org</a>  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a imprensa internacional que deseja participar da coletiva remotamente, por favor, contatar:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Charlotte Sector</strong> | tel. +41 79 500 8617 | <a href="mailto:sectorc@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sectorc@unaids.org</a> <br><strong>Michael Hollingdale</strong> | tel. +41 79 500 2119 | <a href="mailto:hollingdalem@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hollingdalem@unaids.org</a> </p>
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		<title>Opinião: &#8220;Enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 18:59:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;. Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar. Assim como esses avanços, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;.</p>



<span id="more-29264"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como esses avanços científicos demonstram o melhor da humanidade, no entanto, estamos testemunhando e vivendo tempos em que o pior da humanidade é exposto, onde a desumanização e o sofrimento são abundantes, e onde uma vida é considerada mais importante que outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximadamente 9,3 milhões de pessoas vivendo com HIV não estão recebendo tratamento. Grupos marginalizados—como a comunidade LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, mulheres e meninas—não têm o mesmo acesso a informações de saúde, medicamentos e apoio, porque suas circunstâncias de alguma forma tornam essas pessoas indignas. Chocantemente, 44% de todas as novas infecções por HIV no mundo são entre mulheres e meninas. O risco de infecção por HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens do que para a população geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade ameaça nosso futuro. O estigma e a discriminação, o medo e a negligência estão afastando milhões de pessoas dos serviços de saúde que salvam vidas e impedindo o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública. Isso, para mim, é de partir o coração, tanto pessoalmente quanto como fundador da <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.eltonjohnaidsfoundation.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elton John AIDS Foundation</a></span></em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando criei a Fundação em 1992, não havia medicamentos revolucionários, nem apoio governamental—mas havia muito ódio aos gays e muita vergonha em relação à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, vimos grandes avanços. Testes eficazes de HIV, tratamento, prevenção e medicamentos pós-exposição, e os fundos para expandir dramaticamente seu uso, por iniciativas como o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/06/unaids-e-fundo-global-assinam-novo-quadro-estrategico-para-colaboracao-no-combate-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundo Global para Combater a AIDS, Tuberculose e Malária</a></span>, ajudaram dezenas de milhões de pessoas a acessar cuidados que salvam vidas. Mas a vergonha—a ideia de que as pessoas afetadas pelo HIV não merecem nossa ajuda—agonizantemente persiste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu conheço o sentimento de vergonha e o que ele pode fazer. Cresci em uma era em que ser gay era visto como pecado. Embora nunca tenha escondido minha sexualidade, uma das razões pelas quais, mesmo como cantor e compositor de sucesso, passei a usar drogas foi porque sentia que não era amável o suficiente. Se não houvesse pessoas que realmente me vissem pelo que sou, em vez de me descartarem por causa da minha homossexualidade ou do meu vício, eu não estaria vivo hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vergonha causa sofrimento e perda. Os custos humanos que ela carrega são monumentais. Sabemos que o suicídio, a saúde mental precária, o abuso de substâncias e o risco de HIV são exacerbados pelo medo, ódio e marginalização. É hora de entendermos o verdadeiro preço e a perda da vergonha. Quando você considera as milhões de pessoas que foram desumanizadas e desfavorecidas pela diferença e indiferença—cientistas, artistas, pessoas acadêmicas e escritoras, lideranças de todos os tipos—cujas etiquetas os definiram e, em última análise, os destruíram e os dons que tinham a oferecer—parece que, como mundo, estamos sabotando nosso futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, um número crescente de &#8220;nós&#8221;, como pode ser politicamente conveniente definir, está se tornando &#8220;eles&#8221; para muitas de nossas lideranças e quem as segue. Em nosso mundo, e em um momento em que a própria democracia muitas vezes parece estar à beira do colapso, os valores democráticos de liberdade, igualdade e respeito mútuo estão sendo sistematicamente desafiados ou descartados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos eliminar os rótulos de &#8220;nós&#8221; e &#8220;eles&#8221;, de &#8220;indignos&#8221; e &#8220;dignos&#8221;, em nossas sociedades—rótulos que levam a doença para a clandestinidade, causam sofrimento imensurável e, em última análise, destroem o potencial necessário e precioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o trabalho da Elton John AIDS Foundation se concentra nas pessoas que muitas vezes estão sendo deixadas para trás. Trabalhamos em alguns dos países e contextos mais desafiadores porque acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública depende do acesso para todas as pessoas, em todos os lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas também precisamos que os governos de todo o mundo invistam em programas de prevenção, testagem e cuidados que possam manter as pessoas seguras; construir sistemas de saúde que não discriminem; e investir e compartilhar a riqueza de novas tecnologias e tratamentos que podem, em última análise, acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública. Acima de tudo, as lideranças devem remover as leis que promovem o estigma e a discriminação, para que, como sociedades, possamos fomentar culturas que celebrem as diferenças, não as demonizem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma capela na minha casa em Windsor dedicada às amizades que perdi para a AIDS; suas memórias estão gravadas na minha alma. E de todas as pessoas que conheci nas últimas quatro décadas, desde uma jovem mãe em um bairro pobre da África do Sul até um homem gay em Kiev, aprendi que, enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ciência, medicina e tecnologia podem ser o &#8220;quê&#8221; para acabar com a AIDS, mas inclusão, empatia e compaixão são o &#8220;como&#8221;. Demonizar outras pessoas, torná-las bodes expiatórios e assustar a sociedade sobre elas vem com muito drama e disfarce e se presta a segredos e mentiras. Abraçar as pessoas por suas diferenças honestas, reconhecer que todos temos uma contribuição única a fazer no mundo e que valemos a pena ser amados e salvos, é mais desafiador no mundo de hoje, mas, em última análise, mais enriquecedor e mais nobre. Certamente estamos à altura desse desafio?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Elton John</strong><br>Músico e fundador da Elton John AIDS Foundation &#8211; Artigo publicado no relatório do UNAIDS “Sigamos o caminho dos direitos”, lançado em 26 de novembro de 2024</em>.</p>
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		<title>Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi Vidarte, representante do UNAIDS Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 01:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos. Em 2023, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Em 2023</a></span>, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou em uma redução significativa nas mortes relacionadas à AIDS, com queda de 51% no mesmo período.</p>



<span id="more-29178"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o progresso global avança de forma muito lenta: em pelo menos 28 países, as novas infecções por HIV estão aumentando e particularmente na América Latina aumentou 9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que o HIV não é uma questão biomédica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil lidera a resposta global há mais de 40 anos. Foi o primeiro país a oferecer tratamento de forma gratuita e disponibiliza uma variedade de ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento e informação para que cada pessoa possa tomar decisões sobre seus corpos de acordo com as suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) mostra ao mundo qual é o caminho certo para promover a resposta ao HIV: pelo caminho dos direitos humanos, respeitando todas as pessoas. Em 2024, foram mais de 311 milhões de preservativos e mais de 9 milhões de autoteste para HIV distribuídos gratuitamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/painel-prep" target="_blank" rel="noopener" title="">o Brasil alcançou o número de 100 mil pessoas usuárias de PrEP</a></span>, a Profilaxia Pré-exposição, um medicamento capaz de prevenir o HIV. Esse número representa um marco no que diz respeito à diversidade de estratégias fornecidas pelo SUS. Essa também é uma oportunidade para que pensemos e planejemos a prevenção do HIV a partir da perspectiva da escolha.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/19735829"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19735829/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, mais do que nunca, o HIV é uma questão de desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lacunas no reconhecimento dos direitos humanos para todas as pessoas estão impedindo que estejamos no caminho para a eliminação da AIDS e estão prejudicando a saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É urgente que eliminemos as barreiras de acesso à saúde. A criminalização, discriminação e marginalização de grupos de pessoas estão prejudicando que os direitos dessas populações sejam respeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por causa do impacto da discriminação que o risco de contrair o HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), nove vezes maior para profissionais do sexo e 20 vezes maior para mulheres trans do que para a população em geral, em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, há esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que vivem com HIV, profissionais do sexo, as pessoas LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, pessoas quilombola, pessoas com deficiência e pessoas indígenas precisam ter seus direitos e demandas reconhecidas para que possam acessar os serviços sem discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizando um trabalho conjunto com governos e sociedade civil conseguiremos garantir que todas as populações mais expostas à desigualdade sejam priorizadas na resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2024-sigamos-o-caminho-dos-direitos/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoa</span></a>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/">Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi Vidarte, representante do UNAIDS Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/12/dia-mundial-da-aids-2022-mensagem-de-claudia-velasquez-diretora-e-representante-do-unaids-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 13:04:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Mundial da AIDS de 2022, o UNAIDS faz um chamado por EQUIDADE JÁ. Lançamos esta semana um novo relatório, chamado Desigualdades Perigosas, que traz um vigoroso alerta sobre como as múltiplas desigualdades estão limitando o avanço da resposta ao HIV e à AIDS em todo o mundo. O resultado tem sido um, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/12/dia-mundial-da-aids-2022-mensagem-de-claudia-velasquez-diretora-e-representante-do-unaids-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Neste <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-da-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia Mundial da AIDS</a></span> de 2022, o UNAIDS faz um chamado por EQUIDADE JÁ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançamos esta semana um novo relatório, chamado <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/dangerous-inequalities_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desigualdades Perigosas</a></span>, que traz um vigoroso alerta sobre como as múltiplas desigualdades estão limitando o avanço da resposta ao HIV e à AIDS em todo o mundo.</p>



<span id="more-22886"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado tem sido um aumento nos casos de infecção pelo HIV e de mortes em decorrência da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não nos enganemos, as desigualdades matam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, por isso, precisam ser respondidas com coragem e ousadia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental garantir que sejam oferecidos os serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e da AIDS. O Brasil é um exemplo ao ter estes serviços disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único da Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, claramente, isto não é suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como mostra nosso relatório, as desigualdades criam barreiras que impedem as pessoas em vulnerabilidade de acessar estes serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Violência de gênero, masculinidade tóxica, racismo estrutural, estigma e discriminação e pobreza extrema são apenas algumas das manifestações das desigualdades para os quais é necessária uma ação imediata e coordenada entre os diversos níveis de governos, setor privado e sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Igualmente importante é garantir que as comunidades e as pessoas vivendo ou convivendo com o HIV e a AIDS estejam no centro das estratégias, das políticas e das ações desenvolvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com as desigualdades exige uma abordagem multisetorial, que realmente reconheça como elas se cruzam para afetar de maneira brutal a vida de milhões de pessoas todos os dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com a pandemia de HIV/AIDS até 2030 está longe de ser uma utopia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos todos os instrumentos para conseguir esta meta, que foi acordada pelos países, incluindo o Brasil, na Assembleia Geral da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cumprir esta meta está, portanto, em nossas mãos, nas mãos desta geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, para isso, temos de acabar com as desigualdades e garantir <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/10/dia-mundial-da-aids-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EQUIDADE JÁ</a></span>!</p>



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</div><figcaption class="wp-element-caption">Mensagem de Claudia Velasquez para o Dia Mundial da AIDS 2022</figcaption></figure>
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 23:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Mundial da AIDS é um momento para homenagear mais de 40 milhões de vidas perdidas por doenças relacionadas à AIDS, fazer um balanço da resposta à AIDS e comprometer-se a acabar com de AIDS. Esta semana, lançamos o relatório Desigualdades Perigosas. Nele, chamamos a atenção do mundo para uma realidade alarmante: não, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/11/dia-mundial-da-aids-2022-mensagem-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-da-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia Mundial da AIDS</a></span> é um momento para homenagear mais de 40 milhões de vidas perdidas por doenças relacionadas à AIDS, fazer um balanço da resposta à AIDS e comprometer-se a acabar com de AIDS.</p>



<span id="more-22880"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta semana, lançamos o relatório <strong><em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/dangerous-inequalities_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desigualdades Perigosas</a></span></em></strong>. Nele, chamamos a atenção do mundo para uma realidade alarmante: não estamos no caminho certo para acabar com a AIDS até 2030, e a causa são as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas há uma boa notícia: garantindo equidade já, podemos acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, existem três passos importantes.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Primeiro passo: Devemos garantir a equidade para as mulheres e meninas a fim de reduzir seus riscos para o HIV.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Na África subsaariana, meninas adolescentes e mulheres jovens têm três vezes mais probabilidade de serem infectadas pelo HIV do que meninos e homens da mesma idade. O fator determinante é a desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Permitir que meninas permaneçam na escola até completarem o ensino médio reduz sua vulnerabilidade à infecção pelo HIV em até 50%. Quando incluímos uma educação sexual abrangente e outras medidas para o empoderamento das meninas, este risco é reduzido ainda mais. É por isso que 12 países do continente africano se uniram na Iniciativa <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/07/education-plus-e-lancada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais Educação</a></span>, apoiada pelas Nações Unidas para tornar esta intenção uma realidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disto, devemos combinar serviços de saúde sexual e reprodutiva com serviços de prevenção e resposta à violência sexual e de gênero e ao HIV. Estes serviços devem ser projetados para servir a todas as mulheres e meninas, em toda a sua diversidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Segundo passo: Devemos garantir equidade para todas as pessoas marginalizadas.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação contra as pessoas marginalizadas está prejudicando a resposta ao HIV. Globalmente, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) têm 28 vezes mais probabilidade de serem infectados pelo HIV. O risco é de 35 vezes para pessoas usuárias de drogas injetáveis; 30 vezes para profissionais do sexo e 14 vezes para mulheres trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não vamos acabar com a AIDS a menos que possamos acabar com ela para todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência é nítida: quando se descriminaliza, as pessoas se apresentam para os serviços. A descriminalização salva vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui estão dois exemplos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na África do Sul, onde as relações entre pessoas do mesmo sexo são permitidas por lei, homens gays têm 60% mais probabilidade de viver com o HIV. Em Uganda, entretanto, onde as relações entre homens gays são criminalizadas, a probabilidade para eles sobre a 240%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Tailândia, onde as relações entre pessoas do mesmo sexo são permitidas por lei, homens gays têm 11 vezes mais probabilidade de viver com o HIV do que outros homens. Na Malásia, por outro lado, as relações entre homens gays são criminalizadas, e isto aumenta sua probabilidade de infecção pelo HIV em 72 vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem boas notícias, entretanto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há um impulso crescente da Ásia à África e ao Caribe para descriminalizar as relações entre pessoas do mesmo sexo. Nos últimos anos, isso aconteceu na Angola, Butão e Botsuana. Mais recentemente, em São Cristóvão e Névis, Singapura, Antígua e Barbuda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 68 países, estas leis ainda existem. Temos de mandar estas leis prejudiciais e coloniais para a história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não precisamos apenas descriminalizar, precisamos combater o estigma, que é um julgamento da sociedade sobre as pessoas pelo que elas são. E o estigma mata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental acabar com o estigma das pessoas que vivem com o HIV e das comunidades marginalizadas. Precisamos do envolvimento de todas as lideranças políticas, religiosas, tradicionais e culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantem-se. Busquem equidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Terceiro passo: Diagnóstico e tratamento para crianças</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Uma desigualdade que me parte o coração é aquela contra as crianças que vivem com o HIV. Com a ciência que temos hoje, nenhum bebê deveria nascer com HIV e nenhuma criança que tenha HIV deveria ficar sem tratamento. Mas, hoje, enquanto três quartos de pessoas adultas que vivem com o HIV estão em tratamento, apenas metade das crianças estão. Isto é intolerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não permitiremos que esta vergonhosa e evitável injustiça continue. É por isso que as Nações Unidas, parcerias internacionais, a sociedade civil e os governos dos 12 países com os maiores encargos se uniram e formaram a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/08/nova-alianca-global-e-lancada-para-acabar-com-a-aids-em-criancas-ate-2030/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aliança Global para acabar com a AIDS em crianças</a></span>. Estamos nos movendo. A Tanzânia será a sede do lançamento oficial da Aliança no início do próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, mas igualmente crucial: para acabar com a AIDS, devemos enfrentar as desigualdades em termos de recursos.</p>



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</div><figcaption class="wp-element-caption">Mensagem de Winnie Byanyima para o Dia Mundial da AIDS 2022</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A crise da COVID-19 e a guerra na Ucrânia aumentaram as desigualdades em todo o mundo. Todos os dias, os países do G20 recebem 136 milhões de dólares em reembolsos de dívidas de países pobres do hemisfério sul. Enquanto isso, nestes países, o pagamento da dívida é quatro vezes maior do que o investimento em saúde e o dobro do que é investido em educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio a uma crise de dívida, austeridade e desigualdade que atinge os países em desenvolvimento, alguns países ricos reduziram a ajuda para a saúde global e estão considerando cortes ainda mais robustos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto não é correto. Agora não é o momento de dar passos para trás, mas, sim, de seguirmos adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos de lembrar: é por meio da solidariedade internacional que reduzimos as desigualdades no financiamento e obtivemos ganhos surpreendentes contra a AIDS, incluindo trazer mais de 28 milhões de pessoas para tratamentos que salvam vidas. E devemos completar o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da AIDS, o UNAIDS se une às pessoas vivendo com HIV e comunidades ao redor do mundo em um chamado compartilhado à ação: <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/10/dia-mundial-da-aids-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Equidade Já</a></span>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos garantir a equidade de acesso aos direitos, aos serviços, aos recursos e à melhor ciência e medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É dessa forma que vamos acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O texto original, em inglês, pode ser conferido</em>&nbsp;<em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2022/november/2022-world-aids-day-message-from-executive-director-winnie-byanyima">aqui</a></em>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/11/dia-mundial-da-aids-2022-mensagem-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids/">Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 15:14:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[WAD 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo se comprometeu a acabar com a AIDS até 2030. Estamos distantes de cumprir esta meta. Temos de pôr fim às desigualdades que impedem o progresso para acabar com a AIDS. Neste momento corremos o risco de que haja milhões de novas infecções e de mortes. Portanto, no Dia Mundial da AIDS, nossa, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/11/dia-mundial-da-aids-mensagem-de-antonio-guterres-secretario-geral-das-nacoes-unidas/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/11/dia-mundial-da-aids-mensagem-de-antonio-guterres-secretario-geral-das-nacoes-unidas/">Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O mundo se comprometeu a acabar com a AIDS até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos distantes de cumprir esta meta.</p>



<span id="more-22819"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Temos de pôr fim às desigualdades que impedem o progresso para acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento corremos o risco de que haja milhões de novas infecções e de mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-da-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia Mundial da AIDS</a></span>, nossa voz é uma só:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equidade já!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o nosso chamado à ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso que sejam adotadas as medidas práticas já comprovadas para acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto inclui a ampliação do acesso aos serviços mais adequados e de melhor qualidade para o tratamento, diagnóstico e prevenção do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa, também, a necessidade de mais recursos financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São necessárias melhores legislações e a implantação de políticas e práticas voltadas para eliminar o estigma e a discriminação que afetam as pessoas vivendo com HIV, sobretudo aquelas em situação de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as pessoas têm o direito de ser respeitadas e incluídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso também que se promova o compartilhamento de tecnologia para que todas as pessoas tenham acesso ao melhor conhecimento científico sobre HIV, especialmente entre os países de renda alta e os países de baixa e média renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades que perpetuam a pandemia de AIDS podem e devem ser eliminadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, precisamos de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/10/dia-mundial-da-aids-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Equidade Já</a></span>!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Mensagem do secretário-geral sobre o Dia Mundial de Combate à Aids" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/C6pkaDrSmps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Mensagem de Antonio Guterres para o Dia Mundial da AIDS 2022</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-title="Dia Mundial da AIDS 2022: Mensagem de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas" 
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2022: Equidade Já</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/10/dia-mundial-da-aids-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 12:41:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As desigualdades que perpetuam a pandemia de AIDS não são inevitáveis, nós podemos enfrentá-las. No Dia Mundial da AIDS, celebrado em 1º de dezembro, o UNAIDS encoraja cada um de nós a se contrapor às desigualdades que estão impedindo o progresso para acabar com a AIDS. O tema &#8220;Equidade já&#8221; é uma chamada à, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/10/dia-mundial-da-aids-2022/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades que perpetuam a pandemia de AIDS não são inevitáveis, nós podemos enfrentá-las. No Dia Mundial da AIDS, celebrado em 1º de dezembro, o UNAIDS encoraja cada um de nós a se contrapor às desigualdades que estão impedindo o progresso para acabar com a AIDS.</p>



<span id="more-22481"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O tema &#8220;Equidade já&#8221; é uma chamada à ação. É um um convite para que todos nós ponhamos em prática as ações efetivas necessárias para combater as desigualdades e, assim, ajudar acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas ações incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Aumentar a disponibilidade, qualidade e adequação dos serviços, para o tratamento, testagem e prevenção do HIV, a fim de que todas as pessoas sejam bem atendidas.</li><li>Reformar leis, políticas e práticas para superar o estigma e a discriminação experimentados pelas pessoas que vivem com HIV e AIDS e das principais populações marginalizadas, para que todas as pessoas sejam respeitadas e atendidas de forma correta e respeitosa.</li><li>Assegurar o compartilhamento de tecnologias para possibilitar o acesso equitativo das comunidades e diferentes regiões de países desenvolvidos, e de baixa e média renda ao melhor da ciência relacionada ao HIV.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">As comunidades poderão utilizar e adaptar a mensagem &#8220;Equidade já&#8221; para destacar as desigualdades específicas que enfrentam e encorajar as ações necessárias para solucioná-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do UNAIDS sobre a resposta global ao HIV revelam que durante os últimos dois anos, pontuados pela COVID-19 e outras crises globais, o progresso da resposta à pandemia da AIDS tem falhado e os recursos têm diminuído. Como resultado, milhões de vidas estão em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após quatro décadas de resposta ao HIV, as desigualdades ainda são persistentes nos serviços mais básicos, como prevenção, diagnóstico, tratamento e, principalmente, no acesso às novas tecnologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres jovens na África continuam sendo afetadas de forma desproporcional pelo HIV, enquanto a cobertura de programas dedicados a elas permanecem demasiadamente baixa. Em 19 países africanos com alta incidência de HIV, programas de prevenção combinada destinados a meninas adolescentes e mulheres jovens operam em apenas 40% das localidades com alta incidência de HIV.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style:italic;font-weight:300"><p>&#8220;Para manter todas as pessoas seguras e com saúde, precisamos de equidade já.&#8221;</p><cite>Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas um terço das pessoas das populações-chave &#8211; incluindo homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas trans, pessoas que fazem uso de drogas, profissionais do sexo e pessoas em privação de liberdade &#8211; têm acesso regular à prevenção do HIV. Populações-chave enfrentam, também, grandes barreiras jurídicas, incluindo criminalização, discriminação e estigma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faltam apenas oito anos para o fim do prazo da meta de acabar com a AIDS como uma ameaça global à saúde. As desigualdades econômicas, sociais, culturais e jurídicas devem, portanto, ser tratadas com urgência. Em uma pandemia, as desigualdades aumentam os perigos para todas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, o fim da AIDS só pode ser alcançado se lidarmos com as desigualdades que a impulsionam. As lideranças mundiais precisam agir com ousadia e responsabilidade. E todos nós, em todos os lugares, devemos fazer tudo o que pudermos para também ajudar a combater as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de novembro começarão a ser desenvolvidas atividades para o Dia Mundial da AIDS. No fim desse mesmo mês será lançado o relatório do Dia Mundial da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1º de dezembro, Dia Mundial da AIDS, serão realizados eventos em todo o mundo. Estas atividades serão conduzidas não apenas por governos, mas também, mais importante, por comunidades. Por meio de fotos e vídeos compartilhados nas redes sociais e reunidos pelo UNAIDS, será possível ter uma ideia da proporção dos eventos, inspirados pela determinação e esperança das pessoas e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Podemos acabar com a AIDS &#8211; se acabarmos com as desigualdades que a perpetuam. Neste Dia Mundial da AIDS precisamos que todas pessoas se estejam envolvidas e compartilhem a mensagem de que todo mundo se beneficia quando enfrentamos as desigualdades&#8221;, ressalta a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Materiais adaptados para o Dia Mundial da AIDS 2022 serão compartilhados na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-da-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página especial</a></span> sobre o tema, a partir do mês de outubro.</p>
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	            data-title="Dia Mundial da AIDS 2022: Equidade Já" 
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		<title>UNAIDS participa de Sessão Solene sobre o Dia Mundial da AIDS na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/12/unaids-brasil-participa-de-sessao-solene-na-camara-dos-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 18:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 3 de dezembro, Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, fez um discurso na Sessão Solene em celebração do Dia Mundial da AIDS, realizada no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, a convite da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às IST/HIV/Aids e Hepatite e outras Virais do Congresso Nacional., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/12/unaids-brasil-participa-de-sessao-solene-na-camara-dos-deputados/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No dia 3 de dezembro, Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, fez um discurso na Sessão Solene em celebração do Dia Mundial da AIDS, realizada no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, a convite da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às IST/HIV/Aids e Hepatite e outras Virais do Congresso Nacional.</p>



<span id="more-19227"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu discurso, Claudia Velasquez destacou a importância fundamental de garantir que as pessoas mais vulneráveis tenham acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV de forma acolhedora, com zero estigma e zero discriminação. Lembrou também que foi graças à ação e à pressão da sociedade civil e de ativistas em todo o mundo que grande parte dos avanços na resposta ao HIV foram obtidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso completo está abaixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Bom dia a todas, todos e todes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">40 anos atrás foram identificados oficialmente os primeiros casos de AIDS. No começo, a doença era vista como uma sentença de morte, vinculada a uma parcela específica da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, o estigma resultante desta combinação segue ainda presente e forte na percepção de muitas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto acontece apesar dos avanços biomédicos, os quais permitem que, hoje, uma pessoa vivendo com HIV em tratamento e acompanhamento médico regulares, tenha uma vida saudável e produtiva. Com sua carga viral zerada, esta pessoa não transmite mais o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar, entretanto, que a pandemia de AIDS ainda é uma emergência de saúde pública global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, cerca de 1,5 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV em todo o mundo, elevando o número total de pessoas vivendo com HIV para 38 milhões. Nesse mesmo ano, 680 mil pessoas perderam suas vidas para doenças decorrentes da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades, a discriminação e o estigma são fatores cruciais para entendermos como, apesar de todos os avanços na prevenção e tratamento, milhares de pessoas se infectem pelo HIV ou morram em decorrência da AIDS todos os anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante dizer que desigualdade, longe de ser um conceito abstrato, tem cara, voz e história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está traduzida nas pessoas negras, nas que vivem em regiões periféricas, nas que têm uma identidade sexual considerada fora do padrão, nas que vivem em situação de rua ou encarceradas, nas mulheres e meninas, nos povos indígenas e originários e pessoas com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prover ferramentas de prevenção e tratamento do HIV é importantíssimo, mas igualmente fundamental é garantir que as pessoas mais vulneráveis tenham acesso a estes serviços de forma acolhedora, com zero estigma e zero discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos como acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos quais são as desigualdades que obstruem o progresso nessa direção e sabemos como enfrentá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana em que se celebra o Dia Mundial da AIDS vamos lembrar, portanto, que é necessária uma ação corajosa e ousada das lideranças globais, nacionais e subnacionais na resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso, também, reconhecer que foi graças à ação e à pressão da sociedade civil e de ativistas em todo o mundo que grande parte dos avanços na resposta ao HIV foram obtidos. Esta participação segue importante como nunca para garantir que as pessoas e comunidades em maior vulnerabilidade tenham vez e voz em tudo o que se refere à resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está em nossas mãos, nas mãos da nossa geração, acabar com a AIDS até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obrigada!&#8221;</p>



<h6 class="wp-block-heading">Algumas fotos da Sessão Solene</h6>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-4 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="19232" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-19232" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-768x1024.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-225x300.jpeg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-1152x1536.jpeg 1152w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-900x1200.jpeg 900w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8-540x720.jpeg 540w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-8.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados<br>Crédito: UNAIDS / Thais Senra</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" data-id="19233" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-1024x577.jpeg" alt="" class="wp-image-19233" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-1024x577.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-1536x865.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-7.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: UNAIDS / Thais Senra</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="19234" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-19234" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-1024x768.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-300x225.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-768x576.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-1536x1152.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6-720x540.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-6.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: UNAIDS / Thais Senra</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="19235" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-19235" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-1024x684.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-768x513.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-1536x1025.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-2048x1367.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-5-720x481.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="19236" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-19236" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-1024x684.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-768x513.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-1536x1025.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-2048x1367.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-4-720x481.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="19237" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-19237" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-1024x684.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-768x513.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-1536x1025.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-2048x1367.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-3-720x481.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="19238" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1.jpeg" alt="" class="wp-image-19238" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-2-1-720x405.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: UNAIDS / Thais Senra</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" data-id="19239" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-1024x577.jpeg" alt="" class="wp-image-19239" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-1024x577.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-1536x865.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Claudia-Velasquez-Camara-dos-Deputados-1.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Claudia Velasquez em Sessão Solene na Câmara dos Deputados Crédito: UNAIDS / Thais Senra</figcaption></figure>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/12/unaids-brasil-participa-de-sessao-solene-na-camara-dos-deputados/">UNAIDS participa de Sessão Solene sobre o Dia Mundial da AIDS na Câmara dos Deputados</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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