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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Novos resultados indicam que a prevalência do HIV na Nigéria é de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 12:47:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resultados divulgados hoje pelo governo da Nigéria indicam que o país possui uma prevalência nacional de HIV de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos. Estimativas anteriores indicavam uma prevalência nacional de 2,8%. O UNAIDS e a Agência Nacional para Controle da AIDS estimam que existem 1,9 milhão de pessoas vivendo com HIV, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/novos-resultados-de-pesquisa-indicam-que-a-prevalencia-do-hiv-na-nigeria-e-de-14-entre-pessoas-de-15-a-49-anos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Resultados divulgados hoje pelo governo da Nigéria indicam que o país possui uma prevalência nacional de HIV de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos. Estimativas anteriores indicavam uma prevalência nacional de 2,8%. O UNAIDS e a Agência Nacional para Controle da AIDS estimam que existem 1,9 milhão de pessoas vivendo com HIV na Nigéria.<span id="more-10871"></span></p>
<p>Durante um discurso em Abuja, na Nigéria, o Presidente do país, Muhammadu Buhari, saudou a notícia de que há menos pessoas vivendo com HIV do que o estimado anteriormente e lançou a <em>Estratégia Revisada de Abordagem Nacional para HIV/AIDS 2019-2021</em>, que irá guiar o futuro do país na resposta à epidemia. A Nigéria fez um progresso significativo na ampliação dos serviços de tratamento e prevenção do HIV nos últimos anos.</p>
<p>“Pela primeira vez, o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 está realmente no horizonte de nosso país”, disse Muhammadu Buhari, Presidente da Nigéria. “Peço a todos que não cedam, mas sim que aumentem o ímpeto. Vamos trabalhar coletivamente e nos esforçar para percorrer o trecho final.”</p>
<p>Os dados do <em>Indicador Nacional e Pesquisa de Impacto sobre HIV/AIDS na Nigéria (NAIIS)</em> baseiam-se numa metodologia revisada e melhorada. A pesquisa fornece uma compreensão mais clara da epidemia de HIV da Nigéria e lança luz sobre o progresso e as lacunas e desafios remanescentes.</p>
<p>O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, deu as boas-vindas às novas estimativas e disse que compreender melhor a epidemia de HIV da Nigéria permitirá que o país alcance melhor as pessoas vivendo com HIV e as pessoas em maior risco de infecção pelo vírus.</p>
<p>“Eu cumprimento o Governo da Nigéria e seus parceiros pela realização desta pesquisa ambiciosa, que nos fornece uma compreensão muito melhor da epidemia de HIV do país&#8221;, disse Sidibé. “Embora seja uma notícia fantástica que há menos pessoas vivendo com HIV na Nigéria do que se pensava anteriormente, não devemos baixar a guarda. Vamos usar os resultados desta pesquisa para focar melhor nossa prestação de serviços de prevenção, tratamento e assistência ao HIV para as pessoas com maior necessidade e garantir que a Nigéria esteja no caminho certo para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.”</p>
<p>Enquanto a prevalência nacional do HIV na Nigéria é de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos, mulheres entre 15 e 49 anos têm duas vezes mais chances de viver com HIV do que homens (1,9% contra 0,9%). A diferença na taxa de prevalência entre mulheres e homens é ainda maior entre jovens adultos, pois as mulheres entre 20 e 24 anos são mais de três vezes mais propensas a estar vivendo com HIV do que homens jovens da mesma mesma faixa etária. Entre as crianças de 0 a 14 anos, a prevalência do HIV é de 0,2%. Foram feitos esforços significativos nos últimos anos para impedir novas infecções por HIV entre crianças.</p>
<p>Em nível nacional, a supressão da carga viral em pessoas vivendo com HIV de 15 a 49 anos é de 42,3% (45,3% entre mulheres e 34,5% entre homens). Quando as pessoas que vivem com HIV alcançam a carga viral suprimida, elas permanecem saudáveis ​​e <strong>a transmissão do vírus é evitada</strong>.</p>
<p>Compreender melhor a epidemia de HIV no país permitirá investimentos mais eficientes na resposta ao HIV e planejamento mais eficaz para os serviços de prevenção, atendimento e tratamento, incluindo um foco em populações-chave, tais como profissionais do sexo. Isso permitirá a adoção de uma abordagem de localização da população para fornecer serviços às pessoas e áreas onde eles são mais necessários.</p>
<p>Os novos dados diferenciam a prevalência do HIV por estado, indicando uma epidemia que tem um impacto maior em certas áreas do país. A zona Sul-Sul do país tem a maior prevalência de HIV, de 3,1% em pessoas de 15 a 49 anos. A prevalência do HIV também é alta na zona Norte-Central (2,0%) e na zona Sudeste (1,9%). A taxa de é menor nas zonas Sudoeste (1,1%), Nordeste (1,1%) e Noroeste (0,6%).</p>
<p>“Os resultados do <em>Indicador Nacional e Pesquisa de Impacto sobre HIV/AIDS na Nigéria (NAIIS)</em> fornecem uma medida precisa da prevalência do HIV de 1,4% na população nacional. O NAIIS também mostrou que somos capazes de fornecer tratamento antirretroviral de forma efetiva”, disse Isaac F. Adewole, Ministro da Saúde da Nigéria. “Todas as pessoas vivendo com HIV precisam de tratamento para alcançar a supressão viral, especialmente mulheres grávidas. Devemos garantir que essas mulheres tenham acesso aos serviços de pré-natal e sejam testadas durante toda a gravidez. Sabemos que podemos apoiar mães vivendo com HIV, garantindo assim que a próxima geração esteja livre do vírus.”</p>
<p>A Nigéria tem demonstrado progresso constante na ampliação do acesso ao tratamento para pessoas que vivem com HIV, com a adoção de uma política de testagem e tratamento em 2016. Essa medida acelerou ainda mais o encaminhamento de pessoas vivendo com HIV para o tratamento. Entre 2010 e 2017, o número de pessoas vivendo com HIV com acesso à terapia antirretroviral no país quase triplicou, de 360 ​​mil pessoas em 2010 para mais de 1 milhão em 2018. No entanto, as novas estimativas divulgadas hoje indicam que mais da metade das pessoas que vivem com HIV ainda não têm a carga viral suprimida.</p>
<p>Os novos dados são mais precisos, pois são baseados em um sistema de vigilância ampliado com uma metodologia revisada e aprimorada. Nos últimos anos, houve uma expansão significativa na resposta ao HIV no país. O número de locais que oferecem tratamento mais do que triplicou, a quantidade de estabelecimentos que oferecem serviços para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho aumentou oito vezes e o número de locais para aconselhamento e testagem do HIV aumentou quatro vezes. Um total de 11,3 milhões de adultos foram aconselhados e testados para o HIV em 2016, quatro vezes mais do que em 2012.</p>
<p>“É importante que todas as pessoas que vivem com HIV recebam tratamento e alcancem a supressão viral. Para deter a epidemia, precisamos agir agora”, disse Sani Aliyu, Diretor-Geral da Agência Nacional para Controle da AIDS. “Como um governo que trabalha com parceiros, temos o que necessário para apoiar as pessoas vivendo com HIV, fornecer tratamento, proteger suas famílias e ajudar as pessoas a viver uma vida longa e saudável.”</p>
<p>O <em>NAIIS</em> foi liderado pelo Governo da Nigéria por meio do Ministério Federal de Saúde e da Agência Nacional para Controle da AIDS. O UNAIDS, o <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</a></strong> e o <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a> </strong>deram apoio à pesquisa, supervisionada pelo <strong><a href="https://www.cdc.gov/" target="_blank" rel="noopener">Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos</a></strong> e implementada pela <strong><a href="https://www.umd.edu/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Maryland</a></strong>, com um escopo que incluía todos os 36 estados e o Território da Capital Federal da Nigéria. A pesquisa alcançou cerca de 220.000 pessoas em aproximadamente 100.000 lares. O trabalho de campo foi realizado entre julho e dezembro de 2018.</p>
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		<title>Novas infecções por HIV caem 18% nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 21:59:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento do HIV tem desempenhado um papel importante na prevenção ao vírus. Evidências divulgadas recentemente mostram que as novas infecções por HIV nos Estados Unidos caíram 18% entre 2008 e 2014. Contudo, nem todos os grupos se beneficiaram igualmente.As estimativas foram divulgadas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/02/novas-infeccoes-por-hiv-caem-18-nos-eua/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tratamento do HIV tem desempenhado um papel importante na prevenção ao vírus. Evidências divulgadas recentemente mostram que as novas infecções por HIV nos Estados Unidos caíram 18% entre 2008 e 2014. Contudo, nem todos os grupos se beneficiaram igualmente.<span id="more-5251"></span>As estimativas foram divulgadas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, da sigla em inglês) durante a Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections &#8211; CROI), realizada em Seattle (EUA), de 13 a 16 de fevereiro.</p>
<p>Os dados mostram que, embora o número de novas infecções pelo HIV entre as pessoas que usam drogas injetáveis tenha caído 56% entre 2008 e 2014, no mesmo período, não houve declínio entre homens que fazem sexo com homens (HSH).</p>
<p>Nesse último grupo, houve queda em novas infecções por HIV entre os jovens e brancos, mas houve aumento entre outros segmentos &#8211; principalmente entre homens de 25 a 34 anos, onde a alta foi de 35%. Esses aumentos específicos entre os grupos mais vulneráveis &#8211; incluindo homens gays latinos e negros &#8211; contribuíram para que os números gerais de novas infecções entre HSH mostrassem estabilidade no período analisado.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1611" height="695" class="alignnone size-full wp-image-5289" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1.png" alt="20170216_CDC_01-01" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1.png 1611w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1-300x129.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1-768x331.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1-1024x442.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-01-1-720x311.png 720w" sizes="(max-width: 1611px) 100vw, 1611px" /></p>
<p>A queda nas novas infecções por HIV também variou de acordo com localidade, com estados e distritos mostrando quedas de até 10% ao ano, por exemplo, em Washington DC (capital dos EUA), enquanto outros experimentaram declínios menores &#8211; como o Texas, com uma queda anual de 2% &#8211; ou permaneceram estáveis. Contudo, nenhum estado mostrou aumento de novas infecções por HIV.</p>
<p>O CDC atribuiu o declínio de 18% entre 2008 e 2014, em grande parte, ao aumento do número de pessoas vivendo com HIV cientes de seu estado sorológico, com acesso ao tratamento e vivendo com carga viral suprimida, bem como o sucesso de programas anteriores para pessoas usam drogas injetáveis e o uso crescente da profilaxia pré-exposição (PrEP).</p>
<p>Isso mostra a importância da abordagem de Aceleração da Resposta e suas metas de tratamento 90-90-90 para 2020, cujo objetivo é acabar com a epidemia de AIDS até 2030, ao estabelecer que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV sejam diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% das pessoas neste grupo tenham carga viral indetectável.</p>
<p>Embora as estatísticas divulgadas pelo CDC sejam muito encorajadoras, programas específicos adicionais são necessários para alcançar uma redução de 75% até 2020, conforme estabelecido na Declaração Política de 2016 sobre o Fim da AIDS.</p>
<p><img decoding="async" width="1611" height="695" class="alignnone size-full wp-image-5288" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2.png" alt="20170216_CDC_01-02" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2.png 1611w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2-300x129.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2-768x331.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2-1024x442.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/20170216_CDC_01-02-2-720x311.png 720w" sizes="(max-width: 1611px) 100vw, 1611px" /></p>
<p>A variação no declínio de novas infecções do HIV entre diferentes grupos de pessoas e em diferentes estados mostra a importância de uma abordagem sensível a essas questões, na qual os programas se concentrem nas pessoas e localidades que contribuirão para um maior impacto. A abordagem de Prevenção de Alto Impacto do CDC planeja expandir os programas de prevenção por meio dessa resposta voltada à localidade e à população.</p>
<p>(Foto capa: Exposição da <a href="http://www.unaids.org/en/resources/campaigns/unaidsaids2012/aidsmemorialquilt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><em>AIDS Memorial Quilt</em></span></span></a> em Washington, nos EUA, em 2012.  A <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.unaids.org/en/resources/campaigns/unaidsaids2012/aidsmemorialquilt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>AIDS Memorial Quilt</em></a></span></span> é uma colcha de retalhos que vai sendo costurada, retalho a retalho, pelas pessoas que querem homenagear parentes e amigos que tenham morrido de complicações relacionadas à AIDS.)</p>
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