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	<title>Bahia - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS e Embaixada dos Países Baixos levam jovem baiano para Conferência de AIDS, em Amsterdã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2018 20:17:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os cerca de 800 habitantes da Praia do Contrato, no município de Igrapiúna, no sul da Bahia, um menino, filho de pai pescador e mãe marisqueira, sonhava em descobrir a cura da AIDS. E para isso, precisava tornar real o seu sonho de fazer faculdade e escrever uma história diferente daquela que parecia estar traçada para ele dentro de seu povoado. Todos os dias, Vinícius Nascimento cumpria religiosamente um trajeto de mais de cinco horas para ir e voltar da escola—quatro de barco e mais de uma hora de ônibus—,chegando de volta a sua casa só à noite, depois das 20:00.<span id="more-9249"></span></p>
<p>Nesse percurso, chegou a pensar que seria professor de matemática, mas a afinidade com a biologia falou mais alto. E a vontade de ser médico veio como consequência, depois que começou a estudar enfermagem em Feira de Santana, já distante de seus pais. Decidiu que seria melhor trancar a faculdade por seis meses para se dedicar ao vestibular de medicina e, aos 21 anos, quando passou na prova, mudou-se para Salvador.</p>
<p>Cinco anos depois, aos 26, Vinícius começa a escrever um novo capítulo da sua trajetória: no dia 19 de julho, ele embarca para Amsterdã, na Holanda, para participar da Conferência Internacional de AIDS 2018. O estudante de medicina foi o vencedor do <a href="https://unaids.org.br/2018/04/chamada-publica-desafio-unaids/" target="_blank" rel="noopener"><strong>concurso Fase 2 do #DesafioUNAIDS</strong></a>, realizado pelo escritório do UNAIDS no Brasil em parceria com a <a href="https://www.holandaevoce.nl/o-seu-pais-e-os-paises-baixos/brasil" target="_blank" rel="noopener"><strong>Embaixada dos Países Baixos</strong></a>, em Salvador.</p>
<p>“Eu sempre tive vontade de participar da Conferência internacional de AIDS, mas por questão financeira nunca foi possível. Ver esse desejo tornar-se concreto é uma oportunidade ímpar”, conta o estudante, que fará sua primeira viagem ao exterior.</p>
<p>As barreiras enfrentadas ao longo de sua trajetória como estudante nunca o fizeram desistir da medicina. Paralelamente aos estudos, começou a se envolver com trabalhos de prevenção e educação sexual e reprodutiva na universidade, com jovens da periferia de Salvador.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0SNMRie5P3U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Eu acabei assimilando o interesse pela temática do HIV e pesquisando mais sobre o assunto&#8221;, explica Nascimento. “O interesse em trazer o debate sobre sexualidade para a população universitária surgiu por perceber que muitos dos meus colegas não tinham conhecimentos básicos sobre esses temas relacionados ao HIV.”</p>
<p>A oportunidade de participar do concurso do Fase 2 do #DesafioUNAIDS, aliada a sua experiência como ativista, deu vida ao projeto <em>Simbora: um papo reto sobre saúde, prevenção e cuidado</em>, que tem como objetivo promover rodas de conversa, livres de estigma e discriminação, para garantir acesso à informação sobre prevenção para pessoas em diversos contextos sociais.</p>
<p>“Prevenção e conhecimento partem também do autocuidado, do ‘se conhecer’ e ‘se ver’ como vulnerável, assim como qualquer outra pessoa que faz sexo”, explica o estudante. “O <em>Simbora</em> foi construído com a finalidade de garantir aos jovens da UNEB (Universidade Estadual da Bahia) e também da população vizinha, acesso a esse tipo de debate, de forma descontraída e bem informada.”</p>
<p>Com a data da viagem para Amsterdã se aproximando, Nascimento diz que o frio na barriga e a ansiedade para sua participação na Conferência Internacional de AIDS 2018 também crescem. “É uma grande oportunidade de participar de discussões em um sentido social e científico, além de agregar na minha formação como profissional. Acredito que vou absorver muitas ideias para construir pontes e quebrar barreiras que ainda existem, e que dificultam o acesso aos serviços de saúde”, conta Vinícius.</p>
<div id="attachment_9253" style="width: 5194px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9253" class="wp-image-9253 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2.jpg" alt="Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, Vinícius Nascimento e Lieselotte Pellens, Assessora do Departamento de Assuntos Políticos, Diplomacia Pública e Cultura" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/reuniao-amst2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /><p id="caption-attachment-9253" class="wp-caption-text">(da esq. para a dir.) Cleiton Euzébio de Lima, Assessor de Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS, Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, Vinícius Nascimento, vencedor do concurso Fase 2 do #DesafioUNAIDS, e Lieselotte Pellens, Assessora do Departamento de Assuntos Políticos, Diplomacia Pública e Cultura da Embaixada dos Países Baixos, em Brasília (Foto: Larissa Calixto/UNAIDS)</p></div>
<p>Han Peters, Embaixador dos Países Baixos no Brasil, lembra que, desde o início da epidemia, a Holanda tem sido um dos países influentes na resposta ao HIV e que recursos e informações adequados são ferramentas fundamentais na prevenção.</p>
<p>“A Conferência em Amsterdã acolherá todas as populações para participar dos debates e tem convocado também a participação da geração mais nova de profissionais e ativistas”, diz o Embaixador. “Estamos muito felizes que haverá uma delegação brasileira ampla, composta de jovens, funcionários públicos, da sociedade civil e de membros do UNAIDS Brasil.”</p>
<p><strong>Desafio UNAIDS</strong></p>
<p>O #<a href="https://unaids.org.br/2018/05/conheca-o-video-favorito-escolhido-pelo-publico-entre-os-3-finalistas-do-desafiounaids/" target="_blank" rel="noopener"><strong>DesafioUNAIDS</strong></a> surgiu com o objetivo de engajar influenciadores digitais, seus seguidores e fãs nas redes sociais, para mostrar que nenhuma pergunta sobre HIV e sexualidade merece ficar sem resposta. E mais: provocar uma reflexão sobre como estamos debatendo questões tão importantes como essas na internet.</p>
<p>Depois de mobilizar quase 40 influenciadores e alcançar mais de 1,3 milhão de visualizações orgânicas, o UNAIDS criou uma segunda etapa, para tirar o #Desafio do mundo virtual e levá-lo para o mundo real, em projetos e ações concretas com a comunidade.</p>
<p>A Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, reforça a importância de envolver o jovem na resposta à epidemia, e que o investimento em juventude, como o feito pela Embaixada dos Países Baixos, é essencial.</p>
<p>“Quando cheguei ao Brasil em 2013, tínhamos a imagem de um país com uma resposta positiva e forte, mas percebi que não havia muito investimento no jovem. E temos feito isto com vários parceiros desde então”, explica. “Precisamos dos jovens para trazer ideias inovadoras e criativas, principalmente quando se trata de prevenção. Além disso, precisamos ouvir do jovem o que falta para que essa comunicação sobre prevenção realmente chegue a todo mundo.”</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/unaids-e-embaixada-dos-paises-baixos-levam-jovem-baiano-para-conferencia-de-aids-em-amsterda/">UNAIDS e Embaixada dos Países Baixos levam jovem baiano para Conferência de AIDS, em Amsterdã</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS Brasil organiza seminário sobre o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 15:42:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de organizações da sociedade civil, de governos estadual e municipal da Bahia e de organismos internacionais se reuniram em Salvador (25/5) para discutir o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), que entrará em pleno vigor para os municípios em 2017. Calcula-se que mais de 10 organizações da sociedade civil vêm, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/06/marco-regulatorio-sociedade-civil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes de organizações da sociedade civil, de governos estadual e municipal da Bahia e de organismos internacionais se reuniram em Salvador (25/5) para discutir o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), que entrará em pleno vigor para os municípios em 2017.</p>
<p><span id="more-3457"></span> Calcula-se que mais de 10 organizações da sociedade civil vêm desenvolvendo ações na resposta ao HIV/AIDS em Salvador em diferentes áreas, como apoio às pessoas vivendo com HIV, realização de atividades de prevenção com as populações vulneráveis e a comunidade LGBTI+ e apoio para incidência política e direitos humanos. Para essas organizações é essencial o financiamento do estado para continuar desenvolvendo seus trabalhos.</p>
<p>O seminário <em>O que é o MROSC? Novas perspectivas para as Organizações da Sociedade Civil </em> foi organizado pelo UNAIDS Brasil, em parceria com <a href="http://www.abong.org.br/">ABONG</a>, <a href="http://www.cese.org.br/">CESE</a>, <a href="https://www.facebook.com/gapabahia/">GAPA Bahia</a>, Vida Brasil, <a href="http://www.saude.ba.gov.br/">Secretaria de Saúde da Bahia</a>, <a href="http://caritas.org.br/">Cáritas Brasileira</a> e Plataforma MORSC. Realizado no SINDAE, o encontro reuniu cerca de 60 participantes, todos envolvidos em organizações de sociedade civil na capital baiana. Além dos organizadores, o evento foi apoiado pela Delegação da <a href="http://europa.eu/index_pt.htm">União Europeia</a> no Brasil, <a href="https://brazil.unfpa.org/pt-br">UNFPA </a>Brasil e <a href="http://www.sindae-ba.org.br/">SINDAE</a>.</p>
<p>“O principal objetivo do seminário foi promover um espaço de troca de conhecimento, atualização e apropriação da nova lei e o impacto que a sua aplicação trará para as organizações da sociedade civil, com foco nos níveis federais e estaduais”, explica o consultor do UNAIDS Brasil em Salvador, Javier Angonoa. “É fundamental que as organizações da sociedade civil (OSC), especialmente as que trabalham no campo do HIV/AIDS, apropriem-se dessa lei e das suas ferramentas, na perspectiva de conseguir recursos para a realização das atividades e a sustentabilidade das próprias OSC”</p>
<div id="attachment_3459" style="width: 3274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3459" class="wp-image-3459 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650.jpg" alt="20160525_113650" width="3264" height="1836" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650.jpg 3264w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650-1800x1013.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_113650-720x405.jpg 720w" sizes="(max-width: 3264px) 100vw, 3264px" /></a><p id="caption-attachment-3459" class="wp-caption-text">Calcula-se que mais de 10 OSC desenvolvem ações na resposta ao HIV/AIDS em Salvador. Foto: Javier Angonoa/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13019.htm">Lei 13.019/2014</a> sobre o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) foi aprovada em 2014 e já começou a entrar em vigor em 23 de janeiro de 2016 em âmbito nacional e estadual. Para os municípios, as novas regras entrarão em vigor apenas a partir de 1º de janeiro de 2017. O objetivo do novo marco regulatório é fortalecer a relação entre o poder público e as organizações não governamentais, reconhecendo a especificidade das organizações da sociedade civil.</p>
<p>De abrangência nacional (vale para União, estados e municípios), o novo marco prevê mais respaldo e segurança jurídica no trabalho realizado pelas OSC, além de trazer mais transparência na destinação dos recursos públicos. Para o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, essas instituições têm atuação extremamente relevante no acesso da sociedade às políticas públicas. Com o marco legal, o objetivo é simplificar e desburocratizar a realização de convênios entre governo e organizações da sociedade civil.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“O principal objetivo do seminário foi promover um espaço de troca de conhecimento, atualização e apropriação da nova lei e o impacto que a sua aplicação trará para as organizações da sociedade civil”</p>
</blockquote>
<p>Na Bahia, diversas instâncias vêm dialogando com a sociedade civil, órgãos da administração pública e especialistas para conscientizar os diversos atores envolvidos sobre quais serão as mudanças trazidas pela nova lei e sobre qual será sua efetiva aplicação prática nas relações entre as OSC e o Governo Federal.</p>
<p>A Lei 13.019/2014 explicita que as parcerias entre OSC e União devem ser fundamentadas por: participação social, fortalecimento da sociedade civil e transparência na aplicação dos recursos públicos. Os princípios da solidariedade, da cooperação e do respeito à diversidade “para construção de valores de cidadania e de inclusão social e produtiva” devem ser destacados.</p>
<div id="attachment_3461" style="width: 3274px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3461" class="wp-image-3461 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550.jpg" alt="20160525_135550" width="3264" height="1836" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550.jpg 3264w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550-1800x1013.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/20160525_135550-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3264px) 100vw, 3264px" /></a><p id="caption-attachment-3461" class="wp-caption-text">O novo marco prevê mais respaldo e segurança jurídica no trabalho realizado pelas OSC, além de trazer mais transparência na destinação dos recursos. Foto: Javier Angonoa/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Entre as novas diretrizes, o foco do controle das parcerias deve ser a verificação do cumprimento do objeto e do alcance dos resultados, bem como a análise das despesas e das formas de execução. “O seminário MROSC foi rico por ter permitido a aproximação das organizações da sociedade civil com o novo instrumento legal, que, a partir de agora passa a reger a relação destas organizações com o estado&#8221;, afirmou Gladys Almeida, do GAPA-Bahia . &#8220;Dentre os diversos aspectos levantados pelos palestrantes, alguns deles foram mais instigantes, e, por sua vez, provocaram mais debates, como: a necessidade de adequação dos Estatutos à lei; os novos modelos de contratação, anteriormente vinculados a convênios; o monitoramento dos Planos de Trabalho, onde passa a prevalecer a análise dos resultados qualitativos; e as dúvidas quanto à implementação da lei na prática, sobretudo na ferramenta de prestação de contas por meio do Siconv, que está sendo adequado à realidade das OSC.” Segundo Gladys, o seminário inaugurou um momento local de compartilhamento de saberes e ressaltou a necessidade de momentos similares, em que vários aspectos relativos à lei possam ser aprofundados. A representante do GAPA-Bahia acredita que as OSC e o Poder Público precisam se apropriar mais dos meandros do MROSC para melhor gestão e fortalecimento dos canais de diálogo.</p>
<p>O grupo de trabalho, integrado por UNAIDS e as instituições parceiras, continua mobilizado para que se realizem mais eventos desse tipo visando a divulgação do MROSC  e um maior engajamento das OSC locais.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/marco-regulatorio-sociedade-civil/">UNAIDS Brasil organiza seminário sobre o novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC)</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Semana de prevenção marca as comemorações do dezembro vermelho em Salvador (BA)</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/12/semana-de-prevencao-marca-as-comemoracoes-do-dezembro-vermelho-em-salvador-ba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 17:42:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira semana de dezembro em Salvador (BA) foi marcada por diversas ações de prevenção e sensibilização sobre HIV/AIDS. A chamada Semana Vermelha de Luta Contra o HIV/AIDS da capital baiana foi resultado de um trabalho conjunto entre as Secretarias de Educação (SEC) e da Saúde (Sesab) do Estado, a Secretaria Municipal de Saúde, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/12/semana-de-prevencao-marca-as-comemoracoes-do-dezembro-vermelho-em-salvador-ba/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira semana de dezembro em Salvador (BA) foi marcada por diversas ações de prevenção e sensibilização sobre HIV/AIDS. <span id="more-2041"></span>A chamada Semana Vermelha de Luta Contra o HIV/AIDS da capital baiana foi resultado de um trabalho conjunto entre as Secretarias de Educação (SEC) e da Saúde (Sesab) do Estado, a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a Fundação Pedro Calmon e as organizações locais da sociedade civil.</p>
<p>A Semana Vermelha teve como tema central a Zero Discriminação, iniciativa global do UNAIDS que busca promover a tolerância e o respeito à dignidade de todas as pessoas, incentivando a disseminação de informações sobre o HIV, sobre a prevenção e os direitos que todas as pessoas têm de acesso a serviços de saúde.</p>
<div id="attachment_2057" style="width: 1610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2057" class="wp-image-2057 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o.jpg" alt="12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o" width="1600" height="900" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/12238376_1522824338044145_3412704062721319466_o-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><p id="caption-attachment-2057" class="wp-caption-text">Vinicius Santos, Ariane Senna, Javier Angonoa, Rosana Sousa, Miralba Silva e Binho Lima na atividade de testagem no último dia da Semana Vermelha.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O problema da discriminação é grave, pois afasta as populações mais vulneráveis dos serviços de prevenção e cuidados para o HIV,&#8221; disse Javier Angonoa, consultor do UNAIDS na Bahia. “É de fundamental importância tratar a prevenção ao HIV e à AIDS no âmbito escolar, pois é entre os jovens que a epidemia está crescendo nos dias de hoje. Por isso, o foco de nossas atividades foi sobre a juventude de Salvador e da Região Metropolitana.&#8221;</p>
<div id="attachment_2046" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2046" class="wp-image-2046 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-45.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-45.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-45-300x199.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-2046" class="wp-caption-text">Javier Angonoa, consultor do UNAIDS Brasil para a inicitiava Laços SociAids, apresenta o Grupo de Teatro Jovem do GAPA Bahia. Foto: Genilson Coutinho/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Como parte das atividades, a Sesab, através do Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa (Cedap), promoveu uma caminhada com os profissionais desde a sede do órgão, no bairro do Garcia, até o bairro do Campo Grande. Durante o trajeto, eles distribuíram preservativos e folders explicativos sobre o HIV. Além disso, a Sesab, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, realizou atividades de prevenção e testagem de HIV e sífilis nas bibliotecas Central (nos Barris) e Thales de Azevedo (Costa Azul).</p>
<p>Dentro da programação, uma parceria com o Instituto Beneficente Conceição Macedo (IBCM), promoveu, no Porto da Barra, atividades de prevenção e testagem para o HIV com fluido oral – ferramenta aprovada recentemente pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e com perspectiva de venda em farmácias num futuro próximo. Além disso, junto com a Secretaria Estadual de Educação, a capital baiana contou também com uma Oficina de Prevenção ao HIV, destinada a jovens e professores da rede pública estadual, no Instituto Anísio Teixeira.</p>
<p><strong>Engajamento juvenil na Semana de Prevenção</strong></p>
<p>Cerca de dez alunos do curso de Relações Internacionais da Universidade UNIJORGE apoiaram essas atividades como voluntários. Ao lado deles, alguns jovens que participaram dos Cursos de Formação de Jovens Lideranças – feito em parceria entre UNAIDS, UNICEF, UNESCO e Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da saúde – estiveram entre as equipes da Semana Vermelha, à frente de muitas das ações como esta do Porto da Barra. Entre os relatos mais marcantes está o da percepção de que existe uma demanda grande entre os jovens por mais conhecimento sobre o HIV e sobre as opções de testagem disponíveis.</p>
<div id="attachment_2050" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-108.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2050" class="wp-image-2050 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-108.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-108.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-108-300x199.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-2050" class="wp-caption-text">Na foto, parte da equipe de organizadores, constituída por profissionais do CEDAP, alunos do curso de relações internacionais da UNIJORGE e jovens ativistas, da Semana Vermelha se reúne. Foto: Genilson Coutinho/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>“Ter os jovens à frente de trabalhos tão importantes como esse nos ajuda a falar de uma coisa tão séria mas de maneira descontraída, o que despertou e desperta a curiosidade dos próprios jovens para que se aproximem, conheçam e participem dessas ações”, diz a graduanda em psicologia Ariane Senna, uma das jovens lideranças do Curso realizado pelo UNAIDS e parceiros. “Isso ficou muito claro na ação que fizemos na orla de Salvador (06/12). A demanda foi grande, faltou foi insumos par atender a todos”, conta Ariane, que hoje atua como ativista social e é filiada a organizações como a Associação de Travestis e Transexuais em Ação (ATRação) e a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). “O mais importante foi perceber o quanto eu posso e pude ocupar esses espaços enquanto mulher transexual com boa aceitação e respeito do público.”</p>
<div id="attachment_2047" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-200.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2047" class="wp-image-2047 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-200.jpg" alt="" width="640" height="425" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-200.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-200-300x199.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-2047" class="wp-caption-text">Grupo de Teatro Jovem do GAPA Bahia leva mensagens de promoção dos direitos humanos ao público durante a semana de atividades. Foto: Genilson Couto/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Para o graduando em medicina Vinícius dos Santos, também parte do grupo de jovens lideranças formadas pelo UNAIDS, viabilizar o engajamento dos jovens nessas ações constitui uma perspectiva inovadora e estratégica porque, além de potencializar a vontade de mudança, inerente à juventude, também garante uma prevenção mais eficaz por meio da atuação em pares.</p>
<p>“Vivemos um preocupante panorama da epidemia de HIV, principalmente pela grande incidência entre jovens de 15 a 24 anos. Precisamos chegar mais próximo dessa população vulnerável, buscando um diálogo horizontal, de igual para igual”, diz Santos, que também é ativista social engajado na resposta ao HIV e à AIDS. “Vislumbrar os olhares fixos e atentos de adolescentes, jovens e adultos nos bate-papos – conduzidos de forma leve, descontraída, mas ricos em aprendizagem – são experiências que revigoram o desejo de mudança e que reafirmam o sentido da vida.”</p>
<p><strong>Dados locais sobre HIV e AIDS </strong></p>
<p>Em 2014, Salvador registrou um aumento de 88% nos casos de sífilis em relação ao ano anterior. A doença é vista pelos especialistas como um termômetro importante sobre o uso ou não do preservativo nas relações sexuais e o grau de exposição das pessoas ao HIV.</p>
<div id="attachment_2048" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-323.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2048" class="wp-image-2048 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-323.jpg" alt="FT_Genilson_coutinho (323)" width="640" height="480" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-323.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-323-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-2048" class="wp-caption-text">Caminhada do Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa (CEDAP), em Salvador, durante o Dia Mundial de Luta contra a AIDS. Foto: Genilson Coutinho/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Dados epidemiológicos no estado mostram que, em 2015, não houve houve aumento significativo de casos notificados de HIV/AIDS entre jovens. “Mas no ano passado, em relação a 2013, as notificações dobraram”, conta Nilda Nunes Ivo, coordenadora do programa estadual de DST/AIDS e Hepatites Virais da Bahia. “Mas é importante lembrar que parte deste aumento nos casos notificados se deve ao também ampliação dos serviços de testagem, com iniciativas como o Fique Sabendo e Proteja o Gol”, diz Nilda.</p>
<p>Salvador está entre as cidades consideradas prioritárias na resposta à epidemia de AIDS no Brasil, principalmente por questões culturais e socioeconômicas – como renda, grandes desigualdades sociais, enfrentamento do racismo, violência contra populações-chave, entre outros. Assim como em todo o Brasil, a cidade tem registrado aumento nas taxas de infecções entre jovens.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, com apoio do UNAIDS e seus copatrocinadores, a cidade tem sido palco de diversas ações como parte desta resposta à epidemia. “Logo depois que fizemos ações importantes de testagem no Carnaval e na Copa do Mundo, com a iniciativa Proteja o Gol, do UNAIDS, percebemos o gargalo em relação à equipe médica. Tivemos filas de espera de seis meses e isso pressionou a gestão para a contratação de mais pessoas”, lembra Flávia Santos Guimarães, chefe do setor de acompanhamento das DST/AIDS e Hepatites Virais de Salvador. “Agora consgeuimos aumentar o quadro e preparar todas as estruturas para a oferta mais adequada destes serviços.”</p>
<div id="attachment_2049" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-351.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2049" class="wp-image-2049 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-351.jpg" alt="FT_Genilson_coutinho (351)" width="640" height="480" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-351.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-351-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-2049" class="wp-caption-text">Atividades de conscientização e sensibilização sobre o HIV/AIDS, em Salvador, Bahia. Foto: Genilson Coutinho/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Para as duas gestoras, um dos grandes obstáculos é levar a informação correta à população, especialmente aos jovens. “Nós percebemos muitos estudantes universitários – da área da saúde! – que desconheciam que poderiam fazer o teste rápido sem recomendação médica. É preciso haver uma maior divulgação”, alerta Nilda. Ela explica que para o teste rápido não há necessidade de requisição médica e qualquer pessoa pode e deve procurar unidade mais  próxima de sua casa. “É preciso vencer o medo e o preconceito em relação à testagem e ao HIV. E, além disso, temos que levar estas informações da melhor forma possível aos jovens. É triste dizer isso, mas temos a impressão de que eles não acreditam mais que a AIDS seja uma ameaça para suas vidas.”</p>
<p><strong>Informação e Prevenção</strong></p>
<p>Segundo a chefe do setor de acompanhamento das DST/AIDS e Hepatites Virais de Salvador, as ações da Semana de Prevenção tiveram objetivo de mostrar aos soteropolitanos que grande parte da rede de serviços de saúde está pronta para acolher a população com testes rápidos, aconselhamento e encaminhamento adequado em casos de diagnósticpo positivo para o HIV, sífilis e hepatites.</p>
<p>“Ao todo, temos 117 unidades de saúde no município e quase todas – 110 delas – oferecem o teste rápido, por exemplo”, explica Flávia. “Nossa meta é começar 2016 com 100% destas unidades oferecendo a testagem na rede básica. Mas a procura é pequena, apesar dessa ampliação da oferta destes serviços. Por isso a semana de prevenção tem este papel.”</p>
<div id="attachment_2044" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-479.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2044" class="wp-image-2044 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-479.jpg" alt="FT_Genilson_coutinho (479)" width="640" height="480" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-479.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/FT_Genilson_coutinho-479-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-2044" class="wp-caption-text">Durante a Semana Vermelha, show beneficente SoliedariedAIDS é organizado pela IBCM e Dion Santyago. Foto: Genilson Coutinho/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>A coordenadora do programa estadual de DST/AIDS e Hepatites Virais conta que uma mudança cultural e comportamental precisa acontecer nesta área de prevenção. Segundo ela,  muitas pessoas ainda procuram apenas o serviço especializado, conhecido como CEDAP – Centro de Diagnóstico, Assitência e Pesquisa – para os cuidados mais básicos. E um dos principais motivos é o medo do preconceito e da discriminação que possam sofrer.</p>
<p>“Se for para uma unidade de saúde próxima de casa, a pessoa fica com medo de achar que algum conhecido vai saber que você está com HIV”, conta Nilda. “É muito importante quebrarmos estes obstáculos e mostrar a todas as pessoas que estes serviços estão disponíveis.”</p>
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	            data-title="Semana de prevenção marca as comemorações do dezembro vermelho em Salvador (BA)" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/12/semana-de-prevencao-marca-as-comemoracoes-do-dezembro-vermelho-em-salvador-ba/">Semana de prevenção marca as comemorações do dezembro vermelho em Salvador (BA)</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudantes debatem a importância das metas 90-90-90 e da prevenção para   populações-chave em Salvador</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/09/estudantes-debatem-importancia-das-metas-90-90-90-e-da-prevencao-para-populacoes-chave-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2015 16:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acesso ao diagnóstico e a serviços de prevenção ao HIV para populações-chave – com foco em novas tecnologias – e a importância do cumprimento metas 90-90-90 até 2020. Estes foram os principais temas debatidos por estudantes de graduação de cursos relacionados com saúde e assistência social de Salvador, na última segunda-feira (9/9). Organizado, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/09/estudantes-debatem-importancia-das-metas-90-90-90-e-da-prevencao-para-populacoes-chave-em-salvador/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso ao diagnóstico e a serviços de prevenção ao HIV para populações-chave – com foco em novas tecnologias – e a importância do cumprimento metas 90-90-90 até 2020.<span id="more-1612"></span></p>
<p>Estes foram os principais temas debatidos por estudantes de graduação de cursos relacionados com saúde e assistência social de Salvador, na última segunda-feira (9/9).</p>
<p>Organizado pelo Grupo Gay da Bahia em parceria com a UNIFACS (Universidade de Salvador), o Seminário sobre Diversidade  e Saúde LGBTI+ aconteceu dentro da programação da IV Semana da Diversidade, promovida na capital baiana de 6 a 13 de setembro.</p>
<div id="attachment_1628" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1628" class="wp-image-1628 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o-1024x768.jpg" alt="12008334_904128346291473_509427392_o" width="640" height="480" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o-720x540.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12008334_904128346291473_509427392_o.jpg 1067w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1628" class="wp-caption-text">Javier Angonoa, consultor do UNAIDS Brasil para mobilização social, participa do seminário.</p></div>
<p>A abertura contou com a presença de Keila Simpson – ativista LGBTI+ vencedora do Prêmio de Direitos Humanos da Presidência da República 2013, na categoria garantia dos direitos da população LGBTI+ – , representando o Grupo Gay da Bahia. Também particparam da abertura Javier Angonoa, consultor para Mobilização Social do UNAIDS na Bahia, e a Deputada e Presidente da Comissão da Mulher da Assembleia Legislativa da Bahia, Dra. Fabíola Mansur.</p>
<blockquote><p>“Eles levarão esses conhecimentos sobre AIDS para os próximos anos (&#8230;),para que possam contribuir com a melhora da Rede e a qualidade da atenção” &#8211; Javier Angonoa</p></blockquote>
<p>A deputada destacou a importância de defender direitos iguais, luta contra o fundamentalismo e os retrocessos em direitos humanos, e destacou que tem priorizado, em seu mandato, as causas LGBTI+ e do controle da AIDS nas discussões da Assembleia Legislativa do estado.</p>
<p>Na avaliação de Angonoa, o evento foi fundamental para levar informação a esses alunos do curso superior, futuros profissionais da área de saúde:  “Eles levarão esses conhecimentos sobre AIDS para os próximos anos (&#8230;),para que possam contribuir com a melhora da Rede e a qualidade da atenção”, explicou o consultor do UNAIDS.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/8b09b-arquivo-lgbt1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1640 size-medium alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/8b09b-arquivo-lgbt1-e1441990085424-300x199.jpg" alt="8b09b-arquivo-lgbt1" width="300" height="199" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/8b09b-arquivo-lgbt1-e1441990085424-300x199.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/8b09b-arquivo-lgbt1-e1441990085424.jpg 563w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A Dra. Ceuci Nunes, Diretora Hospital Couto Maia, também convidada da mesa de debate, apresentou aos alunos as Metas 90-90-90 e ressaltou a importância de os governos se comprometerem com a resposta ao HIV. Ela alertou para os altos índices de óbito na região Nordeste.</p>
<p>“Se conseguimos alcançar as metas 90-90-90, isso significará que a hospitalização será também muito menor e, por conseguinte, a diminuição do número de óbitos”, disse a médica.</p>
<p>O evento aconteceu no Auditório do Campus da UNIFACS e contou com a presença de aproximadamente 150 pessoas, estudantes de graduação de cursos da área de saúde e assistência social.</p>
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