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	<title>Amsterdã - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Amsterdã - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>&#8220;Nada para nós, sem nós&#8221;, reforçam jovens na Conferência de AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 18:17:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sentado no centro do palco, segurando um microfone, Chinmay Modi e uma dúzia de jovens responderam a perguntas sobre HIV durante um painel para jovens na 22ª Conferência Internacional de AIDS 2018 em Amsterdã. O jovem de 25 anos que nasceu com HIV, contou sobre sua luta para acessar serviços de saúde. &#8220;Na Índia,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/nada-para-nos-sem-nos-reforcam-jovens-na-conferencia-de-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sentado no centro do palco, segurando um microfone, Chinmay Modi e uma dúzia de jovens responderam a perguntas sobre HIV durante um painel para jovens na 22ª Conferência Internacional de AIDS 2018 em Amsterdã.</span><span id="more-9388"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O jovem de 25 anos que nasceu com HIV, contou sobre sua luta para acessar serviços de saúde. &#8220;Na Índia, o sexo é um grande tabu. Um adolescente de 16 anos não pode comprar preservativos, por exemplo, e os pais precisam dar o seu consentimento para que façam o teste de HIV&#8221;. Ele disse que educar crianças e pais é fundamental. Seu maior desejo é pressionar a criação de serviços específicos voltados para jovens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dany Stolbunov, da Ucrânia, ecoou esse sentimento, dizendo &#8220;Nada para nós, sem nós&#8221;. Ele disse que em sua região o estigma e a discriminação impedem que as pessoas acessem os serviços de saúde. Ele lamentou o fato de que os jovens na Ucrânia têm informações limitadas e não são vistos como uma prioridade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estamos prontos para lutar por nossos direitos&#8221;, acrescentou ele, explicando que os jovens têm voz e querem usá-la.</span></p>
<blockquote><p><b><br />
FATOS SOBRE HIV</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Em 2017, havia aproximadamente 250.000 novas infecções por HIV e 38.000 mortes relacionadas à AIDS entre adolescentes e 1.8 milhão de adolescentes vivendo com HIV em todo o mundo.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Meninas adolescentes na África Subsaariana são desproporcionalmente afetadas por novas infecções por HIV, representando 56% das novas infecções por HIV entre adolescentes no mundo.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O HIV é uma das principais causas de morte entre adolescentes (10 a 19 anos).</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Bruna Martinez acredita fortemente que uma ampla educação sexual, discutindo questões de gênero, saúde e prazer, não apenas reduziria o estigma, como também reduziria o medo que os adolescentes sentem do HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O HIV não deve ficar no vácuo&#8221;, disse ela. &#8220;Somos uma geração que pode discutir sobre sexo e isso é ótimo; por isso, forneça as ferramentas que apontam as coisas a nosso favor&#8221;.</span></p>
<p><iframe width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/DOZE4V5CM9Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos concordaram que adolescentes e jovens devem ter uma maior participação para acabar com a epidemia do HIV. A demanda deles é clara: vai de bolsas de estudo até o empoderamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Melodi Tamarzians, </span><span style="font-weight: 400;">Embaixadora Holandesa da juventude para a saúde </span><span style="font-weight: 400;">e direitos sexuais e reprodutivos, disse: &#8220;Não preencha a parte dos jovens dando-nos uma posição simbólica&#8221;. Em sua opinião, para capacitar os jovens, os adultos precisam investir neles e dar-lhes funções consultivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A AIDS 2018 se orgulha de dar um espaço maior aos jovens em Amsterdã. Os jovens e os pesquisadores juniores representaram mais de um terço das apresentações apresentadas na conferência, de acordo com o organizador da conferência, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sociedade internacional de AIDS (International AIDS Society</span></i><span style="font-weight: 400;">—</span><i><span style="font-weight: 400;">IAS</span></i><span style="font-weight: 400;">). Além disso, os jovens obtiveram a maioria das bolsas de estudo, mais do que em qualquer outra conferência. A Vila Global (um espaço de entrada gratuita na área da conferência) apresentava o maior espaço concebido e dirigido por jovens. Incluía uma área de lanches, um mini campo de futebol de salão, uma área segura para teatro, atividades lideradas por jovens e cabines para gravação de rádio, um estande de camisetas contra a AIDS e até uma exposição sobre a vagina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Martinez voluntariou-se e depois trabalhou com a Força Jovem de Amsterdã (</span><i><span style="font-weight: 400;">Amsterdã</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">Youth Force)</span></i><span style="font-weight: 400;"> que mobilizou e organizou outras pessoas para fazer com que os jovens tivessem espaço próprio. &#8220;Nesta conferência, mostramos a todos o que poderíamos oferecer&#8221;, disse ela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela espera que esta significativa presença juvenil seja levada adiante. &#8220;É importante que não sejamos atendidos, mas sim, muito mais, que sejamos reconhecidos&#8221;, disse ela, com seu crachá da AIDS 2018 cheio de bottons e adesivos. Ela vê seu recente trabalho com a Força Jovem como uma maneira de mudar as coisas. &#8220;Ainda há muitos jovens infectados pelo HIV e morrendo. Isso significa que estamos falhando e o sistema não está funcionando&#8221;, disse Martinez. Na sua opinião, a política de HIV também tem que vir de baixo para cima. Ela enfatizou a educação entre pares e a valorização do conhecimento local. </span><span style="font-weight: 400;">Em pé diante de uma enorme frase &#8216;Vamos encarar o HIV juntos&#8217;, ela disse: &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">Nós falamos a linguagem dos jovens e sabemos o que estamos vivendo, então nos reconheçam plenamente.&#8221;</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/nada-para-nos-sem-nos-reforcam-jovens-na-conferencia-de-aids/">“Nada para nós, sem nós”, reforçam jovens na Conferência de AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Corrida Positiva: zero discriminação contra adolescentes vivendo com HIV na Índia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/corrida-positiva-zero-discriminacao-contra-adolescentes-vivendo-com-hiv-na-india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 20:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto as nuvens escuras da monção dão lugar ao sol, raios púrpura amarelados iluminam o rosto de Ambika. Ela aperta os olhos e continua a examinar atentamente a alface verde que cresce no quintal. A jovem de 17 anos vive com  HIV e perdeu os pais para a AIDS. Com brilho nos olhos e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/corrida-positiva-zero-discriminacao-contra-adolescentes-vivendo-com-hiv-na-india/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto as nuvens escuras da monção dão lugar ao sol, raios púrpura amarelados iluminam o rosto de Ambika. Ela aperta os olhos e continua a examinar atentamente a alface verde que cresce no quintal. A jovem de 17 anos vive com  HIV e perdeu os pais para a AIDS. Com brilho nos olhos e um sorriso perpétuo, ela menciona esporadicamente que gosta de correr durante as manhãs. Mais tarde, seu treinador orgulhosamente revela que ela corre 10 quilômetros, e que se prepara para participar da próxima Maratona de Durban. Suas amigas Ashwini e Bhawani, de 18 e 16 anos, ambas vivendo com HIV e corredoras de 10 km, mencionam orgulhosamente que “Ambika venceu a corrida de Bangalore Ultra. Foram 12,5 km!”</span><span id="more-9360"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="618" class="alignnone size-full wp-image-9407" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_150313-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas jovens são parte de uma iniciativa chamada </span><i><span style="font-weight: 400;">O Campeão em mim</span></i><span style="font-weight: 400;"> (do inglês</span><i><span style="font-weight: 400;"> Champion in Me</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span><span style="font-weight: 400;">, que usa o esporte para vencer o estigma e discriminação contra adolescentes vivendo com HIV. Localizado em Bangalore, na Índia, o programa usa a corrida como ferramenta de fortalecimento e empoderamento. Hoje, quase 200 crianças vivendo com HIV fazem parte do programa, que continua a crescer. Eles vivem como uma família nas instalações da Snehagram, uma organização localizada em Tamil Nadu. Com o objetivo de atender às necessidades dos adolescentes vivendo com HIV, o programa oferece oportunidades de curto e longo prazo para o aprendizado acadêmico e o desenvolvimento de habilidades vocacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Manik e Babu, ambos de 18 anos, fazem parte do </span><i><span style="font-weight: 400;">O Campeão em mim</span></i><span style="font-weight: 400;">. Eles participaram de mais de 20 corridas, incluindo eventos como os Jogos Internacionais para Crianças na Holanda, a Maratona IDBI em Nova Delhi e a Maratona de Boston. Sua jornada, desafios e experiências foram documentados pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">Corrida Positiva</span></i><span style="font-weight: 400;">, um filme exibido na Conferência Internacional de AIDS 2018, que acontece em Amsterdã, Holanda, de 23 a 27 de julho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020.jpg"><img decoding="async" width="960" height="618" class="alignnone size-full wp-image-9409" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180707_121020-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Manik disse: &#8220;Este filme vai te motivar a questionar a imagem convencional de um indivíduo que vive com HIV na Índia e como é feito o tratamento&#8221;. Babu explica que o filme lança luz sobre como o esporte pode ser usado para integrar um segmento da sociedade que é vulnerável e discriminado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O seu treinador, Elvis Joseph, disse: “Eu tenho campeões que estão correndo não apenas por eles mesmos, mas por todos os seus amigos que vivem com HIV.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esses jovens que vivem com HIV inspiraram todos nós. Eles agora documentaram suas vidas neste filme tocante”, disse Bilali Camara, diretor do UNAIDS para a Índia.</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/corrida-positiva-zero-discriminacao-contra-adolescentes-vivendo-com-hiv-na-india/">Corrida Positiva: zero discriminação contra adolescentes vivendo com HIV na Índia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Comunidades religiosas que constroem pontes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 19:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fé que Constrói Pontes (Faith Building Bridges), o evento inter-religioso parte da Pré-conferência realizada antes da Conferência Internacional de AIDS, terminou em 22 de julho. Os participantes se uniram em uma só voz para exigir que o mundo se comprometa em acabar com a AIDS e que os líderes mundiais tomem medidas fortes agora, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/comunidades-religiosas-que-constroem-pontes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><em>Fé que Constrói Pontes</em> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Faith Building Bridges</span></i><span style="font-weight: 400;">), o e</span><span style="font-weight: 400;">vento inter-religioso parte da Pré-conferência realizada antes da Conferência Internacional de AIDS, terminou em 22 de julho. Os participantes se uniram em uma só voz para exigir que o mundo se comprometa em acabar com a AIDS e que os líderes mundiais tomem medidas fortes agora e no futuro para garantir o fim da epidemia de AIDS. </span><span id="more-9356"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cerca de 150 representantes de organizações religiosas, líderes religiosos, prestadores de serviços de saúde, ativistas, políticos e outras partes interessadas participaram da </span><span style="font-weight: 400;">Fé que Constrói Pontes</span><span style="font-weight: 400;">, convocada pelo Conselho Mundial de Igrejas</span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;">Aliança Ecumênica de Advocacia. As sessões incluíram a migração e como isso aumenta o risco de infecção pelo HIV, o papel dos grupos religiosos na erradicação da TB e como as comunidades religiosas podem apoiar estrategicamente as crianças e adolescentes vivendo com o HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No encerramento da Fé que Constrói Pontes, as atividades religiosas foram transferidas para a área inter-religiosa na Vila Global, onde o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, teve um diálogo vigoroso com os líderes religiosos, no dia 24 de julho. Ele focou no papel crítico das comunidades religiosas como defensoras da justiça social para ajudar a eliminar o estigma e a discriminação relacionados ao HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Homenageando amigos que morreram de causas relacionadas à AIDS e expressando esperança e solidariedade, pessoas de diversas religiões se reuniram em uma oração inter-religiosa, em 23 de julho, no Keizersgrachtkerk em Amsterdã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas de fé marcharam acompanhadas de outros delegados da conferência do serviço de oração inter-religiosa, até a Conferência Internacional de AIDS, expressando solidariedade e compromisso com a resposta global ao HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A área inter-religiosa na Vila Global incluirá eventos com foco na importância da liderança religiosa na promoção do teste de HIV, teste e tratamento de HIV para crianças e adolescentes, abordando a co-infecção tuberculose e HIV e o fortalecimento das respostas inter-religiosas ao HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Ninguém pode nos ajudar mais do que a igreja a superar o estigma. Este é o seu terreno natural, lutando pela justiça social. ”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">MICHEL SIDIBÉ</span> <b>DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;A esperança deve ser vista como um direito humano no noss</span></i><i><span style="font-weight: 400;">o mundo hoje.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">MARZOUK AULAD ABDELLAH</span> <b>IMAM</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Estamos aqui na Conferência Internacional de AIDS e chegamos como aqueles carregando uma bandeira de esperança e uma bandeira de possibilidade para todos no mundo.”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">EDWIN SANDERS</span> <b>IGREJA METROPOLITANA INTERDENOMINACIONAL, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Temos a oportunidade de continuar o impacto transformador da fé. A diversidade tem que informar nosso debate e nossas ações. </span></i><span style="font-weight: 400;">”<br />
</span><span style="font-weight: 400;">AZZA KARAM</span> <b>CONSULTOR SÊNIOR, FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS</b></p>
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	            data-title="Comunidades religiosas que constroem pontes" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/comunidades-religiosas-que-constroem-pontes/">Comunidades religiosas que constroem pontes</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Abertura da 22ª Conferência Internacional de AIDS em Amsterdã</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/abertura-da-22a-conferencia-internacional-de-aids-em-amsterda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 18:08:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cerimônia de abertura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 22ª Conferência Internacional de AIDS começou no dia 23 de julho, em Amsterdã, na Holanda. Sob o tema “Quebrando barreiras, construindo pontes”, a conferência chamará a atenção para a necessidade de abordagens baseadas em direitos para alcançar de maneira mais eficaz às populações-chave. O tema deste ano ecoa uma das mensagens do último, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/abertura-da-22a-conferencia-internacional-de-aids-em-amsterda/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A 22ª Conferência Internacional de AIDS começou no dia 23 de julho, em Amsterdã, na Holanda. Sob o tema “Quebrando barreiras, construindo pontes”, a conferência chamará a atenção para a necessidade de abordagens baseadas em direitos para alcançar de maneira mais eficaz às populações-chave.</span><span id="more-9348"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema deste ano ecoa uma das mensagens do último relatório do UNAIDS, “Um longo caminho a percorrer” (disponível </span><strong><a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/miles-to-go_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong><span style="font-weight: 400;">)—que as populações-chave não estão sendo sendo levadas em consideração de maneira eficaz na criação de programas para o HIV. Populações-chave e seus parceiros sexuais respondem por 47% das novas infecções pelo HIV no mundo e por 97% das novas infecções pelo HIV na Europa Oriental e Ásia Central, onde um terço das novas infecções pelo HIV estão entre as pessoas que usam drogas injetáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Conferência Internacional de AIDS, de 23 a 27 de julho, é a maior conferência do mundo envolvendo questões globais de saúde e proporciona fóruns incomparáveis para a intersecção entre os eixos da ciência, do ativismo e dos direitos humanos. Reunindo mais de 15 mil participantes, a conferência é uma oportunidade de fortalecer políticas e programas que garantam uma resposta bem informada à epidemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conferência foi oficialmente aberta pela Princesa Mabel van Oranje, a Presidente da Sociedade Internacional de Aids, Linda-Gail Bekker, o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, o Diretor-Geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Gebreheyesus, e a artista e vencedora do concurso do Festival </span><i><span style="font-weight: 400;">Eurovision </span></i><span style="font-weight: 400;">de 2014, Conchita Wurst.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seu<strong> <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/20180723_EXD_SP_AIDS2018_pt.pdf" target="_blank" rel="noopener">discurso de abertura</a></strong></span><span style="font-weight: 400;">, Sidibé ressaltou que o ritmo do progresso não está rápido o suficiente para atingir as metas de 2020. Ele soou o alarme sobre as crescentes desigualdades e a intolerância à diversidade que estão resultando em uma crise de prevenção do HIV. Ele observou a necessidade de romper barreiras que excluem pessoas de seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Diretor Executivo do UNAIDS também destacou a necessidade de fechar as lacunas, especialmente a do financiamento. “Como vocês, eu me preocupo com a lacuna no financiamento. Há uma lacuna persistente de 20% entre o que é necessário e o que está disponível. Sabemos que pequenos cortes podem ter grandes consequências. Uma resposta à AIDS totalmente financiada não é negociável,” disse Sidibé.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conferência está empenhada em enfatizar a necessidade de promover respostas ao HIV baseadas em direitos humanos e informadas por evidências, adaptadas às necessidades das comunidades vulneráveis; em ativar e galvanizar o compromisso político e a responsabilidade entre governos, doadores, setor privado e sociedade civil; e em abordar as lacunas da prevenção do HIV e destacar seu papel crítico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante os próximos dias, haverá oportunidades para compartilhar conhecimento, ideias e boas práticas por meio de discussões plenárias, apresentações abstratas, simpósios, oficinas de capacitação, participação no espaço comunitário da Vila Global e eventos independentes.</span></p>
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