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	<title>Aceleração da Resposta ao HIV - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Medindo o progresso dos 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020 por meio do Monitoramento Global da AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 14:43:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para Acabar com a AIDS, que aconteceu em 2016, os países se comprometeram a alcançar os 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020—uma agenda que visa acabar com a epidemia de AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para ajudar a garantir, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/medindo-o-progresso-dos-10-compromissos-de-aceleracao-da-resposta-ate-2020-por-meio-do-monitoramento-global-da-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para Acabar com a AIDS, que aconteceu em 2016, os países se comprometeram a alcançar os<strong> <a href="https://unaids.org.br/2016/08/conheca-os-10-compromissos-unaids-de-aceleracao-da-resposta-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020</a></strong>—uma agenda que visa acabar com a epidemia de AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para ajudar a garantir que os prazos sejam cumpridos, a Assembléia Geral das Nações Unidas solicitou um relatório anual sobre os progressos alcançados no cumprimento desses <strong><a href="https://unaids.org.br/2016/08/conheca-os-10-compromissos-unaids-de-aceleracao-da-resposta-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">10 compromissos</a></strong>.<span id="more-8945"></span></p>
<p>O UNAIDS apoia os países na coleta de informações sobre suas respostas nacionais ao HIV através da estrutura do Monitoramento Global da AIDS (GAM)—uma coleção anual de 72 indicadores sobre a resposta ao HIV no país. Esses dados fazem parte do conjunto de dados usado para informar a Assembléia Geral.</p>
<p>Diferente das estimativas epidemiológicas relacionadas ao HIV que os países produzem para gerar os dados sobre a situação da epidemia no país—ou seja, dados para fazer estimativas sobre o número de pessoas vivendo com HIV, mortes relacionadas à AIDS etc. —o GAM coleta informações sobre os programas relacionados ao HIV, incluindo o número de pessoas que vivem com HIV e conhecem seu estado sorológico positivo, pessoas que estão em tratamento para o HIV e sobre estigma e discriminação. Uma lista completa dos indicadores é fornecida nas diretrizes do GAM.</p>
<p>Uma característica marcante da coleta de dados para o GAM e as estimativas epidemiológicas sobre HIV é a velocidade com que as informações são coletadas, enviadas e disseminadas. O UNAIDS distribui as diretrizes do GAM para os países em dezembro. Depois, os países enviam seus dados online até o final de março. Em colaboração com a Organização Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância e o Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças, os dados são validados e finalizados. As estimativas epidemiológicas sobre HIV são produzidas ao longo do mesmo cronograma, com o software disponibilizado aos países no início de janeiro e as estimativas finais apresentadas pelos países no final de março. A análise dos resultados globais de ambas as coletas de dados é publicada no relatório de meio de ano do UNAIDS e no site <strong><a href="https://hivinfo.nih.gov/home-page" target="_blank" rel="noopener">AIDSinfo</a></strong>, e, ao final, é relatada à Assembléia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Apesar do cronograma curto, em 2017, um total de 174 países enviaram dados sobre seus indicadores por meio do GAM. A proporção de países que envia dados melhorou de forma constante, de 53% dos países em 2004 para 96% em 2012, embora os relatos tenham caído para 90% em 2017, quando o ciclo de relatórios mudou de bienal para anual. Antes de 2015, o GAM era conhecido como o Relatório de Progresso da Resposta Global à AIDS (GARPR) e foi usado para informar sobre metas globais para a resposta à AIDS nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.</p>
<p>Coletar as informações certas é um fator importante para garantir que os dados relacionados ao HIV sejam tão precisos quanto possível. Para isso, os indicadores são revisados e ajustados todos os anos, garantindo que as informações sobre as respostas nacionais à AIDS sejam corretas e relevantes. Em 2018, dois novos indicadores—sobre o teste de HIV entre mulheres grávidas e experiências de discriminação relacionada ao HIV em serviços de saúde—foram adicionados, enquanto outros foram modificados.</p>
<p>Os indicadores são cuidadosamente selecionados para garantir a coleta máxima de dados com o menor peso sobre os sistemas de monitoramento dos países e estão alinhados com os indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os indicadores também são granulares, solicita-se que os países forneçam dados desagregados ao nível das cidades para alguns indicadores.</p>
<p>Olhando para o futuro, a coleta de dados liderada pela comunidade, seja por meio de aplicativos móveis ou observatórios da comunidade, está sendo analisada como ferramenta complementar de coleta de dados para diferentes perspectivas sobre as respostas dos países à AIDS.</p>
<p>O GAM é mais uma ferramenta que o UNAIDS tem para ajudar os países a monitorar e responder às epidemias de HIV e trabalhar para acabar com a AIDS até 2030.</p>
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		<title>Adesão de cidades à Declaração de Paris já beneficia 35 mi de brasileiras e brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 15:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prefeituras das cinco regiões brasileiras já aderiram à Declaração de Paris, comprometendo-se com a estratégia de Aceleração da Resposta ao HIV proposta pelo UNAIDS. Juntas, estas 23 cidades somadas ao Distrito Federal e ao Estado do Rio Grande do Sul &#8211; cujos governadores também assinaram o compromisso -, contam com uma população de quase, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/03/adesao-de-cidades-a-declaracao-de-paris-ja-beneficia-35-mi-de-brasileiras-e-brasileiros-hiv-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Prefeituras das cinco regiões brasileiras já aderiram à Declaração de Paris, comprometendo-se com a estratégia de Aceleração da Resposta ao HIV proposta pelo UNAIDS. Juntas, estas 23 cidades somadas ao Distrito Federal e ao Estado do Rio Grande do Sul &#8211; cujos governadores também assinaram o compromisso -, contam com uma população de quase 35 milhões de brasileiras e brasileiros.</span><span id="more-2490"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançada pelo UNAIDS em dezembro de 2014 na capital francesa, a Declaração de Paris busca mobilizar esforços locais para alcançarmos o fim da epidemia de AIDS até 2030. Os municípios brasileiros se somam a mais de 200 prefeituras ao redor do mundo que já estão mobilizadas rumo às metas de tratamento 90-90-90 para 2020: ter 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% deste grupo tenha carga viral indetectável.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="520" class="aligncenter size-full wp-image-2518" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/v3.png" alt="v3" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/v3.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/03/v3-300x244.png 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cidades estão no centro dos esforços pelo fim da epidemia de AIDS como ameaça à saúde pública. Com a adesão à <em><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a></strong></em>, estas prefeituras e governos se comprometem a alcançar as populações e comunidades mais vulneráveis, fazendo com que a liderança local e a inovação direcionem as políticas de saúde e os serviços de HIV para que nenhuma pessoa seja deixada para trás – incluindo desde o acesso ao diagnóstico, passando pela a adesão ao tratamento, até a manutenção de seu bem-estar e o exercício de seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do Brasil, 15 cidades são atualmente responsáveis por cerca de 60% de todas as pessoas que vivendo com HIV no país. Este cenário de epidemias concentradas em centros urbanos é um fenômeno que se repete na grande maioria dos países, tanto desenvolvidos quanto em desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em um país continental como o Brasil, os números e as proporções são superlativos. Por isso este esforço é tão importante&#8221;, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. &#8220;O objetivo é construir, em parceria com estas cidades, o caminho para que todas alcancem as metas de tratamento 90-90-90 até 2020 e eliminem a epidemia de AIDS de seus municípios até 2030.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As primeiras cidades brasileiras a assinar a Declaração de Paris <em><strong><a href="https://unaids.org.br/2014/12/prefeitos-assinam-declaracao-de-paris-para-o-fim-da-epidemia-da-aids/" target="_blank" rel="noopener">em dezembro de 2014</a></strong></em> foram Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro. As demais adesões aconteceram em 2015: três cidades fronteiriças do Alto Solimões (AM) – Tabatinga, Atalaia do Norte e Benjamin Constant –, além de São Paulo (SP), Manaus (AM), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e outros 13 municípios do Rio Grande do Sul – incluindo o próprio governo do estado – e o Distrito Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O apoio do UNAIDS na construção e no aprimoramento das cascatas municipais de tratamento é um instrumento fundamental para que estas parcerias e estes compromissos se tornem realidade”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“Em um país continental como o Brasil, os números e as proporções são superlativos.</p>
<p style="text-align: center;">Por isso este esforço é tão importante.”</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil</p>
</blockquote>
<p>A adesão significativa de cidades e do governo gaúcho se deve ao fato de Rio Grande do Sul ainda apresentar um índice quase duas vezes superior ao do país, apesar de os novos casos de pessoas infectadas com HIV no estado terem caído nos últimos anos. A cada 100 mil gaúchos, foram notificados 38,3 casos de HIV/AIDS em 2014, enquanto a taxa nacional é de 19,7.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compromisso do governo estadual, somado a 14 prefeituras  gaúchas – Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Caxias do Sul,  Esteio, Guaíba, Gravataí, Porto Alegre, Rio Grande,  São Lepoldo, Santana do Livramento, Sapucaia do Sul,  Uruguaiana, Viamão – cobre praticamente 70% dos casos de HIV/AIDS notificados no estado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde em 2015. Estes municípios formam a Força-Tafera Interfederativa para o HIV/AIDS no estado e são considerados prioritários para a resposta à epidemia no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cascata de tratamento do Rio Grande do Sul, divulgada no final de 2015 e ajustada às metas 90-90-90 do UNAIDS, mostrava que, até 2014: 83,8% das pessoas vivendo com HIV estavam diagnosticadas; 49,17% estavam em terapia antirretroviral; e 71,13% tinham carga viral indetectável.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de São Paulo, outra grande metrópole que também assinou a Declaração de Paris no final de 2015, o boletim epidemiológico mais recente divulgado pela Secretária de Saúde do município mostrava que, até 2014, 85 mil pessoas viviam com HIV nesta que está entre as maiores cidades do mundo. Destas pessoas: 83% já haviam sido diagnosticadas; 58% estavam em tratamento antirretroviral; e 78% delas tinham tinham carga viral indetectável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É importante olharmos para as metas de tratamento sem perder de vista que o número de pessoas com carga viral indetectável representa apenas 37% de todas as pessoas estimadas com HIV no município”, ressaltou Eliana Gutierrez, coordenadora do Programa de DST/AIDS da cidade. “Isso significa que temos duas grandes prioridades diante de nós: promover a instituição do tratamento e fazer com que estes 37% se tornem pelo menos 72% de todas as pessoas vivendo com HIV no em São Paulo até 2020.”</span></p>
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<p><strong>Compromissos locais</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-weight: 400;">Em linhas gerais, o sucesso do esforço global pelo fim da epidemia de AIDS dependerá, em grande parte, do que acontecer nas cidades. Mundialmente, 200 cidades concentram um quarto de toda a população vivendo com HIV, sendo que 156 delas, situadas em 30 países, respondem juntas por 89% de todas as novas infecções pelo vírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Centros urbanos oferecem uma oportunidade importante para que populações que geralmente deixadas para trás na resposta à AIDS sejam alcançadas, incluindo mulheres, jovens, gays e outros homens que fazem sexo com homens, migrantes, pessoas que usam drogas injetáveis, trabalhadores do sexo e pessoas trans. Dessa forma, a Declaração de Paris mostra-se como um instrumento indispensável para comprometimento político tanto com as metas de tratamento e quanto com o respeito às populações mais vulneráveis. </span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/03/adesao-de-cidades-a-declaracao-de-paris-ja-beneficia-35-mi-de-brasileiras-e-brasileiros-hiv-aids/">Adesão de cidades à Declaração de Paris já beneficia 35 mi de brasileiras e brasileiros</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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