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	<title>visibilidade trans - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe. O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa <a href="https://outrightinternational.org/content/over-policed-under-protected" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe.</span></strong></a></p>



<span id="more-17510"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio da OutRight Action International. O material apresenta o feedback de pessoas trans e de outros gêneros diversos de 11 países, obtido a partir de pesquisas, entrevistas individuais e sessões de grupos focais de discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas identificaram a incapacidade de mudar seu marcador de gênero, a discriminação no emprego e a discriminação nos serviços de saúde como os principais desafios enfrentados pela comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção de Cuba, nenhum país caribenho permite que pessoas trans modifiquem seu gênero no documento oficial de identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretora executiva da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Está além dos hormônios&#8221;, disse Yaisah Val da Action Communautaire pour l&#8217;integration des Femmes Vulnerable en Haiti, ACIFVH, (Ação Comunitária para a Integração das Mulheres Vulneráveis no Haiti, na tradução livre para o português). &#8220;Precisamos de reconhecimento legal e documentos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">42% das pessoas entrevistadas pelo estudo indicaram que estavam sem emprego na época. De acordo com o relatório, a discriminação e a falta de local de trabalho e de proteção social agravam esta questão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg" alt="" class="wp-image-17511" width="490" height="653" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg 450w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tivemos alguém que estava trabalhando com o governo e disse que elas tinham que ir para casa&#8221;. O governo disse que não contratou &#8216;ela&#8217;, e sim contrataram &#8216;ele'&#8221;, disse Brandy Rodriguez da Trinidad and Tobago Transgender Coalition (Coalizão Trinidad e Tobago Trans, na tradução livre para o português), retratada acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de quatro entre cinco pessoas entrevistadas (78%) relataram ter experimentado depressão ou ansiedade. Mas apenas um terço (32%) das pessoas que estavam recebendo acesso aos serviços de saúde disseram que eram trans-afirmativo ou pelo menos trans-competente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevalência do HIV é desproporcionalmente alta entre pessoas trans do Caribe—51% na Jamaica, 28% na República Dominicana, 8% na Guiana e 3% em Cuba. Em 2019, 5% das novas infecções pelo HIV no Caribe estavam entre as pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ciclo de deslocamento contribui significativamente para este risco de contrair HIV&#8221;, disse Alexus. &#8220;Se você for expulso ou expulsa do país desde cedo, experimentar violência baseada no gênero e se encontrar dormindo nas praias ou nas ruas, é mais provável que você tenha relações sexuais para uma refeição ou um lugar para ficar. Alguém com educação, acesso a moradia e saúde teria menos probabilidade de contrair o HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV na comunidade trans exige maiores investimentos em apoio psicossocial. Brandy, que é uma educadora entre pares para pessoas trans com acesso ao tratamento do HIV em Trinidad e Tobago, diz que a COVID-19 aumentou a proporção de clientes que não têm dinheiro para transporte, alimentação e moradia. Uma pessoa entrevistada da Guiana disse que muitos de seus amigos cometeram suicídio por não serem capazes de lidar com seu status de HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advocacy para a população trans na região floresceu durante a última década com avanços importantes feitos para aumentar a consciência pública e a vontade política. Alexus D&#8217;Marco credita à RedLacTrans, a rede regional trans para a América Latina e o Caribe, a ajuda para construir a capacidade de advocacy no Caribe. Em muitos países, ativistas e organizações comunitárias têm ampliado a conscientização pública e os esforços de engajamento político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está apoiando este movimento de diferentes maneiras. O UNAIDS Jamaica ajudou a TransWave a desenvolver a Estratégia Nacional de Saúde Trans e Não Conformidade de Gênero, um roteiro de cinco anos baseado em direitos para o avanço da saúde e bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe colaborou com a Caribbean Vulnerable Communities Coalition, the Caribbean Broadcasting Union, the Caribbean Media Workers Association and the University of the West Indies Rights Action Project para conduzir treinamentos práticos de jornalistas regionais e nacionais sobre como cobrir pessoas trans e seus assuntos de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe também tem apoiado o engajamento comunitário e a comunicação estratégica em torno de dois casos bem sucedidos de litígio estratégico que desafiam leis discriminatórias que afetam pessoas LGBT, incluindo uma lei de travessias da era colonial na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À medida que aumentamos nosso foco em alcançar excelentes resultados na prevenção, tratamento e direitos humanos do HIV para todos os principais grupos populacionais, é fundamental que enfrentemos os desafios únicos que a comunidade trans do Caribe enfrenta&#8221;, disse Dr. James Guwani, diretor do UNAIDS para o Caribe. &#8220;Precisamos de mais informações estratégicas, mais investimentos em serviços baseados na comunidade e estratégias abrangentes para aumentar o acesso das pessoas trans à educação, emprego, justiça e saúde.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg" alt="" class="wp-image-17531" width="679" height="437" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /><figcaption><em>&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretor executivo da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</em></figcaption></figure></div>
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		<title>Mulheres no espelho: enxergando a si mesma</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 01:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme. &#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido de aceitação&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<span id="more-17302"></span>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dia Internacional da Visibilidade Trans 2021 | O Espelho" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/kK9xNuHUbdg?start=27&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme “O espelho” retrata um menino que está chateado e escolhe não brincar com outras crianças durante um festival indiano de pipa. Sua mãe o provoca para participar, mas ele sai escada abaixo sozinho. Ele se envolve em um lenço de uma mulher e sorri ao ver seu reflexo em um espelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Momentos depois, sua mãe e sua avó o pegam dançando vestido com pulseiras e batom. A música para e as mulheres olham para o menino. Alguns segundos de susto passam e, de repente, as mulheres se juntam a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vejam, esta história se desenrola em muitos níveis&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O ponto principal é que temos que aceitar as crianças como elas são e, neste caso, construir a confiança&#8221;. Ela apontou para o fato de que 98% das pessoas trans na Índia deixam seus lares ou são expulsas. Inevitavelmente, muitas vivem nas ruas sem dinheiro ou educação, muitas vezes realizando trabalho sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A visibilidade também é algo importante&#8221;, disse a executiva de publicidade. &#8220;Ou você não gosta do corpo em que vive ou odeia a sociedade em que vive.&#8221; Ela queria captar o momento crucial do autorreconhecimento. Muitas vezes, explicou ela, olhamos as crianças como nossos projetos e queremos torná-las extrovertidas, estudiosas e obedientes, recusando vê-las pelo que elas são e como elas querem crescer&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu queria mostrar como as pessoas (trans) estão vendo o que querem ver e não como o mundo as vê&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citando uma frase frequentemente utilizada, ela acrescentou: &#8220;É mais fácil aceitar uma criança do que consertar um adulto quebrado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua opinião, a maioria dos adultos foi agredida e machucada de alguma forma, mas as pessoas trans em seu país e em todo o mundo sofrem ainda mais—por falta de moradia, por violência sexual e por doenças mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estatísticas mostram que adolescentes trans têm mais propensão a tentar o suicídio do que adolescentes cujas identidades correspondem ao que consta em suas certidões de nascimento. Além disso, pessoas trans enfrentam discriminação e em alguns países podem ser presas apenas por ser quem são. Além disso, as mulheres trans têm algumas das maiores taxas de HIV, até 40% em alguns casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bhattacharya conhece muito bem estes números sombrios. Uma de suas campanhas publicitárias anteriores focava em desafiar as tradições de exclusão de longa data. Sua equipe tornou uma celebração tradicionalmente restrita às mulheres casadas e a abriu a todas as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como publicitária, percebi que estávamos usando a versão padrão de mulher ideal, quando, na verdade, as mulheres são muito diversas&#8221;, disse ela. Rindo, Bhattacharya disse que percebeu que durante anos ela não tinha atendido consumidoras como ela. Isso a levou a conhecer mais mulheres e a buscar suas histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha <em>Sindoor Khela</em> não só ganhou elogios e prêmios, como também abriu seus olhos para a diversidade e também para as muitas divisões sociais. &#8220;Mulheres casadas contra não casadas, mães contra não casadas, divorciadas contra viúvas, etc.&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produtora queria reunir essas divisões enfatizou que a irmandade é um recurso inexplorado. Seu filme, “O Espelho”, reforça esse recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De certa forma, a mãe tem uma aspiração, ela está tomando a decisão de aceitar seu filho e transformá-lo em uma celebração&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O filme tem uma forte agenda feminista porque as duas mulheres são como um manto, ou duas luzes de palco, se você preferir.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png" alt="" class="wp-image-17304" width="637" height="446" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-300x210.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-768x539.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-720x505.png 720w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Tea Uglow, acima, descreveu o filme como descarado. &#8220;No final das contas é um conto de fadas e sabemos que é um conto de fadas. No entanto, você se pergunta ‘o que realmente está impedindo que isto seja perfeitamente bom?’&#8221; Como uma mulher trans que vive na Austrália, ela deseja que as famílias reajam exatamente assim. O que também a impressionou sobre o filme é que ele não tem tons emocionais negativos. Sem raiva, sem medo. &#8220;Ninguém tem motivos para temer uma criança trans… ainda que nos digam isso repetidamente&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg" alt="" class="wp-image-17305" width="502" height="671" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg 449w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jas Pham, acima, uma mulher trans que vive em Bangkok, Tailândia, o vídeo tocou seu coração. &#8220;Basicamente, eu chorei ao ver o vídeo. Isso me fez lembrar da minha infância&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela disse que se concentrou na criança, mas depois pensou mais sobre o espelho. &#8220;É apenas um reflexo; você se vê e não há julgamento&#8221;, disse ela, acrescentando que esta é uma mensagem poderosa de reconhecimento e aceitação para as famílias de crianças trans e com gênero diverso em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole Young, um americano trans, sabe que os pais nem sempre abraçam seus filhos desta maneira aberta e acolhedora, mas ele gosta da sensação positiva e feliz do filme. &#8220;Conhecemos as más reações e já as experimentamos, por isso não precisamos retraumatizar as pessoas trans&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole e Jas trabalham para a Asia Pacific Transgender Network, uma organização não-governamental que promove os direitos das pessoas trans e de diversidade de gênero. Além disso, concordaram que, mesmo que o vídeo tenha sido filmado na Índia, a mensagem é universal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg" alt="" class="wp-image-17307" width="629" height="472" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black, acima, uma mulher trans ugandense, disse que o filme ressoou com ela porque na mesma idade ela viveu momentos semelhantes, e ainda vive até hoje. &#8220;Eu tenho momentos em frente ao espelho o tempo todo, especialmente quando estou saindo&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black dirige a <em>Trans Positives Uganda</em>, uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV. Ela tem usado a mídia social para aumentar a conscientização sobre questões relativas a lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e pessoas intersexo (LGBTI) porque poucas pessoas se atrevem a falar. Uganda criminaliza a homossexualidade, de modo que ainda lida com a homofobia persistente e a transfobia entre seus pares e entre a comunidade e nos serviços de saúde. Refletindo sobre o filme, ela disse: &#8220;Devemos aproveitar todas as oportunidades que surgem para nossa visibilidade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lança “O Espelho” no Dia Internacional da Visibilidade Trans. A diversidade de gênero não é uma escolha de estilo de vida, mas um direito inerente de todas as pessoas. Os estereótipos de gênero, especialmente em relação às pessoas LGBTI, levam ao estigma e à discriminação. Isto é mais acentuado em crianças e adolescentes, pois a diversidade entre esse grupo não é comumente compreendida e a sociedade os e as pressiona maciçamente para que se conformem às normas de gênero atribuídas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg" alt="" class="wp-image-17308" width="642" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Acima, Kanykei (que preferiu não dar um sobrenome) é uma das poucas pessoas trans que vive abertamente na capital quirguizistanesa de Bishkek. Ela se lembra de colocar lenços de pescoço quando era uma criança, um pouco como a criança do filme. No entanto, sua família não a levou a sério. Desde que ela se lembra, antes de perceber a diferença entre meninos e meninas, ela se sentia como uma menina. &#8220;Eles riam como se uma criança pequena estivesse brincando, mas, com o tempo, era percebida de maneira diferente, tanto na família quanto na sociedade&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela teve que ajustar seu comportamento e se comportar como um homem. Antes da morte de sua avó, há cinco anos, ela começou a considerar a transição, mas não podia lhe dizer a verdade. &#8220;Eu vivia com este conflito de identidade de gênero o tempo todo até que decidi fazer a transição e viver como eu me sinto&#8221;, disse ela.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg" alt="" class="wp-image-17309" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ariadne Ribeiro, acima, uma mulher trans brasileira, compara seu próprio momento espelho como se estivesse tentando se encontrar dentro de si mesma. Dito isso, também a assustou. &#8220;Havia sempre um medo muito grande de que as pessoas pudessem me ver através do espelho como eu me via e meu segredo seria revelado, e eu não estava pronta&#8221;, disse ela. &#8220;Sinto que o vídeo aproxima uma realidade do ideal de aceitação, algo que eu, aos 40 anos de idade, não vivi&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ativista trans de longa data e agora assessora de para apoio Comunitário no UNAIDS, a Ariadne disse que a mudança está acontecendo, mas que é preciso haver mais engajamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era exatamente isso que Bhattacharya pretendia mostrar em seu filme. Para ela, quando o trabalho ganha força, é isso que faz com que tudo isso valha a pena. Ela também enfatizou que as &#8220;dores de crescimento&#8221; que muitos de amigos e amigas de gênero fluido sofreram ao longo dos anos são reais. &#8220;Eu queria abrir os portões e fazer com que as pessoas continuassem o diálogo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kK9xNuHUbdg&amp;t=27s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja o filme</a></strong></span>. Participe da campanha #Seemeasiam on this #TransDayOfVisibility #TDOV2021.</p>
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	            data-title="Mulheres no espelho: enxergando a si mesma" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/">Mulheres no espelho: enxergando a si mesma</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS e parceiros lançam cartilhas de saúde integral e sexual para travestis e mulheres trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 20:19:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste 29 de janeiro, data que celebra o dia da visibilidade trans, o UNAIDS Brasil lança duas cartilhas destinadas à saúde de travestis e mulheres trans. O objetivo do material é que essa população possa se informar e entender questões sobre o próprio corpo, gênero, sexualidade, além de temas como hormonização e prevenção de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/01/unaids-e-parceiros-lancam-cartilhas-de-saude-integral-e-sexual-para-travestis-e-mulheres-trans/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Neste 29 de janeiro, data que celebra o dia da visibilidade trans, o UNAIDS Brasil lança duas cartilhas destinadas à saúde de travestis e mulheres trans. O objetivo do material é que essa população possa se informar e entender questões sobre o próprio corpo, gênero, sexualidade, além de temas como hormonização e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST).</p>



<span id="more-16959"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“A população trans é uma das mais afetadas socialmente. Quando empurradas para as margens, têm acesso limitado à educação, informação e como consequência, à saúde. Por isso, as cartilhas surgem para atender uma necessidade de informação dessa população, além de apoiá-las na busca de serviços que as atendam e que seja acessível”, explica Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. Hoje foram lançadas as cartilhas “Vamos falar sobre a saúde integral de travestis e mulheres trans?” e “Vamos falar sobre a saúde sexual de travestis e mulheres trans?”, que foram transformadas também em drops para compartilhamento em redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cartilhas ainda contaram com a participação da atriz Glamour Garcia, que fez parte das gravações sobre silicone industrial e hormonização; hormonização, PrEP, PEP e antirretroviral; PrEP, PEP, teste de HIV e outras IST. Para Ariadne Ribeiro, assessora para apoio comunitário do UNAIDS no Brasil, ações precisam se comunicar com a população. “A motivação para criar o conteúdo e disseminá-lo está ligada à desigualdade e à exclusão social. A presença da Glamour Garcia neste lançamento é essencial para que a população travesti e de mulheres trans se sintam reconhecidas”, destaca Ariadne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo da cartilha também foi compartilhado no podcast a.tua.ação, produzido por professores e professoras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). “É importante que o conteúdo da cartilha chegue a diferentes formatos. Precisamos que as informações cheguem à população travesti e trans de maneira diversificada e acessível”, destaca Daniel Canavese, professor de Saúde Coletiva da UFRGS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde Integral<br></strong>A cartilha “Vamos falar sobre a saúde integral de travestis e mulheres trans?” aborda questões de gênero, sexualidade, saúde e autoconhecimento. Além disso, o material ainda traz informações sobre a combinação de medicamentos antirretrovirais e hormonização, uso de silicone industrial e de travestis e mulheres trans na saúde. A produção desta cartilha foi apoiada pelo Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA), a campanha Livres &amp; Iguais, do escritório do Alto Comissariado de Direitos Humanos (ACNUDH), Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Instituto Federal do Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde Sexual<br></strong>Já a cartilha “Vamos falar sobre a saúde sexual de travestis mulheres trans?” trata principalmente de temas voltados a identidade, infecções sexualmente transmissíveis (IST) que afetam a população trans, além de estratégias e informações sobre prevenção combinada &#8211; como a prática da testagem, o uso de preservativos, profilaxia pré-exposição (PrEP) e profilaxia pós-exposição (PEP) e antirretrovirais (ARV).</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse aqui a cartilha <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/01/v3_saudeintegral_cartilha.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&#8220;Vamos falar sobre a saúde integral de travestis e mulheres trans?&#8221;</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse aqui a cartilha <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/02/v3_saudessexual_cartilha.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;Vamos falar sobre a saúde sexual de travestis e mulheres trans?&#8221;</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Escute o episódio <a href="https://open.spotify.com/episode/594x5EpW8zcTdPzguaGM6x?si=TMFTNCA_QDGpNJRAnxacTw" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&#8220;Dia da Visibilidade Trans&#8221;</strong> </a>do podcast a.tua.ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baixe os drops da atriz Glamour Garcia e compartilhe nas suas redes!</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Drop 1 &#8211; <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Drop1_Silicone_WhatsApp.mp3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Silicone industrial e hormonização</strong></a></li><li>Drop 2 &#8211; <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Drop2_PEP_PREP_WhatsApp.mp3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hormonização, PrEP, PEP e antirretroviral</a></strong></li><li>Drop 3 &#8211; <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Drop3_HIV_IST_WhatsApp.mp3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PrEP, PEP e teste de HIV e outras IST</strong></a></li></ul>
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		<title>Dia da Visibilidade Trans: Reunião técnica discute saúde, direitos sexuais e reprodutivos, trabalho, inclusão social e direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 21:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans&#160;(29/1),&#160;o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil e a representação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH) no Brasil, através das campanhas Livres &#38; Iguais e Zero Discriminação, realizaram&#160;uma reunião técnica&#160;com pessoas trans, parceiras e parceiros vindos de diversas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/dia-da-visibilidade-trans-reuniao-tecnica-discute-saude-direitos-sexuais-e-reprodutivos-trabalho-inclusao-social-e-direitos-humanos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans&nbsp;(29/1),&nbsp;o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNAIDS (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en" target="_blank">UNAIDS</a>) no Brasil e a representação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (<a href="https://acnudh.org/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ACNUDH (opens in a new tab)">ACNUDH</a>) no Brasil, através das campanhas Livres &amp; Iguais e Zero Discriminação, realizaram&nbsp;uma reunião técnica&nbsp;com pessoas trans, parceiras e parceiros vindos de diversas partes do Brasil para debater temas como&nbsp;saúde, direitos sexuais e reprodutivos,&nbsp;empregabilidade, inclusão social e direitos humanos da população trans.&nbsp;&nbsp;</p>



<span id="more-14118"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, que continua nesta quinta (30/01), reuniu mais de 80 pessoas entre profissionais de saúde, pessoas trans, sociedade civil, academia, gestores e gestoras públicas e representantes de organizações internacionais, estudantes, entre outros.&nbsp;Os dois dias do evento realizado no escritório da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília, contaram também com o apoio da própria OPAS/OMS, do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e do&nbsp;Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vulnerabilidade social, o preconceito e discriminação ainda são barreiras encontradas por pessoas trans também no âmbito do trabalho e emprego, o que impacta negativamente em sua admissão, permanência e ascensão no mercado formal de trabalho e que, por consequência, também impacta em sua saúde. O preconceito e a discriminação ocorrem, muitas vezes, a partir de atos velados, como a exigência que as pessoas trans usem o nome de registro ou uniformes de trabalho que não condizem com sua identidade de gênero, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;relatório mais recente do UNAIDS aponta que, em todo o mundo, o risco de infecção pelo HIV é 12 vezes maior para pessoas trans&nbsp;em relação à&nbsp;média&nbsp;verificada entre&nbsp;pessoas com vida sexualmente ativa. Além disso, globalmente, estima-se que 19% das mulheres trans e travestis vivam com HIV.&nbsp;Os dados mais recentes&nbsp;do Ministério da Saúde&nbsp;apontam para uma prevalência de HIV que pode ser superior a 30% entre&nbsp;travestis e&nbsp;mulheres trans no Brasil, enquanto na&nbsp;população em geral,&nbsp;esta&nbsp;prevalência&nbsp;do&nbsp;HIV é de 0,4%.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O&nbsp;evento representa um marco na maneira como promovemos a participação ativa da sociedade civil.&nbsp;Através da metodologia do&nbsp;Café Mundial, onde se propõe de maneira mais intimista uma discussão propositiva entre as representações sociais, membros da academia e gestores de serviços,&nbsp;é possível trabalhar&nbsp;em&nbsp;uma construção conjunta que contemple as necessidades de uma população que precisa deste olhar humanizado, sinérgico, equânime e principalmente&nbsp;singular“, explicou Ariadne Ribeiro, assessora de apoio comunitário do UNAIDS no Brasil.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório “Violências&nbsp;LGBTFóbicas&nbsp;no Brasil: dados da violência” de 2018, do&nbsp;Ministério dos Direitos Humanos, informou que, só em 2016, o Disque 100 registrou 103 denúncias relatando violência contra transexuais. Entre os tipos de violações, 34,6% relataram sofrer violência psicológica, enquanto 30% sofreram discriminação e 17,1% violência física.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A naturalização da transfobia excludente implica no não reconhecimento da população trans, e isso impacta na estimativa de vida, que já muito baixa, de apenas 35 anos“,&nbsp;explicou&nbsp;Bruna Benevides,&nbsp;Secretária de articulação política da&nbsp;Agência Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA)&nbsp;e autora do dossiê de assassinatos e violência contra a população trans brasileira.&nbsp;“É preciso&nbsp;que a sociedade civil e o Estado abracem os dados&nbsp;que existem sobre a população trans, e usem essas informações para políticas&nbsp;públicas“.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro dia da reunião, os debates abordaram os mais diversos aspectos de vulnerabilidade que afetam às pessoas trans.&nbsp;Durante a manhã, integrantes do movimento social participam de uma mesa temática sobre&nbsp;interseccionalidade&nbsp;de raça, etnia, geracional e de representação do conhecimento trans na saúde.&nbsp;Na parte da tarde, a discussão focou no acesso e cuidado&nbsp;integral&nbsp;de pessoas trans, principalmente na sinergia de vulnerabilidade ao HIV e outras&nbsp;ISTs, como o uso abusivo de álcool&nbsp;e outras drogas, trabalho sexual&nbsp;e&nbsp;situação de rua, e também abordou os direitos sexuais e reprodutivos das pessoas trans e intersexo, principalmente no aspecto das mudanças corporais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se somos um país que pratica genocídio à população trans, isso acontece porque nossa sociedade é estruturalmente&nbsp;LGBTIfóbica&nbsp;e racista, e mudar essa lógica não depende apenas do discurso, mas de tocar as pessoas e de&nbsp;afeto“, defendeu Dra. Jaqueline Gomes, Pesquisadora Trans do Instituto Federal do Rio de Janeiro, durante sua fala na Conferência Magna de abertura da reunião.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14125" data-id="14125" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4636-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="2528" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14126" data-id="14126" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-1800x1012.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4597-giselle-cintra-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14127" data-id="14127" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4589-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4496" height="3000" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-14128" data-id="14128" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra.jpg 4496w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/DSC_4485-giselle-cintra-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4496px) 100vw, 4496px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reunião técnica discute direitos da população trans</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o segundo dia (30), as discussões&nbsp;da manhã&nbsp;vão acontecer no formato de Café Mundial,&nbsp;com o objetivo de construir o documento final sobre saúde, trabalho, direitos e inclusão social da população trans.&nbsp;Também acontecerá uma mesa temática com o tema “trabalho, saúde e inclusão social”, e uma apresentação do PROADI SUS TRANS, pela equipe do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2013 o UNAIDS, com apoio das 11 agências, fundos e programas copatrocinadores do Programa Conjunto, tem implementado a iniciativa global Zero Discriminação, que celebra o direito de todas as pessoas a uma vida plena, digna e produtiva—não&nbsp;importando sua origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça, etnia, religião, deficiência e tantos outros motivos de discriminação. No ano passado, o UNAIDS lembrou que apenas nove países no mundo reconhecem o gênero não-binário, e oferecem aos seus cidadãos outra opção legal que não “masculino” ou “feminino”, enquanto 17 países ainda criminalizam pessoas trans.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha “Livres &amp; Iguais” é uma campanha inédita e global das Nações Unidas para promover a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis,&nbsp;transexuais&nbsp;e intersexo&nbsp;(LGBT). Lançada pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) em 2013, tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e&nbsp;transfóbica&nbsp;e promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBT, em todos os lugares do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fotos:  UNFPA Brasil/Giselle Cintra </em></p>
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		<title>Mais de 90% da população trans já sofreu discriminação na vida</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/01/mais-de-90-da-populacao-trans-ja-sofreu-discriminacao-na-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Visibilidade Trans]]></category>
		<category><![CDATA[Estigma e discriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil— estudo inédito no país realizado em sete capitais brasileiras—, mais de 90% da população trans já sofreu discriminação da vida por conta da sua identidade de gênero. Entre as situações de estigma e discriminação mais comuns, comentários discriminatórios, principalmente, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/mais-de-90-da-populacao-trans-ja-sofreu-discriminacao-na-vida/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do <em><strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_12_06_Exec_sum_Stigma_Index-2.pdf" target="_blank">Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil</a></strong></em>— estudo inédito no país realizado em sete capitais brasileiras—, mais de 90% da população trans já sofreu discriminação da vida por conta da sua identidade de gênero.  </p>



<span id="more-14109"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as situações de estigma e discriminação mais comuns, comentários discriminatórios, principalmente por membros da família, é o que mais afeta a população trans: ao menos 80,6% das pessoas relataram já terem passado por essa situação. Assédio verbal (74,2%), exclusão de atividades familiares (69,4%) e agressão física (56,5%) também aparecem como as situações de violência relacionadas à identidade de gênero que mais afetam essa população.  Ao todo, 90,3% de travestis e transexuais que participaram da entrevista, sofreram alguma forma de estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados, levantados entre abril e agosto de 2019, foram apresentados pelo UNAIDS na tarde de hoje (29), durante uma reunião técnica realizada no escritório da Organização Pan-americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília. A atividade faz parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, e foi realizada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil e a representação do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH) no Brasil, através das campanhas Livres &amp; Iguais e Zero Discriminação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas análises foram feitas para darmos visibilidade, no dia de hoje, a um problema que antecede a disponibilidade e qualidade do tratamento para o HIV. O estigma relacionado ao HIV é mais um entre os diversos estigmas que as pessoas trans vivenciam diariamente e que implicam diretamente no acesso a todas as tecnologias de prevenção e tratamento disponíveis”, explica a assessora de apoio comunitário do UNAIDS no Brasil, Ariadne Ribeiro. “Um dos princípios norteadores dos objetivos de desenvolvimento sustentável é não deixar ninguém para trás. Enquanto não combatermos o estigma para alcançarmos as metas de zero discriminação, zero nova infecção e zero morte relacionada a AIDS, são as populações mais vulneráveis que vão continuar morrendo.&#8221; </p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Educação e Trabalho </strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A população trans enfrenta uma série de vulnerabilidades sociais, que vão da rejeição familiar até a privação de emprego e educação digna e de qualidade. Entre as pessoas trans que participaram do estudo, 73,4% informaram não estar estudando no momento da pesquisa, e apenas 16,5% afirmaram ter o ensino superior completo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado que chama a atenção é que enquanto 30,6% da população cis gênero (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento) afirma possuir ensino superior completo, 30,6% da população trans chegou apenas ao ensino fundamental, primeiro grau ou equivalente. Isso mostra que a discriminação por identidade de gênero também é um fator que contribui para a evasão escolar dessa população. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no aspecto do trabalho, 36,7% dos entrevistados se declararam desempregados, e 63,9% declararam ter enfrentado, nos últimos 12 meses, dificuldades momentâneas ou frequentes para atender às suas necessidades básicas de alimentação, moradia ou vestuário. Apenas 12,8% dos entrevistados declararam estar trabalhando como empregada(o) em tempo integral. Entre a população cis gênero, o número de pessoas em trabalho integral é praticamente o dobro (22,5%).  </p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Saúde  </strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do UNAIDS de 2019 mostram que, globalmente, a população trans tem 12 vezes mais chance de infecção pelo HIV do que a população em geral. No Brasil, a Agenda estratégica para ampliação do acesso e cuidado integral das populações-chaves em HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis, lançada em 2018 pelo Ministério da Saúde, estima que a taxa de infecção da população trans pode chegar a até 36,9%.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação são barreiras que impedem o acesso a serviços de saúde e de uma cobertura universal. A população transgênero, assim como outras populações-chave e vulneráveis, têm diariamente o seu direito a serviços de saúde negados, consequência da desinformação, falta de privacidade, e quebra de confidencialidade. De acordo com a pesquisa, 31,9% das pessoas trans relataram ter experenciado alguma situação ruim com algum profissional de saúde, e 36,3% tinham medo de que o profissional de saúde (médicos(as), enfermeiros(as) ou outro profissional) tratassem mal ou revelassem seu estado sorológico positivo para o HIV sem consentimento.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatos dos entrevistados mostram que 13,9% da população trans já foi vítima de comentários negativos ou fofocas feitas por profissionais de saúde, relacionadas ao fato de viver com HIV, enquanto 11,1% relataram ter vivido alguma situação de diminuição do contato físico ou precauções extras (como utilização de duas luvas, por exemplo), e 6,5% já foram vítimas de agressão verbal. Outro dado importante é que 1,9% da população trans chegou a ser agredida fisicamente, enquanto apenas 0,1% da população cis gênero relatou ter sofrido algum tipo de agressão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na unidade de saúde em que me trato, logo quando recebi o meu diagnóstico, um médico expôs a minha sorologia na sala da recepção da enfermaria”, relatou por escrito uma das entrevistadas—mulher trans, parda, 37 anos. “Na hora, me senti muito envergonhada e constrangida, pois havia outros pacientes presentes. Fiquei muito desconfortável.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma também mostra que as pessoas trans também são mais vulneráveis a outros problemas de saúde e doenças oportunistas. Nos últimos 12 meses, 43,1% declararam terem sido diagnosticadas com alguma infecção sexualmente transmissível, como herpes, gonorreia, clamídia ou sífilis. Quando considerada a população cis gênero, o número cai pela metade (20%). As pessoas trans também relataram terem sido diagnosticas com Tuberculose (9,4%) e com Hepatite (10,4%).  </p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Inclusão Social </strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A população trans é mais vulnerável aos impactos do estigma também na saúde. A vulnerabilidade e a exclusão social muitas vezes agravam problemas como ansiedade, depressão, insônia, estresse, e outros problemas que envolvem a saúde mental. Um dado bastante preocupante do estudo, é que mais da metade da população trans (57,4%) já foi diagnosticada com algum destes problemas. Esse dado coloca luz sobre a urgência da expansão e do aprimoramento dos serviços e políticas de atenção à saúde mental das pessoas que vivem com HIV/AIDS, principalmente para as populações-chave e mais vulneráveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação relacionada à identidade de gênero e ao estado sorológico positivo para o HIV, também agrava a exclusão da população trans em diversos contextos. Das pessoas trans entrevistadas, 33% informaram que se afastaram da família ou amigos, 29,8% desistiram de se candidatar a uma vaga de emprego, 27,7% deixaram de participar de eventos sociais, 24,2% relataram que decidiram não buscar apoio social e 12,7% procuraram atendimento de saúde.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A culpa também é um sentimento muito presente na vida das pessoas trans que vivem com HIV. Dos participantes da pesquisa, 36,3% sentem culpa por estar vivendo com HIV ou vivendo com AIDS. Já um(a) em cada cinco participantes da pesquisa relataram se sentir sujos por viver com HIV. Estes dados demonstram que viver com HIV, principalmente em um contexto envolvendo outras vulnerabilidades sociais, produz percepções e sentimentos que não afetam apenas a relação com os outros, mas também consigo mesmo.  </p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O Índice de Estigma </strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pela primeira vez no país, o Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS – Brasil foi uma pequisa realizada entre abril e agosto de 2019, com 1.784 pessoas vivendo com HIV e com AIDS em sete capitais brasileiras: Manaus (AM), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.stigmaindex.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Índice de Estigma (opens in a new tab)">Índice de Estigma</a> em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS é uma ferramenta para detectar e medir a mudança de tendências em relação ao estigma e à discriminação relacionados ao HIV, a partir da perspectiva das pessoas vivendo com HIV e com AIDS. Iniciado em 2008, o índice é uma iniciativa conjunta da Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV (GNP+), Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV/AIDS (ICW), Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). Desde sua criação, em 2008, o estudo já foi aplicado em mais de 100 países ultrapassando a marca de 100 mil pessoas entrevistadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o estudo <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/2019/12/estudo-revela-como-o-estigma-e-a-discriminacao-impactam-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-no-brasil/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Dia Internacional da Visibilidade Trans: vozes de ativistas pelos direitos das pessoas trans</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/03/dia-internacional-da-visibilidade-trans-vozes-de-ativistas-pelos-direitos-das-pessoas-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 18:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional da Visibilidade Trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março) 2018, o UNAIDS conversou com ativistas trans sobre os desafios que enfrentam e a importância de melhorar a visibilidade das pessoas trans. Erika Castellanos é uma mulher trans de Belize que se mudou recentemente para a Holanda para trabalhar na GATE (Ação Global pela, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/dia-internacional-da-visibilidade-trans-vozes-de-ativistas-pelos-direitos-das-pessoas-trans/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para o Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março) 2018, o UNAIDS conversou com ativistas trans sobre os desafios que enfrentam e a importância de melhorar a visibilidade das pessoas trans.</span><span id="more-8662"></span></p>
<p><b>Erika Castellanos é uma mulher trans de Belize que se mudou recentemente para a Holanda para trabalhar na </b><b><i>GATE </i></b><b>(Ação Global pela Igualdade Trans) como Diretora de Programas. Ela tem se empenhado no </b><b><i>advocacy </i></b><b>para pessoas trans e HIV nos níveis local, regional e internacional.</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quais são os desafios que as pessoas trans enfrentam?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas transexuais estão sujeitas ao estigma, discriminação, ódio e violência—o número de mortes de transexuais por crimes de ódio é alarmante. Em muitas partes do mundo, ser trans é crime, o que torna as pessoas transexuais invisíveis nesses lugares e as força à marginalização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas pessoas não entendem o que são pessoas trans, o que se traduz em medo e causa o estigma e a discriminação. Desde a infância, pessoas trans são rejeitadas frequentemente por suas famílias, amigos e a sociedade, encontrando-se excluídas.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Por que você acha importante dar visibilidade às pessoas trans?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visibilidade é poder. Somente quando a visibilidade é concedida podemos levantar nossas vozes e defender o usufruto de nossos direitos humanos. A visibilidade nos dá presença, a visibilidade nos dá uma voz. Finalmente, a visibilidade nos dá esperança de uma vida melhor. As pessoas trans são parte integrante da sociedade e não podem mais ser ignoradas.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O que você acha da representação de pessoas trans pela mídia?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase toda a cobertura da mídia sobre pessoas transexuais é negativa, humilhante ou focada nas altas taxas de homicídios e na violência que nossa comunidade vivencia. Embora seja necessário destacar a violência, a cobertura humilhante  e negativa da mídia que desumaniza as pessoas trans serve apenas para perpetuar a violência. Ao retratar pessoas trans como objetos de ridicularização, a cobertura da mídia coloca nossa comunidade em maior risco de isolamento social, violência e rejeição de amigos e familiares.</span></p>
<p><b>Rena Janamnuaysook é tailandesa e faz </b><b><i>advocacy</i></b><b> para pessoas trans no Centro de Pesquisa da AIDS da Cruz Vermelha na Tailândia. Ela tem extensa experiência local, nacional e internacional no trabalho com organizações relacionadas ao HIV.</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quais são os desafios que as pessoas trans enfrentam em seu país?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas transexuais tailandesas enfrentam vários desafios. Nosso país não possui um</span><span style="font-weight: 400;">a lei de identidade de gênero. O</span><span style="font-weight: 400;"> estigma e a discriminação ainda são uma barreira e levam à desigualdade. Uma pesquisa realizada em 2015 pela Aliança Transgênero Tailandesa</span> <span style="font-weight: 400;">e a </span><i><span style="font-weight: 400;">Transgender Europe </span></i><span style="font-weight: 400;">informou que 50% das pessoas transexuais que participaram da pesquisa tiveram uma experiência negativa com profissionais de saúde. Além disso, pessoas transexuais sofrem violência física e assédio de suas famílias, nas escolas e nos locais de trabalho.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Por que você acha importante dar visibilidade às pessoas trans?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante dar visibilidade às pessoas transexuais, uma vez que essas pessoas são menos visíveis em todos os aspectos da vida—família, educação, emprego, saúde e direitos. O Dia Internacional da Visibilidade Trans aumenta a conscientização pública sobre as necessidades das pessoas transgênero.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quão fácil para pessoas trans é fazer o teste para HIV e conseguir tratamento em seu país?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pesquisa conduzida pelo Ministério de Saúde Pública da Tailândia em 2014 mostrou que 15% dos profissionais de saúde acreditavam que as mulheres transexuais vivendo com HIV deveriam ter vergonha de sua identidade de gênero e de seu estado sorológico para o HIV. Isso resultou em estigma e discriminação nas unidades de saúde pública e impediu que pessoas transexuais tivessem acesso aos serviços de saúde, incluindo testes de HIV, tratamento e apoio.</span></p>
<p><b>Kirit Solanki é um político indiano que representa o eleitorado de Ahmedabad no oeste de Gujarat.</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Você pode nos contar sobre o seu trabalho com pessoas trans na Índia?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu me formei médico e me tornei cirurgião. Uma paciente entrou e disse que tinha dificuldade para ir ao banheiro. Eu percebi que ela era uma pessoa trans e sua cirurgia de redesignação de gênero não havia sido feita corretamente, bloqueando sua uretra. Depois da inserção bem sucedida de um cateter, a notícia de que eu salvara a vida da mulher se espalhou. De repente, tive filas de mulheres transexuais que vieram à minha clínica com condições semelhantes.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O que você observou sobre o tratamento e o atendimento às pessoas trans?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu percebi que muitas pessoas transgênero precisavam de várias operações, porém muitas evitavam clínicas e hospitais. Quando finalmente as levei ao hospital, elas foram instaladas na ala feminina. Outros pacientes reclamaram, então o hospital os enviou para a ala masculina. A situação lá não era melhor. Foi quando realmente me dei conta de como a discriminação contra as pessoas trans é pervasiva.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O que você e outros membros do parlamento estão tentando fazer?</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Demorou 10 anos para o parlamento indiano aprovar o projeto de lei sobre HIV/AIDS, que torna o tratamento que salva vidas em um direito legal e criminaliza qualquer pessoa que discrimine alguém com base em seu estado sorológico para o HIV. Também reintroduzimos uma lei para garantir zero discriminação, reconhecimento legal e acesso aos serviços sociais para a comunidade transexual da Índia. É hora de mudar de atitude e respeitar as pessoas trans.</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/03/dia-internacional-da-visibilidade-trans-vozes-de-ativistas-pelos-direitos-das-pessoas-trans/">Dia Internacional da Visibilidade Trans: vozes de ativistas pelos direitos das pessoas trans</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia da Visibilidade Trans é comemorado em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 20:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois dias dedicados ao universo trans, suas nuances e peculiaridades. Com esta proposta aconteceu em Salvador, nos dias 29 e 30 de janeiro, a segunda edição do evento Da Alegria, do Mar e de Outras Consciências, para celebrar o Dia Nacional da Visibilidade Travesti e Trans, comemorado em 29 de janeiro. Realizado pela Obá, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/01/dia-da-visibilidade-trans-e-comemorado-em-salvador/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Dois dias dedicados ao universo trans, suas nuances e peculiaridades. Com esta proposta aconteceu em Salvador, nos dias 29 e 30 de janeiro, a segunda edição do evento Da Alegria, do Mar e de Outras Consciências, para celebrar o Dia Nacional da Visibilidade Travesti e Trans, comemorado em 29 de janeiro.<span id="more-564"></span> Realizado pela Obá Cacauê Produções, através do edital Arte Todo Dia, da Fundação Gregório de Matos – Prefeitura Municipal de Salvador –, o evento trouxe debates, pocket-shows, performances, mostra de filmes, videoclipes e teatro com o objetivo de abordar, por meio da arte, o tema Visibilidade contra a Discriminação.</p>
<p align="justify">Uma mesa de debates marcou a abertura do evento no dia 29. O tema principal foi a Visibilidade Trans e a Zero Discriminação. O painel contou com participação do consultor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), Javier Angonoa, que falou sobre a importância da iniciativa Zero Discriminação do UNAIDS no contexto da promoção da visibilidade e da redução das vulnerabilidades das pessoas trans, em especial no contexto de exposição ao HIV. O debate contou também com a participação da educadora social da Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), Ariane Senna, do ator e codiretor do espetáculo Dama da Noite (SP), Luiz Fernando Almeida.</p>
<p align="justify">No dia 30, o debate Ações visíveis para o público Trans contou com a participação de Paulette Furacão, coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos da População LGBTI+ da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia; Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB); e João Figuer, ator e diretor teatral.</p>
<p align="justify"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Dia_Visibilidade_Trans_2015_press_release.pdf">Clique aqui</a> para mais informações.</p>
<p align="justify">Veja também a <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Dia_Visibilidade_Trans_2015.pdf">programação completa aqui</a>.</p>
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