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	<title>Trabalho Decente - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>ONU lança 3º vídeo da série &#8216;Capital Trans&#8217; para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 21:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?, lançado hoje como parte, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/onu-lanca-3o-video-da-serie-capital-trans-para-celebrar-o-dia-internacional-do-orgulho-lgbti/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=R6n63tFDSBU&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?</strong></a></em>, lançado hoje como parte das celebrações do Dia International do Orgulho LGBTI+, comemorado mundialmente no dia 28/6.  </p>



<span id="more-15533"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo reforça as mensagens de promoção dos direitos das pessoas LGBTI+no Brasil, especialmente num momento em que a marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na próxima terça-feira, 30/6, às 17h00, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a iniciativa Livres &amp; Iguais farão uma “live” nas redes sociais com Maitê Schneider, uma das fundadoras da iniciativa Transempregos, para debater os temas abordados na série Capital Trans. Os detalhes do bate-papo serão divulgados através das redes sociais: @onubrasil, @oitbrasil e @unaidsbrasil nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou uma das fundadoras da Transempregos, um projeto que faz a inclusão de pessoas trans no Mercado de trabalho, diminuindo os viezes que as empresas têm em relação a preconceitos por não conhecer a questão trans, principalmente”, diz Maitê Schneider. “Ao mesmo tempo, [o Transempregos busca] ser o maior banco de currículos para fazer a inserção dessas pessoas dentro deste universo, tanto corporativista quanto de empreendedorismo.”<br></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/R6n63tFDSBU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho em tempos de COVID-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de trabalho, as questões LGBTI+ aparecem cruzadas com questões de gênero, raça, e outras vulnerabilidades que se somam neste processo. A série Capital Trans tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a necessidade de garantirmos que as medidas de apoio para mitigar o impacto socioeconômico desta crise tenham como foco esta parcela da população, comprovadamente mais propensa ao desemprego e à pobreza que a população em geral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas LGBTI+ trabalham no setor informal e não têm acesso a licença médica remunerada, indenização por desemprego e nem cobertura de proteção social. A pandemia de COVID-19 torna este quadro ainda mais grave, impondo desafios até então inimagináveis para esta parcela da população e para governos, empresas, organismos internacionais e demais atores envolvidos a fim de que encontrem soluções inclusivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente não está trabalhando para que essas pessoas sejam mais especiais que as outras, mas para que suas vidas sejam protegidas”, diz o vídeo em um dos trechos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A web-série Capital Trans, criada no Brasil pela campanha da ONU Livres &amp; Iguais, em parceria com a iniciativa #ZeroDiscriminação, do UNAIDS, busca inspirar as pessoas por meio do compartilhamento de exemplos de empresas empenhadas no enfrentamento à discriminação contra pessoas trans no ambiente de trabalho, no mercado e na comunidade. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png" alt="" class="wp-image-15537" width="720" height="433" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png 621w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1-300x181.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, como parte das celebrações do IDAHOTBIT (Dia Internacional contra a LGBT-fobia), a iniciativa destacou o vídeo <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=9V7-r1TVFxw&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho?</strong></a></em> , que mostra como Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo, sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="947" height="621" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png" alt="" class="wp-image-15535" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png 947w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-300x197.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-768x504.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-720x472.png 720w" sizes="(max-width: 947px) 100vw, 947px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto de inúmeros obstáculos globais para a saúde e a economia, a web-série Capital Trans busca trazer uma luz sobre a importância do respeito aos Padrões de Conduta da ONU para empresas no enfrentamento da discriminação contra pessoas LGBTI+. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado há três anos pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH), em colaboração com o Institute for Human Rights and Business, estes padrões oferecem cinco passos essenciais para que empresas consigam alinhar suas políticas e práticas aos padrões internacionais de direitos humanos das pessoas LGBTI+. Atualmente, mais de 300 empresas já declararam apoio a estes princípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista também ao primeiro vídeo da série Capital Trans, lançado dia 29 de janeiro (Dia Nacional da Visibilidade Trans): <a rel="noreferrer noopener" aria-label="“Você já trabalhou com uma pessoa trans?” (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=GOCldeDwix4&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><em><strong>“Você já trabalhou com uma pessoa trans?”</strong></em></a> </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png" alt="" class="wp-image-15534" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-300x166.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-768x425.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-720x398.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>
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		<title>ODS 8, sobre trabalho decente e crescimento econômico, é um dos Objetivos do Mês em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2019 20:29:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca pelo menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora. O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/ods-8-sobre-trabalho-decente-e-crescimento-economico-e-um-dos-objetivos-do-mes-em-maio/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca pelo menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora.  </p>



<span id="more-11524"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se aprofundar, a cada mês, no conhecimento sobre os objetivos e suas metas, assumidos pelos Estados-membros da ONU como parte da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, o ODS 8 e ODS 15 (vida terrestre) foram escolhidos como os “Objetivos do Mês”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ODS 8 tem uma relação direta com a resposta à AIDS porque ambientes de trabalho seguros e protegidos facilitam acesso a serviços de HIV, especialmente para trabalhadores em empregos informais, como migrantes sem documentos e trabalhadores do sexo. Além disso, pessoas vivendo com HIV vivenciam taxas de desemprego três vezes maiores do que as médias nacionais.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esses motivos, abordar o HIV no setor do trabalho e proteger os direitos trabalhaistas pode ajudar a garantir que as pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus desfrutem de emprego pleno e produtivo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o ODS 15 teem como objetivo proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terresres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. Conheça mais sobre o ODS 15 em <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods15/">Nações Unidas no Brasil</a> e <a href="https://www.undp.org/pt/brazil/publications/documentos-tem%C3%A1ticos-ods-6-ods-7-ods-11-ods-12-e-ods-15">PNUD Brasil</a>. </p>



<h5 class="has-text-align-left wp-block-heading"><a href="https://unaids.org.br/ods/">Entenda a relação dos ODS com a estratégia do UNAIDS para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.</a></h5>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="574" height="600" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_Mandala-ODS-1.jpg" alt="" class="wp-image-11525" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_Mandala-ODS-1.jpg 574w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_Mandala-ODS-1-287x300.jpg 287w" sizes="auto, (max-width: 574px) 100vw, 574px" /></figure></div>



<h4 class="has-text-align-left wp-block-heading"> <strong>O que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável? </strong> </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais, são um chamado universal para ação contra a pobreza, proteção do planeta e para garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 Objetivos foram inspirados no sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), incluindo novos temas, como a mudança global do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo sustentável, paz e justiça, entre outras prioridades. Os objetivos são interconectados – o sucesso de um ODS envolve a resposta a temas que estão associados a outros objetivos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas são globais em sua natureza e universalmente aplicáveis, levando em conta diferentes realidades nacionais, capacidades e níveis de desenvolvimento, respeitando políticas e prioridades nacionais. Os ODS são o resultado de um processo transparente, inclusivo e participativo, que durou três anos, envolvendo todas as partes interessadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles representam um acordo sem precedentes em torno das prioridades de desenvolvimento sustentável entre os 193 Estados-membros da ONU. Eles têm recebido apoio global de sociedade civil, setor privado, parlamentares e outros atores engajados na agenda de desenvolvimento sustentável. A decisão de se lançar um processo para a definição de um conjunto de ODS foi feita pelos Estados-membros das Nações Unidas na Conferência de Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2012. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ODS entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016 e espera-se que suas metas sejam cumpridas até 31 de dezembro de 2030. Entretanto, há a expectativa de que algumas metas, baseadas em acordos internacionais, cumpram-se antes do prazo estabelecido. </p>



<h4 class="wp-block-heading"> <strong>Objetivo 8 –</strong> <strong>Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos </strong> </h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.1 </strong>Sustentar o crescimento econômico per capita de acordo com as circunstâncias nacionais e, em particular, um crescimento anual de pelo menos 7% do produto interno bruto [PIB] nos países menos desenvolvidos </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.2</strong> Atingir níveis mais elevados de produtividade das economias por meio da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.3 </strong>Promover políticas orientadas para o desenvolvimento que apoiem as atividades produtivas, geração de emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, e incentivar a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas, inclusive por meio do acesso a serviços financeiros </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.4 </strong>Melhorar progressivamente, até 2030, a eficiência dos recursos globais no consumo e na produção, e empenhar-se para dissociar o crescimento econômico da degradação ambiental, de acordo com o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com os países desenvolvidos assumindo a liderança </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.5 </strong>Até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.6 </strong>Até 2020, reduzir substancialmente a proporção de jovens sem emprego, educação ou formação </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.7</strong> Tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.8</strong> Proteger os direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros e protegidos para todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores migrantes, em particular as mulheres migrantes, e pessoas em empregos precários </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.9</strong> Até 2030, elaborar e implementar políticas para promover o turismo sustentável, que gera empregos e promove a cultura e os produtos locais </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.10</strong> Fortalecer a capacidade das instituições financeiras nacionais para incentivar a expansão do acesso aos serviços bancários, de seguros e financeiros para todos </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.a</strong> Aumentar o apoio da Iniciativa de Ajuda para o Comércio [Aid for Trade] para os países em desenvolvimento, particularmente os países menos desenvolvidos, inclusive por meio do Quadro Integrado Reforçado para a Assistência Técnica Relacionada com o Comércio para os países menos desenvolvidos </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8.b</strong> Até 2020, desenvolver e operacionalizar uma estratégia global para o emprego dos jovens e implementar o Pacto Mundial para o Emprego da Organização Internacional do Trabalho [OIT] </p>
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