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	<title>TARV - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS lança painel global de dados sobre custo de aquisição de medicamentos antirretrovirais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:01:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS publicou o Painel Financeiro de HIV com dados anuais sobre o custo de aquisição de medicamentos antirretrovirais (ARV). O documento reúne dados informados por diversos países, entre eles o Brasil. O levantamento mostra que ainda há grande variação nos preços dos medicamentos, especialmente nos medicamentos de segunda linha. Esses tratamentos são utilizados, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2026/03/unaids-lanca-painel-global-de-dados-sobre-custo-de-aquisicao-de-medicamentos-antirretrovirais/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS publicou o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://hivfinancial.unaids.org/hivfinancialdashboards.html" target="_blank" rel="noopener" title="">Painel Financeiro de HIV</a></span> com dados anuais sobre o custo de aquisição de medicamentos antirretrovirais (ARV). O documento reúne dados informados por diversos países, entre eles o Brasil.</p>



<span id="more-31349"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra que ainda há grande variação nos preços dos medicamentos, especialmente nos medicamentos de segunda linha. Esses tratamentos são utilizados quando o HIV desenvolve resistência ao tratamento inicial.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Preços elevados podem comprometer a sustentabilidade</h5>



<p class="wp-block-paragraph">As informações contidas no painel mostram que os regimes de segunda linha apresentam custos significativamente mais altos, e faz com que países de renda média — como o Brasil —enfrentem maior pressão sobre os orçamentos de saúde.</p>



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												<div class="slideshow_title">Entre 2006 e 2014, os investimentos públicos cresceram de cerca de US$ 562 milhões para mais de US$ 804 milhões, um aumento de cerca de 43%, o maior valor da série.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos: UNAIDS Brasil / Artíficie Filmes.</div>
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											<img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2026/03/UNAIDS_RNP_ARTIFICE_FILMES-21-scaled.jpg" alt="No Brasil, o financiamento internacional representa uma parcela muito pequena do total. Na maioria dos anos, ele não ultrapassa 1% do orçamento destinado à resposta ao HIV." width="2560" height="1350" />
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												<div class="slideshow_title">No Brasil, o financiamento internacional representa uma parcela muito pequena do total. Na maioria dos anos, ele não ultrapassa 1% do orçamento destinado à resposta ao HIV.</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o relatório mostra que, para os medicamentos de primeira linha, os modelos de compras internacionais conseguem alcançar preços médios mais competitivos do que as compras realizadas dentro do país, o que indica oportunidades para aumentar a eficiência das compras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as estratégias recomendadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>licitações competitivas;</li>



<li>compras agrupadas entre países;</li>



<li>contratos estratégicos de aquisição.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os dados disponíveis no Painel Financeiro de HIV apresentam preços médios unitários por esquema terapêutico. As informações também são desagregadas por região, grupo de renda, país e modalidade de aquisição.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Medicamentos representam investimento permanente</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A compra de medicamentos antirretrovirais é um custo recorrente e permanente para todos os países. Na maioria dos casos, trata-se do maior componente do orçamento destinado à resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a estabilidade e a previsibilidade do financiamento são essenciais, para não ocorrer interrupções no tratamento e impactos no controle da epidemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-2026-2031/" target="_blank" rel="noopener" title="">as novas metas globais</a></span> para a AIDS incluem um compromisso direto com a garantia de preços justos para medicamentos e esquemas terapêuticos.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Base global de preços fortalece transparência</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em nível nacional, o UNAIDS também recomenda que os países monitorem regularmente os preços de aquisição de ARV. Esse acompanhamento deve fazer parte de uma análise mais ampla do financiamento da resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do final de 2026, esse conjunto de dados global também será ampliado para incluir os antirretrovirais utilizados na profilaxia pré-exposição (PrEP), incluindo inovações de longa duração, reforçando a sua relevância para o financiamento integrado da prevenção e do tratamento do HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O contexto do financiamento da resposta ao HIV no Brasil</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do Brasil, os dados mostram que o financiamento da resposta ao HIV é majoritariamente público. O país investe anualmente milhões de dólares na compra de medicamentos e na manutenção do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, o financiamento internacional representa uma parcela muito pequena do total. Na maioria dos anos, [o financiamento externo] não ultrapassa 1% do orçamento destinado à resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2006 e 2014, os investimentos públicos cresceram de cerca de US$ 562 milhões para mais de US$ 804 milhões, um aumento de cerca de 43%, o maior valor da série.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">No entanto, após esse período houve redução gradual, com queda acentuada durante a pandemia de COVID-19. Em 2024, o investimento público voltou a cerca de US$ 649 milhões. Ainda assim, o valor permanece aproximadamente 19% abaixo do pico histórico registrado em 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como política de Estado, o país oferece gratuitamente diagnósticos, medicamentos e insumos para prevenção e tratamento ao HIV por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2026/03/unaids-lanca-painel-global-de-dados-sobre-custo-de-aquisicao-de-medicamentos-antirretrovirais/">UNAIDS lança painel global de dados sobre custo de aquisição de medicamentos antirretrovirais</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nova pesquisa mostra progresso parcial na resposta ao HIV na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 12:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[9ª Conferência da África do Sul sobre AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A África do Sul está fazendo grande progresso na expansão dos testes de HIV e no aumento da supressão viral em pacientes que recebem terapia antirretroviral (TARV), mas ainda não atingiu as suas metas de cobertura do tratamento e prevenção do HIV, de acordo com uma atualização da metodologia Thembisa, lançada na 9ª Conferência, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/nova-pesquisa-mostra-progresso-parcial-na-resposta-ao-hiv-na-africa-do-sul/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A África do Sul está fazendo grande progresso na expansão dos testes de HIV e no aumento da supressão viral em pacientes que recebem terapia antirretroviral (TARV), mas ainda não atingiu as suas metas de cobertura do tratamento e prevenção do HIV, de acordo com uma atualização da metodologia Thembisa, lançada na 9ª Conferência da África do Sul sobre AIDS, em Junho. </p>



<span id="more-12134"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da metodologia Thembisa, atualizada anualmente (versão 4.2), foram divulgados por pesquisadores do Centro de Epidemiologia e Pesquisa de Doenças Infecciosas da Universidade da Cidade do Cabo. O trabalho sobre as estimativas do HIV de Tembisa é financiado pelo UNAIDS através de uma bolsa do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês), e utilizou dados de múltiplas fontes, incluindo pesquisas recentes do Conselho de Investigação em Ciências Humanas e do Conselho de Investigação Médica da África do Sul. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A África do Sul está empenhada em atingir as metas 90-90-90 do UNAIDS, de Aceleração da Resposta ao HIV até 2020. O objetivo desta estratégia é assegurar que 90% das pessoas vivendo com HIV estejam  diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% destas pessoas tenham carga viral indetectável. As últimas estimativas da Thembisa indicam que a África do Sul atingiu 90-68-88 em meados de 2018. Isto significa que a supressão total da carga viral entre todas as pessoas vivendo com HIV foi de 55%, o que é 18 pontos percentuais abaixo da meta de 73%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A metodologia Thembisa também estima que os homens tiveram uma menor adesão à testagem e tratamento do HIV em comparação com as mulheres. Como resultado, em 2018, 47% dos homens vivendo com HIV tiveram a carga viral suprimida em comparação com 58% das mulheres que vivem com HIV. Isso também se refletiu nas mortes anuais relacionadas à AIDS, que caíram pela metade entre 2010 e 2018, mas com os homens cada vez mais representados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres contabilizaram 62% das novas infecções por HIV em adultos de 2017 a 2018. O principal desenvolvedor da metodologia Thembisa, Leigh Johnson, disse que dois fatores dificultaram o progresso na redução da incidência do HIV: baixa cobertura da TARV, a necessidade de melhorar a ligação e a manutenção dos pacientes aos cuidados de saúde, e evidências da redução do uso de preservativos. Ele observou que meninas adolescentes e mulheres jovens (15—24 anos) representam 31% dos novos casos de HIV por transmissão sexual, e isso requer atenção especial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados de Thembisa destacaram a preocupação com o lento progresso na redução da incidência do HIV. O modelo estima que no último ano houve mais de 240 000 novas infecções por HIV na África do Sul, o que representou uma redução de menos de 40% em relação a 2010. A meta do UNAIDS é reduzir as novas infecções anuais em 75% entre 2010 e 2020. Para conseguir, a África do Sul terá de reduzir as novas infecções para menos de 100 000 até meados de 2020, o que representa um desafio significativo. </p>
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