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	<title>Stigma Index - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>No Brasil, 53% das pessoas com HIV já foram alvo de discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 15:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda depois de mais de 40 anos da resposta ao HIV, estigma e discriminação em ambientes de saúde, trabalho e entre a própria família ainda são presentes na vida das pessoas que vivem com HIV. Lançado no dia 08 de maio, o Índice de Estigma em Relação às pessoas vivendo com HIV 2025 foi, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/05/no-brasil-53-das-pessoas-com-hiv-ja-foram-alvo-de-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ainda depois de mais de 40 anos da resposta ao HIV, estigma e discriminação em ambientes de saúde, trabalho e entre a própria família ainda são presentes na vida das pessoas que vivem com HIV.</p>



<span id="more-30214"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado no dia 08 de maio, o Índice de Estigma em Relação às pessoas vivendo com HIV 2025 foi liderado pela sociedade civil e apresenta dados que demonstram o quanto barreiras sociais e estruturais ainda impactam a vida das pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi apoiado pelo UNAIDS, executado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero</a></span> e PUC-RS, e produzido pelo Consórcio de Redes de Pessoas que vivem com HIV, que é composto pela Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (RNP+), a Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com HIV/AIDS (RNTTHP), a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (RNAJVHA), o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP) e a Articulação Nacional de Luta Contra a Aids (ANAIDS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo alguns dados de destaque:</p>



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<ul class="wp-block-list">
<li>52,9% das pessoas entrevistadas já sofreram discriminação em função da sorologia ao longo da vida;</li>



<li>34,8% relataram discriminação dentro da própria família;</li>



<li>46,1% não têm certeza ou sabem que seu estado sorológico não é mantido em sigilo nos serviços de saúde;</li>



<li>13,1% foram tratadas de forma discriminatória em serviços de saúde nos últimos 12 meses;</li>



<li>29,1% demonstraram sintomas de depressão e 41,2% relataram sintomas de ansiedade relacionados ao estigma.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o estudo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Conduzido em sete capitais brasileiras — São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Recife, Brasília e Manaus —, o levantamento revela dados sobre a persistência do estigma, da discriminação e das violações de direitos humanos que ainda impactam diretamente a vida das pessoas vivendo com HIV no país, mesmo depois de 40 anos de resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2025 incluiu, pela primeira vez dados sobre saúde mental e sobre os efeitos das crises climáticas e da pandemia da Covid-19 no acesso à saúde das pessoas vivendo com HIV, além de informações sobre saúde mental – segundo o estudo, 20,5% enfrentaram dificuldades para obter medicamentos devido a esses eventos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-scaled.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="161" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-1024x161.png" alt="" class="wp-image-30223" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-1024x161.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-300x47.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-768x121.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-1536x242.png 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-2048x323.png 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-1800x283.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Aspas-Andrea_VF-720x113.png 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o lançamento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu na quinta-feira, dia 08, na Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR). Participaram do lançamento representantes da sociedade civil, do governo, da academia e de organismos internacionais comprometidos com a resposta ao HIV e à AIDS no Brasil.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV/AIDS faz parte dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noopener" title="">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a></span> (ODS), correspondendo ao ODS 3: Saúde e Bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma de suas metas visa acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite e outras doenças transmissíveis até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista abaixo à gravação do lançamento do Índice de Estigma.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:28:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Conheci uma travesti que tinha acabado de chegar de São Paulo e foi ela que me ensinou a jogar vôlei. Depois desse momento comecei a disputar campeonatos de vôlei e no ano de 2004 fui campeã amazonense, joguei por muitos anos campeonatos LGBT que acontecem na cidade de Manaus como a Liga Gay e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/01/neste-dia-da-visibilidade-trans-poder-contar-a-minha-historia-e-muito-importante-pra-mim-chega-de-nos-silenciar-merecemos-respeito/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Conheci uma travesti que tinha acabado de chegar de São Paulo e foi ela que me ensinou a jogar vôlei. Depois desse momento comecei a disputar campeonatos de vôlei e no ano de 2004 fui campeã amazonense, joguei por muitos anos campeonatos LGBT que acontecem na cidade de Manaus como a Liga Gay e Grand Prix, que todo ano reúne vários atletas LGBT”, conta Bruna Assipal, educadora social na ONG CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>



<span id="more-29483"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada de autoconhecimento de Bruna foi como o saque inicial em uma competição de vôlei, pois é este movimento que marca o ritmo da partida. O estigma e discriminação vividos por Bruna são violências que os sets de cada partida não conseguiram evitar que ela os vivenciasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, Bruna trabalhou em conjunto com as ONGs <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Gestos</a></span> e as cinco organizações que fazem parte do Consórcio Nacional de Pessoas Vivendo com HIV no Brasil para ser uma das pessoas entrevistadoras do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span> em Manaus. A pesquisa mede o nível de estigma e discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV, que UNAIDS apoia a implementação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi no Bairro São José, Zona Leste de Manaus, que a manauara Bruna viveu toda a infância e adolescência. E foram nesses momentos da vida que ela, uma mulher trans, teve muitas descobertas e enfrentamentos e teve que lidar diretamente com estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a adolescência, iniciou na prática de esportes e se aventurou no vôlei, basquete, handebol e queimada. Começou a participar de disputas locais até que, em 2004, se tornou campeã amazonense de vôlei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As descobertas e conquistas no esporte, mesmo positivas, não conseguiram blindar Bruna de uma infância em um ambiente de violência doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi outro obstáculo para Bruna, pois foi difícil se estabelecer na educação formal, uma vez que, neste espaço, “também tinha muito preconceito”. Porém, mesmo com todas as dificuldades, Bruna conseguiu terminar o ensino médio — realidade que, segundo dados do Registro Nacional de Mortes de Pessoas Trans no Brasil em 2024: da Expectativa de Morte a um Olhar para a Presença Viva de Estudantes Trans na Educação Básica Brasileira, da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redetransbrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Trans Brasil</a></span>, 63,9% das mulheres trans não finalizam o ensino médio e 34,7% não chegam a concluir o ensino fundamental.</p>



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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos: UNAIDS Brasil / Eduardo Almeida</div>
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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
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												<div class="slideshow_title">&#8220;Karen Arruda e Iara Fernanda, as duas mulheres mais  importante na minha vida&#8221;, diz Bruna Assipal</div>
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												<div class="slideshow_title">Rede Amizade durante as açoes do Carnaval de 2022</div>
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												<div class="slideshow_title">Palestra sobre Prevenção Combinada em Manacapuru (AM)</div>
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	</div>




<p class="wp-block-paragraph">Bruna conseguiu entrar na faculdade, mas devido à escassez de recursos, não foi possível continuar na educação superior. “Não tive oportunidade de emprego, e só o que tinha na época para pessoas travestis era a esquina. E foi assim durante sete anos da minha vida.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, Bruna foi expulsa de casa. Durante um mês em que viveu nas ruas de Manaus Bruna conheceu a organização CasaMiga de acolhimento LGBT, local onde recebeu moradia, acolhimento e apoio psicológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do período de nove meses, Bruna passou a trabalhar como educadora social, atuando no acolhimento de novas pessoas que chegavam à CasaMiga e realizando palestras sobre prevenção combinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ONG CasaMiga, Bruna teve seu segundo contato com o UNAIDS, pois, em 2024, o projeto CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95 foi contemplado com recursos da Iniciativa <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ftc/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fast-Track Cities</a></span></em>. Este projeto ajudou outros e outras jovens da comunidade Terra Nova, em Manaus, a ter acesso a informações sobre prevenção e tratamento ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”, finaliza Bruna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique <span style="text-decoration: underline;">aqui</span> para saber mais sobre a história CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/01/neste-dia-da-visibilidade-trans-poder-contar-a-minha-historia-e-muito-importante-pra-mim-chega-de-nos-silenciar-merecemos-respeito/">“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS, em parceria com o Grindr, estimula participação na pesquisa Índice de Estigma 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último domingo (01), o UNAIDS, em parceria com o Grindr, iniciou inserções no aplicativo de relacionamento, incentivando a participação das pessoas usuárias da plataforma na pesquisa Índice de Estigma (Stigma Index, em tradução para o inglês). Residentes das cidades de Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/09/unaids-em-parceria-com-o-grindr-estimula-participacao-na-pesquisa-indice-de-estigma-2024/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No último domingo (01), o UNAIDS, em parceria com o Grindr, iniciou inserções no aplicativo de relacionamento, incentivando a participação das pessoas usuárias da plataforma na pesquisa Índice de Estigma (<em>Stigma Index</em>, em tradução para o inglês).</p>



<span id="more-28501"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Residentes das cidades de Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo que usam o aplicativo receberão, a cada três semanas até 30 de outubro, um <em>popup</em> que, quando clicado, as direcionará para um formulário de inscrição que, uma vez preenchido, possibilitará que as <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/05/edital-para-o-indice-de-estigma-2024-recebeu-288-inscricoes-de-sete-cidades-brasileiras-ong-gestos-faz-contato-com-as-pessoas-selecionadas/" target="_blank" rel="noopener" title="">pessoas que irão conduzir as entrevistas</a></span> entrem em contato para a execução das perguntas que irão gerar dados sobre estigma e discriminação no Brasil. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-721x1024.png" alt="" class="wp-image-28502" style="width:390px;height:auto" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-721x1024.png 721w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-211x300.png 211w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-768x1091.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-1082x1536.png 1082w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-845x1200.png 845w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-507x720.png 507w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup.png 1235w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /></a></figure>
</div>


<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Parceria UNAIDS e Grindr</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Índice de Estigma não seja direcionado especificamente à população LGBTQIA+, dados nacionais mostram que esta comunidade é constantemente vítima de discriminação e preconceito e, em muitos casos, de violência.</p>



<div class="flourish-embed flourish-hierarchy" data-src="visualisation/19183102"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19183102/thumbnail" width="100%" alt="hierarchy visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">George Arison, CEO do Grindr, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://exame.com/negocios/no-rio-ceo-do-grindr-fala-do-reposicionamento-do-app-de-encontros-casuais-para-comunidades/" target="_blank" rel="noopener" title="">em recente entrevista</a></span>, disse que o Brasil é um dos “10 principais mercados” da plataforma. Sendo assim, é importante utilizar o alcance que o aplicativo de relacionamento tem na comunidade LGBTQIA+ para conseguirmos gerar dados que podem aprimorar políticas que reduzam estigmas e preconceitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Grindr tem orgulho de apoiar o Índice de Estigma das Pessoas Vivendo com HIV (PLHIV), uma ferramenta vital que capacita indivíduos vivendo com HIV a liderar a luta contra o estigma”, afirma Steph Niaupari, que lidera a iniciativa de impacto social do Grindr, o <em>Grindr for Equality</em>. “Ao centralizar suas vozes no processo, esta iniciativa gera dados cruciais para impulsionar a defesa e criar espaços mais seguros e inclusivos para a comunidade LGBTQ+”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A parceria com o Grindr no incentivo à participação da comunidade LGBTQIA+ no Índice de Estigma é bem-vinda, uma vez que o aplicativo tem políticas de informações sobre HIV, testagem e métodos de prevenção combinada ao HIV, como a PrEP”, diz Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “É também uma forma de aproximar a comunidade LGBTQIA+ de diversas partes do país a outros conteúdos e projetos do UNAIDS que visam mitigar o estigma e a discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV”, finaliza.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados de Estigma e Discriminação entre a População LGBTQIA+</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, a média de tempo que as pessoas tinham conhecimento da sorologia positiva para o HIV foi de 10,6 anos. À época da pesquisa anterior, 50,3% das pessoas respondentes disseram ter uma relação afetiva e/ou sexual com alguém, enquanto para 49,7% não tinham o mesmo tipo de relação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a decisão de testagem para o HIV, 13% das pessoas respondentes afirmaram que foram testadas sem conhecimento e só descobriram após o teste ter sido feito; 9% foram pressionadas por outras pessoas a realizar o teste; 2% foram forçadas a fazer o teste sem seu consentimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, outros dados da primeira pesquisa do Índice de Estigma 2019.&nbsp;</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A segunda edição do Estigma Índice no Brasil possibilitará pela primeira vez que seja analisado um marco comparativo dos dados para que se possa entender onde houve avanços e onde se precisa trabalhar para melhorar os indicadores.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O que é o Índice de Estigma?</h5>



<p class="wp-block-paragraph">É uma ferramenta utilizada para detectar e medir a mudança de tendências em relação ao estigma e à discriminação relacionados ao HIV, a partir da perspectiva das pessoas vivendo com HIV e AIDS. Os países descrevem como o Índice de Estigma foi implementado, apresentam os resultados, tiram conclusões e fornecem recomendações baseadas em evidências sobre o estigma e a discriminação relacionados ao HIV vivenciados por pessoas que vivem com HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o Índice de Estigma é executado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS</a></span> (RNP+), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redejovensbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS</a></span> (RNAJVHA), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas</a></span> (MNCP), Rede Nacional de Travestis e Transexuais Vivendo com HIV/AIDS (RNTTHP) e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/p/Articula%C3%A7%C3%A3o-Nacional-de-Aids-100064823465540/" target="_blank" rel="noopener" title="">Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS</a></span> (ANAIDS), coordenado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">ONG Gestos</a></span> e tem o apoio do UNAIDS, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.cdc.gov/" target="_blank" rel="noopener" title="">Centros de Controle e Prevenção de Doenças</a></span> (CDC), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.pucrs.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</a></span> (PUC-RS) e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundação Oswaldo Cruz</a></span> (Fiocruz).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS reforça que a pesquisa é feita por pessoas que vivem com HIV e direcionada a pessoas que vivem com HIV, independentemente da orientação sexual e identidade de gênero. Quer fazer parte da pesquisa? Acesse o formulário na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">página do Índice de Estigma</a></span>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso a todas as notícias relacionadas ao Índice de Estigma aplicado no Brasil, acesse <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/stigma-index/" target="_blank" rel="noopener" title="">aqui</a></span>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/09/unaids-em-parceria-com-o-grindr-estimula-participacao-na-pesquisa-indice-de-estigma-2024/">UNAIDS, em parceria com o Grindr, estimula participação na pesquisa Índice de Estigma 2024</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Edital para o Índice de Estigma 2024 recebeu 288 inscrições de sete cidades brasileiras; ONG Gestos faz contato com as pessoas selecionadas </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 17:01:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ONG Gestos finalizou nesta quinta-feira (16) a seleção das pessoas entrevistadoras para o curso que as treinará para a realização do Índice de Estigma relacionado ao HIV/AIDS no Brasil.  Ao todo, 288 pessoas das cidades contempladas no Edital se inscreveram no processo, tendo 200 inscrições validadas, 69,4% do total. Perfil das pessoas inscritas&#160;, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/05/edital-para-o-indice-de-estigma-2024-recebeu-288-inscricoes-de-sete-cidades-brasileiras-ong-gestos-faz-contato-com-as-pessoas-selecionadas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A ONG Gestos finalizou nesta quinta-feira (16) a seleção das pessoas entrevistadoras para o curso que as treinará para a realização do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/04/gestos-unaids-cdc-fiocruz-puc-abre-selecao-para-capacitacao-de-pessoas-entrevistadoras-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span> relacionado ao HIV/AIDS no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 288 pessoas das cidades contempladas no Edital se inscreveram no processo, tendo 200 inscrições validadas, 69,4% do total.</p>



<span id="more-27947"></span>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Perfil das pessoas inscritas&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das metas desejadas e alcançadas neste Edital foi trazer um perfil diverso das pessoas participantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o critério raça/cor, usando a definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 129 inscrições foram de pessoas autodeclaradas negras e 66 de autodeclaradas brancas. Entre pessoas amarelas e indígenas houve uma inscrição cada. </p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/17959053"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">Já no critério identidade de gênero, tivemos a seguinte configuração: 131 inscrições por homens cis, 26 por mulheres cis, 18 por mulheres trans, 12 inscrições por travestis, 12 por pessoas não binárias e uma inscrição por pessoa transmasculina.&nbsp;</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/17958883"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados relacionados às inscrições de populações-chave e prioritárias e participação em redes nacionais de pessoas vivendo com HIV/AIDS seguem abaixo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao gráfico interativo, clique nas imagens.&nbsp;</p>



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												<div class="slideshow_title"><a href="https://public.flourish.studio/visualisation/17958544/" target="_self">Índice de Estigma 2024: quantidade de pessoas inscritas por cidade</a></div>
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												<div class="slideshow_title"><a href="https://public.flourish.studio/visualisation/18038639/" target="_self">Índice de Estigma 2024: inscrições por populações chaves ou prioritárias</a></div>
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<p class="wp-block-paragraph">Nos dados sobre identidade de gênero e raça/cor, as porcentagens de populações e redes são independentes e não fecham 100%, uma vez que uma mesma pessoa pode ser parte de mais de uma população-chave, assim como participar de várias redes simultaneamente. </p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o curso&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O curso terá duração total de 16 horas, divididos em dois dias, e será ministrado pela ONG Gestos. Alimentação e ajuda de custo para transporte estão inclusos durante o período.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a formação, as pessoas selecionadas deverão realizar as entrevistas nos três meses seguintes, com possibilidade de ajuda de custo de até R$ 1.520,00 por mês. Para pessoas selecionadas para articulação e mobilização de trabalho local o valor da bolsa é de R$ 1.920,00.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Contato com as pessoas selecionadas&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em respeito ao artigo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6514.htm" target="_blank" rel="noopener" title="">168 da CLT</a></span> e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/lei/L14289.htm" target="_blank" rel="noopener" title="">Lei nº 14.289/2022</a></span> que trata do tema de sigilo sorológico, os nomes das pessoas selecionadas não serão divulgados publicamente. O contato com as pessoas aprovadas foi realizado pela ONG Gestos entre os dias 15 e 16 de maio, por e-mail. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, acesse o site ou <span style="text-decoration: underline;">Instagram da Gestos</span> ou entre em contato pelo e-mail <a href="mailto:gestos@gestos.org.br" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">gestos@gestos.org.br</span></a>.</p>
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	            data-title="Edital para o Índice de Estigma 2024 recebeu 288 inscrições de sete cidades brasileiras; ONG Gestos faz contato com as pessoas selecionadas " 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/05/edital-para-o-indice-de-estigma-2024-recebeu-288-inscricoes-de-sete-cidades-brasileiras-ong-gestos-faz-contato-com-as-pessoas-selecionadas/">Edital para o Índice de Estigma 2024 recebeu 288 inscrições de sete cidades brasileiras; ONG Gestos faz contato com as pessoas selecionadas </a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Gestos, em parceria com UNAIDS, CDC, Fiocruz e PUC-RS, abre seleção para capacitação de pessoas entrevistadoras em sete capitais brasileiras</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/04/gestos-unaids-cdc-fiocruz-puc-abre-selecao-para-capacitacao-de-pessoas-entrevistadoras-em-sete-capitais-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ONG Gestos, com apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), anuncia o lançamento da Chamada Pública para a &#8220;Formação de Pessoas Entrevistadoras para o Stigma Index Brasil 2024 &#8211; Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV/AIDS&#8221;. As vagas estão abertas para sete capitais brasileiras: Brasília, Manaus, Porto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/04/gestos-unaids-cdc-fiocruz-puc-abre-selecao-para-capacitacao-de-pessoas-entrevistadoras-em-sete-capitais-brasileiras/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A ONG Gestos, com apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), anuncia o lançamento da Chamada Pública para a &#8220;Formação de Pessoas Entrevistadoras para o <em>Stigma Index</em> Brasil 2024 &#8211; Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV/AIDS&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vagas estão abertas para sete capitais brasileiras: Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, e será dividida em duas etapas: uma fase de formação e, em seguida, a atuação como pessoas entrevistadoras da pesquisa.</p>



<span id="more-27717"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2015, o <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Stigma Index</a></span></em> tem sido uma ferramenta vital para detectar e medir mudanças nas tendências de estigma e discriminação relacionadas ao HIV/AIDS, sob a perspectiva das pessoas vivendo com HIV e AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta pesquisa transversal tem como objetivo principal descrever o grau e as formas de estigma e discriminação enfrentados por essas pessoas em diferentes localidades do Brasil, além de comparar a situação com a realidade de outras localidades e países, com o intuito de promover mudanças em políticas e programas de forma mais ampla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa pesquisa é muito importante. Primeiro, porque é uma pesquisa de base comunitária, onde pessoas que vivem com HIV entrevistam pessoas que vivem com HIV. Outra questão é que o Brasil já realizou uma pesquisa semelhante, então há a possibilidade de compararmos com os dados anteriores. E, por fim, trazer esse assunto em outro contexto, a partir de uma nova realidade política, nos possibilita avaliar as políticas existentes e como podemos transformá-las para que façam a diferença na vida das pessoas que vivem com HIV e AIDS”, Jô Meneses, coordenadora de programas institucionais da Gestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG Gestos, em parceria com instituições como UNAIDS, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.cdc.gov/" target="_blank" rel="noopener" title="">Centro de Controle e Prevenção de Doenças</a></span> (CDC), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundação Oswaldo Cruz</a></span> (Fiocruz) e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.pucrs.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</a></span> (PUC-RS), oferecerá cursos de formação para as pessoas selecionadas, essenciais para fortalecer a capacidade das pessoas vivendo com HIV e AIDS envolvidas no processo de coleta de dados e informações.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Objeto do edital</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Trinta vagas estão disponíveis para pessoas vivendo com HIV/AIDS, divididas entre as sete capitais participantes, conforme descrição abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table has-small-font-size"><table><tbody><tr><td><strong>Brasília (DF)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">03 vagas</td></tr><tr><td><strong>Manaus (AM)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">03 vagas</td></tr><tr><td><strong>Porto Alegre (RS)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">04 vagas</td></tr><tr><td><strong>Recife (PE)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">04 vagas</td></tr><tr><td><strong>Rio de Janeiro (RJ)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">06 vagas</td></tr><tr><td><strong>Salvador (BA)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">04 vagas</td></tr><tr><td><strong>São Paulo (SP)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">06 vagas</td></tr></tbody></table></figure>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o curso</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O curso terá duração total de 16 horas, divididos em dois dias, e será ministrado pela ONG Gestos. Alimentação e ajuda de custo para transporte estão inclusos durante o período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a formação, as pessoas selecionadas deverão realizar as entrevistas nos três meses seguintes, com possibilidade de ajuda de custo de até R$ 1.520,00 por mês. Para pessoas selecionadas para articulação e mobilização de trabalho local o valor da bolsa é de R$ 1.920,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A liderança de base comunitária de ponta a ponta é uma característica fundante do <em>Stigma Index</em> como instrumento de produção de dados. Essa mesma comunidade é, via de regra, a mais atingida pelas barreiras impostas pelo estigma e pela discriminação, que a afasta dos serviços de saúde e limita o acesso a um tratamento eficaz”, diz Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “O UNAIDS apoia esta nova edição do <em>Stigma Index</em> que possibilitará pela primeira vez um marco comparativo para entender onde avançamos e onde precisamos melhorar. É uma ferramenta de análise que viabilizará identificar gargalos do ponto de vista das pessoas vivendo com HIV/Aids, contribuindo para mitigar a discriminação de pessoas que vivem com o HIV e a AIDS no Brasil”, finaliza.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Requisitos para candidatura</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados devem atender aos seguintes critérios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter no mínimo 18 anos completos até a data de divulgação dos resultados.</li>



<li>Ser residente em uma das sete cidades onde serão realizados os cursos.</li>



<li>Ser pessoa vivendo com HIV/AIDS</li>



<li>Ter disponibilidade para todas as atividades propostas durante o curso e o período de entrevistas.</li>



<li>Possuir habilidades básicas de leitura e escrita.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Edital e inscrição para o processo seletivo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as informações do Edital para a Formação de Pessoas Entrevistadoras para o <em>Stigma Index</em> Brasil 2024 &#8211; Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV/AIDS podem ser acessadas <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/05/Edital_STIGMAINDEX_2024_Retificacao.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">aqui</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições serão aceitas de 30 de abril a 12 de maio de 2024, conforme cronograma abaixo, exclusivamente pelo link <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://forms.gle/TwwiebkdmSfNUuqg7">https://forms.gle/TwwiebkdmSfNUuqg7</a></span>.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Cronograma</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, seguem as informações do cronograma de atividades.</p>



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<div><a rel="nofollow" style="font-size: 12px; text-decoration: none;" title="Timeline creator" href="https://time.graphics">Timeline creator</a></div>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Disposições gerais</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A participação no processo seletivo implica na aceitação das condições estabelecidas nesta chamada. A Gestos reserva-se o direito de revogar ou anular a chamada, no todo ou em parte, por decisão unilateral ou por motivo de interesse público ou exigência legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, acesse o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">site</a></span> ou <span style="text-decoration: underline;">Instagram</span> da Gestos ou entre em contato pelo e-mail <span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:gestos@gestos.org.br" target="_blank" rel="noopener" title="">gestos@gestos.org.br</a></span>.</p>
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		<title>Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV 2.0 é lançado na América Latina</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/10/indice-de-estigma-pvhiv-lancado-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 15:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A região da América Latina e Caribe tem desigualdades profundas e generalizadas e inclui países que são mais desiguais do que aqueles de outras regiões com níveis de desenvolvimento semelhantes. Isto afeta o acesso aos serviços de saúde e HIV, particularmente por parte das populações-chave. As barreiras sociais e estruturais são importantes combustíveis das, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/10/indice-de-estigma-pvhiv-lancado-america-latina/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A região da América Latina e Caribe tem desigualdades profundas e generalizadas e inclui países que são mais desiguais do que aqueles de outras regiões com níveis de desenvolvimento semelhantes. Isto afeta o acesso aos serviços de saúde e HIV, particularmente por parte das populações-chave. As barreiras sociais e estruturais são importantes combustíveis das desigualdades.</p>



<span id="more-18612"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor estas barreiras sociais e estruturais, a&nbsp;<em>Alianza&nbsp;Liderazgo&nbsp;Positivo y&nbsp;Poblaciones&nbsp;Clave</em>&nbsp;(ALEP) está liderando&nbsp;o estudo&nbsp;<strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.stigmaindex.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV 2.0</a></span></strong>&nbsp;em quatro países da região: Bolívia, Equador, Peru e Nicarágua. Outros cinco estudos similares financiados pelo&nbsp;Fundo Global contra a AIDS, Tuberculose e&nbsp;Malária&nbsp;e&nbsp;em coordenação com a sociedade civil,&nbsp;o&nbsp;Plano&nbsp;de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS&nbsp;(PEPFAR),&nbsp;beneficiários&nbsp;e beneficiárias&nbsp;do Fundo Global, o Fundo de População das Nações Unidas&nbsp;(UNFPA)&nbsp;e o UNAIDS estão em andamento independente em El Salvador, Honduras, Guatemala, Panamá e Paraguai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espera-se que os resultados da iniciativa conjunta fortaleçam os esforços regionais e globais para eliminar o estigma e a discriminação relacionados ao HIV através de políticas e programas centrados na comunidade, que são baseados em evidências.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Pela primeira vez desde o primeiro estudo do Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV em 2008, nove países da mesma região estarão realizando o estudo em coordenação e dentro do mesmo prazo. Isto é inédito e será fundamental para abordar o estigma e a discriminação relacionada ao HIV tanto em nível nacional quanto regional&#8221;</p><cite>Rodrigo Pascal, coordenador do estudo&nbsp;Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV 2.0&nbsp;da ALEP</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV 2.0 reúne evidências sobre como o estigma e a discriminação afetam a vida das pessoas vivendo com HIV, incluindo as populações-chave. Foi desenvolvido para ser usado por e para pessoas vivendo com HIV, incluindo populações-chave, e foi criado para apoiar o princípio do maior envolvimento das pessoas vivendo com HIV, sob o qual as redes estão capacitadas a liderar a implementação do estudo. O estudo é uma novidade, pois é a primeira vez que redes de pessoas vivendo com HIV coordenam ações com redes de populações-chave para promover os direitos humanos e o acesso à atenção abrangente e diferenciada ao HIV na América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A motivação que tenho é ser parte da solução em relação aos desafios impostos pelo estigma e pela discriminação, que são os principais problemas que nós, pessoas vivendo com HIV, enfrentamos desde o início da epidemia&#8221;, disse Gracia Violeta Ross Quiroga, ativista sobre HIV e coordenadora da implementação do estudo do Índice de Estigma da Bolívia. &#8220;Tenho esperança nesta pesquisa porque ela vem da comunidade, e tais respostas provaram ser as mais eficazes na história do HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ALEP é um esforço inovador que combina liderança, visão, capacidades e pontos fortes das redes regionais da Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai e Peru. A organização trabalha em parceria com os mecanismos de coordenação dos países onde existe um programa do Fundo Global, o UNAIDS e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este é um exemplo sólido de como os pares estão contribuindo para suas próprias comunidades ao mesmo tempo em que lidam com questões-chave de intersecção, tais como direitos humanos, estigma e discriminação, e outras barreiras estruturais. É essencialmente pelas comunidades, para as comunidades&#8221;, disse Guillermo Márquez, Assessor Sênior de Apoio Comunitário do Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assista ao evento de lançamento (em espanhol)</strong></p>



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<iframe loading="lazy" title="INDEX 2.0 de Estigma y Discriminación a personas que viven con VIH" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/eRY_BwXcyRo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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		<title>23,8% das pessoas que vivem com HIV em Porto Alegre reduziram contato social com amigos e família em razão de sua sorologia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 23:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O webinário que apresentou a análise em profundidade do Índice de Estima em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e AIDS da cidade de Porto Alegre, realizado na última sexta-feira, dia 11, destacou que o diagnóstico positivo influencia a maneira que as pessoas se veem e se relacionam com parentes e amigos. De acordo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/">23,8% das pessoas que vivem com HIV em Porto Alegre reduziram contato social com amigos e família em razão de sua sorologia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O webinário que apresentou a análise em profundidade do Índice de Estima em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e AIDS da cidade de Porto Alegre, realizado na última sexta-feira, dia 11, destacou que o diagnóstico positivo influencia a maneira que as pessoas se veem e se relacionam com parentes e amigos. De acordo com a pesquisa, 23,8% das pessoas entrevistadas afirmaram se isolarem de amigos e família em função do diagnóstico; 32,7% decidiram não fazer sexo e 26,4% decidiram não se candidatarem para uma vaga de emprego.</p>



<span id="more-16752"></span>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="375" src="https://lh6.googleusercontent.com/D2C_rGrbjTanxEBUd0YvpPZdJF1s1BeeRT1Cf2j13FNYK0eY6Qu5yWeBiqE61Cvq2EApAFSS1NkVGj5cbP-JmRYgv430Xb7Oy75SQDFmSx737WBL6GShYRJIayEt7nthTJor4EXW"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de novembro, o UNAIDS, a Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero e a  PUC-RS realizaram uma série de webinários para apresentação das análises em profundidade de cinco cidades (Manaus/AM, São Paulo/SP, Recife/PE, Salvador/BA e Porto Alegre/RS); e quatro populações-chave: mulheres cis, população trans, população negra, homens gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens. Os webinários foram direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. O último webinário apresentado foi o de Porto Alegre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cidade, 29% das pessoas que vivem com HIV perderam a fonte de renda ou emprego, ou foram rejeitadas em uma oferta de emprego em função de sua sorologia. O Brasil possui <a href="https://unaids.org.br/legislacao-e-hiv/">legislação específica</a> que garante o direito ao sigilo da sorologia para o HIV. Ainda em relação à situação trabalhista, 14% afirmaram que a natureza de seu trabalho já mudou, ou uma promoção já lhe foi negada porque a pessoa é soropositiva(o) para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos entrando na quarta década e não considero que tenhamos avançado em relação ao estigma e ao preconceito em relação às pessoas vivendo com HIV e Aids. Diante das pesquisas científicas e de tudo o que já se avançou em relação à prevenção e ao tratamento, é injustificável que exista ainda um estigma tão forte em relação ao HIV e à Aids, que faz com que as pessoas reduzam sua vida social e reduzam sua existência por medo de serem discriminadas e excluídas&#8221;, considera Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos serviços de saúde, 23,6% das pessoas entrevistadas afirmaram que o despreparo para lidar com sua sorologia foi o que as afastou ou as fez evitarem receber cuidados e/ou tratamento relativo ao HIV. Cerca de 11% também disseram ter medo que profissionais de saúde as tratassem mal ou revelassem a sorologia sem consentimento.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="384" src="https://lh4.googleusercontent.com/GpTihw0bJS2HzuRH7VBSsL9tbB63X3d7ua86Lfui8vhiN4o-829iigHYs5JU0IYaPpLJGJoaP97xk9A0FmlfBrJYR7mxk-u15jGZe39B1Xr054FZKKbPd3chOcVkwjNXKBDqhQkm"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria de fazer um apelo especial para que as pessoas presentes nesse seminário: usem a ferramenta do Índice de Estigma relacionado às pessoas que vivem com HIV para que as políticas públicas mais efetivas contribuam para que os serviços de saúde fiquem livres de estigma. Desejo que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas, seus direitos assegurados e suas demandas atendidas&#8221;, destacou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS publicado pelo Ministério da Saúde em 2020, o Rio Grande do Sul é o estado que apresenta a maior taxa de detecção de AIDS do Brasil: 28,3 para 100 mil habitantes. A capital, Porto Alegre apresenta uma taxa ainda maior: 58,5 a cada 100 mil habitantes. Este valor é mais que o dobro do estado e 3,3 vezes maior que a taxa média do Brasil, que é de 17,8%</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente sabe que apesar dos avanços biomédicos e novas tecnologias, ainda enfrentar estigma é muito difícil. Pouco mudou nesse campo se comparado ao início da epidemia. No caso das mulheres que vivem com HIV, elas são afetadas de uma forma diferente. Por isso, este recorte de gênero, raça e local da pesquisa é fundamental para delinear as nossas ações&#8221;, analisou Silvia Aloia, do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a rel="noreferrer noopener" href="https://mncp.org.br/" target="_blank"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a rel="noreferrer noopener" href="https://gestos.org.br/" target="_blank"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pucrs.br/" target="_blank"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.br.undp.org/" target="_blank"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Porto Alegre encontram-se <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_-Porto-Alegre_4aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link.</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações <a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sobre os seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/">23,8% das pessoas que vivem com HIV em Porto Alegre reduziram contato social com amigos e família em razão de sua sorologia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estigma: 27,2% das pessoas com HIV e Aids em Salvador perderam a fonte de renda ou foram demitidas em função de sua sorologia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/12/estigma-272-das-pessoas-com-hiv-e-aids-em-salvador-perderam-a-fonte-de-renda-ou-foram-demitidas-em-funcao-de-sua-sorologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 13:34:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A análise em profundidade da cidade de Salvador, Bahia do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids apontou como o preconceito e a discriminação afetam diretamente a vida das pessoas. Na capital baiana, nada menos que 27,2% das pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas declararam terem perdido a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/estigma-272-das-pessoas-com-hiv-e-aids-em-salvador-perderam-a-fonte-de-renda-ou-foram-demitidas-em-funcao-de-sua-sorologia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A análise em profundidade da cidade de Salvador, Bahia do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids apontou como o preconceito e a discriminação afetam diretamente a vida das pessoas. Na capital baiana, nada menos que 27,2% das pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas declararam terem perdido a fonte de renda ou o emprego por ser soropositivo para o HIV nos últimos 12 meses. Outras 20,8% das pessoas entrevistadas revelaram já terem sofrido assédios verbais e agressões físicas (6,8%) por viverem com HIV e Aids.</p>



<span id="more-16721"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e o preconceito se revelam também no ambiente e no convívio social. As pessoas entrevistadas relataram que a forma de discriminação mais experienciada foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (53,0%). Essa forma de discriminação também aconteceu entre membros da família (50,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação da sorologia sem o consentimento das pessoas – um crime previsto em lei – também foi elatada pelas pessoas entrevistadas. Entre os principais responsáveis pelas principais ocorrências desta violação estiveram os vizinhos (29,6%), colegas de escola (11,1%) e amigas(os) (10,9%), apontando como o bairro e o ambiente escolar podem ser constrangedores para pessoas soropositivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Salvador, 82,9% das entrevistas apontaram dificuldades das pessoas em revelarem que vivem com HIV e Aids. A atitude predominante entre os/as entrevistados/as foi esconder a condição (75,5%). O estigma e o preconceito fazem muitas das pessoas vivendo com HIV e Aids em Salvador sentirem vergonha (41%) e culpa (40,8%) por serem soropositivas. E também prejudicou o início do atendimento de saúde dessas pessoas, já que 54,4% relataram terem adiado o início do tratamento por terem medo que pessoas que não fossem familiares soubessem do diagnóstico; enquanto 43,7% disseram que não estavam preparadas para o fato de serem soropositivas para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preconceito também se reflete em relação às pessoas responsáveis pelo atendimento nos serviços saúde. As pessoas entrevistadas pelo Índice de Estigma em Salvador-BA relataram que profissionais de saúde evitaram contato físico ou tomaram precauções por causa da sorologia positiva para o HIV (9,6%); fizeram comentários negativos ou fofocas sobre a pessoa (8,4%); e revelaram para outras pessoas sem o consentimento a sorologia positiva para o HIV (9,6%). Essas experiências podem estar entre os fatores que fazem as pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas em Salvador-BA acreditarem que seus prontuários médicos não são confidenciais. Nada menos que 42,6% dos entrevistados/as disseram não saber se os prontuários são confidenciais, enquanto 19% acreditam que os prontuários não são mantidos em sigilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos entrando na quarta década e não considero que tenhamos avançado em relação ao estigma e ao preconceito em relação às pessoas vivendo com HIV e Aids. Diante das pesquisas científicas e de tudo o que já se avançou em relação à prevenção e ao tratamento, é injustificável que exista ainda um estigma tão forte em relação ao HIV e à Aids, que faz com que as pessoas reduzam sua vida social e reduzam sua existência por medo de serem discriminadas e excluídas&#8221;, considera Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As violações de direitos seguem também para a questão da saúde sexual e reprodutiva das pessoas vivendo com HIV e Aids. Entre as entrevistas apareceram “recomendações” do atendimento de saúde para que as pessoas não engravidassem ou se tornassem pai/mãe (3,2%); além da pressão para serem esterilizados/as (1,6%); e condicionamento do tratamento para HIV/Aids à necessidade de adotar métodos contraceptivos (2,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caminhamos para a quarta década de epidemia de HIV e Aids e infelizmente ainda vemos dados como estes. Ainda hoje profissionais de saúde orientam a interrupção da gravidez e incentivam a esterilização das pessoas vivendo com HIV e Aids – uma violência à saúde sexual e reprodutiva das mulheres”, analisou Gladys Almeida, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (GAPA-BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Salvador encontram-se <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_-Salvador_4aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>neste link.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações <a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sobre os seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>
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		<title>No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/12/recife/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 19:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como o preconceito e o estigma ainda afetam diretamente a possibilidade de uma vida plena de direitos para estas pessoas. Para 87% das pessoas entrevistadas no Recife é difícil contar para a família que vive com HIV e Aids.</p>



<span id="more-16643"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="767" height="541" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg" alt="" class="wp-image-16654" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg 767w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-300x212.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-720x508.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas vivendo com HIV e Aids no Recife entrevistadas, a forma mais experienciada foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (44,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo entre membros da família essa forma de discriminação foi bastante relatada (42,9%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (19,3%), agressões físicas (4,3%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (8,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação provoca uma atitude de isolamento das pessoas soropositivas para o HIV. Isolamento da família ou dos amigos e não fazer sexo por ser soropositivo para o HIV são relatados por pouco menos de 30% dos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas no Recife também relataram violações de direitos e agressões por viverem com HIV/Aids. Das pessoas entrevistadas que sofreram violações de direitos, 28% não sabiam a quem recorrer para fazer uma denúncia e 20% se sentiram intimidados/as e assustados/as para denunciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado que chamou atenção nos resultados do Índice de Estigma e Discriminação em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Recife foi que 34,3% evitaram iniciar o tratamento, após se saberem soropositivos para o HIV, por não se sentirem preparados para lidar com o fato de ser soropositivo; e 28% se preocuparam de que ao iniciar o tratamento, familiares e pessoas conhecidas descobrissem a sorologia para o HIV. Outros 24,7% tiveram medo de que profissionais de saúde e médicos revelassem para conhecidos que ela vivia com HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados indicam que existe uma insegurança sobre a confidencialidade dos prontuários médicos e sobre o sigilo da sorologia. Somadas as proporções de participantes que indicaram não saber se seus prontuários são confidenciais (45,6%) com a proporção de participantes para quem está claro que seu prontuário não está sendo mantido em sigilo (5,2%), chega-se à proporção de 50,8% dos participantes que não sabem ou não têm certeza que seus prontuários estão sendo violados. Evidencia-se assim uma falha na explicitação e manutenção da confidencialidade dos prontuários das pessoas soropositivas que deve ser alvo de intervenções nos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Recife encontram-se&nbsp;<strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_Recife_3aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></strong></span></span></strong>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais continua neste mês de dezembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></span></strong> está sendo feita através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, em São Paulo, no dia 06 de novembro, e aconteceu neste 1º de Dezembro com foco no Recife-PE. Os próximos seminários serão: Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).<br><br>Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em São Paulo, 80,7% das pessoas que vivem com HIV entrevistadas para o Índice de Estigma relatam dificuldade para contar às pessoas sobre seu diagnóstico</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/11/em-sao-paulo-807-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-entrevistadas-para-o-indice-de-estigma-relatam-dificuldade-para-contar-as-pessoas-sobre-seu-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 12:53:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentado na tarde do dia 06 de novembro, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de São Paulo/SP trouxe dados alarmantes em relação à forma que essa população se sente e é tratada nos sistemas de saúde. Entre os dados divulgados pela, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/11/em-sao-paulo-807-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-entrevistadas-para-o-indice-de-estigma-relatam-dificuldade-para-contar-as-pessoas-sobre-seu-diagnostico/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apresentado na tarde do dia 06 de novembro, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de São Paulo/SP trouxe dados alarmantes em relação à forma que essa população se sente e é tratada nos sistemas de saúde. Entre os dados divulgados pela pesquisa, se destacam o alto percentual de pessoas que vivem com HIV que confirmaram ter recebido diagnóstico de problemas de saúde mental (58,4%) e dificuldade em contar às pessoas sobre seu diagnóstico (80,7%).</p>



<span id="more-16419"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de discriminação mais experienciada pelos participantes da pesquisa em São Paulo foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (43,2%). Mesmo entre membros da família, essa forma de discriminação foi bastante relatada (41,6%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (27,4%), agressões físicas (7,7%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (16,6%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma em relação ao HIV e AIDS pode levar as pessoas que vivem com o vírus à redução do contato social. O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids perguntou às pessoas entrevistadas se elas já tinham tomado alguma atitude de isolamento nos últimos 12 meses em virtude de serem soropositivas para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="392" src="https://lh4.googleusercontent.com/wTUS34n-mO63MJtApi0gTMw-yQ6b7sX69wWuoQ-8Z7RER15Xlysm8YpOCt60EMLuWH-L7TSiB7x-OOhHCJY4O0B2z5EBlJ2ZvTOWh4v9-duZ_JQ95G9a33hAO-_2cAc3SostNLXB"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Interações com o serviço de saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de saúde são essenciais para que as pessoas que vivem com HIV e Aids tenham acesso a seus medicamentos e possam buscar supressão da carga viral e qualidade de vida. Para que esse serviço de saúde atenda a pessoa que vive com HIV ou vive com AIDS é necessário que o sistema esteja preparado para receber essa pessoa desde o momento de prevenção e diagnóstico até o momento de tratamento, acolhendo a população e principalmente fornecendo um serviço que seja <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/zero-discriminacao-nos-servicos-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Zero Discriminação.</a></strong></span> Os dados, porém, trazem números preocupantes em relação à preparação do sistema de saúde para apoiar as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img loading="lazy" decoding="async" width="643" height="419" src="https://lh6.googleusercontent.com/6ofYl4tJrGPDVKJYDyFZniJWSb-EvpESLo8296muRim85grTRPiFV8f1BZPuNmVArhVtZJ0aMz2Bpn8-J3DW_TiX2DI0vGXRq_cpY55SzbTOQbEFNjAbtp4tJ6ryNlBRz4oyUaoq"></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado que merece uma atenção especial é o percentual de pessoas entrevistadas que relataram o diagnóstico de outros problemas de saúde. 58,4% relataram problemas de saúde mental, além de infecções sexualmente transmissíveis (21,6%), Hepatite (6,2%) e Tuberculose (5,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É mais um acesso de total protagonismo, onde conseguimos chegar até a ponta e ter informações que a população necessita. Esses dados vêm para fortalecer&#8221;, destacou Fernanda Falcão, da Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e convivendo com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de São Paulo encontram-se <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Stigma-Index-2019_Sao-Paulo_2aprova_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a></span></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></strong></span></span></strong>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais acontecerá até dezembro em seminários online</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></span></strong> está sendo feita através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, em São Paulo, , no dia 06 de novembro, e segue até dezembro nas demais cinco capitais onde a pesquisa foi realizada: Recife-PE (01/12), Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).<br>Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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