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	<title>Saúde população jovem e negra - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2021 16:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série de cards que destacam a vida de jovens mulheres negras que participaram do Projeto Carolinas, liderado pela NBR.</p>



<span id="more-17979"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto Carolinas, iniciado em 2020 durante a pandemia de COVID-19, tem como objetivo o fortalecimento, a autonomia e a visibilidade de novas lideranças na promoção da saúde e prevenção contra o HIV entre jovens mulheres, moradoras de comunidades, favelas e periferias. O projeto foi um dos que receberam recursos de um edital do escritório regional do UNAIDS para ações relacionadas à COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafaela Siqueira , uma das participantes do projeto, tem 18 anos e vive na Favela Margem da Linha, em Campos dos Goytacazes, interior do Rio de Janeiro &#8211; ela ficou grávida aos 16 anos e precisou parar de estudar para cuidar da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Rafaela guarda similaridade com a vivida pela escritora Carolina Maria de Jesus há 100 anos. Carolina perdeu a mãe, caminhou do interior de Minas Gerais até São Paulo para buscar uma vida melhor e aos 33 anos, sem emprego e grávida, tornou-se catadora de papel. A partir dessas vivências, passou a registrar em diários as desigualdades e cotidiano da favela. Seus escritos transformaram-se no livro “Quarto de Despejo &#8211; Diário de uma Favelada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra foi publicada em 1960 e foi traduzida para mais de 16 idiomas. Carolina foi reconhecida com título póstumo de Doutora Honoris Causa pela UFRJ após completar 60 anos da obra e com os temas de fome, racismo, machismo e falta de acesso à saúde, relatados no livro, sendo exacerbados em função da pandemia de COVID-19. Segundo estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da FEA-USP, em 2020,38% das mulheres negras estavam abaixo da linha da pobreza e 12,3% dessa população está em situação de extrema pobreza – os dados foram observados em 2020 e dados de 2021 baseados em simulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi por inspiração de Carolina Maria de Jesus e para celebrar a sua vida e trajetória que a ONG Nação Basquete de Rua iniciou o Projeto Carolinas. A NBR selecionou 24 participantes, que também receberam formações online sobre direitos sexuais e reprodutivos, prevenção combinada ao HIV, cuidados relacionados à pandemia de COVID-19 e educação financeira. Ao longo do projeto, que aconteceu entre dezembro de 2020 e março de 2021, a ONG entregou kits de prevenção à COVID-19 com máscaras e álcool gel, além de preservativos internos, externos e lubrificantes, insumos necessários na prevenção das ISTs a todas as participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi necessário atuar de forma emergencial com doações de alimentos e materiais de limpeza, mas não podíamos deixar de pensar em fortalecer as mulheres que já tecem a rede de apoio e cuidado em saúde nas favelas e periferias, mulheres negras em expressiva maioria. Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências”, explica Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último boletim epidemiológico HIV/AIDS do Ministério da Saúde, publicado em 2020, mostra que 61,7% de óbitos por doenças relacionadas à AIDS estavam entre pessoas negras, 37,7% entre pessoas brancas, 0,3% entre pessoas amarelas e 0,3% entre indígenas. Comparando os anos de 2009 e 2019, também há uma queda de 21% na proporção de óbitos de pessoas brancas e crescimento de 19,3% na proporção de óbitos de pessoas negras. Já entre os casos de gestantes infectadas por HIV, 39,6% eram brancas, enquanto 14,2% pretas e 37,8% eram pardas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Nova Estratégia do UNAIDS destaca a necessidade de acabar com as desigualdades para acabar com a AIDS. As desigualdades afetam de forma desproporcional as mulheres e principalmente as mulheres negras, mães e de periferia, que acumulam um serviço não remunerado e as empurra às margens cada vez mais. Precisamos diminuir as desigualdades levando a essas mulheres informações que possibilitarão escolhas e autonomia, derrubando as barreiras e construindo pontes entre os abismos de desigualdade”, diz Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são as Carolinas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As vinte e quatro mulheres que participaram do Projeto Carolinas são negras, têm entre 18 e 30 anos de idade e moram em quatro diferentes comunidades de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro: Comunidade Margem da Linha do Rio, Tapera 1, Tapera 2 e Tapera 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 24 participantes, vinte são mães e 4 não têm filhos. Vinte delas estão em busca de emprego e/ou desempregadas e quatro trabalham. 22 já se sentiram discriminadas pela cor, ou por morarem em comunidades/favelas; 10 relataram que já passaram por constrangimento durante o período menstrual, seja por falta de acesso aos absorventes ou por falta de informações sobre o tema. Todas relataram que gostariam de uma maior proximidade com a UBS, maiores oportunidades de cultura, esporte e aprendizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia da Mulher Afrolatinoamericana e caribenha</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o final do projeto, a ONG NBR liderou uma ação de fotografia com algumas participantes do Projeto Carolinas. A responsável pela atividade, Raisa Moraes, é uma jovem campista também moradora de periferia e foi a fotógrafa que liderou o ensaio. Para ampliar as vozes das jovens do projeto, o UNAIDS Brasil, a ONG NBR e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam uma campanha de redes sociais a partir do dia 25 de julho, quando celebra-se o dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17984" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17984" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências” Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17983" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17983" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Quase nunca falamos sobre preservativos, saúde da mulher. São assuntos que não são falados, só quando algum problema acontece. Conheço mulheres da minha idade que nunca tiveram oportunidade de ir ao médico. Mas porque não foram ensinadas sobre a importância, muitas só chegam a ir quando estão grávidas” &#8211; Vera Cirico, 30 anos, moradora da Comunidade da Margem da Linha. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17982" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17982" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me inspiro em outras mulheres guerreiras, que lutam pelos seus objetivos, assim como minha mãe que me criou sozinha. Se não fosse por mulheres como ela, que começaram essa caminhada lá atrás, não estaríamos onde estamos. Muito do preconceito que existe é porque as pessoas não têm as informações certas.” &#8211; Jocimara da Silva, 30 anos, moradora da Tapera I. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17981" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17981" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me sinto forte e queria dizer para outras mulheres que vivem essa realidade que não desanimem dos seus sonhos. Com as oportunidades certas, todas nós somos capazes.” &#8211; Jhenifer Justiniano, 22 anos , moradora da Tapera III. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="357" data-id="17985" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg" alt="" class="wp-image-17985" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-300x105.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-768x268.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-720x251.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Painel de grafitti na comunidade Casinhas do Novo Jockey, feito pelos graffiteiros Kane, Zack, Gouk e DOM. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>
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		<title>Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 17:43:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do último Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde (2015) apontam que 57,2% dos óbitos em decorrência da AIDS registrados em 2014 ocorreram entre entre pretos e pardos. O mesmo documento constata igualmente um aumento da epidemia entre as faixas etárias mais jovens de brasileiros. A taxa de detecção entre, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do último Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde (2015) apontam que 57,2% dos óbitos em decorrência da AIDS registrados em 2014 ocorreram entre entre pretos e pardos. <span id="more-4215"></span>O mesmo documento constata igualmente um aumento da epidemia entre as faixas etárias mais jovens de brasileiros. A taxa de detecção entre os de 15 a 19 anos aumentou mais de 300% de 2005 a 2014, passando de 2,1 para 6,7 casos de AIDS por 100 mil habitantes. Entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa de detecção quase dobrou (de 16 para 30,3 casos por 100 mil habitantes).</p>
<p>Para debater este cenário e seus desafios, diversos parceiros na resposta ao HIV/AIDS se uniram para a realização da Oficina do Grupo de Trabalho de Jovens Lideranças sobre Gênero, Raça e Vulnerabilidades ao HIV. Realizado no dia 14 de junho no Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, em Brasília, o encontro foi resultado da articulação e engajamento da juventude de diversos movimentos sociais organizados a partir da Força Tarefa Jovens Lideranças. O grupo é um desdobramento das atividades referentes às três edições do Curso de Formação de Jovens Lideranças para o Controle Social do SUS no mbito do HIV, realizadas pelo UNAIDS em parceria com o DDAHV, UNICEF, UNESCO e UNFPA.</p>
<p><div id="attachment_4229" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4229" class="wp-image-4229 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o.jpg" alt="13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13411797_1140077576052821_6092878878846411499_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4229" class="wp-caption-text">Jovens selecionados de todo o Brasil participam da oficina em Brasília. Foto: Renato Oliveria/DDAHV</p></div></p>
<p>A oficina também contou com o apoio do Grupo Temático Intersetorial de Gênero, Raça e Etnia das Nações Unidas no Brasil e participação especial do Geledés-Instituto da Mulher Negra e da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (RENAFRO). O encontro foi construído tendo como marcos de referência a Política Nacional de Saúde da População Negra e a Década Internacional dos Afrodescentes (2015-2025).</p>
<p>O objetivo do encontro foi propor um espaço plural para construção de um plano conjunto de enfrentamento ao racismo, tendo como foco questões ligadas a gênero, identidade de gênero e diversidade sexual, genocídio negro e saúde da população negra no âmbito do HIV/AIDS, com o objetivo de promover o fortalecimento e empoderamento da juventude negra brasileira.</p>
<p><div id="attachment_4230" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4230" class="wp-image-4230 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o.jpg" alt="13403189_1140076762719569_34070845189676535_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13403189_1140076762719569_34070845189676535_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4230" class="wp-caption-text">Os jovens que participaram da oficina promoverão as informações em suas comunidades. Foto: Renato Oliverira/DDAHV</p></div></p>
<p>Entre os diversos temas abordados durante a oficina estiveram: estratégias e ações identificadas para resposta à vulnerabilidade ao HIV com foco na juventude negra; racismo institucional; prevenção combinada; tratamento e cuidados relacionados ao HIV; participação da juventude negra na resposta à epidemia.</p>
<p><strong>O recorte racial para enfrentamento do HIV/AIDS</strong></p>
<p>Para Tamyllis Lírio, integrante do GT de Juventude Negra e presidente da Organização Não Governamental Nação Basquete de Rua, o combate à epidemia precisa promover um olhar diferenciado para as populações mais vulneráveis.</p>
<p><div id="attachment_4231" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4231" class="wp-image-4231 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o.jpg" alt="13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13422476_1140076769386235_4351350281522268259_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4231" class="wp-caption-text">Tamyllis Lírio, jovem ativista, fala sobre o combate à epidemia e populações vulneráveis. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>“Esse encontro foi uma grande conquista. Fruto de uma construção diária de jovens como nós, que moram distantes dos grandes centros e que enfrentam dificuldades de viver em uma sociedade racista, machista, LGBTfóbica e discriminatória”, ressaltou Tamyllis, que foi uma das participantes do Curso de Jovens Lideranças. “Nossa luta é diária, já que a população negra e jovem está no topo dos índices de vulnerabilidade. É um grande orgulho poder construir políticas públicas que irão atingir milhares de outros jovens que não tiveram as mesmas chances que nós.”</p>
<p>A técnica da Coordenadoria de Prevenção e Articulação Social do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Damiana de Oliveira, mostrou dados que expressam os enfrentamentos da população negra quanto aos casos e mortes provocadas pelo HIV/AIDS.</p>
<p><div id="attachment_4232" style="width: 2058px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4232" class="wp-image-4232 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o.jpg" alt="13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/13391398_1140076652719580_8727350026178296977_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p id="caption-attachment-4232" class="wp-caption-text">Jovens debatem temas para agenda comum sobre saúde da população negra. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>“Quando você faz um recorte racial no número de pessoas que estão afetadas pela epidemia, observa-se que o maior número de infectados está na população negra. Em números de óbitos por AIDS no Brasil, a maioria está entre pretos e pardos”, apontou Damiana. “Quando você diferencia por gênero entre homens e mulheres, verifica que a população mais afetada é a de mulheres. Então, a mulher negra sempre tem os piores índices em relação ao HIV, tanto em número de infecções como em óbitos. É preciso, portanto, pensar em ações voltadas para a questão racial.”</p>
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	            data-title="Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/oficina-aborda-resposta-ao-hiv-entre-populacao-jovem-negra/">Oficina aborda resposta ao HIV entre a população jovem negra</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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