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		<title>UNAIDS e UNESCO promovem oficina para fortalecer a sociedade civil em Boa Vista, Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:35:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fim de contribuir com a resposta ao HIV em Boa Vista, capital de Roraima, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveram, em fevereiro, uma Oficina para Fortalecimento da Capacidade de Gestão das OSC (Organizações da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/03/unaids-e-unesco-promovem-oficina-em-boa-vista-roraima/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A fim de contribuir com a resposta ao HIV em Boa Vista, capital de Roraima, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveram, em fevereiro, uma Oficina para Fortalecimento da Capacidade de Gestão das OSC (Organizações da Sociedade Civil).</p>



<span id="more-23804"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A oficina buscou fortalecer a sustentabilidade das OSC participantes que prestam serviços às pessoas vivendo com HIV/AIDS e outras populações-chave para o HIV, como profissionais do sexo, população LGBTQIA+ e população migrante e refugiada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As organizações <a href="https://www.facebook.com/associacaodebemcomavida/?locale=pt_BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">Associação de Bem com a Vida</span></a> (ABV), <span style="text-decoration: underline;">Associação de Travestis e Transexuais do Estado de Roraima</span> (ATERR), <span style="text-decoration: underline;">Grupo Sabá</span> (antes Associação de Luta pela Vida), Valentes pela Vida e <span style="text-decoration: underline;">Associação Roraimense pela Diversidade Sexual</span> em Roraima (Grupo DiveRRsidade) promovem atividades de prevenção, aconselhamento, informação, testagem e vinculação à rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e muitas vezes são o primeiro contato das pessoas com os serviços de saúde na região.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-1-scaled.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="2560" height="1531" data-id="23807" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-1-scaled.jpeg" alt="Oficina para Fortalecimento da Capacidade de Gestão, em Boa Vista, Roraima." class="wp-image-23807" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-1-scaled.jpeg 2560w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-1-300x179.jpeg 300w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">UNAIDS e UNESCO promovem oficina para fortalecer capacidade de OSC em Boa Vista, Roraima.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-scaled.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="768" data-id="23806" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-1024x768.jpeg" alt="Oficina para Fortalecimento da Capacidade de Gestão, em Boa Vista, Roraima." class="wp-image-23806" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-1024x768.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-300x225.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-768x576.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-1536x1152.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-2048x1536.jpeg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-1600x1200.jpeg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-2-720x540.jpeg 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">A oficina teve como objetivo fortalecer a sustentabilidade das OSC que prestam serviços às pessoas vivendo com HIV/AIDS, profissionais do sexo, população LGBTQIA+ e população migrante e refugiada.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3.jpg"><img decoding="async" width="1017" height="678" data-id="23805" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3.jpg" alt="Oficina para Fortalecimento da Capacidade de Gestão, em Boa Vista, Roraima." class="wp-image-23805" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3.jpg 1017w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/2023_03_14_OficinaRR_UNESCO_Foto-3-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 1017px) 100vw, 1017px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Participaram da oficina a representante do Grupo Sabá, Sandra Gomez, do Grupo DiveRRsidade, Silvia Reis, e Bianca Rinald e Joelma Santana, da ATERR.</figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">“As parcerias realizadas com as OSC locais têm o objetivo de apoiar a sustentabilidade das suas operações, bem como as atividades direcionadas ao enfrentamento do preconceito, estigma e discriminação e à promoção da prevenção combinada do HIV”, explica Paulo Meireles, Consultor em HIV para a Iniciativa R4V Roraima.</p>



<h5 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Detecção de AIDS em Roraima</h5>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2022/hiv-aids/boletim_hiv_aids_-2022_internet_31-01-23.pdf/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2022</a></span>, Roraima é detém a segunda mais alta taxa de detecção de AIDS do Brasil, alcançando 29,3/100 mil habitantes. No país, esta taxa está em 16,5/100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos fortalecer as comunidades para que a resposta local ao HIV seja equitativa e ninguém fique para trás. O trabalho das OSC é uma parte fundamental nesse aspecto”, diz Mariana Medeiros, assistente de programa do UNAIDS Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os dois dias de oficina foram abordados temas como a gestão financeira relacionada à identificação de oportunidades de captação de recursos, elaboração e submissão de propostas de projetos, relacionamento com agentes financiadores, comunicação com o público-alvo e abordagem transversal da questão do gênero nas organizações, projetos e ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oficina ainda contou com apoio de ONU Mulheres, Secretaria de Estado da Saúde de Roraima (SESAU/RR), Universidade Federal de Roraima e Programa Impulso, do Instituto GRPCOM.</p>
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		<title>Dia Mundial Humanitário: migrantes da Venezuela vivendo com HIV recebem acolhimento e apoio em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 15:10:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sair do seu país, deixar para trás família, amizades, toda uma história de vida. Lutar pela vida em uma nova realidade, muitas vezes hostil. Reconstruir laços e ajudar quem vem depois. Tudo isso requer uma grande dose de valentia &#8211; e foi esta força interior que impulsionou Nilsa Hernandez, 62 anos, a deixar a Venezuela para conseguir, no Brasil, o tratamento para o HIV que lhe salvaria a vida. Nesse caminho, ela fundou um grupo de voluntariado chamado <em>Valientes por la Vida</em> (Valentes pela Vida, na tradução livre para o português), para apoiar migrantes da Venezuela vivendo com HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18169"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Nilsa fazia bicos como verdureira na Venezuela para complementar a renda familiar e cuidava dos filhos, netos e bisnetos. Descobriu que vivia com HIV quando seu ex-marido, com quem já não vivia, morreu por complicações decorrentes da AIDS. &#8220;Fiz o teste e recebi o diagnóstico positivo para HIV. Isso foi 16 anos atrás e meu mundo caiu. Fiquei muito assustada porque não sabia nada sobre o assunto e passei muito mal, mesmo com a médica me explicando que se eu me tratasse corretamente poderia ter uma vida normal.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela tratou de iniciar o acompanhamento médico e com o acesso à terapia antirretroviral (TARV), sua carga carga viral baixou ao ponto de ficar indetectável e, portanto, intransmissível. &#8220;Cuidava de mim direitinho, tomava meus comprimidos regularmente, tinha uma vida normal e procurava me informar sobre tudo que se relacionava aos HIV. Virei uma espécie de ativista&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo mudou quando a crise político-econômica se instalou na Venezuela. Os serviços de saúde foram duramente afetados e as pessoas vivendo com HIV e AIDS foram diretamente atingidas, ao perderem paulatinamente o acesso ao acompanhamento médico regular e à TARV. &#8220;Cheguei a ficar dois anos sem acesso ao tratamento. Meu corpo começou a sentir as consequências e eu percebi que precisava fazer algo urgentemente. Era viver ou morrer, e eu decidi viver!&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudança para o Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nilsa já estava vivendo com um novo companheiro, um brasileiro que trabalhava em garimpo na Venezuela e também vivia com HIV, quando decidiram emigrar. Foi ele quem lhe disse que no Brasil seria possível ter acesso a tratamento e medicamentos, distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Juntos, se prepararam durante um ano. Venderam tudo o que possuíam, juntaram documentos e no começo de 2018 partiram com o neto de 12 anos rumo à Santa Elena Uiarén, que faz fronteira com Paracaima, em Roraima, ponto de entrada do país de milhares de venezuelanos tentando escapar da crise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De Paracaima seguiram para Boa Vista, mas a chegada não foi como imaginaram. Encontraram uma situação muito difícil. Decidiram não permanecer no primeiro abrigo onde se alojaram, devido às precárias condições sanitárias e de segurança. Julgaram que era melhor estar na rua, onde permaneceram por cerca de um mês. &#8220;Foi terrível. Dependíamos da ajuda das pessoas, mas sofríamos todo o tipo de discriminação e violência. E eu ainda não tinha ideia de como receber a ajuda que precisava para retomar o tratamento antirretroviral. Não tinha informação nenhuma&#8221;, conta ela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Valientes por la Vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio que recebeu inicialmente, Nilsa começou o acompanhamento médico e da pequena casa onde estava morando fez funcionar seu espírito ativista. &#8220;Desde o começo, eu pensava numa forma de prover acolhimento e informação a outras pessoas vindo da Venezuela e chegando a Rio Branco em situação semelhante à minha, com recursos escassos e pouca informação&#8221;, lembra a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa vontade inicial, nasceu <em>Valientes por la Vida</em>, na pequena casa que havia conseguido alugar. A estrutura era mínima, mas logo, graças principalmente a doações individuais e de ONGs, Nilsa foi conseguindo dotar o espaço de estrutura para acolher migrantes da Venezuela em busca de informação e tratamento para o HIV. &#8220;Somos Valentes porque é preciso muita valentia para sair do seu país, muitas vezes levando apenas o que tem nas mãos, em busca do tratamento que vai salvar a sua vida. Aqui somos uma família e buscamos oferecer acolhimento, informação alimentação e acompanhamos o tratamento médico.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rede de apoio à iniciativa inclui comunicação via <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.facebook.com/valientesporlavidabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redes sociais</a></strong></span> e serviços de mensagem por smartphone, pelos quais Nilsa e as outras pessoas valentes que a apoiam recebem informação sobre a chegada de migrantes em busca de tratamento e medicamentos para o HIV. A pandemia de COVID-19 afetou duramente esse processo, especialmente quando as fronteiras foram fechadas em março de 2020. &#8220;O fechamento dificultou muito o acesso de compatriotas ao tratamento e remédios que poderiam salvar suas vidas. Nós tentamos criar uma espécie de corredor humanitário, levando medicamentos até a fronteira para que alguém fosse buscá-los do outro lado, mas não conseguimos, infelizmente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a reabertura gradual da fronteira, iniciada em junho deste ano, Nilsa espera que logo estarão recebendo novos e novas migrantes vivendo com HIV em busca de acolhimento e tratamento. &#8220;Estamos um pouco mais preparados para isso. No começo, os primeiros valentes tinham de dormir no chão enrolados em cobertores. Agora, graças aos apoio que recebemos, já contamos com mais estrutura, com camas e cozinha melhor equipada. Antes, tinham de trazer até seus pratos e talheres.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A resposta ao HIV em Roraima</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Relatório Anual de Epidemiologia de Roraima, de 2020, nos anos de 2018 e 2019 foram notificados um total combinado de 1.137 casos de HIV/AIDS na população em geral. Entre a população estrangeira residente no estado, as pessoas migrantes da Venezuela representam o mais significativo número de casos combinados de HIV/AIDS para o mesmo período: 383. O relatório reconhece que &#8220;esses elevados casos de notificação de HIV/AIDS podem ser relacionados à imigração decorrente da crise política e econômica que passa o país da Venezuela e que faz fronteira com o Brasil.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, as pessoas migrantes e refugiadas vivendo com HIV procuram o Brasil, tal como aconteceu com Nilsa Hernandez, justamente para ter acesso à terapia antiretroviral que já não conseguem mais obter na Venezuela. É neste contexto em que o UNAIDS estabeleceu uma parceria com a UNESCO para contribuir com a implementação do <span style="text-decoration: underline;"><strong>Plano de Resposta a Refugiados e Migrantes</strong></span> (RMRP, por sua sigla em inglês), junto com os parceiros da <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.r4v.info/es/node/247" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma R4V</a></strong></span> e o estado de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa colaboração começou em dezembro de 2020 e resultou no desenvolvimento da Proposta de Ações em HIV/Aids e COVID-19 para 2021, que é uma estratégia conjunta, colaborativa e intersetorial contendo 20 ações que visam trabalhar de forma coordenada com a Plataforma R4V e os setores públicos de educação e saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, explica que a proposta é reduzir o preconceito, estigma e discriminação relacionados a migrantes e pessoas refugiadas, e populações mais vulneráveis, como profissionais do sexo e população LGBTQIA+, jovens e povos indígenas. &#8220;Em alinhamento com o espírito da estratégia do UNAIDS para acabar com a epidemia de AIDS até 2030, queremos promover o empoderamento das populações vulneráveis por meio da disseminação de informação sobre o HIV, sobre direitos à saúde e os direitos das PVHIV e LGBTQIA+ resguardados pela legislação brasileira&#8221;, pontua Claudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros objetivos deste trabalho em parceria são promover a estratégia da Prevenção Combinada do HIV entre os profissionais de saúde da Operação Acolhida do Governo Federal, também integrada pela Plataforma R4V, e apoiar as organizações da sociedade civil locais a alcançar a sustentabilidade das suas atividades regulares, incluindo as ações de base comunitária realizadas junto a migrantes, pessoas refugiadas e outras populações-chave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Neste contexto, Nilsa Hernandez e as pessoas que, como ela, são Valentes pela Vida, mostram o enorme impacto que a atuação da sociedade civil tem no apoio e acolhimento das pessoas vivendo com HIV e nos esforços para enfrentar o estigma e a discriminação, potencializadores das desigualdades que impedem que acabemos com a pandemia de AIDS até 2030&#8221;, finaliza Claudia Velasquez.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para o futuro, o sonho de Nilsa é que <em>Valientes por la Vida</em> se torne uma organização internacional, com pessoas voluntárias que se dediquem a apoiar as pessoas vivendo com HIV para que tenham acesso ao tratamento e a uma vida saudável. &#8220;Também quero que as pessoas parem de nos ver como soropositivos. Isto cria um estigma horrível que pesa sobre todos nós. Não somos soropositivos. Somos valentes e impacientes, porque temos pressa de viver, como todo mundo&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem que Nilsa deixa para as pessoas vivendo com HIV é justamente que sejam valentes e busquem o conhecimento e a ajuda necessária para realizar o tratamento. E para as brasileiras e brasileiros? &#8220;Zero discriminação! Somos irmãs e irmãos buscando ter uma vida plena plena e feliz.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-681x1024.jpg" alt="" class="wp-image-18170" width="269" height="404" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-681x1024.jpg 681w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-199x300.jpg 199w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-768x1155.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-1021x1536.jpg 1021w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-1362x2048.jpg 1362w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-1197x1800.jpg 1197w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-798x1200.jpg 798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-479x720.jpg 479w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_16_Dia_Mundial_Humanitario_Material-scaled.jpg 1702w" sizes="auto, (max-width: 269px) 100vw, 269px" /></a><figcaption><em>Material informativo em espanhol distribuído para os migrantes em Roraima</em></figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA.jpg" alt="" class="wp-image-18182" width="406" height="340" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA.jpg 940w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA-300x251.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA-768x644.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/QUADRADA_NILSA-720x604.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></a><figcaption><em>Nilsa Hernandez: &#8220;Não somos soropositivos. Somos valentes e impacientes, porque temos pressa de viver, como todo mundo&#8221;</em></figcaption></figure></div>
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	            data-title="Dia Mundial Humanitário: migrantes da Venezuela vivendo com HIV recebem acolhimento e apoio em Roraima" 
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		<title>Equipe do UNAIDS visita Roraima para conhecer desafios e avanços na resposta local ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/08/equipe-do-unaids-visita-roraima-para-conhecer-desafios-e-avancos-na-resposta-local-ao-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 13:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Equipe Conjunta do UNAIDS no Brasil, acompanhada de uma representante do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST (DCCI) do Ministério da Saúde, esteve na cidade de Boa Vista (RR) para um ciclo de encontros com parceiros locais, incluindo representantes dos governos municipal e estadual, da sociedade civil e de outras agências, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/08/equipe-do-unaids-visita-roraima-para-conhecer-desafios-e-avancos-na-resposta-local-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Equipe Conjunta do UNAIDS no Brasil, acompanhada de uma representante do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST (DCCI) do Ministério da Saúde, esteve na cidade de Boa Vista (RR) para um ciclo de encontros com parceiros locais, incluindo representantes dos governos municipal e estadual, da sociedade civil e de outras agências e programas das Nações Unidas que atuam no local. O objetivo foi avaliar os principais desafios da resposta ao HIV no estado e prospectar possíveis oportunidades de apoio à coordenação de projetos em andamento e à implementação de novas iniciativas conjuntas com foco na prevenção e cuidados em relação ao HIV e à AIDS.  </p>



<span id="more-12556"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os três dias da missão, que aconteceu entre 10 e 12 de julho, foram realizadas conversas com diversos grupos, que possibilitaram à Equipe Conjunta ter uma visão ampla do contexto local da epidemia e do que está sendo realizado em relação ao HIV no estado e na cidade de Boa Vista, principalmente, nas esferas da saúde, segurança, educação e direitos humanos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0004-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-12557" width="868" height="574"/><figcaption><em>Equipe Conjunta do UNAIDS no Brasil e representante do Ministério da Saúde no primeiro dia da missão ténica em Boa Vista (RR). Foto: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante coordenar as ações da Equipe Conjunta do UNAIDS com aquelas que já estão sendo executadas no estado. À medida que somamos esforços, conseguimos ter um maior impacto e trazer mais benefícios para as pessoas. Esse é o objetivo principal”, explica Cleiton Euzébio de Lima, diretor interino do UNAIDS no Brasil. “Além disso, pudemos conhecer as necessidades e lacunas no município e no estado para, em conjunto com estes gestores e parceiros, pensarmos em projetos e ações conjuntas que possam contribuir para a aceleração da resposta ao HIV, em especial para aquelas populações mais vulneráveis, que, no contexto de fronteira, incluem também os migrantes e refugiados.   </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A resposta ao HIV sob a perspectiva do poder público </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe conheceu as ações realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), principalmente em relação à capacidade municipal de prevenção e manejo clínico do HIV, sífilis, hepatites, entre outras infecções sexualmente transmissíveis (IST). Recebeu também dados sobre o acesso de venezuelanos aos serviços de saúde no município, incluindo o tratamento para HIV e serviços de saúde sexual e reprodutiva.  </p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-12558" width="848" height="637" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-640x480.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_3877-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 848px) 100vw, 848px" /><figcaption><em>Reunião na Secretaria Municipal de Sáude de Boa Vista (RR). Foto: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a missão, o grupo também se reuniu com representantes da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SEJUC) para conhecer melhor o trabalho com as pessoas privadas de liberdade, que, segundo o governo, têm recebido testagem rápida e tratamento no caso das pessoas diagnosticadas com HIV. Segundo as autoridades locais, o público LGBTI do sistema carcerário do estado fica em celas especiais, mas não existe, ainda, uma política de estado voltada para seu atendimento. “Pessoas privadas de liberdade apresentam prevalências do HIV maiores que aquelas encontradas na população em geral. A epidemia de HIV demanda uma resposta intersetorial, por isso foi importante visitar essas entidades, que podem contribuir no fortalecimento destas ações”, esclarece Lima. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="569" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-1024x569.jpg" alt="" class="wp-image-12559" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-1024x569.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-300x167.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-768x427.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-640x355.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-1800x1000.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont1-720x400.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>(Da esq. para dir. no sentido horário)</em> <em>Secretaria Municipal de Educação; Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania; Conselho Estadual LGBTI</em>; <em>Secretaria Estadual de Saúde</em>. <em>Fotos: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Houve ainda encontros com o Conselho Estadual LGBTI e com a Secretaria Estadual de Saúde e a Secretaria Municipal de Educação. Todas essas reuniões serviram para que a Equipe Conjunta do UNAIDS pudesse construir um relatório com informações e recomendações que serão apresentadas aos demais membros do Sistema das Nações Unidas no Brasil e ao Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Populações-chave e a resposta local  </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos que visam a população LGBT – tanto no auxílio de brasileiros, como de imigrantes – e a sociedade civil também estiveram no foco da missão. O grupo teve conversas com a Associação de Bem com a Vida (ABV); com o Fórum de ONG AIDS, representantes do Movimento Nacional das Cidadãs Positivas (MNCP), do coletivo Mães pela Diversidade e a Pastoral da AIDS; e também com a Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Estado de Roraima (Aterr). </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="569" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-1024x569.jpg" alt="" class="wp-image-12581" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-1024x569.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-300x167.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-768x427.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-640x355.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-1800x1000.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/BeFunky-collage-1-720x400.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> <em> (Da esq. para dir. no sentido horário)  Encontro com representantes de diferentes ONGs, coletivos e redes da sociedade civil que atuam em prol de pessoas que vivem com HIV; visita a Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Estado de Roraima (Aterr);  visita a Associação de bem com a vida</em>.<em> Fotos: UNAIDS/Divulgação</em> </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo visitou também a ONG Valientes por La Vida, criada pela venezuelana Nilsa Hernandez, 62 anos, que cruzou a fronteira da Venezuela com o Brasil, em 2018, em busca de tratamento para o HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não tinha tratamento para minha condição e o lugar mais perto, para mim, era o Brasil. Não sabia como era o sistema de saúde aqui, mas, não queria morrer. Vendi várias coisas e vim para o Brasil. Vim pela minha vida”, explica Nilsa. Após dois anos sem tratamento, Nilsa chegou ao Brasil e ficou vivendo nas ruas com sua família. “Vivemos muitas coisas, passamos muitas dificuldades, mas consegui atingir meu objetivo: consegui tratamento”. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-12561" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-1024x681.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-300x199.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-1800x1197.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0276-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em> Nilsa Hernandez, fundadora da ONG Valientes por La Vida. Foto: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta de sua história e de sua vitória, Nilsa resolveu criar a organização para poder possibilitar aos seus irmãos venezuelanos a busca pelas oportunidades que teve no Brasil. “O nome ‘Valientes’ veio porque, desde pequena, quis ajudar as outras pessoas. E meu sonho sempre foi ajudar meu país e meus irmãos. ‘Valientes’ porque precisamos sê-lo para enfrentar a vida. Nossa marca é a luta para conseguir o que precisamos. Nas ruas pedi comida, sentimos medo, mas sempre tivemos esperança.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há um ano em funcionamento, a ONG já recebeu 70 pessoas que vivem com HIV, e já ajudou também pessoas com outros tipos de necessidade. Todos venezuelanos, mas Nilsa deixa claro que há espaço para todos: “Brasileiros também podem nos procurar. Não temos diferenças, somos todos irmãos”, encerra. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="316" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-1024x316.jpg" alt="" class="wp-image-12562" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-1024x316.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-300x93.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-768x237.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-640x198.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-1800x556.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont3-720x222.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Visita a ONG Valientes por La Vida em Boa Vista (RR). Fotos: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ações com venezuelanos </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No abrigo Latife Salomão, que acolhe atualmente cerca de 470 venezuelanos, e no Posto de Triagem de Boa Vista (PTRIG), que recebe diariamente 300 venezuelanos para realização de atendimento humanitário, entre outras coisas, o grupo conheceu as ações lideradas pela Operação Acolhida, do governo federal.  </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-12563" width="683" height="1025" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-640x960.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont4.1-1-1-480x720.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption><em>Visitas ao abrigo Latife Salomão e ao Posto de Triagem (PTRIG), administrados pela Operação Acolhida, do Exército Brasileiro. Fotos: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação é definida pelo Exército como “uma Força-Tarefa Logística Humanitária, cuja atividade principal é a coordenação dos trabalhos das várias agências ministeriais presentes, com a finalidade de fornecer os serviços públicos essenciais e necessários para receber esse pessoal e alimentá-los, bem como de garantir-lhes saúde, segurança e assistência social.” Algumas destas ações contam com apoio de agências da ONU. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No PTRIG, foi possível acompanhar as ações de testagem de HIV promovidas pela equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) junto a venezuelanos recém-chegados a Boa Vista. Ao todo, em um único dia, foram feitos 43 testes, que após o resultado receberam o encaminhamento devido. Foram dois resultados positivos para HIV e oito para sífilis. O Fundo de População é um dos organismos copatrocinadores que formam a Equipe Conjunta do UNAIDS. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="277" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-1024x277.jpg" alt="" class="wp-image-12564" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-1024x277.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-300x81.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-768x208.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-640x173.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-1800x487.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont5.1-720x195.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Ações de testagem de HIV realizadas pelo UNFPA no Posto de Triagem (PTRIG) de Boa Vista (RR). Fotos: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Laila Rocha é enfermeira e trabalha no UNFPA com questões de saúde sexual e reprodutiva. Ela participa ativamente das ações do Fundo no PTRIG, local onde os imigrantes têm o 1º contato com o Brasil. “O UNFPA está presente na resposta à crise humanitária em Boa Vista desde agosto de 2017 atendendo mulheres, jovens da comunidade LGBTI e pessoas idosas”, explica. A meta do organismo da ONU é desenvolver ações estratégicas que contribuam para que o governo local potencialize a resposta nos casos de IST e HIV/AIDS, além de apoiar com ações diretas de informação e acompanhamento de casos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo visitou também o Centro de Referência para Refugiados e Migrantes na Universidade Federal de Roraima (UFRR), com ações coordenadas de ACNUR, OIM, UNICEF e UNFPA para o atendimento de imigrantes e venezuelanos demandantes de imigração e refúgio. “Histórias são as que mais marcam, pois demonstram que o HIV tem diversas faces e vulnerabilidades, e se queremos frear a epidemia, precisamos ter um olhar para essas histórias”, conclui o diretor interino do UNAIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do atendimento, as equipes das ONU distribuem preservativos e outros insumos de prevenção, oferecem testagem para HIV e fazem encaminhamento para os serviços de saúde. Folhetos informativos, como este, também são distribuídos aos visitantes.  </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-12565" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-1024x681.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-300x199.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-1800x1197.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/DSC_0247-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Folheto informativo em espanhol, distribuído a venezuelanos no  Centro de Referência para Refugiados e Migrantes na Universidade Federal de Roraima (UFRR). Foto: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção do HIV dentro da ONU</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"> O UNAIDS Brasil realizou, ainda, na manhã do dia 12 de julho, um bate-papo com representantes de várias agências da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre prevenção combinada do HIV. O encontro, realizado&nbsp;na UFRR, contou com a participação de cerca de 40&nbsp;funcionários e consultores que atuam no estado.&nbsp; </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="904" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-904x1024.jpg" alt="" class="wp-image-12566" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-904x1024.jpg 904w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-265x300.jpg 265w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-768x869.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-640x725.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-1590x1800.jpg 1590w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-1060x1200.jpg 1060w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/08/missa_roraima-mont6-1-636x720.jpg 636w" sizes="auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px" /><figcaption><em>Sessão de treinamento sobre prevenção para funcionários da ONU em Boa Vista (RR). Fotos: UNAIDS/Divulgação</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/08/equipe-do-unaids-visita-roraima-para-conhecer-desafios-e-avancos-na-resposta-local-ao-hiv/">Equipe do UNAIDS visita Roraima para conhecer desafios e avanços na resposta local ao HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNFPA realiza oficina de testagem em HIV para preparar profissionais para ação em Roraima</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/05/oficina-prepara-profissionais-para-acao-de-testagem-em-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2019 15:51:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, por meio do Núcleo de Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/HIV/HV), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizou nesta quarta-feira, 22, uma oficina de formação sobre testagens e aconselhamentos para HIV/Sífilis/Hepatites virais. O UNFPA é uma das 11 agências copatrocinadoras do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/oficina-prepara-profissionais-para-acao-de-testagem-em-hiv/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/05/oficina-prepara-profissionais-para-acao-de-testagem-em-hiv/">UNFPA realiza oficina de testagem em HIV para preparar profissionais para ação em Roraima</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de Roraima, por meio do Núcleo de Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/HIV/HV), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) realizou nesta quarta-feira, 22, uma oficina de formação sobre testagens e aconselhamentos para HIV/Sífilis/Hepatites virais. </p>



<span id="more-11715"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O UNFPA é uma das 11 agências copatrocinadoras do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). O Fundo promove a integração de serviços de saúde sexual, reprodutiva e do HIV para os jovens, populações-chave e mulheres e meninas, incluindo aqueles que vivem com HIV. O UNFPA também apoia o empoderamento dessas populações para reivindicar seus direitos humanos e acesso aos serviços de que necessitam.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão disponibilizados, para todas as pessoas acima de 12 anos que manifestarem interesse em realizar a sorologia, testes rápidos de diagnóstico de HIV e testes rápidos de triagem para Sífilis e Hepatites.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Passaram pela formação profissionais das Forças Armadas, do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), da Fraternidade Humanitária Internacional e ADRA, que vão participar de uma ação de testagem que será realizada, ainda neste mês maio, no Abrigo indígena Janokoida, em Pacaraima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A oficina faz parte de uma estratégia do UNFPA para o fortalecimento das capacidades institucionais dos governos locais em relação ao atendimento da população de pessoas migrantes e refugiadas, abrangendo a realização de treinamentos, construção de fluxos de atendimento e execução de projetos, de forma a beneficiar também seus munícipes, bem como facilitar o acesso e o direito à saúde sexual e reprodutiva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2018 e 2019, o Fundo de População das Nações Unidas atendeu 42 pessoas vivendo com HIV em Roraima. O atendimento é feito por meio de uma escuta individualizada e privada, tomando conhecimento do tratamento feito até então (ou a inexistência de tratamento) e referenciando para a rede pública de atendimento. O UNFPA também encaminha para recebimento do PEP Kit, a profilaxia pós-exposição, e para testagens de HIV e ISTs, como trabalhado na oficina. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roraima </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contextos de emergências humanitárias, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) lidera a prevenção e resposta à violência de gênero e garante o acesso a serviços relacionados à saúde materna, ao parto seguro e ao planejamento familiar, apoiando o governo federal, as 27 unidades da federação, os municípios, organizações da sociedade civil e as comunidades locais a promoverem os direitos de todas as pessoas afetadas pelas crises: pessoas migrantes, refugiadas e brasileiras, em especial mulheres; jovens, população  LGBTI, pessoas idosas, pessoas vivendo com HIV e pessoas com deficiência, entre outras pessoas com necessidades de proteção. </p>
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