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	<title>Relatório Global 2019 - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>“Comunidades no Centro. Defendendo direitos, quebrando barreiras, alcançando pessoas com serviços de HIV”, por Gunilla Carlsson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 11:55:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A epidemia de HIV pôs em destaque as muitas falhas da sociedade. Onde há desigualdades, desequilíbrios de poder, violência, marginalização, tabus, estigma e discriminação, o HIV toma conta. A epidemia está mudando: em 2018, mais da metade de todas as novas infecções por HIV estavam entre as populações-chave—profissionais do sexo, pessoas que usam drogas,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/comunidades-no-centro-defendendo-direitos-quebrando-barreiras-alcancando-pessoas-com-servicos-de-hiv-por-gunilla-carlsson/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A epidemia de HIV pôs em destaque as muitas falhas da sociedade. Onde há desigualdades, desequilíbrios de poder, violência, marginalização, tabus, estigma e discriminação, o HIV toma conta. </p>



<span id="more-12199"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A epidemia está mudando: em 2018, mais da metade de todas as novas infecções por HIV estavam entre as populações-chave—profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, transexuais e prisioneiros—e seus parceiros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, novas infecções por HIV entre mulheres jovens (15–24 anos) foram reduzidas em 25% entre 2010 e 2018. Esta é uma boa notícia, mas permanece inaceitável que 6000 novas infecções por HIV entre meninas adolescentes e mulheres jovens aconteçam toda semana. A saúde sexual e reprodutiva e os direitos das mulheres e jovens ainda são negados muitas vezes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da escala dos desafios e do caminho que ainda devemos percorrer juntos na resposta à AIDS, estou esperançosa. A resposta à AIDS demonstrou o que é possível quando as pessoas se organizam e reivindicam seus direitos. Em todo o mundo, pessoas vivendo com HIV e a sociedade civil levantaram suas vozes e exerceram liderança. Como Mariana Lacono diz neste relatório, “eu decidi dizer ao mundo sobre como é viver com o HIV—juntar-se à luta, para que o mundo possa ser um pouco mais justo para nós, pessoas que vivem com o HIV”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as comunidades se organizam e as pessoas se capacitam mutuamente, a opressão pode ser substituída por direitos e o acesso aos serviços de HIV pode ser acelerado. Conselheiros entre pares, agentes comunitários de saúde, prestadores de serviços, ativistas e redes de pessoas vivendo ou afetadas pelo HIV têm papéis fundamentais na resposta ao HIV. Como mostra o relatório, a liderança da comunidade na resposta à AIDS ajuda a garantir que os serviços de HIV sejam relevantes e alcancem as pessoas que mais precisam deles. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo comprometeu-se a alcançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Como parte disso, os governos devem proteger e defender os direitos humanos de todos. Como os olhos e ouvidos da resposta à AIDS, as comunidades desempenham um papel crítico em responsabilizar os tomadores de decisão e exigir liderança política. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <em>Para mim, a resposta à AIDS é sobre as pessoas—mulheres jovens que não sabem como manter-se livres do HIV, os homens que não vão ou não podem buscar serviços de cuidado com a saúde, as pessoas transgênero que são discriminadas e as centenas de milheres de pessoas que morrem a cada ano, mesmo que o HIV possa ser prevenido e tratado.</em></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Está em nosso poder coletivo superar as barreiras que muitas vezes impedem a melhoria da saúde—barreiras como taxas e outros custos ocultos, leis prejudiciais, estigma e discriminação, falta de conhecimento e violência baseada em gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora um progresso considerável tenha sido feito, existe o risco de perdermos o impulso. Se o mundo estiver no caminho certo para acabar com a AIDS até 2030, deve haver financiamento adequado e previsível para o desenvolvimento. Mas, pela primeira vez desde 2000, os recursos disponíveis para a resposta à AIDS globalmente diminuíram. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabar com a AIDS é um investimento que salva vidas e que se paga muitas vezes. O aumento do financiamento nacional e dos doadores é crucial, e o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária deve ser totalmente financiado em sua próxima reposição. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos o conhecimento e as ferramentas de que precisamos para acabar com a AIDS. Não podemos mudar o vírus, mas podemos mudar as desigualdades, os desequilíbrios de poder, a marginalização, os tabus, o estigma e a discriminação. Podemos mudar comportamentos e sociedades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança que precisamos exige um forte esforço coletivo de governos e comunidades. O sucesso está sendo alcançado onde as políticas e os programas se concentram nas pessoas, não nas doenças—políticas e programas projetados com as comunidades e que respondem às formas como as pessoas vivem suas vidas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com acesso ao conhecimento, direitos e poder, as comunidades são capacitadas para impulsionar a mudança, reduzir o impacto do HIV e acelerar a melhoria da saúde para todos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Interina do UNAIDS </strong><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Prefácio&nbsp;publicado&nbsp;no&nbsp;Sumário&nbsp;Executivo&nbsp;do&nbsp;relatório Global AIDS Update:&nbsp;Communities&nbsp;at&nbsp;the&nbsp;centre (Atualização global da AIDS: comunidades no centro, na tradução livre para o português).&nbsp;<strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Confira a publicação original (em inglês) aqui. (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/2019-global-AIDS-update" target="_blank">Confira o relatório completo (em inglês) aqui.</a></strong></em><br><br><em><a href="https://unaids.org.br/2019/07/unaids-aponta-queda-no-progresso-global-rumo-as-metas-de-resposta-ao-hiv-ate-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Leia também o press release sobre o lançamento do relatório aqui.  (opens in a new tab)">Leia também o press release sobre o lançamento do relatório aqui. </a></em></p>
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