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	<title>Portugal - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS elogia a decisão de Portugal de conceder direitos de residência temporária a imigrantes e solicitantes de refúgio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 18:06:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS recebe com satisfação a notícia da decisão tomada pelo governo português de conceder direitos de residência temporária a todos os imigrantes e solicitantes de refúgio que solicitaram residência no país antes de 18 de março de 2020, quando foi anunciado o estado de emergência da COVID-19. Esses direitos darão aos imigrantes e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/unaids-elogia-a-decisao-de-portugal-de-conceder-direitos-de-residencia-temporaria-a-imigrantes-e-solicitantes-de-refugio/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS recebe com satisfação a notícia da decisão tomada pelo governo português de conceder direitos de residência temporária a todos os imigrantes e solicitantes de refúgio que solicitaram residência no país antes de 18 de março de 2020, quando foi anunciado o estado de emergência da COVID-19. Esses direitos darão aos imigrantes e solicitantes de refúgio, acesso a benefícios sociais e de saúde, incluindo acesso ao serviço nacional de saúde, contas bancárias e contratos de trabalho e aluguel, até pelo menos o dia 1 de julho de 2020. </p>



<span id="more-14828"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O UNAIDS está pedindo a todos os países que adotem uma abordagem baseada nos direitos humanos em sua resposta à COVID-19, que coloquem as pessoas no centro e respeitem os direitos e a dignidade de todos&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Portugal demonstrou liderança e compaixão ao priorizar essas medidas para proteger os mais vulneráveis em sua resposta à COVID-19.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os migrantes enfrentam as mesmas ameaças à saúde, por conta da COVID-19, que as populações anfitriãs e devem ser incluídos para garantir uma resposta eficaz que atenda aos impactos na saúde e socioeconômicos da pandemia. Os migrantes e outras populações-chave e vulneráveis geralmente não conseguem acessar os serviços sociais e de saúde devido ao medo de deportação, custos financeiros, restrições legais, barreiras linguísticas, exclusão e medo de estigma e discriminação. A remoção das barreiras que impedem as pessoas de procurar assistência médica e social melhorará os resultados mais amplos da saúde pública, defenderá os direitos humanos dos mais vulneráveis e criará uma resposta mais forte, mais eficaz e mais equitativa à COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal foi pioneira em uma resposta baseada em direitos humanos ao HIV desde o início da epidemia, criando ambientes legais facilitadores, promulgando políticas progressivas de drogas e tornando o tratamento do HIV gratuito para todos, independentemente do status migratório da pessoa. Hoje, Portugal continua liderando, impulsionando modelos de assistência comunitária e promovendo uma melhor integração dos serviços de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ajudar a orientar governos, comunidades e outras partes interessadas no planejamento e implementação de medidas para conter a COVID-19, o UNAIDS produziu um novo documento de orientação que se baseia em lições importantes da resposta à epidemia do HIV, <a href="https://unaids.org.br/2020/03/unaids-pede-respeito-aos-direitos-humanos-e-foco-nas-pessoas-para-a-resposta-a-pandemia-de-covid-19/">Direitos na época do COVID-19: lições do HIV para uma resposta eficaz liderada pela comunidade.</a></p>
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		<title>Mais cidades portuguesas comprometem-se a acelerar a resposta ao HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Oct 2018 19:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 10 de outubro, os prefeitos das cidades portuguesas de Almada, Amadora, Loures, Odivelas, Oeiras, Portimão e Sintra assinaram a Declaração de Paris para acabar com a epidemia de AIDS nessas cidades. Juntando-se a Cascais, Lisboa e Porto, no total 10 cidades portuguesas assinaram a declaração. Ao assinar a Declaração de Paris, os, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/mais-cidades-portuguesas-comprometem-se-a-acelerar-a-resposta-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 10 de outubro, os prefeitos das cidades portuguesas de Almada, Amadora, Loures, Odivelas, Oeiras, Portimão e Sintra assinaram a Declaração de Paris para acabar com a epidemia de AIDS nessas cidades. Juntando-se a Cascais, Lisboa e Porto, no total 10 cidades portuguesas assinaram a declaração. Ao assinar a Declaração de Paris, os prefeitos se comprometem a acelerar a resposta à AIDS em suas cidades para acabar com a epidemia.<span id="more-10158"></span></p>
<p>Portugal tem sido pioneiro na resposta à AIDS desde o início da epidemia, criando ambientes legais favoráveis, adotando políticas progressivas sobre drogas e tornando o tratamento do HIV sem custo para todos, independente da situação migratória. Portugal continua liderando, impulsionando modelos de cuidados baseados na comunidade e promovendo uma melhor integração entre os serviços de saúde.</p>
<p>Durante uma visita à Cascais, em Portugal, Tim Martineau, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, assistiu ao lançamento nacional de uma iniciativa que visa aproximar os serviços de HIV das pessoas que mais necessitam: testagem de HIV em farmácias comunitárias. Essa iniciativa foi integrada à Estratégia de Aceleração da Resposta da Cidade de Cascais. A previsão é de que o autoteste seja disponibilizado ainda este ano, uma vez que a legislação necessária acabou de ser aprovada pelo Governo Português.</p>
<p>Durante sua viagem a Portugal, Martineau também visitou o Programa de Extensão Móvel de Ares do Pinhal – Associação para a Inclusão Social. Com o apoio do Ministério da Saúde, desde 1986 o programa oferece serviços de redução de danos e apoio social a pessoas que usam drogas injetáveis, disponibilizando serviços para cerca de 1200 pessoas diariamente. Serviços—incluindo testagem e tratamento para HIV, hepatite C, tuberculose e sífilis, bem como o fornecimento de metadona, troca de seringas e distribuição de preservativos—são fornecidos sem discriminação às pessoas, independente de sua nacionalidade, incluindo migrantes indocumentados.</p>
<p>A cerimônia de assinatura da Declaração de Paris foi realizada no Pavilhão de São Bento, em Lisboa, Portugal, e contou com a presença da Diretora Geral da Saúde, Graça Freitas, Tim Martineau e representantes da sociedade civil. No discurso de encerramento, o Secretário de Estado, Fernando Araújo, expressou a esperança de que Portugal continue liderando a aceleração da resposta ao HIV.</p>
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