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	<title>Orgulho LGBT - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS apoia a 7ª edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 9 e 15 de junho acontece a 7ª Edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, em formato online e gratuito. Na edição de 2022, o público terá a oportunidade de assistir 27 filmes de 19 países, selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+. Entre as produções programadas está o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/06/unaids-apoia-7a-edicao-festival-cinema-lgbtqia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 9 e 15 de junho acontece a 7ª Edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, em formato online e gratuito. Na edição de 2022, o público terá a oportunidade de assistir 27 filmes de 19 países, selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+. Entre as produções programadas está o curta “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://youtu.be/bWB4257aIsQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma Carta Insone</a></span>”, produzido com o apoio do UNAIDS para o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://lumina.ufrgs.br/course/view.php?id=146" target="_blank" rel="noreferrer noopener">curso online Zero Discriminação e HIV/AIDS</a></span>.&nbsp;</p>



<span id="more-21155"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A programação do Festival estará disponível gratuitamente na plataforma <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.sescsp.org.br/cinemalgbtqia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sesc Digital</a></span> e, para deixar o evento acessível ao maior número de pessoas, toda a programação é gratuita. O evento reafirma o compromisso das embaixadas e instituições participantes com a igualdade e a dignidade de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação de 2022 inclui 10 longas e 17 curtas, em diversos idiomas, com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a descoberta da própria identidade, a homofobia e transfobia, o amor na população idosa, a luta contra os convencionalismos sociais e culturais e o impacto da COVID-19 são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes desta edição do Festival.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival, que conta com o apoio institucional do UNAIDS, é coordenado pelas Embaixadas da Bélgica, Dinamarca, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia, e produzido pelas embaixadas da África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Canada, Chile, Espanha, Estados Unidos, Eslovênia, França, Finlândia, Irlanda, Itália, Países Baixos, Portugal, e Suíça, assim como pelo British Council, o Instituto Camões, e pelo Wallonie – Bruxelles International no Brasil, em correalização da Delegação da União Europeia no Brasil e do Sesc São Paulo. Conta também com o apoio do Festival Curta Brasília e com as empresas Estudio Sarau e Atelier como Media Partners.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-735x1024.jpg" alt="" class="wp-image-21156" width="276" height="385" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-735x1024.jpg 735w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-215x300.jpg 215w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-768x1069.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-1103x1536.jpg 1103w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-1293x1800.jpg 1293w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-862x1200.jpg 862w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-517x720.jpg 517w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/UMA_CARTA_INSONE-scaled.jpg 1838w" sizes="(max-width: 276px) 100vw, 276px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma Carta Insone (Brasil)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curta metragem estrelado por Valeria Barcellos e baseado em um conto de Júlia Dantas. No curta, uma mulher trans, escreve uma carta para Lorena, uma enfermeira que a atendeu quando ainda era uma criança. Os caminhos de ambas se cruzam anos depois e a escritora da carta, agora adulta e vivendo com HIV, faz uma reflexão profunda sobre estigma e a discriminação. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS.jpg"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS.jpg" alt="" class="wp-image-21159" width="326" height="184" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SHAMS-720x405.jpg 720w" sizes="(max-width: 326px) 100vw, 326px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Shams (Bélgica)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eden, uma mulher belga de 30 anos trabalha em um centro cultural a milhares de quilômetros de sua casa, na movimentada capital do Cairo. Ela tem um encontro emocionante com uma jovem, Shams. Um dia, Shams desaparece de repente. Com a ajuda de duas amigas egípcias, Eden começa uma luta contra seus próprios medos, negações e preconceitos para encontrar Shams.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SOCCER-BOYS.jpg"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SOCCER-BOYS.jpg" alt="" class="wp-image-21160" width="405" height="203" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SOCCER-BOYS.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/SOCCER-BOYS-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Soccer Boys (Brasil)</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto se preparam para disputar a Taça da Diversidade, os jogadores do Beescats Soccer Boys discutem questões importantes com relação à homossexualidade no futebol e a homofobia na sociedade contemporânea. O filme acompanha André e Douglas, dois jogadores do primeiro time de futebol gay do Rio de Janeiro, que expõem as mudanças em suas vidas a partir do momento em que ingressaram no time e refletem sobre como isso afeta o contexto mais amplo da discriminação sexual no Brasil.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-1024x553.jpg" alt="" class="wp-image-21161" width="413" height="222" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-1024x553.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-300x162.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-768x415.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-1536x830.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA-720x389.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/LUZ-DE-PRESENCA.jpg 1780w" sizes="auto, (max-width: 413px) 100vw, 413px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Luz de presença (Portugal)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa noite chuvosa, um homem triste sai de casa para entregar uma carta. Pelo caminho, numa esquina, cruza com uma mulher que o avisa para ter atenção à estrada, o piso está escorregadio. Assim conheci Diana. Fragilizado por uma desilusão amorosa, Gonçalo cai da sua moto.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE.jpg" alt="" class="wp-image-21162" width="409" height="230" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE.jpg 818w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/DOMINIQUE-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 409px) 100vw, 409px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dominique (Brasil)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecemos Dominique em uma ilha na foz do rio Amazonas. No caminho para visitar sua mãe, que criou sozinha três filhas transexuais, ela relembra os tempos de prostituição e brutalidade policial, tendo sobrevivido graças ao amor incondicional de sua mãe.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY.png" alt="" class="wp-image-21163" width="512" height="282" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY-300x165.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY-768x422.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/FIRST-DAY-720x396.png 720w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeiro dia (Austrália)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o primeiro dia do ensino médio para Hannah. É também o primeiro dia em que ela usará o uniforme escolar feminino e o nome escolhido por ela, ao invés do nome masculino que recebeu no nascimento.&nbsp;</p>
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		<title>ONU lança 3º vídeo da série &#8216;Capital Trans&#8217; para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 21:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?, lançado hoje como parte, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/onu-lanca-3o-video-da-serie-capital-trans-para-celebrar-o-dia-internacional-do-orgulho-lgbti/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Como podemos criar um ambiente onde as pessoas LGBT+ se sintam cada vez mais livres para ser quem elas são?” Esta é uma das perguntas que o Sistema ONU levanta no terceiro e último vídeo da série <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=R6n63tFDSBU&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Capital Trans: O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade?</strong></a></em>, lançado hoje como parte das celebrações do Dia International do Orgulho LGBTI+, comemorado mundialmente no dia 28/6.  </p>



<span id="more-15533"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo reforça as mensagens de promoção dos direitos das pessoas LGBTI+no Brasil, especialmente num momento em que a marginalização e as vulnerabilidades impostas à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo (LGBTI+) colocam estas pessoas entre as mais expostas à pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na próxima terça-feira, 30/6, às 17h00, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a iniciativa Livres &amp; Iguais farão uma “live” nas redes sociais com Maitê Schneider, uma das fundadoras da iniciativa Transempregos, para debater os temas abordados na série Capital Trans. Os detalhes do bate-papo serão divulgados através das redes sociais: @onubrasil, @oitbrasil e @unaidsbrasil nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou uma das fundadoras da Transempregos, um projeto que faz a inclusão de pessoas trans no Mercado de trabalho, diminuindo os viezes que as empresas têm em relação a preconceitos por não conhecer a questão trans, principalmente”, diz Maitê Schneider. “Ao mesmo tempo, [o Transempregos busca] ser o maior banco de currículos para fazer a inserção dessas pessoas dentro deste universo, tanto corporativista quanto de empreendedorismo.”<br></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="O que a sua empresa tem feito para acolher a diversidade" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/R6n63tFDSBU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho em tempos de COVID-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de trabalho, as questões LGBTI+ aparecem cruzadas com questões de gênero, raça, e outras vulnerabilidades que se somam neste processo. A série Capital Trans tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a necessidade de garantirmos que as medidas de apoio para mitigar o impacto socioeconômico desta crise tenham como foco esta parcela da população, comprovadamente mais propensa ao desemprego e à pobreza que a população em geral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas LGBTI+ trabalham no setor informal e não têm acesso a licença médica remunerada, indenização por desemprego e nem cobertura de proteção social. A pandemia de COVID-19 torna este quadro ainda mais grave, impondo desafios até então inimagináveis para esta parcela da população e para governos, empresas, organismos internacionais e demais atores envolvidos a fim de que encontrem soluções inclusivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente não está trabalhando para que essas pessoas sejam mais especiais que as outras, mas para que suas vidas sejam protegidas”, diz o vídeo em um dos trechos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A web-série Capital Trans, criada no Brasil pela campanha da ONU Livres &amp; Iguais, em parceria com a iniciativa #ZeroDiscriminação, do UNAIDS, busca inspirar as pessoas por meio do compartilhamento de exemplos de empresas empenhadas no enfrentamento à discriminação contra pessoas trans no ambiente de trabalho, no mercado e na comunidade. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png" alt="" class="wp-image-15537" width="720" height="433" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1.png 621w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture6-1-300x181.png 300w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, como parte das celebrações do IDAHOTBIT (Dia Internacional contra a LGBT-fobia), a iniciativa destacou o vídeo <em><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho? (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=9V7-r1TVFxw&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>Qual o impacto da diversidade no ambiente de trabalho?</strong></a></em> , que mostra como Diversas empresas têm desenvolvido ações específicas para atrair pessoas trans para suas vagas, buscando, ao mesmo tempo, sensibilizar seus funcionários para a importância desse acolhimento. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="947" height="621" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png" alt="" class="wp-image-15535" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5.png 947w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-300x197.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-768x504.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Capture5-720x472.png 720w" sizes="auto, (max-width: 947px) 100vw, 947px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto de inúmeros obstáculos globais para a saúde e a economia, a web-série Capital Trans busca trazer uma luz sobre a importância do respeito aos Padrões de Conduta da ONU para empresas no enfrentamento da discriminação contra pessoas LGBTI+. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado há três anos pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos (ACNUDH), em colaboração com o Institute for Human Rights and Business, estes padrões oferecem cinco passos essenciais para que empresas consigam alinhar suas políticas e práticas aos padrões internacionais de direitos humanos das pessoas LGBTI+. Atualmente, mais de 300 empresas já declararam apoio a estes princípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista também ao primeiro vídeo da série Capital Trans, lançado dia 29 de janeiro (Dia Nacional da Visibilidade Trans): <a rel="noreferrer noopener" aria-label="“Você já trabalhou com uma pessoa trans?” (opens in a new tab)" href="https://www.youtube.com/watch?v=GOCldeDwix4&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><em><strong>“Você já trabalhou com uma pessoa trans?”</strong></em></a> </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="566" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png" alt="" class="wp-image-15534" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-1024x566.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-300x166.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-768x425.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2-720x398.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Imagem-2.png 1110w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>
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		<title>Orgulho LGBTI+: OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/06/orgulho-lgbti-oit-unaids-e-mpt-lancam-video-sobre-direitos-da-populacao-lgbti-em-meio-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 21:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[#DiaInternacionalDoOrgulhoLGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam uma campanha em vídeo (veja o vídeo) com o objetivo de chamar atenção para necessidade de assegurar a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/orgulho-lgbti-oit-unaids-e-mpt-lancam-video-sobre-direitos-da-populacao-lgbti-em-meio-a-pandemia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam uma campanha em vídeo <a rel="noreferrer noopener" aria-label="(veja o vídeo) (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/OrgulhoLGBT2020" target="_blank"><strong>(veja o vídeo)</strong></a> com o objetivo de chamar atenção para necessidade de assegurar a garantia dos direitos e a proteção da população lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual e intersex (LGBTI+) no Brasil. </p>



<span id="more-15515"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à crise de saúde com a COVID-19 e de seus fortes impactos sobre a sociedade, a economia e o mundo do trabalho, é fundamental voltar a atenção para as pessoas historicamente excluídas por conta de preconceitos e discriminação em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="No vídeo (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/OrgulhoLGBT2020" target="_blank"><strong>No vídeo</strong></a>, homens e mulheres trans, lésbicas, gays e travestis dizem o que querem: respeito, dignidade, oportunidades de trabalho decente, ser feliz, direitos, e o fim da transfobia. E perguntam: “É diferente do que você quer? Pense nisso”. O vídeo termina com uma homenagem à Amanda Marfree, mulher trans de 35 anos, que faleceu na última terça-feira (23) vítima de COVID-19. Amanda é uma das participantes do vídeo da campanha e uma grande ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A OIT tem sua missão histórica de promover o trabalho decente que só pode ser concretizado em uma sociedade onde todas as pessoas sejam livres para existir em toda sua identidade e potencialidade. As pessoas do grupo LGBTI+, especialmente as pessoas transexuais, são excluídas historicamente, o que torna sua inserção e permanência no trabalho mais difícil. A sociedade ganha com a inclusão de trabalhadores e trabalhadoras livres para exercer sua profissão, com criatividade e direitos”, disse Martin Georg Hahn, diretor do Escritório da OIT no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Declaração do Centenário da OIT coloca as pessoas no centro de todas as ações de promoção de justiça social e do trabalho decente. E o próprio conceito de trabalho decente sintetiza a missão da Organização de promover oportunidades para que todas as pessoas obtenham um trabalho produtivo e de qualidade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a OIT, o UNAIDS e o MPT desenvolvem atualmente dois projetos direcionados à população trans, com objetivo de apoiar o grupo neste momento de crise, promover a capacitação profissional e o aumento do conhecimento sobre temas diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Web Cozinha&amp;Voz atende a 100 pessoas trans em todo o país, fornecendo uma bolsa de capacitação no valor de 500,00 reais mensais e aulas de assistente de cozinha &#8211; coordenadas pela cozinheira Paola Carosella -, aulas de expressão, e de empreendedorismo, com apoio do SEBRAE. A iniciativa também promove debates com especialistas sobre temas relacionados a esta população e seus desafios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o projeto Faces &amp; Sustentabilidade, realizado em São Paulo, adquire mais de 500 quilos de alimentos diários de pequenos produtores rurais, que não estavam conseguindo escoar sua produção com a crise. Os alimentos são usados na produção de 1.000 marmitas por dia, por sua vez distribuídas em comunidades na cidade. A produção das refeições é feita pela escola de gastronomia Hotec e 30 alunos e alunas, incluindo 10 mulheres trans, auxiliam na preparação dos alimentos, enquanto participam de uma formação profissional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alunos e alunas recebem também uma bolsa no valor de 500,00 reais, alimentação e auxílio deslocamento. O uniforme utilizado pelos estudantes é produzido por migrantes e refugiados, completando o ciclo de sustentabilidade. Além dos parceiros mencionados, o projeto conta com o apoio da Unicamp e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). </p>



<h4 class="wp-block-heading">Experiências de estigma e discriminação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS realizado em 2019 no Brasil,  um estudo inédito no país conduzido em sete capitais brasileiras, mais de 90% da população trans já sofreu discriminação na vida por conta da sua identidade de gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as situações de estigma e discriminação mais comuns, comentários discriminatórios, principalmente por membros da família, são o que mais afeta a população trans: ao menos 80,6% das pessoas relataram já terem passado por essa situação. Assédio verbal (74,2%), exclusão de atividades familiares (69,4%) e agressão física (56,5%) também aparecem como as situações de violência relacionadas à identidade de gênero que mais afetam essa população. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram levantados entre abril e agosto de 2019, com 1.784 pessoas vivendo com HIV e com AIDS em sete capitais brasileiras: Manaus (AM), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parece óbvio, mas vivemos num tempo em que ainda é preciso mostrar que somos todos iguais em nossos sonhos e em nossas buscas por uma vida melhor. E que temos orgulho de ser quem somos, temos solidariedade e amor”, diz Ariadne Ribeiro, assessora para apoio comunitário do UNAIDS no Brasil. “Este vídeo busca mostrar que podemos nos enxergar como humanos e abraçar todas as causas, sem deixar ninguém para trás”, conclui Ariadne, que é mulher trans e vive com HIV há mais de duas décadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inclusão no mundo do trabalho </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, a discussão sobre identidade de gênero ficou à margem na sociedade. Populações LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersex) possuem uma série de especificidades sociodemográficas e de identidade, além das intersecções que aumentam a discriminação, como gênero, raça, idade, religiosidade e etnia. Dentre desses grupos, homens e mulheres transexuais são os mais vulneráveis a toda sorte de estigma, preconceito e violência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo do trabalho, as pessoas LGBTI sofrem com disparidades salariais, maior informalidade, preconceitos e prejuízos oriundos da divisão sexual do trabalho, do racismo e da homolesbotransfobia. As opções profissionais LGBTI são frequentemente restritas a setores específicos, caracterizados por altos níveis de informalidade e por ocupações de baixa qualificação, ainda que tenhamos profissionais extremamente preparados(as), fortalecendo a vulnerabilidade e facilitando a exploração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate sobre da empregabilidade de pessoas transexuais está sendo colocado em empresas e discutido, no Brasil, mais fortemente no Fórum Nacional de Empresas e Direitos LGBTI. De acordo com o Observatório da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades no Trabalho, da OIT e do Ministério Público do Trabalho, de 5.570 municípios brasileiros, apenas 21 possuem conselhos de direitos LGBTI. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Procuradora do Trabalho em São Paulo e gerente do Projeto do MPT de empregabilidade da população LGBTIQ+, Sofia Vilela: &#8220;É relevante darmos voz e oportunidades à população LGBTIQ+. Por isso, o MPT compreende que, além de haver um eficiente combate a todas as formas de discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero, é preciso desenvolver e estimular políticas públicas para a inclusão dessa população no mercado de trabalho com a finalidade de oferecer trabalho decente, o qual haja respeito, dignidade e igualdade entre todas as pessoas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Procuradora do Trabalho em São Paulo e gerente do Projeto do MPT de empregabilidade da população LGBTIQ+, Sofia Vilela: &#8220;É relevante darmos voz e oportunidades à população LGBTIQ+. Por isso, o MPT compreende que, além de haver um eficiente combate a todas as formas de discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero, é preciso desenvolver e estimular políticas públicas para a inclusão dessa população no mercado de trabalho com a finalidade de oferecer trabalho decente, o qual haja respeito, dignidade e igualdade entre todas as pessoas.&#8221;</p>
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		<title>Plataforma ‘Tudo Começa Pelo Respeito’ lança filme sobre homofobia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 19:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#EseFosseComVocê?]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito para lançar, juntamente com UNESCO, UNICEF e ONU Mulheres um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito </span></i><span style="font-weight: 400;">para lançar, juntamente com </span><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNESCO</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://www.unicef.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNICEF</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">ONU Mulheres</span></a><span style="font-weight: 400;"> um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca a reflexão do telespectador sobre o preconceito e a discriminação ainda existentes de forma tão exacerbada em nossa sociedade. </span><span id="more-6961"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil está entre os países que mais matam pessoas LGBTI+ em todo o mundo. A plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTI+, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e pessoas vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo busca sensibilizar a sociedade sobre a importância do respeito para o bem comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja aqui o filme da campanha contra a homofobia:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qjBkOXB33X4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento da plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi marcado pela veiculação do filme </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gfVe-2lKPsU"><span style="font-weight: 400;">‘Fio’</span></a><span style="font-weight: 400;">, exibido desde 28 de julho de 2016, na tela e nas redes sociais da Globo e de seus parceiros, entre eles o UNAIDS. O filme traz o contraponto entre as piores manifestações do preconceito, da discriminação, e a melhor forma para combatê-las. Palavras como ‘assédio’, ‘violência’, ‘racismo’ e ‘homofobia’ são formadas a partir do torcer e distorcer de um fio gráfico, como uma corda—as torções dão a ideia do quão devastadoras podem ser essas atitudes. Enquanto as expressões são exibidas na tela, a locução reforça que, para dar fim à violência contra a mulher, contra negros e contra a diversidade sexual, é preciso lembrar que Tudo Começa pelo Respeito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro da plataforma </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito</span></i><span style="font-weight: 400;">, a Globo também apoiou a campanha mais recente do UNAIDS pelo fim da discriminação: </span><a href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400;">#EseFosseComVocê</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre os desdobramentos da campanha #EseFosseComVocê </span><a href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">FICHA TÉCNICA (TUDO COMEÇA PELO RESPEITO &#8211; HOMOFOBIA):</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Direção de criação: Sergio Valente, Mariana Sá e Leandro Castilho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criação: Alexandre Tommasi e Monica Tommasi</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atendimento: Andrea Couto e Flavio Carrijo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gerente de Produção RTV: Jaqueline Couto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">RTV: José Fernando Pereira Silveira</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalização: Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Montion:Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produção do áudio: Cream Estúdio</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apoio institucional: UNAIDS, UNESCO, UNICEF, Onu Mulheres e Fundo de Investimento Social Elas</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/">Plataforma ‘Tudo Começa Pelo Respeito’ lança filme sobre homofobia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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