<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>opinião - UNAIDS Brasil</title>
	<atom:link href="https://unaids.org.br/tag/opiniao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Jan 2026 13:38:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2015_01_20_logoUNAIDS1-150x150.png</url>
	<title>opinião - UNAIDS Brasil</title>
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Boccardi Vidarte]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Lenacapavir]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos Injetáveis de Longa Duração]]></category>
		<category><![CDATA[OPED]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=31098</guid>

					<description><![CDATA[<p>2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. O Brasil, por sua vez, vem mostrando que essa resposta só funciona se for baseada em direitos humanos Ao final de 2024, o mundo estava mais perto do que em qualquer momento nas últimas três décadas de acabar com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/">Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. O Brasil, por sua vez, vem mostrando que essa resposta só funciona se for baseada em direitos humanos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final de 2024, o mundo estava mais perto do que em qualquer momento nas últimas três décadas de acabar com a Aids: 31,6 milhões de 40,8 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento, ajudando a impulsionar uma queda de 40% em novas infecções e de 56% em mortes relacionadas à Aids desde 2010.</p>



<span id="more-31098"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de progresso, 2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. Os ganhos conquistados com muito esforço — alcançados através da ciência, da solidariedade, da liderança das comunidades e do compromisso político — foram abalados por cortes no financiamento, desigualdades crescentes e novos obstáculos aos serviços essenciais em todo o mundo. O alerta se intensificou: se os países não ampliarem os serviços de HIV, acontecerão 3,3 milhões de novas infecções adicionais por HIV até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, no meio desses desafios, há também uma história de resiliência, resistência, oportunidade e compromisso político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há 40 anos, o Brasil vem mostrando ao mundo que a resposta à Aids só funciona se for baseada em direitos humanos e colocando as pessoas no centro. A valorização dos movimentos da sociedade civil foi fundamental para que hoje vejamos um Sistema Único de Saúde (SUS) que disponibiliza às pessoas as diferentes estratégias de prevenção ao HIV, além de diagnóstico, tratamento e serviços integrados de saúde a nível de atenção primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além das políticas de saúde, o Brasil reconhece que as desigualdades limitam o acesso das pessoas aos seus direitos. Os números mostram que a Aids não é uma questão apenas de saúde, mas também de desigualdades que precisam ser superadas: um estudo da Fiocruz publicado neste ano demonstrou que a incidência de HIV entre beneficiárias do Bolsa Família caiu 47%, enquanto a mortalidade por doenças relacionadas à Aids diminuiu 55%. Por isso, é urgente promover políticas de assistência e proteção social para reduzir as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil mostra em números esse compromisso: em 2024, o país registrou 9.157 mil mortes por doenças relacionadas à Aids, o menor número de mortes em 32 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em todo o mundo, a resposta à Aids sofreu grandes choques. Reduções abruptas no financiamento internacional interromperam programas de prevenção, fecharam clínicas comunitárias e sobrecarregaram os serviços de tratamento em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante ainda, temos novas ferramentas que nos dão esperança para o futuro. Os medicamentos injetáveis de longa duração — uma inovação que pode proteger as pessoas por meses — oferecem a chance de transformar a prevenção do HIV, especialmente para mulheres jovens, adolescentes, populações-chave e comunidades onde é difícil tomar comprimidos diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/lenacapavir/" target="_blank" rel="noopener" title="">Lenacapavir</a></span> e cabotegravir, os medicamentos injetáveis de longa duração, podem ser utilizados para tratamento a pessoas resistentes ao tratamento oral e tiveram bons resultados em estudos também para prevenção. Os estudos clínicos demonstraram que o lenacapavir teve eficácia de 100% para prevenção em mulheres cis e 96% para pessoas trans, homens cis gays e homens cis que fazem sexo com homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tecnologia pode mudar o rumo das novas infecções. Os medicamentos injetáveis de longa duração poderiam evitar 50 mil infecções em três anos se fornecidos a 2 milhões de pessoas em alto risco. Mas temos uma barreira que amplia as desigualdades: o alto custo do medicamento — o valor médio é de R$ 4 mil por dose, o equivalente a 2,5 salários mínimos no Brasil. Além disso, maioria dos países da América Latina, incluindo Brasil, foi excluída do acordo de licenciamento voluntário do lenacapavir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos em nossas mãos a possibilidade de recalcular a rota para determinar quais serão as prioridades para a resposta global à Aids. Nesta semana, o Brasil sediará a 57ª Reunião da Junta de Coordenação de Programa do Unaids, que vai aprovar a próxima Estratégia Global para a Aids 2026-2031. Esse documento guiará as prioridades dos países para a resposta à Aids, a disponibilização de novas tecnologias de longa duração e como os governos podem estabelecer respostas multissetoriais à Aids que não sejam baseadas apenas em ferramentas biomédicas, mas também em educação, alimentação, direitos e moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos nos dar ao luxo de recuar agora. Ao investir nas comunidades, adotar novas tecnologias e manter a solidariedade global, podemos superar as barreiras e acelerar o progresso que o mundo tem trabalhado tão arduamente para alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos nos unir para acabar com todas as formas de preconceito e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado no jornal <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/12/7313237-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids.html" target="_blank" rel="noopener" title="">Correio Brasiliense</a></span>, em 15 de dezembro de 2025.</em></strong></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="pautas,comunicado,datas,destaque,noticias,ponto_de_vista,principal,sala_de_imprensa,unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1765794840"
	            data-title="Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/">Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31098</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Opinião: &#8220;O fim da AIDS ainda está ao nosso alcance — não podemos permitir que anos de progresso sejam perdidos&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 19:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Discursos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Relatórios e Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Boccardi Vidarte]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Global]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=30443</guid>

					<description><![CDATA[<p>Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado originalmente no Estadão. Um novo relatório do UNAIDS, “AIDS, Crise o poder de transformação”, mostra que, até 2024, a resposta global à AIDS havia alcançado um momento promissor. As mortes relacionadas à AIDS por ano caíram para 630 mil—, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/">Opinião: “O fim da AIDS ainda está ao nosso alcance — não podemos permitir que anos de progresso sejam perdidos”</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Andrea Boccardi Vidarte</strong>, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado originalmente no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/espaco-aberto/o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance/" target="_blank" rel="noopener" title="">Estadão</a></span>.</em></p>



<span id="more-30443"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório do UNAIDS, “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/07/2025_07_11-UNAIDS_Global_HIV_Factsheet_PTBR_JP_V4.pdf" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>AIDS, Crise o poder de transformação</strong></a></span>”, mostra que, até 2024, a resposta global à AIDS havia alcançado um momento promissor. As mortes relacionadas à AIDS por ano caíram para 630 mil— uma redução de 54% desde 2010. Quase 32 milhões de pessoas estavam recebendo terapia antirretroviral que salva vidas, mantendo ao alcance a meta sonho de acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas infecções por HIV caíram 40% e pelo menos sete países alcançaram a meta ambiciosa de 95-95-95 para testagem e tratamento, estabelecida para 2025. O Brasil está quase lá: em 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conheçam seu diagnóstico; 82% das pessoas que sabem que vivem com HIV estevam em tratamento antirretroviral; e 95% das pessoas em tratamento estejam com a carga viral suprimida.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/24186627"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/24186627/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o mundo não está no mesmo caminho. Cortes no financiamento global para o HIV provocaram o que pode se tornar um desmoronamento catastrófico de décadas de progresso. Se esses cortes não forem revertidos, as projeções sugerem que mais de 4 milhões de mortes adicionais relacionadas à AIDS e mais de 6 milhões de novas infecções por HIV podem ocorrer entre 2025 e 2030 no mundo. Não estamos em uma encruzilhada — estamos à beira de um precipício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felizmente, o Brasil garante o tratamento para o HIV de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a todas as pessoas que vivem com HIV. O Brasil também avançou na eliminação da transmissão vertical do HIV, um dos compromissos assumidos pelo programa interministerial <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/brasil-saudavel" target="_blank" rel="noopener" title="">Brasil Saudável</a></span>, além da eliminação da AIDS enquanto problema de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é reflexo do reconhecimento que o HIV é resultado de uma série de determinantes sociais de saúde que requer uma resposta multisetorial com foco no enfrentamento à fome e à pobreza, ampliação dos direitos humanos e proteção social para populações e territórios prioritários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras evidências destacadas no relatório do UNAIDS mostram que famílias que receberam o Bolsa Família tiveram uma incidência do HIV 41% menor e a mortalidade relacionada à AIDS 39% menor nas famílias que receberam o benefício. Os efeitos foram mais fortes entre as pessoas das famílias mais pobres. O acesso ao programa Bolsa Família é condicionado à frequência escolar, à imunização das crianças e ao acompanhamento pré-natal das mulheres grávidas – 33% das gestantes vivendo com HIV descobriram sua sorologia no pré-natal, de acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2024/boletim_hiv_aids_2024e.pdf/@@download/file" target="_blank" rel="noopener" title="">Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2024</a></span> do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da resposta ao HIV não é apenas uma história de saúde pública— é uma história do que acontece quando o investimento de longo prazo, o compromisso político, a ciência e a liderança comunitária se alinham. Mas eles não podem fazer isso sozinhos. A pandemia da AIDS também está longe de terminar. Embora tenha havido muitos avanços, 1,3 milhão de pessoas contraíram o HIV em 2024 — mais do que o triplo do esperado globalmente para 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de uma questão científica. É uma questão de política, financiamento e vontade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos exemplos mais recentes são os medicamentos injetáveis de longa-duração, que podem ser revolucionários para a prevenção do HIV. Com eficácia próxima de 100% e dosagem subcutâneo semestral, esse medicamento pode ser transformador, já que é seguro inclusive durante a gravidez, e pode ser uma possibilidade para as pessoas que não conseguem aderir à PrEP oral ou que tem multirresistência ao tratamento antiretroviral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a promessa da inovação está sendo sufocada pelo lucro. O fabricante desse medicamento, a Gilead, fixou o preço em mais de US$ 28 mil — cerca de R$ 151 mil — por ano, nos Estados Unidos, apesar dos custos de produção estimados em apenas US$ 25 (ou R$ 136,25), se a demanda aumentasse para 5 a 10 milhões de doses anualmente. Em um mundo justo, isso seria saudado como um bem público global. Em nosso mundo, é um item de luxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o modelo tradicional de financiamento da saúde global se desgasta, devemos estabelecer um modelo enraizado no investimento público global — uma estrutura em que os países contribuam de acordo com sua capacidade, compartilhem a governança e busquem interesses comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também precisamos enfrentar e eliminar as barreiras estruturais: promover acesso a serviços de saúde sem discriminação, disponibilizar diferentes ferramentas biomédicas para que as pessoas possam tomar decisões sobre seus corpos e garantir que as leis de propriedade intelectual não bloqueiem o acesso a medicamentos que salvam vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos mais perto do que nunca de acabar com a AIDS. O que precisamos agora é de coragem — coragem dos governos para financiar o que funciona, das comunidades para demandar aos laboratórios preços que os governos possam pagar, licenças voluntárias para produzir medicamentos genéricos de baixo custo, lideranças para defender os direitos humanos e de todas as pessoas para nos solidarizarmos com as comunidades mais afetadas e garantir que estão no centro da resposta.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="pautas,comunicado,destaque,discursos,noticias,ponto_de_vista,principal,relatorios-e-publicacoes,sala_de_imprensa,unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1752598715"
	            data-title="Opinião: &#8220;O fim da AIDS ainda está ao nosso alcance — não podemos permitir que anos de progresso sejam perdidos&#8221;" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/">Opinião: “O fim da AIDS ainda está ao nosso alcance — não podemos permitir que anos de progresso sejam perdidos”</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">30443</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Opinião: A busca para acabar com as pandemias de COVID-19 e HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/10/opiniao-busca-para-acabar-com-as-pandemias-de-covid-19-e-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 17:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Chikwe Ihekweazu]]></category>
		<category><![CDATA[HIV e COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Winnie Byanyima]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=19022</guid>

					<description><![CDATA[<p>No período em que milhões de pessoas perderam o trabalho, Queen Kennedy conseguiu um novo emprego. Como uma mulher vivendo com HIV na Nigéria, ela respondeu ao chamado para se tornar uma farmacêutica comunitária. Os lockdowns reduziram o acesso ao tratamento e prevenção do HIV. Mas através de uma iniciativa da Comunidade Internacional de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/10/opiniao-busca-para-acabar-com-as-pandemias-de-covid-19-e-hiv/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/10/opiniao-busca-para-acabar-com-as-pandemias-de-covid-19-e-hiv/">Opinião: A busca para acabar com as pandemias de COVID-19 e HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No período em que milhões de pessoas perderam o trabalho, Queen Kennedy conseguiu um novo emprego. Como uma mulher vivendo com HIV na Nigéria, ela respondeu ao chamado para se tornar uma farmacêutica comunitária. Os lockdowns reduziram o acesso ao tratamento e prevenção do HIV. Mas através de uma iniciativa da Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV na África Ocidental, Kennedy e colegas entregam medicamentos para HIV na casa das pessoas. O grupo também conduz sessões de prevenção ao HIV para adolescentes.</p>



<span id="more-19022"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aceitei fazer este trabalho com honra porque, como mulher vivendo com HIV, sei o que realmente significa ficar sem terapia antirretroviral&#8221;, disse Queen Kennedy. &#8220;As pessoas podem desenvolver cepas resistentes a medicamentos, cujos efeitos a longo prazo podem ser piores do que a COVID-19&#8221;, completa a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Histórias como esta nos lembram que a COVID-19 não surgiu em um mundo livre de crises de saúde. Hoje, acompanhamos a colisão da COVID-19 com uma pandemia de HIV de 40 anos que já custou 37 milhões de vidas em todo o mundo. Ao mesmo tempo, a maior parte do mundo em desenvolvimento ainda lida com surtos recorrentes e emergentes de doenças que perturbaram vidas e deixaram cicatrizes duradouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas regiões, estas emergências sanitárias se tornaram endêmicas, impulsionadas por vulnerabilidades interligadas, disparidades e desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De 24 a 26 de outubro, quase dois anos após o início da pandemia de COVID-19, lideranças globais de saúde de todos os setores se reunirão em Berlim, Alemanha, para a Cúpula Mundial da Saúde. Como aproveitar este momento? Que lições podemos tirar da resposta à COVID-19, HIV, malária, tuberculose, ebola e outras emergências de saúde? E como podemos melhorar os sistemas de saúde em todo o mundo e construir uma rede de saúde global que sirva a todas as pessoas, sem deixar ninguém para trás?</p>



<p class="wp-block-paragraph">As primeiras respostas ao HIV aconteceram em um contexto de emergência, mas na rápida construção de estruturas, a resposta à AIDS construiu clínicas e laboratórios, expandiu a força de trabalho de saúde e ciência e apoiou inciativas lideradas pela comunidade que têm sido críticas na resposta à COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos agora que estes elementos têm sido imperativos para uma prevenção, preparação e resposta pandêmica mais ampla. Como resultado, o tratamento do HIV que salva vidas está sendo oferecido a 27,5 milhões de pessoas em todo o mundo, resultando em uma redução de 47% nas mortes relacionadas à AIDS desde 2010. A solidariedade global e a responsabilidade compartilhada, a ciência, o ativismo da sociedade civil, a política e o setor privado têm sido fundamentais para alcançar este progresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infraestrutura do HIV tem sido fundamental para tornar a resposta da COVID-19 rápida, decisiva e ágil. Países como a África do Sul, a Índia e a Nigéria reestruturaram e redistribuíram esta capacidade para expandir a vigilância, testagem e as respostas lideradas pela comunidade. Isto foi particularmente importante na Nigéria, onde no início da pandemia de COVID-19 havia apenas quatro laboratórios que tinham capacidade diagnóstica para a COVID-19. Com a reorientação de alguns laboratórios de HIV e tuberculose existentes e através de outras intervenções lideradas pelo país, há agora mais de 150. Uma das principais lições de pandemias anteriores para esta, é construir uma resposta integrada desde o início.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, esta infraestrutura e capacidade não existem em todos os lugares. E o mais preocupante é que estamos testemunhando desigualdade entre países em termos de acesso às vacinas da COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lições e a solidariedade da resposta à AIDS estão sendo ignoradas, pois as tecnologias de produção de vacinas da COVID-19 e o conhecimento permanecem nas mãos de algumas poucas empresas farmacêuticas e fabricantes de vacinas. Embora mais de 60% da população europeia tenham recebido a vacina, apenas 4% da população africana receberam sua vacina. Nove em cada 10 pessoas em países em desenvolvimento têm poucas probabilidades de receber uma dose este ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos recuperar os benefícios da solidariedade e da interconexão que nos permitirão a recuperação desta pandemia e construção um futuro melhor. Os mundos pandêmicos e pós-pandêmicos precisam de uma humanidade onde cada vida seja valorizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pandemias prosperam com as desigualdades causadas pelas pessoas, e estas desigualdades nós podemos e devemos evitar. Nas intersecções onde a COVID-19 e o HIV colidem, encontramos as pessoas expostas a maior risco e vulneráveis. Elas estão entre as primeiras a perder seu sustento e continuam a enfrentar um acesso desigual à assistência médica e aos serviços sociais. A desigualdade no acesso à tecnologia aprofundou ainda mais o impacto da COVID-19. Criou uma divisão de quem poderia continuar a trabalhar e receber por isso e de quem poderia continuar seus estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro para vacinação sobre plataformas digitais excluiu as pessoas que não têm acesso a essas plataformas. A realização da vacinação através de espaços determinados tem o potencial de deixar de fora as comunidades marginalizadas não atendidas pelo sistema de saúde tradicional, além de aprofundar a desigualdade no acesso. Para acabar com a AIDS e a COVID-19, precisamos acabar com as desigualdades, o que requer uma abordagem de toda a sociedade— onde as comunidades estão no centro da prevenção, da preparação e da resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ritmo de propagação da COVID-19 destaca a necessidade de uma resposta urgente. A ebola rapidamente sobrecarregou os sistemas de saúde dos países afetados na África Ocidental, mas a capacidade de resposta em todos os países foi perdida depois disso. Com a COVID-19 e a resposta contínua ao HIV, o foco deve ser o aproveitamento das capacidades locais e regionais e o fortalecimento dos sistemas nacionais de saúde para prevenir, detectar e responder, não apenas a uma doença emergente, mas a qualquer outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se fizermos isso da forma correta, muito será ganho. Se errarmos, o déficit global de saúde aumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como lideranças globais, devemos várias coisas à próxima geração. Devemos ter sistemas adaptáveis capazes de lidar com os aspectos multidimensionais da prevenção e preparação para pandemias. Devemos ter serviços de saúde abrangentes e integrados através de uma cobertura de saúde universal para garantir o acesso equitativo e acessível à saúde por todas as pessoas. Devemos à próxima geração verdadeiras parcerias e colaboração globais para melhor compartilhamento de dados e conhecimentos. Devemos análises locais e globais mais rápidas para informar a inovação e a tomada de decisões. E devemos respostas de saúde pública a curto prazo e abordagens de desenvolvimento a mais longo prazo que fator de vulnerabilidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em última instância, precisamos de uma resposta cooperação coordenada de saúde pública e desenvolvimento que nos permita acabar com as duas atuais pandemias colidentes e estar melhor preparados para a próxima.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS e Chikwe Ihekweazu, diretor geral do Centro de Controle de Doenças da Nigéria.</h6>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="comunicado,destaque,noticias,ponto_de_vista,principal" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1635172260"
	            data-title="Opinião: A busca para acabar com as pandemias de COVID-19 e HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/10/opiniao-busca-para-acabar-com-as-pandemias-de-covid-19-e-hiv/">Opinião: A busca para acabar com as pandemias de COVID-19 e HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">19022</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 14:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[People&#039;s Vaccine]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina da COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina popular]]></category>
		<category><![CDATA[Winnie Byanyima]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=16984</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este artigo apareceu pela primeira vez no The Guardian Nove meses atrás, lideranças mundiais faziam fila para declarar qualquer vacina contra a COVID-19 um bem público global. Hoje somos testemunhas de um apartheid de vacinas que só serve aos interesses de poderosas e lucrativas corporações farmacêuticas, ao mesmo tempo que nos custa o caminho mais rápido e menos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/">Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Este artigo apareceu pela primeira vez no <a href="https://www.theguardian.com/global-development/2021/jan/29/a-global-vaccine-apartheid-is-unfolding-peoples-lives-must-come-before-profit" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Guardian</a></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nove meses atrás, lideranças mundiais faziam fila para declarar qualquer vacina contra a COVID-19 um bem público global. Hoje somos testemunhas de um apartheid de vacinas que só serve aos interesses de poderosas e lucrativas corporações farmacêuticas, ao mesmo tempo que nos custa o caminho mais rápido e menos prejudicial para sair desta crise. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fico enjoada com as notícias da semana passada de que a África do Sul, um país cuja história do HIV deveria ter nos ensinado as consequências mais terríveis de permitir que as empresas farmacêuticas protegessem seus monopólios de medicamentos, teve de pagar mais do que o dobro do preço pago pela União Europeia para a vacina AstraZeneca para muito menos doses do que realmente precisa. Como tantos outros países de renda baixa e média, a África do Sul enfrenta hoje um cenário de vacinas de suprimento esgotado, onde é o poder de compra, e não o sofrimento, que garantirá as poucas doses restantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nove em cada 10 pessoas que vivem nos países mais pobres não devem ser vacinadas este ano. Atrasos na produção colocam até mesmo esse número em dúvida. Preços injustificadamente altos bloqueiam o acesso e ameaçam empurrar mais países para uma crise de dívida cada vez mais profunda. Se continuarmos buscando o modelo de vacina que temos, não conseguiremos controlar essa pandemia por muitos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fracasso em mudar o curso custará milhões de vidas e meios de subsistência em todo o mundo; o nosso progresso no combate à pobreza; para empresas, incluindo aquelas representadas aqui no Fórum Econômico Mundial esta semana; e para nossa saúde pública coletiva e segurança econômica. Porque não se engane, os custos da desigualdade da vacina não se limitarão aos que vivem nos países mais pobres. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais tempo o vírus puder continuar em um contexto de imunidade desigual, maior a chance de mutações que podem tornar as vacinas menos eficazes ou ineficazes – tanto as  que temos quanto as vacinas que algumas pessoas nos países ricos já receberam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa encomendada pela Câmara de Comércio Internacional publicada esta semana prevê que atrasos no acesso à vacina em países mais pobres também custarão à economia global cerca de US$ 9 trilhões, com quase metade disso absorvido em países ricos como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e o Reino Unido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos retroceder os últimos nove meses ou o fracasso dos governos até agora em cumprir sua promessa de tornar as vacinas contra a COVID-19 um bem público global. Mas podemos e devemos agir agora para mudar a trajetória catastrófica desta pandemia. A ciência, o conhecimento e a tecnologia das vacinas, pagos em grande parte por mais de US$ 100 bilhões do dinheiro de contribuintes, não podem mais ser tratados como propriedade privada das empresas farmacêuticas. Em vez disso, eles devem ser compartilhados abertamente, por meio do Covid Technology Access Pool da Organização Mundial da Saúde para que mais fabricantes possam ser incluídos e um plano global seja colocado em ação para aumentar a produção de vacinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para abrir o caminho para isso, os governos também devem apoiar urgentemente a proposta apresentada à Organização Mundial do Comércio de renunciar temporariamente aos direitos de propriedade intelectual para as vacinas, tratamentos e testes contra a COVID-19 até que o mundo alcance a imunidade coletiva extremamente necessária e esta pandemia esteja sob controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase todas as empresas no planeta tiveram que deixar de funcionar normalmente como resultado desta pandemia. É do interesse de todas as pessoas que as empresas farmacêuticas agora façam o mesmo. Convido governos e lideranças empresariais a se unirem ao crescente apelo por uma vacina popular e de forma conjunta possamos traçar um novo caminho que pode garantir vacinas, testes e tratamentos suficientes para todas as pessoas em todas as nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</strong></em></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1612350710"
	            data-title="Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/">Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16984</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
