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	<title>ODS 3 - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>ODS 3 - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS e outras agências, fundos e programas da ONU participam de festival virtual sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 15:08:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de 16 agências, fundos e programas da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, incluindo o UNAIDS, participam da programação de cinco dias do Festival Conhecendo os ODS, que acontece entre 9 e 13 de agosto, de forma virtual, com o objetivo de fazer com que o conhecimento sobre as metas dos 17, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-e-outras-agencias-fundos-e-programas-da-onu-participam-de-festival-virtual-sobre-os-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Representantes de 16 agências, fundos e programas da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, incluindo o UNAIDS, participam da programação de cinco dias do Festival Conhecendo os ODS, que acontece entre 9 e 13 de agosto, de forma virtual, com o objetivo de fazer com que o conhecimento sobre as metas dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) chegue ao maior número de pessoas.</p>



<span id="more-18079"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival traz soluções que já estão em prática para colaborar com a redução das desigualdades, o combate à fome, contribuam com a melhoria dos índices educacionais e promovam a equidade e a proteção da biodiversidade, entre outras soluções para problemas globais. Serão 111 atividades realizadas em vários espaços dentro de uma plataforma digital com acesso gratuito. Para participar, basta se credenciar no site <a href="https://conhecendoosods.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.conhecendoosods.com.br</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, vai participar do webinar ODS 3 &#8211; &#8220;Bem estar e saúde para todos&#8221; &#8211; no dia 11 de Agosto, das 14h00 às 15h00. Ela lembra que o sistema das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS, trabalha para alcançar toda a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Claudia destaca que, dentre os ODS, 10 deles, incluindo o Objetivo 3, dedicado à saúde e bem-estar, são particularmente relevantes para a resposta à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para o UNAIDS, um princípio básico dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e da resposta à AIDS é o de que ninguém deve ser deixado para trás. Para acabar com a AIDS até 2030 é fundamental enfrentar e superar as desigualdades que, impulsionadas pelo estigma e discriminação, dificultam ou impedem que as populações mais vulneráveis tenham acesso às informações e tratamentos do HIV/AIDS que salvam vidas. A preocupação e necessidades das populações-chave e prioritárias devem, portanto, estar na vanguarda dos esforços de desenvolvimento sustentável.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Festival</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A programação do Festival Conhecendo os ODS vai reunir no Main Stage (palco principal virtual) 17 webinars com a presença de líderes de grandes empresas mostrando suas soluções para o alcance das metas dos ODS e a presença de representantes de 16 agências, fundos e programas da ONU no Brasil. O público poderá visitar e interagir em 17 estandes com soluções para os Objetivos na Área Expositiva; assistir a 25 Talks no Palco Ações para os ODS; conferir 13 documentários com temas ligados ao desenvolvimento sustentável no ODS Play e cinco bate-papos com produtores e diretores no Happy Hour desse espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no espaço do Caminhão Conhecendo os ODS Virtual, serão realizadas visitas guiadas para estudantes de escolas públicas, seguidas por oficinas sobre reaproveitamento de materiais recicláveis. Além destas, estarão disponíveis no espaço, para acesso do público, mais 13 oficinas práticas sobre temas ligados à sustentabilidade; três workshops sobre os ODS para educadores e três workshops sobre práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) e ODS para colaboradores de empresas. O Caminhão conta ainda com a atração Call to Action, que mostrará experiências sobre a Agenda 2030 enviadas pelo público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação inclui ainda o hackathon “Trago Boas Notícias”, no espaço de Gamificação; uma Biblioteca, onde poderão ser consultados conteúdos diversos sobre os 17 ODS, nas categorias biosfera, economia e social, podcasts e acesso a 13 documentários que abordam temáticas ligadas aos Objetivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Participação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival Conhecendo os ODS conta com o apoio institucional do Centro de Informações das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e Rede Brasil do Pacto Global. Além do UNAIDS, terá, também, a participação de mais outras agências, fundos e programas da ONU: Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Organização Internacional para as Migrações (OIM), ONU Mulheres, Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU Habitat), Programa Mundial de Alimentos (WFP), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e União Internacional de Telecomunicações (ITU).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saiba mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais como a resposta à AIDS está ligada ao alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e aos ODS</a> </strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



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		<title>Opinião: o mundo só pode vencer a AIDS se acabar com as desigualdades que impulsionam a epidemia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/05/opiniao-o-mundo-so-pode-vencer-a-aids-se-acabar-com-as-desigualdades-que-impulsionam-a-epidemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 15:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo apareceu primeiro no The Parliament Magazine.Quarenta anos desde que os primeiros casos de AIDS foram diagnosticados, a luta contra o HIV continua. Embora o mundo tenha desenvolvido o conhecimento científico e a experiência médica para manter as pessoas vivendo com HIV vivas e saudáveis e prevenir novas infecções pelo HIV, não estamos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/05/opiniao-o-mundo-so-pode-vencer-a-aids-se-acabar-com-as-desigualdades-que-impulsionam-a-epidemia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Este artigo apareceu primeiro no <a href="https://www.theparliamentmagazine.eu/news/article/the-world-can-only-beat-aids-by-ending-the-inequalities-that-drive-the-epidemic-argue-winnie-byanyima-and-tomas-tob" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>The Parliament Magazine.</strong></a><br></em><br>Quarenta anos desde que os primeiros casos de AIDS foram diagnosticados, a luta contra o HIV continua. Embora o mundo tenha desenvolvido o conhecimento científico e a experiência médica para manter as pessoas vivendo com HIV vivas e saudáveis e prevenir novas infecções pelo HIV, não estamos no caminho certo para acabar com a epidemia da AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<span id="more-17621"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, quase 700 mil pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS. Um número impressionante de 1,7 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV &#8211; mais de três vezes a meta estabelecida em 2016, o que nos teria colocado no caminho certo para acabar com a epidemia da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os medicamentos, informações e ferramentas de prevenção simplesmente não estão alcançando as pessoas que mais necessitam. Precisamos de uma nova abordagem que reduza as desigualdades que impulsionam a epidemia de AIDS e coloque as pessoas no centro, priorizando os direitos humanos, o respeito e a dignidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As injustiças e desigualdades sociais alimentam as epidemias. Por exemplo, a epidemia de AIDS está causando um impacto devastador sobre toda uma geração de jovens mulheres e meninas na África subsaariana. Cerca de 4.500 adolescentes e jovens mulheres entre 15 e 24 anos de idade adquirem o HIV toda semana nesta região, além disso é duas vezes mais provável que essa população viva com o HIV se comparado aos seus pares masculinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, meninas e mulheres jovens enfrentam violência sexual e de gênero, gravidez indesejada e podem ser forçadas a abandonar a escola. No entanto, a conclusão do ensino médio, incluindo uma educação sexual abrangente, é uma das formas mais seguras de manter as jovens mulheres e meninas livres do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é profundamente preocupante que mais de 60% das novas infecções por HIV ocorram globalmente entre as populações-chave (gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas, profissionais do sexo, pessoas trans, pessoas em privação de liberdade e migrantes) e seus parceiros e parceiras sexuais. Comunidades e grupos inteiros de pessoas estão sendo excluídas do direito à saúde, ao bem-estar e à dignidade porque são marginalizadas e criminalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto pode &#8211; e deve &#8211; mudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-2026-global-AIDS-strategy" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estratégia Global para AIDS 2021-2026 do UNAIDS</a></span></strong> fornece orientações claras e eficazes sobre o que precisa ser feito para criar sociedades mais justas para colocar o mundo novamente no caminho certo para acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia visa colocar as pessoas no centro, removendo barreiras sociais e estruturais que impedem o acesso das pessoas aos serviços de HIV, capacitando as comunidades a liderar o caminho, fortalecendo e adaptando os sistemas para que trabalhem para as pessoas que são mais afetadas pelas desigualdades, e mobilizando plenamente os recursos necessários para acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Européia tem a bagagem política, o poder financeiro e as ferramentas políticas para contribuir significativamente para a luta global contra o HIV/AIDS. O Parlamento Europeu acaba de adotar uma Resolução sobre a aceleração do progresso e enfrentamento das desigualdades para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030, em resposta à Estratégia Global para a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele delimita ações concretas que a União Europeia deve tomar para acabar de uma vez por todas com a AIDS. Estas incluem apoiar os esforços dos países parceiros para construir sistemas de saúde fortes e resilientes capazes de oferecer uma cobertura de saúde universal sensível ao HIV, priorizar a saúde como parte das relações União Europeia-África e aumentar os investimentos no UNAIDS e no Fundo Global de Combate ao HIV, Tuberculose e Malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução também procura mobilizar a liderança da União Europeia na abordagem dos direitos humanos e dos fatores de desigualdade de gênero do HIV/AIDS e assegurar que a União Europeia apoie as respostas lideradas pela comunidade como componentes-chave para uma resposta eficaz ao HIV/AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo mês, os países se reunirão para a Reunião de Alto Nível da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, onde é espera que apoiem um novo plano ousado para acabar com a epidemia de AIDS, incluindo novas metas para 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao atingir essas metas, o número de pessoas recém-infectadas por HIV cairá para 370 mil até 2025, e o número de pessoas morrendo de doenças relacionadas à AIDS será reduzido para 250 mil. Combater as desigualdades que alimentam a epidemia do HIV será crucial para o sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 expôs profundas desigualdades sociais e econômicas, sistemas de saúde pública subfinanciados e a fragilidade das respostas globais. Certamente, a COVID-19 está ameaçando bloquear os ganhos duramente conquistados pela resposta ao HIV/AIDS, ameaçando ainda mais o progresso rumo ao fim da AIDS até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, os países estão aproveitando a infraestrutura do HIV e as lições aprendidas ao lidar com a epidemia do HIV para uma resposta mais robusta a ambas as pandemias. De fato, temos uma oportunidade única de traduzir o direito à saúde em sistemas baseados em direitos, equitativos e centrados nas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos utilizar esta oportunidade para intensificar a solidariedade global, incluindo investimentos sustentados no desenvolvimento, construir sociedades mais resilientes que reforcem a segurança de todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia e o UNAIDS compartilham valores centrais de humanidade e igualdade para garantir que ninguém fique para trás. O fim da epidemia de AIDS até 2030 continua ao alcance do mundo, mas isso não pode ser feito sem criar sociedades mais fortes construídas sobre os princípios de igualdade de gênero, justiça social e o reconhecimento dos direitos humanos universais, incluindo o direito à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se isso não for feito, a vida de milhões de pessoas ficará em risco e prejudicará a missão comum de alcançar a Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030, incluindo o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS; e Tomas Tobé MEP, Presidente da Comissão de Desenvolvimento do Parlamento Europeu.</em></p>
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		<title>Relatório de 2021 sobre o progresso do Plano de Ação Global do ODS 3 reforça apoio à recuperação equitativa e resiliente dos países em relação à pandemia</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2021 15:17:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta história foi publicada pela primeira vez pela OMS A Organização Mundial da Saúde e outras 12 agências signatárias do Plano de Ação Global para uma Vida Saudável e Bem-estar para Todas as pessoas (Plano de Ação Global, GAP, sobre o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3) divulgaram o segundo relatório de progresso, “Colaboração mais, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/05/relatorio-de-2021-sobre-o-progresso-do-plano-de-acao-global-do-ods-3-reforca-apoio-a-recuperacao-equitativa-e-resiliente-dos-paises-em-relacao-a-pandemia/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/05/relatorio-de-2021-sobre-o-progresso-do-plano-de-acao-global-do-ods-3-reforca-apoio-a-recuperacao-equitativa-e-resiliente-dos-paises-em-relacao-a-pandemia/">Relatório de 2021 sobre o progresso do Plano de Ação Global do ODS 3 reforça apoio à recuperação equitativa e resiliente dos países em relação à pandemia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Esta história foi publicada pela primeira vez pela <a href="https://www.who.int/news/item/20-05-2021-support-to-countries-equitable-and-resilient-recovery-from-the-pandemic-towards-the-health-sdgs-the-2021-sdg3-gap-progress-report" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">OMS</span></strong></a></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde e outras 12 agências signatárias do Plano de Ação Global para uma Vida Saudável e Bem-estar para Todas as pessoas (Plano de Ação Global, GAP, sobre o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3) divulgaram o segundo relatório de progresso, <a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789240026209" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>“Colaboração mais forte para uma recuperação equitativa e resiliente sobre os ODS relacionadas à saúde”</strong></span></a>. Este relatório apresenta o progresso alcançado, especialmente em nível de país, onde o GAP ODS 3 está sendo implementado em 37 países, com seu foco de longo prazo, voltado para o futuro dos ODS e como uma plataforma para apoiar a recuperação equitativa e resiliente dos países em relação à pandemia de COVID-19. O relatório também identifica os desafios encontrados no último ano, reconhecendo os importantes papéis que os países, conselhos de administração das agências e doadores desempenham no estabelecimento dos incentivos certos para uma colaboração eficaz entre as agências do GAP ODS3.</p>



<span id="more-17755"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os parceiros do GAP demonstraram seu compromisso inabalável com os países durante a pandemia&#8221;, disse Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS. &#8220;A colaboração é agora mais relevante do que nunca&#8221;. O GAP fornece a plataforma para melhorar a colaboração no sistema multilateral para apoiar os países a se recuperarem da pandemia e impulsionar o progresso em direção aos ODS relacionados à saúde, com foco na equidade e possibilitado por um atendimento primário de saúde mais forte.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca as formas pelas quais as agências do GAP ODS3 estão integrando o trabalho a nível nacional, reduzindo a fragmentação através do trabalho conjunto em apoio às prioridades e planos nacionais, criando sinergias e aumentando o alinhamento dentro do ecossistema de saúde mais amplo – por exemplo, incorporando partes da agenda Cada Mulher, Cada Criança e trabalhando em conjunto com o Health Data Collaborative, HDC (Colaboração sobre dados em saúde, na tradução livre para o português) nos países. Muitos países estão priorizando a atenção primária à saúde (APS) e o financiamento sustentável, assim como dados para melhorar a equidade para entender a vida das pessoas e saber onde os investimentos precisam ser feitos para alcançar as pessoas que estão sendo deixadas para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma recente &#8220;Missão APS para UHC no Paquistão&#8221;, as agências do GAP ODS3 renovaram seu compromisso de melhor alinhar seu apoio à implantação de um pacote de benefícios de cobertura universal de saúde. O Dr. Faisal Sultan, Ministro da Saúde e Assistente Especial do Primeiro Ministro, expressou seu apreço pelo trabalho da missão, observando que &#8220;a implementação do pacote de benefícios da UHC facilitará o fortalecimento dos serviços de APS e a garantia de financiamento sustentável nos apoiará ainda mais para alcançar a UHC, garantindo que ninguém fique para trás.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olhando para o futuro, as agências apoiarão outros países sob a abordagem do GAP ODS3. As agências estão empenhadas em rever o progresso e recentemente desenvolveram uma estrutura de monitoramento para permitir o aprendizado contínuo e aumentar a responsabilidade compartilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CITAÇÕES DE AGÊNCIAS GAP ODS 3</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr Seth Berkley, CEO, Gavi, da Vaccine Alliance (Aliança de Vacinas, na tradução livre para o português):</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia de COVID-19 está exacerbando as desigualdades em muitos países. As comunidades mais pobres e mais marginalizadas foram as mais atingidas. Hoje, nos 68 países que a Gavi apoia, quase 10 milhões de crianças continuam sem nenhuma vacina básica e de rotina a cada ano. A recuperação equitativa e resiliente exigirá que trabalhemos de forma conjunta para alcançar estas crianças que não receberam nenhuma, para que ninguém fique para trás.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr Muhammad Pate, Diretor do Global Financing Facility for Women, Children and Adolescents, GFF (Fundo de Financiamento Global para Mulheres, Crianças e Adolescentes, na tradução livre para o português):</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria está na estrutura do modelo da GFF liderado pelo país. A COVID-19 tornou ainda mais claro que a colaboração é fundamental para combater a pandemia e alcançar os ODS relacionados à saúde. O trabalho conjunto das agências do GAP acelerou seus esforços para um maior alinhamento, engajamento e responsabilidade de parceiros e parceiras por trás dos esforços de resposta e recuperação liderados pelo país para recuperar os ganhos na saúde e construir uma recuperação mais inclusiva e resiliente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Peter Sands, Diretor Executivo do Fundo Global:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os atuais desafios globais de saúde exigem uma abordagem integrada e uma colaboração intensiva entre parceiros e parceiras. Estamos empenhados em trabalhar de forma conjunta para oferecer um apoio mais eficaz e eficiente aos países, construir o caminho para uma recuperação equitativa e resistente da pandemia de COVID-19 e acelerar o progresso para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3: saúde e bem-estar para todas as pessoas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guy Ryder, Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT)</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A OIT saúda o progresso para 2020 e, como novo membro, espera se engajar com todos os parceiros do GAP ODS3 em 2021 e nos anos seguintes. A crise da COVID-19 demonstrou claramente a interação entre saúde, fatores sociais e trabalho decente. Ela destacou a necessidade crítica de investimentos em todas as três áreas. Isto promoverá a recuperação e levará a um caminho de desenvolvimento mais sustentável e equitativo. Da mesma forma, os investimentos na saúde de profissionais e da força de trabalho de assistência são vitais para progredir em direção a uma cobertura de saúde universal. Se quisermos alcançar o ODS3, é necessária uma maior cooperação. Ao aderir a esta parceria, a OIT reafirma seu compromisso de apoiar os países durante e após esta pandemia, através de uma abordagem multilateral e coerente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos visto com o HIV e agora com a COVID-19 o papel crítico que as comunidades desempenham na conexão de populações-chave e vulneráveis aos serviços essenciais de saúde e sociais, na garantia da igualdade de gênero, inclusão e abordagens baseadas em direitos à saúde e assistência social, e na redução das desigualdades. Os sistemas de saúde resilientes dependem das comunidades, por isso se destacam como um pilar fundamental no Plano de Ação Global e por isso devem ser totalmente engajados, apoiados e financiados&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Achim Steiner, Administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD):</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 afeta a todas as pessoas em todos os lugares, mas está tendo um impacto desproporcional sobre as pessoas mais vulneráveis do mundo. Até 2030, oito em cada dez pessoas empurradas para a pobreza, como resultado da COVID-19, viverão em países de baixo e médio desenvolvimento humano. Uma maior cooperação é a única maneira de derrotar a COVID-19 e restaurar e acelerar o progresso dos ODS e do compromisso de não deixar ninguém para trás. O Plano de Ação Global ODS 3 (GAP) está reforçando a colaboração para apoiar os países com sua resposta à COVID-19 e para lançar as bases para uma recuperação equitativa e sustentável&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Natalia Kanem, Diretora Executiva do Fundo das Nações Unidas para Populações (UNFPA)</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como o mundo repensa a saúde e outros sistemas na esteira da pandemia, temos uma chance de enfrentar as desigualdades, a discriminação e a exclusão que a COVID-19 tem posto a nu. Aproveitemos esta oportunidade para visar uma cobertura universal que defenda os direitos fundamentais, o bem-estar e a dignidade de todas as pessoas. Com dados de qualidade desagregados para entender quem está ficando para trás e por quê, e com mulheres e meninas no centro de nossos esforços de reconstrução, podemos identificar os melhores investimentos para sistemas de saúde fortes e equitativos e comunidades resistentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Henrietta H Fore, Diretora Executiva do Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (UNICEF):</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Investir em cuidados de saúde primários é fundamental para manter as crianças, mulheres e famílias seguras durante e além da pandemia. Estes investimentos ajudarão os países a prevenir e combater futuras epidemias e pandemias, ao mesmo tempo em que alcançarão melhores resultados de saúde em geral. O UNICEF se orgulha de estar com nossos parceiros GAP enquanto ajudamos governos em todo o mundo a projetar e oferecer serviços de saúde primária em escala que possam alcançar todas as crianças em todas as comunidades.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Philippe Duneton, Diretor Executivo da Unitaid:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se o ano passado nos mostrou alguma coisa, é que a solidariedade global é imperativa para enfrentar os desafios críticos de saúde que enfrentamos, mas particularmente as populações mais vulneráveis do mundo. Ao lado do trabalho para derrotar a pandemia, não devemos deixar que o progresso contra a tuberculose, malária, HIV, outras doenças infecciosas e a saúde de mulheres e crianças retroceda, mas sim dobrar o objetivo de alcançar os ODS relacionados à saúde. O acesso equitativo à inovação tem um papel vital a desempenhar para levar a todas as pessoas produtos de saúde que salvam vidas, não importa onde eles vivam.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Phumzile Mlambo Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As pressões negativas exercidas sobre nossas sociedades e economias pela pandemia de COVID-19 demonstraram e exacerbaram as desigualdades de gênero e sua relação íntima com questões mundialmente difundidas como a violência dos homens contra as mulheres e o fardo do trabalho de cuidado não remunerado realizado por mulheres e meninas. A resolução destes complexos problemas está na base da realização dos ODS. Ela exige respostas fundamentadas em parcerias, tais como a colaboração sob o Plano de Ação Global, que reequilibram o poder, realizam os direitos das mulheres à saúde e reconhecem seus papéis de liderança como agentes ativos de mudança em seus lares, locais de trabalho e comunidades.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Mamta Murthi, Vice Presidente para o Desenvolvimento Humano do Banco Mundial:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia de COVID-19 expôs fraquezas nos sistemas de saúde em todo o mundo e atrasou o progresso em direção ao ODS3. O Banco Mundial está tomando medidas rápidas e abrangentes para salvar vidas e proteger as pessoas pobres e vulneráveis, inclusive com US$ 12 bilhões para vacinas, medicamentos e terapêutica. Parcerias e estreita coordenação entre todas as agências é essencial para ajudar os países a combater a pandemia de forma eficaz. Continuamos com o nosso compromisso de trabalhar com parceiros e parceiras para fortalecer os sistemas de saúde dos países, inclusive para uma melhor preparação para a pandemia, e assegurar que ninguém fique para trás.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>David Beasley, Diretor Executivo do Programa Mundial de Alimentos (WFP):</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia de COVID-19 nos ensinou a adaptar, inovar e colaborar para salvar vidas. Temos que nos basear nestas lições e intensificar ainda mais nosso jogo&#8221;. Trabalhar de forma conjunta ainda mais efetivamente é fundamental para que possamos atender às necessidades crescentes e reconstruir melhor para um futuro mais saudável e bem nutrido&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o relatório completo <a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789240026209" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>aqui</strong></span></a>.</p>
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	            data-title="Relatório de 2021 sobre o progresso do Plano de Ação Global do ODS 3 reforça apoio à recuperação equitativa e resiliente dos países em relação à pandemia" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/05/relatorio-de-2021-sobre-o-progresso-do-plano-de-acao-global-do-ods-3-reforca-apoio-a-recuperacao-equitativa-e-resiliente-dos-paises-em-relacao-a-pandemia/">Relatório de 2021 sobre o progresso do Plano de Ação Global do ODS 3 reforça apoio à recuperação equitativa e resiliente dos países em relação à pandemia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ODS 3, sobre saúde e bem-estar, é o Objetivo do Mês em abril</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/04/ods-3-sobre-saude-e-bem-estar-e-o-objetivo-do-mes-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 17:08:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora. O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se aprofundar, a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/ods-3-sobre-saude-e-bem-estar-e-o-objetivo-do-mes-em-abril/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora. O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se aprofundar, a cada mês, nos objetivos e suas metas assumidos pelos Estados-membros da ONU como parte da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030.<span id="more-11198"></span></p>
<p>Em abril, as celebrações do Dia Mundial da Saúde (7/4) pautaram a escolha do ODS 3 como Objetivo do Mês.</p>
<p>Conheça abaixo um pouco mais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustantável e o ODS 3.</p>
<p>Mais mais informações e materiais sobre os ODS e a Agenda 2030, visite também <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU Brasil</a></strong> e <a href="https://www.undp.org/pt/brazil/news/pnud-lan%C3%A7a-curso-dist%C3%A2ncia-sobre-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-para-pa-mt-e-am" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PNUD Brasil.</strong></a></p>
<h5><strong>O que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?</strong></h5>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais, são um chamado universal para ação contra a pobreza, proteção do planeta e para garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 Objetivos foram inspirados no sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), incluindo novos temas, como a mudança global do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo sustentável, paz e justiça, entre outras prioridades. Os objetivos são interconectados – o sucesso de um ODS envolve a resposta a temas que estão associados a outros objetivos.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas são globais em sua natureza e universalmente aplicáveis, levando em conta diferentes realidades nacionais, capacidades e níveis de desenvolvimento, respeitando políticas e prioridades nacionais. Os ODS são o resultado de um processo transparente, inclusivo e participativo, que durou três anos, enovlvendo todas as partes interessadas.</p>
<p>Eles representam um acordo sem precedentes em torno das prioridades de desenvolvimento sustentável entre os 193 Estados-membros da ONU. Eles têm recebido apoio global de sociedade civil, setor privado, parlamentares e outros atores engajados na agenda de desenvolvimento sustentável. A decisão de se lançar um processo para a definição de um conjunto de ODS foi feita pelos Estados-membros das Nações Unidas na Conferência de Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2012.</p>
<p>Os ODS entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016 e espera-se que suas metas sejam cumpridas até 31 de dezembro de 2030. Entretanto, há a expectativa de que algumas metas, baseadas em acordos internacionais, cumpram-se antes do prazo estabelecido.</p>
<h5><strong>ODS 3 &#8211; Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas as pessoas, em todas as idades</strong></h5>
<p><strong>3.1</strong> Até 2030, reduzir a taxa de mortalidade materna global para menos de 70 mortes por 100.000 nascidos vivos</p>
<p><strong>3.2 </strong>Até 2030, acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos, com todos os países objetivando reduzir a mortalidade neonatal para pelo menos 12 por 1.000 nascidos vivos e a mortalidade de crianças menores de 5 anos para pelo menos 25 por 1.000 nascidos vivos</p>
<p><strong>3.3</strong> Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis</p>
<p><strong>3.4</strong> Até 2030, reduzir em um terço a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis via prevenção e tratamento, e promover a saúde mental e o bem-estar</p>
<p><strong>3.5</strong> Reforçar a prevenção e o tratamento do abuso de substâncias, incluindo o abuso de drogas entorpecentes e uso nocivo do álcool</p>
<p><strong>3.6</strong> Até 2020, reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais por acidentes em estradas</p>
<p><strong>3.7 </strong>Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais</p>
<p><strong>3.8 </strong>Atingir a cobertura universal de saúde, incluindo a proteção do risco financeiro, o acesso a serviços de saúde essenciais de qualidade e o acesso a medicamentos e vacinas essenciais seguros, eficazes, de qualidade e a preços acessíveis para todos</p>
<p><strong>3.9 </strong>Até 2030, reduzir substancialmente o número de mortes e doenças por produtos químicos perigosos, contaminação e poluição do ar e água do solo</p>
<p><strong>3.a </strong>Fortalecer a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco em todos os países, conforme apropriado</p>
<p><strong>3.b </strong>Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para as doenças transmissíveis e não transmissíveis, que afetam principalmente os países em desenvolvimento, proporcionar o acesso a medicamentos e vacinas essenciais a preços acessíveis, de acordo com a Declaração de Doha, que afirma o direito dos países em desenvolvimento de utilizarem plenamente as disposições do acordo TRIPS sobre flexibilidades para proteger a saúde pública e, em particular, proporcionar o acesso a medicamentos para todos</p>
<p><strong>3.c </strong>Aumentar substancialmente o financiamento da saúde e o recrutamento, desenvolvimento e formação, e retenção do pessoal de saúde nos países em desenvolvimento, especialmente nos países menos desenvolvidos e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento</p>
<p><strong>3.d </strong>Reforçar a capacidade de todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, para o alerta precoce, redução de riscos e gerenciamento de riscos nacionais e globais de saúde</p>
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