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	<title>Narrativas - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Rompendo as bolhas sociais: narrativas criativas sobre o HIV ajudam a atrair novos leitores</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 17:05:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Análises do uso de mídias sociais mostra que, em geral, a maioria dos usuários tende a se envolver mais com informações alinhadas às suas crenças e percepções já existentes sobre o mundo. Esse fenômeno tem sido descrito como efeito “câmara de ressonância”—ou mais comumente descrito em português como “efeito bolha social”. Os usuários são, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/rompendo-as-bolhas-sociais-narrativas-criativas-sobre-o-hiv-ajudam-a-atrair-novos-leitores/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Análises do uso de mídias sociais mostra que, em geral, a maioria dos usuários tende a se envolver mais com informações alinhadas às suas crenças e percepções já existentes sobre o mundo. Esse fenômeno tem sido descrito como efeito “câmara de ressonância”—ou mais comumente descrito em português como “efeito bolha social”. Os usuários são cercados por conteúdos e ideias de pessoas que compartilham da mesma opinião e, por sua vez, replicam as mesmas informações em uma espécie de eco. </span><span id="more-9430"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As “bolhas sociais” podem ser uma oportunidade, e ao mesmo tempo uma barreira na resposta ao HIV. Algumas comunidades online podem ser espaços livres de estigma para que as pessoas tenham acesso e compartilharem informações relacionadas ao HIV. Por outro lado, este “eco” ou “ressonância” também pode alimentar o estigma, incentivar atitudes discriminatórias, e disseminar informações erradas ou falsas. Até certo ponto, o efeito pode limitar a capacidade de indivíduos ou organizações de abranger pessoas fora de sua audiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS e a ViiV Healthcare lideraram um painel sobre o rompimento dessas “câmaras de ressonância”—ou bolhas sociais—durante a Conferência Internacional de AIDS, realizada de 23 a 27 de julho, em Amsterdã, na Holanda. Os membros do painel discutiram as diversas formas de comunicação tanto nos espaços digitais quanto não-digitais, o que vem mudando radicalmente nas últimas décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O repórter da revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Science</span></i><span style="font-weight: 400;">, Jon Cohen, explicou como usa a imprensa, o rádio, a televisão e o Twitter para acompanhar notícias. Apesar do seu trabalho estar em constante atualização, ele enfatizou a importância do jornalismo de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Um meio é um meio e, infelizmente, muitas pessoas não usam o veículo que têm para contar boas histórias&#8221;, disse o jornalista, comparando a situação a um médico que não usa sua melhor ferramenta durante uma operação. Na opinião dele, é fácil perder leitores e espectadores, por isso aconselha as pessoas a se envolverem ao máximo com seu público, evitando discursos parecidos com pregação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Mesmo que eu ofenda as pessoas, descrevo a realidade, porque quero que você a veja e a sinta&#8221;, disse ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Georgia Arnold, Diretora Executiva da MTV Staying Alive Foundation, explicou que a série de TV </span><i><span style="font-weight: 400;">MTV Shuga,</span></i><span style="font-weight: 400;"> que fala sobre HIV, alcançou um enorme sucesso nos últimos nove anos por focar em adolescentes e usar uma linguagem familiar. A série retrata personagens ​​que lidam com problemas reais e com os quais é possível se identificar, o que gera um retorno constante vindo dos jovens.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9436 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/MG_2853.jpg" alt="" width="960" height="618" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/MG_2853.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/MG_2853-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/MG_2853-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/MG_2853-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Recentemente, a MTV introduziu um personagem gay que, segundo ela, precisou de adaptações devido a proibição da homossexualidade em alguns países. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Usem a tecnologia para transcender fronteiras&#8221;, disse ela, explicando que a MTV teve que transmitir duas versões do programa, mas fez o upload da versão gay para o YouTube, e monitorou o Twitter e Instagram. &#8220;Flexibilize os limites, não passe por cima deles,&#8221; aconselhou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">J.P. Mokgethi-Heath não poderia concordar mais. Ele é consultor político sobre HIV e teologia para a Igreja da Suécia e usa seu púlpito e textos sagrados para alcançar seu público. &#8220;Eu ajudo as pessoas a entender os textos de uma maneira diferente,&#8221; disse. Para ele, seu estilo pessoal de contar histórias leva a uma resposta imediata, então ele espera sempre continuar fiel às suas crenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prontidão e a imersão levaram Rowan Pybus e Sydelle Willow-Smith a experimentar a criação de vídeos em realidade virtual. Os fundadores da </span><i><span style="font-weight: 400;">Makhulu Productions </span></i><span style="font-weight: 400;">basearam seus curtas-metragens 3D nas experiências de jovens sul-africanos e destacaram a jornada de uma adolescente com o HIV, fazendo com que os espectadores sintam que estão entrando em uma clínica para fazer o teste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A realidade virtual pode ter um efeito físico nas pessoas, e esse é um espaço muito interessante para se estar,&#8221; disse Pybus. Willow-Smith acrescentou que a união entre o Google, o UNAIDS, a Fundação Desmond Tutu e a Fundação</span> <span style="font-weight: 400;">Children&#8217;s Radio, para possibilitar a construção os filmes, reflete a existência de um interesse real em “sair do isolamento causado pelas bolhas sociais.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Diretor de Comunicação do UNAIDS, Mahesh Mahalingam, disse que o Dia Mundial contra a AIDS oferece uma grande oportunidade para alcançar as pessoas no que diz respeito ao HIV. No ano passado, de acordo com ele, o UNAIDS queria se comunicar de uma maneira nova. A equipe produziu um relatório (</span><a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/RighttoHealthReport_Full_web%2020%20Nov.pdf"><span style="font-weight: 400;">em inglês</span></a><span style="font-weight: 400;">) no formato de revista sobre o direito à saúde em geral, indo além das questões relacionadas ao HIV. Várias comunidades se pronunciaram em uma série de perguntas e respostas sobre o que o direito à saúde significa para elas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As pessoas conseguiram dizer o que queriam usando o UNAIDS como porta-voz, permitindo-nos quebrar barreiras e alcançar novas audiências,” disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O simpósio terminou com a</span> <span style="font-weight: 400;">ViiV Healthcare e o UNAIDS anunciando um novo </span><a href="https://www.positiveactionchallenges.com/challenges.html"><span style="font-weight: 400;">concurso</span></a><span style="font-weight: 400;"> digital de narrativas. “Se você sente que engaja grupos difíceis de serem alcançados, em questões voltadas à prevenção, teste, atenção e/ou estigma relacionado ao HIV, então faça sua inscrição,” disse Jennifer Carpenter, da</span> <span style="font-weight: 400;">ViiV Healthcare Positive Action. Ela também premiou os dois vencedores do concurso de vídeo</span> <a href="https://everyfootstepcounts.com/"><i><span style="font-weight: 400;">Every Footstep Counts</span></i></a><span style="font-weight: 400;">: Rogers Simiyu, da Fundação Pediátrica de AIDS Elisabeth Glaser, e Joseph Baguma, da THETA-Uganda.</span></p>
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