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	<title>Inteligência Artificial - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNICEF e UNAIDS lançam inteligência artificial para apoiar adolescentes e jovens com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 18:54:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano, um número significativo de adolescentes e jovens brasileiros recebe o diagnóstico de HIV. De acordo com os dados mais recentes do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS, do Ministério da Saúde, em 2021, foram 40.880 casos de HIV notificados no Brasil, sendo 18.013 entre jovens de 15 a 29 anos de idade. A notícia, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/11/unicef-e-unaids-lancam-inteligencia-artificial-para-apoiar-adolescentes-e-jovens-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A cada ano, um número significativo de adolescentes e jovens brasileiros recebe o diagnóstico de HIV. De acordo com os dados mais recentes do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2022/hiv-aids/boletim_hiv_aids_-2022_internet_31-01-23.pdf/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Epidemiológico HIV/AIDS</a></span>, do Ministério da Saúde, em 2021, foram 40.880 casos de HIV notificados no Brasil, sendo 18.013 entre jovens de 15 a 29 anos de idade. A notícia do diagnóstico, porém, nem sempre vem acompanhada de acolhimento e informação adequada para esse público.</p>



<span id="more-26155"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Com objetivo de oferecer suporte para adolescentes e jovens recém-diagnosticados com HIV, o UNICEF e o UNAIDS lançam KEFI, a primeira inteligência artificial não-binária vivendo com HIV. Desenvolvida para oferecer apoio anônimo e gratuito, a ferramenta pode ser acessada por meio do Whatsapp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu propósito é acolher adolescentes e jovens recém-diagnosticados com HIV, oferecendo um espaço humanizado, com empatia, sigilo e confiança. Por isso, a conversa é conduzida por inteligência artificial e é 100% confidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;KEFI dialoga sobre informações úteis que promovem a vinculação aos cuidados – desde a importância da adesão ao tratamento, do acesso aos serviços &#8211; além de oferecer apoio psicossocial. Assim cria-se um espaço de confiança com informação de qualidade e linguagem adequada&#8221;, diz Luciana Phebo, chefe da saúde, nutrição e HIV/AIDS do UNICEF no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da inteligência artificial, KEFI consegue reunir experiências e histórias de pessoas vivendo com HIV, desde o início da pandemia até os dias de hoje. O conteúdo da ferramenta foi co-criado por jovens e especialistas da área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Trata-se de um recurso importante para as pessoas, especialmente as mais jovens, que se descobrem vivendo com HIV, terem acesso à informação e orientação de forma simples, em seus celulares. Isto pode ter um impacto significativo para diminuir a ansiedade, estimular o início ou continuidade do tratamento e combater o estigma e discriminação”, afirma Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para bater um papo com KEFI, por meio do Whataspp, clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=551151974395" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2023/11/unicef-e-unaids-lancam-inteligencia-artificial-para-apoiar-adolescentes-e-jovens-com-hiv/">UNICEF e UNAIDS lançam inteligência artificial para apoiar adolescentes e jovens com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Inteligência artificial pode gerar mais riscos que vantagens às pessoas LGBTI+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 19:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos eventos mais assistidos do ano fez Cynthia Weber perguntar: será que o uso da inteligência artificial (IA) pela Sky News no casamento do Príncipe Harry e Meghan Markle é uma coisa boa? Pela primeira vez na história, uma emissora de notícias usou a tecnologia de IA para reconhecimento facial durante uma transmissão, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/inteligencia-artificial-pode-gerar-muito-mais-riscos-do-que-vantagens-para-as-pessoas-lgbti/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos eventos mais assistidos do ano fez Cynthia Weber perguntar: será que o uso da inteligência artificial (IA) pela<em> Sky News</em> no casamento do Príncipe Harry e Meghan Markle é uma coisa boa?<span id="more-8993"></span></p>
<p>Pela primeira vez na história, uma emissora de notícias usou a tecnologia de IA para reconhecimento facial durante uma transmissão ao vivo. Cynthia, professora de Relações Internacionais e Estudos de Gênero na Universidade de Sussex, explicou que o uso de softwares para nomear convidados de casamentos pode ser um truque elegante, mas há preocupações sobre as implicações.</p>
<p>&#8220;Há quem afirme que essa tecnologia pode identificar a orientação sexual de uma pessoa,&#8221; disse Weber durante um evento no Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, em Genebra, na sede do UNAIDS.</p>
<p>Weber referia-se a um estudo da Universidade de Stanford que analisou, em um site norte-americano de relacionamentos, mais de 35 mil imagens de pessoas brancas, sem deficiências físicas, de 18 a 40 anos. Os pesquisadores compararam as orientações sexuais fornecidas pelos sistemas de inteligência artificial com as orientações sexuais encontradas nos perfis pessoais. O estudo afirmou que a tecnologia de IA de reconhecimento facial pode determinar a orientação sexual de alguém com uma precisão até 30% melhor do que as pessoas.</p>
<p>Cynthia disse que as organizações de advocacy por direitos LGBTI+ rotularam o estudo como pseudocientífico, ou uma &#8220;ciência sucateada&#8221;—o estudo usou uma amostragem enviesada em termos de raça e idade e equiparou orientação sexual com atividade sexual. &#8220;O resultado é que o algoritmo de inteligência artificial do estudo só encontra o que foi programado para encontrar: estereótipos sobre heterossexuais, gays e lésbicas,&#8221; disse Cynthia.</p>
<p>Cynthia acredita que o conhecimento da IA pode gerar oportunidades em muitos campos, mas vê muito mais riscos e perigos do que vantagens para as pessoas LGBTI+.</p>
<p>Quando a IA é combinada à tecnologia de reconhecimento facial e um algoritmo de orientação sexual, pelo menos quatro questões surgem. Primeiro, a privacidade. Em legislações domésticas e internacionais, o rosto de uma pessoa não é protegido por leis de privacidade. Isso permite que os rostos sejam escaneados e lidos por todos, desde governos até o <em>Sky News</em>.</p>
<p>Em segundo lugar, precisão. &#8220;Em um mundo além do casamento real, a tecnologia de inteligência artificial e reconhecimento facial está longe de ser perfeita, mesmo quando tenta apenas combinar nomes com rostos, e muito menos quando tenta combinar orientações sexuais presumidas com rostos,&#8221; disse Cynthia.</p>
<p>Para Cynthia, a questão principal é o conhecimento. Como um algoritmo de orientação sexual pode conhecer melhor a sexualidade de alguém do que a própria pessoa? Cynthia considera que a abordagem binária de código e dados legíveis para computadores não é compatível com o vasto espectro de gênero e sexualidade.</p>
<p>Além disso, o uso das informações de IA preocupa Cynthia. “Deixe a <em>Sky News</em> usá-la para comentários sobre casamentos, mas e se a polícia as utilizar em países onde a homossexualidade é criminalizada?”, perguntou Cynthia.</p>
<p>Para Cynthia, inteligência artificial e orientação sexual não são necessariamente benéficas uma a outra. Cynthia entende que a IA influencia a imaginação e impulsiona a inovação, mas acredita que a categorização de pessoas geralmente introduz mais danos que benefícios.</p>
<p>Cynthia concluiu dizendo: &#8220;As pessoas precisam se certificar que a inteligência artificial seja orientada pela ética, e não apenas pela tecnologia.&#8221;</p>
<p>O evento foi organizado com a <em>Associação Suíça LGBTI Pride@Work</em> e a<em> UN Globe</em>, uma organização LGBTI+ das Nações Unidas, e foi realizado em 16 de maio.</p>
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