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	<title>Indonésia - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Dando apoio às pessoas trans durante a pandemia da COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 20:08:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia da COVID-19 mudou a vida das pessoas em todo o mundo, incluindo as de muitas pessoas marginalizadas, que repentinamente começaram a enfrentar imposições e vulnerabilidades adicionais. Muitas áreas da Indonésia, que em 6 de abril apresentava 2.491 casos confirmados de COVID-19 e 209 mortes, adotaram medidas como o distanciamento físico, para conter, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/dando-apoio-as-pessoas-trans-durante-a-pandemia-da-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 mudou a vida das pessoas em todo o mundo, incluindo as de muitas pessoas marginalizadas, que repentinamente começaram a enfrentar imposições e vulnerabilidades adicionais. </p>



<span id="more-14930"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas áreas da Indonésia, que em 6 de abril apresentava 2.491 casos confirmados de COVID-19 e 209 mortes, adotaram medidas como o distanciamento físico, para conter a disseminação da COVID-19. Embora sejam eficazes na resposta à doença, muitas pessoas foram impactadas pelos efeitos econômicos do distanciamento físico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 1.000 pessoas vivendo com HIV e pertencentes à populações-chave, avaliadas pela Rede Positiva da Indonésia, mais de 50% estão sofrendo graves impactos em seus meios de subsistência, incluindo muitas mulheres transgênero. Sanggar Swara (uma organização da sociedade civil de jovens trans em Jacarta, na Indonésia), realizou uma pesquisa rápida que constatou que mais de 640 pessoas trans na grande Jacarta perderam o emprego, deixando essas pessoas incapazes de se sustentar. &#8220;Em várias ocasiões em que ocorreu a distribuição de alimentos básicos, muitas dessas pessoas não puderam ter acesso porque não tinham suas carteiras de identidade em mãos ou simplesmente devido à sua identidade de gênero&#8221;, disse Kanzha Vinaa, chefe da organização Sanggar Swara. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vendo a necessidade crítica de apoio, a Coalizão de Mecanismo de Resposta a Crises (CRM na sigla em inglês), liderada pelas organizações da sociedade civil LBH Masyarakat, Arus Pelangi, Sanggar Swara e GWL Ina, com apoio do UNAIDS Indonésia, decidiu arrecadar fundos para a comunidade de pessoas transgênero. “Desde 28 de março, divulgamos as informações sobre a captação de recursos para comunidades e parceiros. Nosso plano era coletar os fundos e distribuí-los para mulheres trans carentes, com apoio de pontos focais nas área ”, disse Kanzha Vinaa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em menos de uma semana, a Coalizão coletou mais de IDR 67.000.000 (rúpias indonésia) — cerca de 4.100 dólares— e distribuiu pacotes de alimentos e de higiene para mais de 530 mulheres trans na grande Jacarta. Os pacotes cobrem as necessidades básicas por uma semana. Ryan Kobarri, chefe da organização Arus Pelangi, disse: “Inicialmente, esperávamos somente que nossas redes próximas respondessem a esse pedido de doações. Ficamos empolgados ao ver que o apoio e o entusiasmo eram muito mais do que esperávamos. Não apenas as redes locais, mas até as redes internacionais deram seu apoio. Alguém doou 100 kg de arroz! ” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora haja incerteza sobre quanto tempo durará a atual situação da COVID-19, é muito provável que a necessidade persista nas próximas semanas e meses. A Coalizão CRM continua recebendo doações de todo o mundo, a fim de ajudar a comunidade a sobreviver durante esses tempos difíceis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua criação em 2018, a Coalizão trabalha para coordenar e mobilizar recursos para responder à perseguição e discriminação enfrentadas por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex na Indonésia, uma das comunidades mais vulneráveis do país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Doações para ajudar a manter esse trabalho indispensável podem ser feitas pelo PayPal em paypal.me/kanzha ou através de Ryan Kobarri em ryan@aruspelangi.or.id. </p>
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		<title>HIV: uma carga pesada para muitas cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 12:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades desempenham um papel essencial na epidemia e na resposta ao HIV. Atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades e, na maioria dos países, elas representam uma proporção alta e crescente das cargas nacionais de HIV. É o caso de Kigali, em Ruanda, que detém 25% da carga nacional de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/hiv-uma-carga-pesada-para-muitas-cidades/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As cidades desempenham um papel essencial na epidemia e na resposta ao HIV. Atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades e, na maioria dos países, elas representam uma proporção alta e crescente das cargas nacionais de HIV.<span id="more-11080"></span></p>
<p>É o caso de Kigali, em Ruanda, que detém 25% da carga nacional de HIV do país. No caso de Jacarta, o município representa apenas 4% da população total da Indonésia, mas responde por 17% da carga nacional de HIV.</p>
<p>As duas fazem parte do grupo de 10 cidades prioritárias que foram incluídas no primeiro ano do projeto Cidades Fast-Track (<a href="https://unaids.org.br/tag/aceleracao-da-resposta-ao-hiv/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aceleração da Resposta</strong></a> nas Cidades), uma iniciativa conjunta do UNAIDS com a Associação Internacional de Prestadores de Serviços para a AIDS (conhecida pela sigla em inglês <a href="https://unaids.org.br/tag/iapac/" target="_blank" rel="noopener"><strong>IAPAC</strong></a>).</p>
<p>A dinâmica e as redes desenvolvidas nas cidades podem contribuir para um aumento do risco de transmissão do HIV. Por outro lado, as cidades também oferecem vantagens e oportunidades importantes para programas, ações efetivas e inovações para acabar com a epidemia de AIDS.</p>
<p>O Projeto Cidades Fast-Track oferece apoio técnico estratégico essencial para cidades com cargas elevadas de HIV, a fim de ajudá-las a alcançar as metas 90–90–90 e acabar com a epidemia de AIDS nas cidades até 2030.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça &#8216;Marlo&#8217;, uma fonte de informações sobre HIV na Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 15:28:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Discussões sobre sexo e HIV na Indonésia ainda são um grande tabu e as informações disponíveis são limitadas, pouco claras, de difícil compreensão e contraditórias. É por isso que muitos jovens estão se voltando para novas plataformas de tecnologia para buscar respostas a questões que afetam sua saúde e bem-estar. Numa tentativa de melhorar, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/conheca-marlo-uma-fonte-de-informacoes-sobre-hiv-na-indonesia/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/conheca-marlo-uma-fonte-de-informacoes-sobre-hiv-na-indonesia/">Conheça ‘Marlo’, uma fonte de informações sobre HIV na Indonésia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Discussões sobre sexo e HIV na Indonésia ainda são um grande tabu e as informações disponíveis são limitadas, pouco claras, de difícil compreensão e contraditórias. É por isso que muitos jovens estão se voltando para novas plataformas de tecnologia para buscar respostas a questões que afetam sua saúde e bem-estar.<span id="more-10986"></span></p>
<p>Numa tentativa de melhorar a qualidade das informações fornecidas aos jovens, o Escritório do UNAIDS na Indonésia desenvolveu o <em>Tanya Marlo</em>, ou <em>Pergunte ao Marlo</em> (na tradução livre ao português), um chatbot alimentado por inteligência artificial e projetado para ser a fonte de todas as dúvidas relacionadas ao HIV.</p>
<p>Marlo é um personagem que fornece informações básicas sobre HIV por meio de conteúdos amigáveis, como infográficos, questionários e FAQs (perguntas freqüentes). Com apenas alguns toques, os usuários do <em>Pergunte ao Marlo</em> também podem agendar consultas de testagem para o HIV nos serviços de saúde em toda Jacarta, na Indonésia. Os jovens que procuram um bate-papo mais aprofundado são conectados a conselheiros reais, que estão de prontidão para conversar, orientar e encaminhar para serviços especializados. Os conselheiros recebem muitas perguntas sobre como ter acesso aos serviços de HIV e o tratamento para o vírus.</p>
<p>“Muitas pessoas, particularmente jovens, em Jacarta, ainda não conhecem informações básicas sobre HIV. Espero que, como conselheiro do<em> Marlo</em>, eu possa mudar isso”, disse um dos participantes.</p>
<p>O chatbot está integrado ao aplicativo de mensagens <em>LINE</em>. Usuários que desejam conversar com Marlo podem simplesmente adicionar @tanyamarlo no <em>LINE</em> e começar a conversar. A Indonésia é um dos principais mercados do aplicativo <em>LINE</em>, que tem cerca de 90 milhões de usuários. Cerca de 80% de seus usuários são jovens, muitos dos quais usam o <em>LINE Today</em> para obter notícias e informações e para fazer compras.</p>
<p>Desde o lançamento em 1º de dezembro de 2018, o número de usuários do <em>Pergunte ao Marlo</em> aumentou, alcançando quase 3.000 seguidores no final de março. Os comentários no aplicativo mostram como o serviço é importante e necessário para os jovens.</p>
<p>Ao conhecer o aplicativo, um jovem formado em psicologia pela Universidade da Indonésia disse: “É tão bom para os jovens! Meus amigos e eu usamos muito o <em>LINE</em>, então esta é a plataforma perfeita para o <em>Pergunte ao Marlo</em>. Estou surpreso que um chatbot possa ser usado para ensinar sobre coisas tão complexas como o HIV.” Um estudante universitário da Universidade Atma Jaya gosta do anonimato fornecido pelo aplicativo. “Com o app, não temos vergonha de tirar qualquer dúvida relacionada ao HIV.”</p>
<p>Estudantes universitários, jovens profissionais, comunidades, ativistas da sociedade civil e o Ministério da Saúde endossaram o chatbot. Além de estudantes e jovens, vários influenciadores digitais e youtubers também aprovaram a iniciativa, o que ajudou a promover o chatbot para um público mais amplo. A ideia é expandir para oferecer testes em outras grandes cidades da Indonésia.</p>
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