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	<title>HPV - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>As relações pouco conhecidas entre o câncer de colo do útero e o HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 19:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero é o câncer mais comum entre as mulheres que vivem com HIV, que são até cinco vezes mais propensas a desenvolver este tipo de câncer do que outras mulheres que não vivem com HIV. De maneira geral, o risco de infecção por HIV entre as mulheres é duplicado, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/as-relacoes-pouco-conhecidas-entre-o-cancer-de-colo-do-utero-e-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O câncer de colo do útero é o câncer mais comum entre as mulheres que vivem com HIV, que são até cinco vezes mais propensas a desenvolver este tipo de câncer do que outras mulheres que não vivem com HIV. De maneira geral, o risco de infecção por HIV entre as mulheres é duplicado quando elas tiveram uma infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV). </p>



<span id="more-11768"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o que pode ser feito? Esta é uma das questões que serão discutidas em vários eventos sobre o câncer de colo do útero na Conferência Women Deliver de 2019, que acontecerá em Vancouver, no Canadá, de 3 a 6 de junho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o HIV, o câncer de colo do útero é uma doença alimentada por desigualdades sociais e de gênero.  Essas duas doenças interconectadas expõem fortemente as ligações entre desigualdade, injustiça social e saúde. Noventa por cento das 311.000 mortes por câncer de colo do útero em todo o mundo ocorrem em países de baixa e média renda, com o maior índice sendo em países africanos subsaarianos, que possuem o maior índice de HIV. Na Zâmbia, as taxas de câncer do colo do útero são quase 10 vezes mais altas do que na Austrália, por exemplo, e as mulheres são 10 vezes mais propensas a morrer de câncer cervical no leste e sul da África do que na Europa Ocidental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de colo do útero é evitável e curável se diagnosticado e tratado precocemente. Métodos eficazes de prevenção do câncer de colo do útero, especialmente a vacina contra o HPV, estão disponíveis, mas não para todos. Atualmente, apenas 10% das meninas em países de baixa e média renda acessam a vacina contra o HPV, em comparação com 90% em países de alta renda. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da escala está acontecendo e os esforços para prevenir e tratar o câncer do colo do útero estão mostrando resultados dramáticos em áreas onde os programas foram implementados em escala suficiente. A Austrália está prestes a se tornar o primeiro país do mundo a eliminar o câncer de colo do útero, implementando com sucesso uma abordagem combinada entre vacinação contra o HPV, o rastreamento do câncer do colo do útero e o tratamento precoce em larga escala. Na Escócia, no Reino Unido, onde o programa de imunização foi introduzido há cerca de 10 anos, houve uma redução de 90% nas células pré-cancerosas, o que levou a uma redução dramática na doença cervical pré-invasiva. Realizações notáveis, que devem ser universais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Salvar a vida de uma mulher, garantindo que ela tenha acesso à terapia antirretroviral, mas ainda assim ela morrer de câncer de colo do útero, é inaceitável&#8221;, disse Shannon Hader, vice-diretora executiva para Programa do UNAIDS. “O enfoque do UNAIDS está em quebrar os silos e construir pontes entre os programas de HIV e câncer de colo do útero, porque sabemos que as sinergias salvam vidas”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do risco elevado de câncer de colo do útero, as mulheres que vivem com HIV não recebem exames regulares ou tratamento para o câncer de colo do útero, mesmo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendando inspeção visual simples e de baixo custo ou métodos simples e efetivos de tratamento precoce. De acordo com estudos recentes, apenas 19% e 27% das mulheres que vivem com HIV com idade entre 30 e 49 anos no Malauí e na Zâmbia, respectivamente, jáfizeram exames de câncer cervical. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um investimento inteligente é integrar os serviços de rastreio e tratamento do câncer de colo do útero nos serviços de HIV e saúde sexual e reprodutiva. Os serviços de HIV são pontos de entrada prontos para serviços de câncer de colo do útero de baixo custo e cobertura de serviços de saúde mais amplos para mulheres jovens e meninas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma importante lição aprendida com a resposta à AIDS é que a sociedade civil e as comunidades devem estar no centro. As redes de mulheres que vivem com HIV, de direitos das mulheres e os movimentos jovens são aliados formidáveis. Eles lutaram por uma resposta à AIDS baseada em direitos humanos, justiça social, saúde e direitos sexuais e reprodutivos, e podem mobilizar, defender e criar demanda por serviços. A sociedade civil também deve nos manter no caminho certo para acabar com o estigma e a discriminação, inclusive em contextos de saúde. As comunidades também podem fornecer serviços diretos para HIV, câncer de colo do útero e outras doenças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade compartilhada,&nbsp;a liderança e&nbsp;domínio&nbsp;do país são críticas. Com esforços coletivos de governos, comunidades, doadores, setor privado, inovadores e pesquisadores, importantes sinergias podem ser feitas e vidas salvas.&nbsp;<br>&nbsp;<br>O UNAIDS está trabalhando com parceiros para garantir que as políticas sejam informadas por evidências, que metas ambiciosas sejam estabelecidas e que níveis adequados de recursos humanos e financeiros estejam disponíveis. O UNAIDS está usando as plataformas políticas e programáticas da abordagem&nbsp;<em>Fast-Track&nbsp;</em>como parte da iniciativa de ampliar a prevenção e o tratamento do câncer de colo do&nbsp;útero e do HIV.&nbsp;<br>&nbsp;<br>O UNAIDS está trabalhando em parceria com iniciativas como a&nbsp;chamada global de ação para eliminar o câncer de colo do útero,&nbsp;e faz parte de uma&nbsp;parceria para acabar com a AIDS e o câncer cervical,&nbsp;com o&nbsp;Plano de Emergência do Presidente dos EUA para Alívio da AIDS (PEPFAR), e o Instituto George W. Bush&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É hora de fazer da AIDS e do câncer de colo do&nbsp;útero,&nbsp;história!&#8221; Acrescentou Dr. Hader.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde</p>
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		<title>HPV e HIV—dois vírus, uma resposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 13:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de colo do útero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero (ou câncer cervical)—uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada—é desenvolvido em mais de 500.000 mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/hpv-hiv-dois-virus-uma-resposta/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero (ou câncer cervical)—uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada—é desenvolvido em mais de 500.000 mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e tratamento do câncer de colo do útero não forem ampliados urgentemente, esse número pode dobrar até 2035.<span id="more-10012"></span></p>
<p>O câncer de colo do útero é uma doença oportunista entre pessoas vivendo com HIV, já que mulheres vivendo com HIV são mais propensas a desenvolver lesões pré-invasivas que podem, se não forem tratadas, progredir rapidamente para o câncer invasivo—mulheres vivendo com HIV são de quatro a cinco vezes mais mais propensas a desenvolver câncer cervical invasivo. A infecção por HPV aumenta significativamente o risco de transmissão do HIV tanto para homens como para mulheres.</p>
<p>Graças ao tratamento para o HIV, cada vez mais mulheres vivendo com HIV têm vidas longas e saudáveis, mas é necessário que essas mulheres não sucumbam a outras doenças, incluindo o câncer de colo do útero. “Não faz sentido salvar a vida de uma mulher da AIDS, apenas para deixá-la morrer de um câncer tratável ou prevenível,” disse o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush em outubro de 2015. O Instituto George W. Bush está liderando esforços para erradicar a AIDS e o câncer de colo do útero.</p>
<p>Nove em cada dez mulheres que morrem devido ao câncer de colo do útero vivem em países de baixa e média renda. A resposta ao câncer de colo do útero e ao HIV em conjunto nesses países é vital. Infelizmente, no entanto, a maioria dos países de baixa e média renda com alta prevalência de HIV tem programas limitados para prevenção e controle do câncer de colo do útero.</p>
<p>Há uma conscientização crescente sobre a necessidade de maximizar as sinergias entre a resposta à AIDS e os esforços para prevenir, diagnosticar e tratar o câncer de colo do útero por meio da vacinação, educação, triagem e tratamento do HPV. Da mesma forma, os programas de HIV existentes podem desempenhar um papel estratégico na expansão dos serviços de prevenção do câncer de colo do útero.</p>
<p>Reduzir o número de mortes decorrentes do câncer de colo do útero requer uma abordagem abrangente que inclua:</p>
<ul>
<li>Educação em saúde, incluindo educação sexual abrangente e apropriada à idade;</li>
<li>Vacinação contra o HPV para adolescentes;</li>
<li>Triagem de todas as mulheres com risco de desenvolver câncer de colo do útero. Os programas de triagem devem incluir aconselhamento, testagem e tratamento do HIV, bem como outros serviços de saúde sexual e reprodutiva e tratamento de lesões cervicais pré-cancerosas e câncer cervical invasivo e avançado;</li>
<li>Garantir o acesso aos cuidados paliativos, quando necessário.</li>
</ul>
<p>“Todas as mulheres vivendo com HIV precisam ter acesso a informações sobre o HPV e devem receber acompanhamento e tratamento do câncer de colo do útero, se necessário,” disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS.</p>
<p>Em maio de 2018, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR), o Instituto George W. Bush e o UNAIDS lançaram um esforço conjunto por meio de uma parceria de US$ 30 milhões para acelerar os esforços em oito países da África Subsaariana e garantir que mulheres e meninas vivendo com HIV sejam uma prioridade nos programas nacionais de prevenção e controle do câncer de colo do útero.</p>
<p>“Graças à generosidade do povo americano, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS salvou a vida de milhões de mulheres vivendo com HIV em todo o mundo,&#8221; disse Deborah Birx, Coordenadora Global de AIDS e Representante Especial dos EUA em Diplomacia para Saúde Global, no lançamento da parceria em maio de 2018. “Precisamos garantir que essas mesmas mulheres—mães, filhas, tias e avós—que estão vivendo com HIV e prosperando não sucumbam ao câncer de colo do útero.”</p>
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		<title>UNAIDS pede que todas as mulheres vivendo com HIV tenham acesso ao exame para câncer de colo do útero</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/02/unaids-pede-que-todas-as-mulheres-vivendo-com-hiv-tenham-acesso-ao-exame-para-cancer-de-colo-do-utero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2017 20:31:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Câncer, o UNAIDS pede que todas as mulheres vivendo com HIV tenham acesso a informações sobre o vírus do papiloma humano (HPV) e ao exame e, se necessário, recebam tratamento para o câncer do colo do útero. O câncer do colo do útero pode ser prevenido e tratável, caso seja, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/02/unaids-pede-que-todas-as-mulheres-vivendo-com-hiv-tenham-acesso-ao-exame-para-cancer-de-colo-do-utero/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Câncer, o UNAIDS pede que todas as mulheres vivendo com HIV tenham acesso a informações sobre o vírus do papiloma humano (HPV) e ao exame e, se necessário, recebam tratamento para o câncer do colo do útero.<span id="more-5120"></span></p>
<p>O câncer do colo do útero pode ser prevenido e tratável, caso seja descoberto precocemente. No entanto, cerca de  metade das 500.000 mulheres diagnosticadas com câncer do colo do útero anualmente  morrem em decorrência da doença. Nove em cada dez mulheres que morrem desse tipo de câncer vivem em países de baixa e média renda. Estima-se que este número possa dobrar em 2035 se a prevenção, o exame e os esforços relacionados ao câncer de colo do útero não forem urgentemente ampliados.</p>
<p>O câncer de colo do útero é atualmente o segundo câncer mais comum entre as mulheres que vivem em países de baixa e média renda, e as mulheres que vivem com HIV são particularmente afetadas por ele: elas têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de colo do útero do que as mulheres que não têm o vírus.</p>
<p>A maioria dos casos de câncer de colo do útero é causada pelo HPV. As mulheres com sistemas imunológicos saudáveis têm grande probabilidade de eliminar a infecção ao longo do tempo. No entanto, as mulheres vivendo com HIV geralmente tem seu sistema imunológico comprometido e,  portanto, menos chance de livrar-se de uma infecção de HPV. Além disso, descobriu-se que infecções por HPV aumentam significativamente o risco de transmissão do HIV, tanto para homens quanto para mulheres.</p>
<p>Para efetivamente reduzir as mortes causadas pelo câncer de colo do útero, é preciso investir em educação em  saúde, vacinação de meninas adolescentes contra o HPV, exame (juntamente de  aconselhamento e informações) e acesso a tratamentos e cuidados quando necessário.</p>
<p>A relação entre HPV e HIV oferece oportunidades significativas para reduzir o impacto de ambos os vírus, uma vez que os programas já existentes de HIV poderiam desempenhar um papel vital na expansão da prevenção do câncer de colo do útero, bem como na oferta de exames e serviços de tratamento.</p>
<p>A parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre a Prevenção e o Controle do Câncer de Colo do Útero e a entidade Pink Ribbon Red Ribbon são exemplos de alianças bem-sucedidas. Iniciativas do tipo devem ser levadas adiante, com uma abordagem mais focada e integrada para salvar a vida das mulheres.</p>
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