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	<title>hiv aids - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS e outras agências, fundos e programas da ONU participam de festival virtual sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 15:08:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de 16 agências, fundos e programas da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, incluindo o UNAIDS, participam da programação de cinco dias do Festival Conhecendo os ODS, que acontece entre 9 e 13 de agosto, de forma virtual, com o objetivo de fazer com que o conhecimento sobre as metas dos 17, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-e-outras-agencias-fundos-e-programas-da-onu-participam-de-festival-virtual-sobre-os-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Representantes de 16 agências, fundos e programas da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, incluindo o UNAIDS, participam da programação de cinco dias do Festival Conhecendo os ODS, que acontece entre 9 e 13 de agosto, de forma virtual, com o objetivo de fazer com que o conhecimento sobre as metas dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) chegue ao maior número de pessoas.</p>



<span id="more-18079"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival traz soluções que já estão em prática para colaborar com a redução das desigualdades, o combate à fome, contribuam com a melhoria dos índices educacionais e promovam a equidade e a proteção da biodiversidade, entre outras soluções para problemas globais. Serão 111 atividades realizadas em vários espaços dentro de uma plataforma digital com acesso gratuito. Para participar, basta se credenciar no site <a href="https://conhecendoosods.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.conhecendoosods.com.br</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, vai participar do webinar ODS 3 &#8211; &#8220;Bem estar e saúde para todos&#8221; &#8211; no dia 11 de Agosto, das 14h00 às 15h00. Ela lembra que o sistema das Nações Unidas, incluindo o UNAIDS, trabalha para alcançar toda a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Claudia destaca que, dentre os ODS, 10 deles, incluindo o Objetivo 3, dedicado à saúde e bem-estar, são particularmente relevantes para a resposta à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para o UNAIDS, um princípio básico dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e da resposta à AIDS é o de que ninguém deve ser deixado para trás. Para acabar com a AIDS até 2030 é fundamental enfrentar e superar as desigualdades que, impulsionadas pelo estigma e discriminação, dificultam ou impedem que as populações mais vulneráveis tenham acesso às informações e tratamentos do HIV/AIDS que salvam vidas. A preocupação e necessidades das populações-chave e prioritárias devem, portanto, estar na vanguarda dos esforços de desenvolvimento sustentável.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Festival</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A programação do Festival Conhecendo os ODS vai reunir no Main Stage (palco principal virtual) 17 webinars com a presença de líderes de grandes empresas mostrando suas soluções para o alcance das metas dos ODS e a presença de representantes de 16 agências, fundos e programas da ONU no Brasil. O público poderá visitar e interagir em 17 estandes com soluções para os Objetivos na Área Expositiva; assistir a 25 Talks no Palco Ações para os ODS; conferir 13 documentários com temas ligados ao desenvolvimento sustentável no ODS Play e cinco bate-papos com produtores e diretores no Happy Hour desse espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no espaço do Caminhão Conhecendo os ODS Virtual, serão realizadas visitas guiadas para estudantes de escolas públicas, seguidas por oficinas sobre reaproveitamento de materiais recicláveis. Além destas, estarão disponíveis no espaço, para acesso do público, mais 13 oficinas práticas sobre temas ligados à sustentabilidade; três workshops sobre os ODS para educadores e três workshops sobre práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) e ODS para colaboradores de empresas. O Caminhão conta ainda com a atração Call to Action, que mostrará experiências sobre a Agenda 2030 enviadas pelo público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação inclui ainda o hackathon “Trago Boas Notícias”, no espaço de Gamificação; uma Biblioteca, onde poderão ser consultados conteúdos diversos sobre os 17 ODS, nas categorias biosfera, economia e social, podcasts e acesso a 13 documentários que abordam temáticas ligadas aos Objetivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Participação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival Conhecendo os ODS conta com o apoio institucional do Centro de Informações das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e Rede Brasil do Pacto Global. Além do UNAIDS, terá, também, a participação de mais outras agências, fundos e programas da ONU: Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Organização Internacional para as Migrações (OIM), ONU Mulheres, Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU Habitat), Programa Mundial de Alimentos (WFP), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e União Internacional de Telecomunicações (ITU).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saiba mais</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais como a resposta à AIDS está ligada ao alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e aos ODS</a> </strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



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		<title>Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 08:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Relatório Global do UNAIDS 2021 “Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias” lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global do UNAIDS 2021 <a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>“Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias”</em></span></strong></a> lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as vacinas contra a COVID-19 e os serviços de HIV.</p>



<span id="more-17925"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos da Inglaterra e da África do Sul indicam que a chance de morrer por consequência da COVID-19 entre as pessoas que vivem com HIV é o dobro da população em geral. Na África Subsaariana, onde residem dois terços (67%) das pessoas que vivem com HIV, menos de 3% receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a COVID-19 até julho de 2021. Ao mesmo tempo, a prevenção do HIV e os serviços de tratamento não estão sendo acessados pelas populações-chave, bem como às crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a COVID-19 podem salvar milhões de vidas no mundo, mas estão sendo mantidas fora do alcance de todas as pessoas, uma vez que os países ricos e as empresas mantêm firmemente o monopólio da produção e entrega de suprimentos por interesses comerciais. Isso está tendo um forte impacto em todo o mundo, à medida em que os sistemas de saúde dos países em desenvolvimento ficam sobrecarregados, como na Uganda, onde estádios de futebol estão sendo transformados em hospitais improvisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os países ricos da Europa estão se preparando para aproveitar o verão, pois suas populações têm fácil acesso às vacinas contra a COVID-19, ao mesmo tempo em que o Sul global está em crise”, destaca Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS. “Não aprendemos com as lições do HIV, quando milhões de pessoas tiveram acesso negado aos medicamentos que salvam vidas e morreram devido às desigualdades no acesso. Isso é totalmente inaceitável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo relatório do UNAIDS mostra como os lockdowns e outras medidas restritivas de combate à COVID-19 interromperam gravemente a testagem para HIV —em muitos países, isso levou a quedas acentuadas nos diagnósticos e encaminhamentos para serviços de cuidados e de início de tratamento de HIV. Em KwaZulu-Natal, na África do Sul, por exemplo, houve uma queda de 48% nos testes de HIV depois que o primeiro lockdown nacional foi imposto em abril de 2020. Também houve redução de novos diagnósticos de HIV e uma queda acentuada no início do tratamento, na medida em que 28 mil profissionais de saúde comunitária atuando com HIV passaram por uma transferência de trabalho de testagem de HIV para o rastreamento de sintomas de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Números globais do HIV</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS mostra que em 2020, 1,5 milhão de novas infecções por HIV ocorreu predominantemente entre as populações-chave, seus parceiros e suas parceiras sexuais (mulheres trans, profissionais do sexo, gays e outros homens que fazem sexo com homens e pessoas que usam drogas, e parceiros e parceiras sexuais dessas populações-chave), o que corresponde a 65% das infecções por HIV em todo o mundo no ano de 2020. No entanto, justamente essas populações-chave, seus parceiros e parceiras sexuais permanecem à margem e em grande parte fora do alcance dos serviços de HIV na maioria dos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório mostra que muitos dos 19 países que alcançaram as metas 90–90–90 até 2020 são líderes na prestação de serviços diferenciados, nos quais a existência de estrutura pública de atendimento é complementada por serviços liderados pela comunidade. A maioria desses países também incluiu as populações-chave como pontos centrais de suas respostas. Na Estônia, por exemplo, a expansão dos serviços abrangentes de redução de danos foi responsável por uma redução de 61% em todo o país em infecções por HIV no país e uma redução de 97% nas novas infecções por HIV entre pessoas que usam drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão de serviços de testagem e o tratamento do HIV aumentaram massivamente nos últimos 20 anos. Cerca de 27,4 milhões das 37,7 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento em 2020. No entanto, as lacunas na prestação de serviços são muito maiores para as crianças do que para os adultos. Em 2020, ao redor de 800 mil crianças de 0 a 14 anos que viviam com HIV não estavam em tratamento para o HIV. A cobertura do tratamento era de 74% para pesssoas adultas, mas apenas 54% para crianças. Muitas crianças não foram testadas para HIV no nascimento e permanecem sem saber de sua condição, o que aumenta o desafio de encontrá-las e prover o tratamento necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HIV e Desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Enfrentando desigualdades</strong></span></a></em> também mostra que as mulheres e meninas na África subsaariana continuam sendo mais expostas ao risco de infecção por HIV, principalmente em função da desigualdade de gênero e a violência baseada no gênero. As desigualdades de gênero e a violência baseada no gênero privam as mulheres e meninas de acessarem seus direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à educação, saúde e oportunidades econômicas. Essas privações aumentam o risco de infecção por HIV e limita o acesso a serviços. Na África subsaariana, as meninas e mulheres jovens representam 25% de todas as novas infecções por HIV apesar de representarem apenas 10% da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza e a falta de escolaridade também são barreiras sociais de acesso aos serviços de saúde e tratamento para o HIV. O relatório do UNAIDS mostra como os serviços de planejamento familiar para mulheres e a circuncisão médica masculina voluntária para homens e meninos têm muito menos probabilidade de serem acessados por pessoas que vivem em condições de pobreza.  Em 2020, o número de circuncisões masculinas médicas voluntárias caiu em mais de 30% em 15 países prioritários na África oriental e austral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza também impulsiona a migração, que demonstrou ter um impacto severo no acesso aos serviços de HIV, ao mesmo tempo em que coloca vidas em perigo, pois as pessoas migrantes fogem do conflito e da pobreza na esperança de proteção e segurança econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pessoas bilionárias estão navegando em seus iates nas mesmas águas mediterrâneas em que migrantes estão se afogando”, diz Winnie Byanyima. “Como podemos ficar sem agir e deixar isso ser o “novo normal”?  Devemos enfrentar essas desigualdades horríveis e colocar a ênfase de volta no respeito pelos direitos humanos básicos e fundamentais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades não ocorrem naturalmente. Elas são resultado de políticas e ações programáticas que dividem em vez de incluir. Por exemplo, as populações-chave são marginalizadas e criminalizadas por sua identidade e expressão de gênero, orientação sexual e meios de sobrevivência. A nova análise incluída no relatório do UNAIDS mostra uma correlação entre melhores resultados para o HIV e a adoção de leis não discriminatórias. Um estudo da África Subsaariana descobriu que a prevalência de HIV entre profissionais do sexo era de 39% em países que criminalizaram o trabalho sexual, em comparação com 12% em países onde o trabalho sexual foi parcialmente legalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos há 40 anos trabalhando para acabar com a pandemia do HIV. Tanto os sucessos, como os fracassos, nos ensinaram que não podemos nos preparar ou derrotar uma pandemia a menos que eliminemos as desigualdades, que façamos abordagens centradas nas pessoas e baseadas nos direitos e trabalhemos em conjunto com as comunidades para alcançar todas pessoas que precisam”, finaliza Winnie Byanyima.</p>
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		<title>De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 20:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ingrid Bretón soube que estava vivendo com HIV quando tinha 19 anos. Era 1994 e o tratamento para HIV ainda não estava disponível na República Dominicana. “Eu sobrevivi quase cinco anos viva, mas morta por dentro”, lembra ela. “Passei por todos os processos de negação pelos quais uma pessoa recém-diagnosticada passa. Os centros de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/de-sobrevivente-do-hiv-a-defensora-na-reposta-da-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ingrid Bretón soube que estava vivendo com HIV quando tinha 19 anos. Era 1994 e o tratamento para HIV ainda não estava disponível na República Dominicana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu sobrevivi quase cinco anos viva, mas morta por dentro”, lembra ela. “Passei por todos os processos de negação pelos quais uma pessoa recém-diagnosticada passa. Os centros de saúde não quiseram me atender. Vivi todo tipo de estigma e discriminação.”</p>



<span id="more-17591"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua cidade, La Romana, ela era conhecida como “a garota da AIDS”. Era impossível encontrar trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento para HIV ajudou a mudar a trajetória de sua vida. Com a orientação de seu médico, José Román, ela se tornou a primeira mulher vivendo com HIV em La Romana que se sabe ter dado à luz um bebê sem HIV. Ao continuar o tratamento, Ingrid entendeu que estava perfeitamente saudável e que poderia viver uma vida mais significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pensei comigo mesma: ‘não estou adoecendo, meu cabelo não está caindo, não tenho feridas, não tenho AIDS. Eu quero fazer coisas’”, lembra Ingrid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2002, ela formou a Fundación Grupo Paloma (Fundação Grupo Paloma, na tradução livre para o português), que oferece apoio psicossocial, assistência jurídica e oportunidades de trabalho para pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV na região leste da República Dominicana. A organização também desempenha um papel fundamental de advocacy, dando visibilidade a questões como adesão ao tratamento, prevenção e estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das inovações da fundação é um projeto de agricultura que emprega pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um processo lindo”, diz a Ingrid, enquanto caminha pelos campos ensolarados de terra vermelha, passando por tomates, mamões e bananas. “A ideia é que as pessoas que vivem com HIV possam seguir em frente, trabalhando e sustentando suas famílias.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As famílias com as quais o Grupo Paloma trabalha foram diretamente afetadas pela pandemia da COVID-19. O trabalho da fundação foi fundamental durante esse período. As pessoas voluntárias fazem entregas em domicílio de alimentos, remédios e roupas. A fundação é uma fonte de conexão e apoio emocional em um momento em que as comunidades que vivem com HIV estão mais isoladas do que nunca devido às medidas de distanciamento social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira Pesquisa Rápida sobre as Necessidades das Pessoas que Vivem com HIV na República Dominicana, no contexto de COVID-19, constatou que, embora 92% das pessoas entrevistadas recebam a terapia antirretroviral, cerca de uma em cada seis tinha medicamento para menos de um mês. Graças ao advocacy do escritório do UNAIDS na República Dominicana, os protocolos foram alterados para que as pessoas que vivem com HIV e têm acesso a tratamento por meio do sistema público de saúde possam receber um medicamentos para três a seis meses de uma só vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório da República Dominicana impulsionou o governo a fortalecer os programas de atenção integral, inclusive por meio de alianças com a sociedade civil. Por exemplo, a Fundação Grupo Paloma prestou assistência a pessoas que vivem com HIV no Hospital Provincial Francisco Gonzalvo durante um período de cinco meses em 2020, quando o profissionais médicos não estavam disponíveis nas instalações de La Romana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS na República Dominicana também pediu atenção especial às necessidades de proteção social e segurança alimentar das pessoas que vivem com HIV e se encontram em situação de fragilidade econômica. O escritório respondeu rapidamente às consequências da COVID-19, oferecendo apoio à Fundação Grupo Paloma e outras organizações comunitárias que contribuem para a resposta nacional ao HIV. A resposta geral do UNAIDS incluiu o fornecimento de equipamento de proteção individual e informação especificamente para a comunidade de pessoas que vivem com o HIV. A segunda fase da resposta incluiu a mobilização de apoio nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso foi de grande valor para as famílias, dada a crise econômica causada pela COVID-19”, diz Ingrid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sociedade civil desempenha o papel principal de conscientizar as comunidades e advogar em seu nome”, disse a diretora do UNAIDS para a República Dominicana, Bethania Betances. “À medida que respondemos a duas pandemias, de- HIV e COVID-19, é vital que as comunidades estejam na mesa de tomada de decisão para ajudar a moldar uma resposta eficaz e humana.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista: <a rel="noreferrer noopener" href="https://youtu.be/67RtBDZQFf0" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">A extraordinária história de uma mulher vivendo com HIV na República Dominicana</span></strong></a></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/67RtBDZQFf0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><em>Para legendas, ative closed captions (CC) em português.</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-title="De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/03/de-sobrevivente-do-hiv-a-defensora-na-reposta-da-covid-19/">De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Palavras não são neutras: ‘por que ainda estamos falando sobre estigma?’, pergunta jornalista.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 13:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[11º Congresso de HIV/AIDS e o 4º Congresso de Hepatites Virais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se o tema do HIV e da AIDS já é tratado há tanto tempo, por que ainda estamos falando sobre estigma?”. A pergunta é de Nathan Fernandes, jornalista e editor da revista Galileu. Ele foi um dos convidados do UNAIDS para participar da roda de conversas Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Se o tema do HIV e da AIDS já é tratado há tanto tempo, por que ainda estamos falando sobre estigma?”. A pergunta é de Nathan Fernandes, jornalista e editor da revista Galileu. Ele foi um dos convidados do UNAIDS para participar da roda de conversas Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, realizada pelo UNAIDS durante o 11º Congresso de AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (Hepaids 2017), em Curitiba.<span id="more-7312"></span><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7313 size-large aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-1024x576.jpeg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>Autor da reportagem de capa da edição de agosto da Revista Galileu <em><a href="https://www.google.com/url?q=http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2017/07/como-o-preconceito-contribui-para-o-aumento-da-epidemia-de-aids.html&amp;sa=D&amp;ust=1506951187642000&amp;usg=AFQjCNEZQi6yFXKf5J7e7tbwbfOWXpjlZA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eu vivo com HIV e o preconceito é a pior parte</a></em>—que trouxe uma ampla perspectiva sobre o impacto do estigma e da discriminação sobre pessoas que vivem com HIV—, Fernandes falou sobre o tema Abordagem do HIV na mídia impressa. O debate marcou o lançamento do <em><a href="https://unaids.org.br/2017/10/unaids-lanca-traducao-em-portugues-do-guia-de-terminologia-sobre-hiv-e-aids/#more-7304" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Terminologia do UNAIDS</a></em>, traduzido e adaptado para o português.</p>
<p>’Falar que o uso de um termo ou expressão é proibido não funciona. Acaba gerando um sentimento contrário, incentivando a pessoa a desafiar essa proibição e seguir usando essas palavras”, disse Fernandes durante o debate. “No caso do jornalista, ele deve sempre manter em mente que está lidando com a vida das pessoas e, por isso, a escolha das palavras e expressões mais adequadas é fundamental.”</p>
<p>Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, Fernandes, 29 anos, já foi repórter da revista Playboy e colaborou com publicações como Men’s Health, Superinteressante, Veja e Visão, de Portugal. Atualmente é editor da revista Galileu, onde trabalha com questões ligadas aos direitos humanos, com foco em questões LGBTI+. Em 2016, recebeu o prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.</p>
<p>“Durante nove meses, conversei com pessoas vivendo com HIV e com pessoas que trabalham nessa área, para fazer a reportagem”, conta o editor da Galileu. “Isso foi uma exceção, quase um privilégio. Mas posso dizer que a falta de tempo e de espaço talvez expliquem porque temos reportagens tão negativas sobre HIV até os dias atuais.”</p>
<p>Para a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, ao invés de apedrejar as pessoas quando elas erram no uso das palavras e expressões, temos que fazer um trabalho de insistência e de conscientização. “Algumas palavras machucam, enquanto outras têm o poder de trazer as pessoas para perto de nós”, disse. “Temos que nos lembrar sempre que a linguagem também evolui. Ela é um espelho do que pensamos.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18.jpeg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7314 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-576x1024.jpeg 576w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-169x300.jpeg 169w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-675x1200.jpeg 675w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-405x720.jpeg 405w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18.jpeg 720w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></p>
<p>O debate, que contou com a presença de cerca de 60 pessoas na sala Guarapuava do ExpoUnimed, local onde aconteceu o Hepaids2017, foi transmitido ao vivo pela conta do Facebook do UNAIDS Brasil. A transmissão, que foi compartilhada por páginas como <a href="https://www.youtube.com/user/canalpoenaroda" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Põe na Roda</a>, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Boa Sorte</a>, <a href="https://www.facebook.com/revistagalileu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Revista Galileu</a>, <a href="https://www.youtube.com/user/Gabrielcomicholi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gabriel Comicholi</a>, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCGJ0bgsIQM-qZgCOvpHd4zw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">os Discordantes</a>, teve mais de 9 mil visualizações e um alcance de quase 40 mil pessoas.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/11º-Congresso-de-HIV_AIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também a cobertura que o UNAIDS Brasil fez do evento pelo Twitter, através do Storify</a><br />
<noscript>[View the story &#8220;11º Congresso de HIV/AIDS&#8221; on Storify]</noscript></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/">Palavras não são neutras: ‘por que ainda estamos falando sobre estigma?’, pergunta jornalista.</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNICEF abre suas redes sociais para jovens vivendo com HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/11/unicef-abre-suas-redes-sociais-para-jovens-vivendo-com-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 00:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 1º de dezembro o UNICEF abre suas redes sociais para os jovens que vivem e convivem com o HIV. Neste dia, quatro ativistas serão os protagonistas da conta do UNICEF Brasil no twitter (@unicefbrasil). Eles contarão suas histórias de vida e falarão sobre mitos e tabus, questões como preconceito e estigma,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/11/unicef-abre-suas-redes-sociais-para-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 1º de dezembro o UNICEF abre suas redes sociais para os jovens que vivem e convivem com o HIV. Neste dia, quatro ativistas serão os protagonistas da conta do UNICEF Brasil no twitter (@unicefbrasil). <span id="more-1963"></span>Eles contarão suas histórias de vida e falarão sobre mitos e tabus, questões como preconceito e estigma, o dia-a-dia com o HIV, projetos pessoais, o trabalho de participação cidadã e as suas lideranças em movimentos de adolescentes e jovens.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" class=" size-medium wp-image-1964 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-300x300.png" alt="12309647_996817440374722_1477357628300367640_o" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-1024x1024.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-1200x1200.png 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o-640x640.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/12309647_996817440374722_1477357628300367640_o.png 1400w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Utilizando a hashtag #EuFaloSobre eles vão reforçar a importância do diálogo para reduzir o preconceito, o estigma e a discriminação e a necessidade de se conhecer o diagnóstico e início precoce do tratamento, evitando assim o desenvolvimento da doença.  Idealizada por jovens do Projeto Boa Sorte, a hashtag foi abraçada pelas redes sociais de diversos organismos da ONU no Brasil, entre eles UNICEF e do UNAIDS (Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS), além de diversos outros jovens e influenciadores online de todo o Brasil.</p>
<p>Na conta do UNICEF América Latina e Caribe (@uniceflac), o Brasil compartilhará também o espaço com jovens da Guatemala, Honduras, México, República Dominicana e El Salvador.</p>
<p>De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo UNICEF, o número de mortes de adolescentes com aids triplicou nos últimos 15 anos. A dificuldade de acesso ao tratamento e acesso a informação ainda são apontadas como as principais causas para a epidemia entre os jovens, aliados à discriminação, o preconceito e o estigma, que acabam afastando os jovens dos serviços de saúde.</p>
<p>Esta é a primeira vez que os escritórios do UNICEF da América Latina e Caribe abrem suas redes sociais para os adolescentes e jovens dando a eles a voz necessária para que possam expor suas realidades.</p>
<p><strong>Dados sobre a epidemia no Brasil e no Mundo</strong> -Entre as pessoas que vivem com HIV, os adolescentes são o único grupo em que não houve decréscimo no número de mortes. No Brasil, entre 2004 e 2013, o número de casos em meninos com idade entre 15 e 19 anos aumentou em 53% (Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, 2010). Neste período, a incidência de HIV/aids em adolescentes do sexo masculino com idades entre 13 e 19 anos era 30% maior do que em meninas da mesma faixa etária, revelando assim o crescimento de uma epidemia concentrada entre meninos que fazem sexo com outros meninos. Este grupo tem até 10 vezes mais chances de contrair o HIV do que os heterossexuais na mesma faixa etária.</p>
<p><strong>Jovens lideranças participantes do Twitter Takeover</strong></p>
<p>Os jovens selecionados para o Twitter Takeover fazem parte das duas turmas do <a href="https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/">Curso de Jovens Lideranças sobre ativismo e mobilização social para a resposta e controle de HIV/AIDS</a>, fruto de uma parceria entre UNICEF, UNAIDS, UNESCO e Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Durante estas formações, 100 jovens foram capacitados e empoderados para contribuir, de forma ativa e construtiva, para a resposta ao HIV não apenas em suas localidades, mas em todo o Brasil.</p>
<p><strong>Sofia Favero: </strong>Sofia, 22 anos, é travesti e estudante de psicologia. Conhecida pelo seu perfil no Facebook, a “Travesti Reflexiva”, Sofia fala sobre diversidade sexual e de gênero e temas como violência contra LGBTI+, preconceito e discriminação. Ela abrirá o diálogo com a proposta de desmistificar o assunto e desconstruir os tabus, a diferença entre ter o HIV e ter aids, prevenção, teste e tipos de tratamento, além de preconceito, estigma e discriminação.</p>
<p><strong>Jonatan Finkler &#8211; </strong> Jonatan, 27 anos, mora em Cascavel (PR) e é estudante do último ano de enfermagem. Ele vive com HIV há mais ou menos 6 anos e está em tratamento há 3, estando indetectável desde o terceiro mês de tratamento. Ele é membro da Rede Nacional de Jovens Vivendo com HIV e representante da Rede no GT/Unaids (Grupo Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/Aids). Jonatan vai falar sobre participação cidadã e liderança de jovens e adolescentes e também sobre a vida com HIV/AIDS.</p>
<p><strong>Gabriel Estrëla &#8211; </strong>Gabriel Estrëla, 24 anos, é ativista e diretor de teatro, graduando em artes cênicas pela universidade de Brasília. Em 2015 deu início ao Projeto Boa Sorte a partir de um manifesto postado no Facebook e lançará a peça homônima contando sua história pessoal para promover o diálogo sobre HIV em Dezembro. Outras ações do Projeto, coordenado na companhia de seu assessor e namorado Gabriel Martins e uma Produtora Cultural paulista, Fernanda Signorini, incluem um ensaio fotográfico, divulgação de notícias, recomendações de filmes e livros e infográficos feitos em parceria com o UNAIDS Brasil para levar informação atualizada acerca do tema. Gabriel, um dos idealizadores da campanha com a hashtag #EuFaloSobre, vai falar sobre sua experiência, a promoção do diálogo, importância do acolhimento e apoio da família, relacionamentos, prevenção e sobre o projeto Boa Sorte.</p>
<p><strong>Rafaela Queiroz &#8211; </strong>Rafaela, 24 anos, graduanda em psicologia. Começou seu ativismo na temática HIV/AIDS em 2007 e faz parte do grupo de jovens idealizadores da atual Rede Jovem Rio+. Atuou como dinamizadora e membro do Grupo Gestor Estadual do Saúde Prevenção nas Escolas (GGE/SPE), e também como dinamizadora Jovem e Pesquisadora pela Fiocruz/RJ no projeto &#8220;Participação e dinamização juvenil no PSE: projeto de implementação e acompanhamento das &#8220;estratégias entre pares&#8221;. Rafuska, como é conhecida, vive com HIV desde que nasceu, e vai falar sobre participação feminina nos movimentos, a rotina de viver com HIV e as questões que preocupam jovens como, o direito ao sigilo, discriminação e a falta de informação da sociedade diante da doença.</p>
<p><strong>Sobre o UNICEF</strong> – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) promove os direitos e o bem-estar de cada criança em tudo o que faz. Com seus parceiros, trabalha em 190 países e territórios para transformar esse compromisso em ações concretas que beneficiem todas as crianças, em qualquer parte do mundo, concentrando especialmente seus esforços para chegar às crianças mais vulneráveis e excluídas.</p>
<p>Acompanhe nossas ações no <a href="http://www.facebook.com/UNICEFBrasil">Facebook</a>, <a href="http://www.twitter.com/unicefbrasil">Twitter</a>, <a href="http://www.instagram.com/unicefbrasil">Instagram</a> e <a href="http://www.youtube.com/unicefbrasil">Youtube</a>.</p>
<p><strong>Sobre o UNAIDS</strong> – O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) mobiliza e inspira o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS. O UNAIDS une os esforços de 11 organizações da ONU – ACNUR, UNICEF, PMA, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS e Banco Mundial – e trabalha em colaboração com parceiros nacionais e internacionais para maximizar resultados da resposta à AIDS. Saiba mais em <a href="http://www.unaids.org.br">unaids.org.br</a> e pelos nossos canais no <a href="http://bit.ly/FBUNAIDSbr">Facebook</a> e no <a href="http://bit.ly/TWUnaidsbr">Twitter</a>.</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil</strong></p>
<p><strong>Maria Estela Caparelli</strong></p>
<p>Telefone: (61) 3035 1963</p>
<p>E-mail: mecapaelli@unicef.org<strong> </strong></p>
<p><strong>Renata Bennet</strong></p>
<p>Telefone: (61) 3035-1979/ 9275-7859</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:rbennet@unicef.org">rbennet@unicef.org</a></p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação UNAIDS Brasil </strong></p>
<p><strong>Daniel de Castro</strong></p>
<p>Telefone: (61) 3038 9221/9304 2654</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:decastrod@unaids.org">decastrod@unaids.org</a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/11/unicef-abre-suas-redes-sociais-para-jovens-vivendo-com-hiv/">UNICEF abre suas redes sociais para jovens vivendo com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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