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	<title>hepaids2017 - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Encontros com sociedade civil e participação no HepAIDS 2017 marcam visita de Diretor Regional do UNAIDS ao Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 12:45:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Diretor do Escritório Regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe, César Nuñez, encerrou sua visita de quatro dias ao Brasil, no dia 29 de setembro, com a participação no painel <em>Desafios para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 no Brasil e na América Latina: a Declaração Política de 2016 e a Reunião de Alto Nível do Fórum Político de 2017</em>. A mesa de debates fez parte da programação do <a href="https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-defesa-dos-direitos-humanos-para-resposta-epidemia-de-hiv-marca-cerimonia-de-abertura-em-curitiba/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">11º Congresso AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017)</a>, realizado em Curitiba, de 26 a 29 de setembro.<span id="more-7358"></span></p>
<p>“Quando perguntei ao senhor César Nuñez como gostaria de ter sua biografia apresentada ao público presente, ele me pediu que fosse apenas apresentado com ‘um amigo do Brasil’”, revelou a moderadora da mesa, Juliana Givisiez, Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde. Durante o encontro, Nuñez falou sobre o tema Avanços e desafios para o fim dia epidemia de AIDS na América Latina até 2030.</p>
<p>&#8220;É necessário acelerar a resposta à epidemia, pois precisamos de resultados mais rápidos, disse Nuñez no início de sua apresentação. &#8220;Saúde é desenvolvimento, e a união dos líderes é chave. Cada vez que não vinculamos uma pessoa ao tratamento, perdemos oportunidade de promover a saúde.”</p>
<p>Também participaram da mesa Marise Ribeiro Nogueira , Chefe da Divisão de Temas Sociais do Ministério das Relações Exteriores—com o tema Ministério das Relações Exteriores na articulação internacional da agenda do HIV—a ativista Alessandra Nilo, coordenadora do Programa de Relações e Fortalecimento Institucional da ONG Gestos e atualmente uma das representantes da sociedade civil da América Latina na Junta de Coordenação do Programa (conhecido pela sigla em inglês PCB) do UNAIDS—com o tema Importância das OSC (Organizações da Sociedade Civil) na implementação da Declaração Política sobre HIV e AIDS e na construção dos encaminhamentos da Reunião de Alto Nível do Fórum Político de 2017.</p>
<p>Durante o debate, Nuñez falou sobre temas como a importância dos direitos humanos, da inovação na prevenção combinada e dos investimentos, entre outros. “A resposta à AIDS precisa de recursos. Há dinheiro no mundo, mas muitas vezes está nos lugares errados”, ressaltou. E encerrou sua fala em tom de esperança: “A AIDS ainda não acabou, mas pode acabar!”</p>
<div id="attachment_7360" style="width: 2602px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7360" class="wp-image-7360 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836.jpg" alt="" width="2592" height="1728" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836.jpg 2592w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/IMG_4836-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 2592px) 100vw, 2592px" /></a><p id="caption-attachment-7360" class="wp-caption-text">Diretora do DIAHV, Dra. Adele Benzaken; Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard; Ministro da Saúde, Ricardo Barros e o Diretor Regional do UNAIDS, César Núñez. Foto: Daniel de Castro/UNAIDS</p></div>
<p>No mesmo dia, Nuñez teve a oportunidade de saudar o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, logo após sua rápida visita ao Congresso. Além de Barros, o Diretor do UNAIDS para América Latina e o Caribe também teve uma agenda de encontros com representantes de diversos setores durante o HepAIDS 2017 para articular parcerias e conhecer de perto contextos específicos da resposta ao HIV no Brasil.</p>
<p>Na véspera (28/9), Nuñez participou de um almoço com a Diretora do DIAHV, Dra. Adele Benzaken e visitou as ONGs Grupo Dignidade e Transgrupo Marcela Prado, ambos em Curitiba.</p>
<p>“Congratulo o país pelo tema escolhido para o Congresso. Quando o Brasil demonstra o compromisso no mais alto nível em relação à prevenção combinada, isso certamente acarretará um movimento positivo em outro países da América Latina e do Caribe” afirmou Dr Nuñez em reunião com Dra Benzaken.</p>
<p>Toni Reis, Diretor-Executivo do Grupo Dignidade, e Rafaelly Weist, Presidente do Transgrupo Marcela Prado, reuniram diversos voluntários e funcionários das duas organizações para um bate-papo descontraído de apresentação das atividades, estratégias e potenciais parcerias com o UNAIDS no Brasil e na América Latina.</p>
<p>“Estas duas organizações são um exemplo concreto que como a sociedade civil tem se organizado para a defesa e promoção dos direitos humanos, em especial os direitos das pessoas LGBTI+”, explica Georgiana Braga-Orillard. “São parceiros importantes do UNAIDS no Brasil e esse encontro com o Diretor Regional do UNAIDS serviu para estreitarmos os laços e traçarmos um panorama para a continuidade dessas parcerias não só no Brasil, mas no contexto ainda mais amplo da América Latina.”</p>
<p>Em cada cinco pessoas vivendo com HIV na América Latina no final de 2016, quatro estavam cientes de seu estado sorológico positivo para o HIV—81% [58-&gt; 89%]. Dessas pessoas diagnosticadas, 72% [52-&gt; 89%] tinham acesso à terapia antirretroviral—o equivalente a 58% [42-72%] de todas as pessoas vivendo com HIV na região. Entre essas pessoas em tratamento, 79% [57-&gt; 89%] tinham carga viral suprimida—o que se traduz em 46% [33-57%] de todas as pessoas vivendo com HIV na região. A região está no caminho para alcançar as metas 90-90-90, em que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estarão diagnosticadas; 90% destas estarão em tratamento; e 90% das pessoas em tratamento terão carga viral indetectável—o que representará 73% de todas as pessoas vivendo com HIV na América Latina e o Caribe.</p>
<p><strong>HepAIDS 2017</strong></p>
<p>Nuñez foi uma das autoridades convidadas pelo Ministro da Saúde do Brasil e pela Diretora do DIAHV para participar da solenidade de abertura do HepAIDS 2017, encontro que reuniu cerca de 4 mil pessoas em Curitiba (PR) para debater questões de ponta sobre HIV/AIDS e Hepatities Virais. A edição deste ano teve como tema Prevenção combinada: multiplicando escolhas.</p>
<p>“Não podemos falar de prevenção, tratamento e nem de fim da AIDS sem direitos humanos. Não podemos alcançar as metas com o retorno de discussões sobre a cura gay, com projetos de lei que criminalizem a transmissão do HIV ou com qualquer outra forma de discriminação”, disse o Diretor Regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe em <a href="https://unaids.org.br/2017/09/discurso-de-dr-cesar-nunez-diretor-regional-do-unaids-para-america-latina-e-o-caribe-durante-abertura-do-11o-congresso-de-hivaids/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">seu discurso na solenidade de abertura do evento</a>.</p>
<p>Em seu discurso, Nuñez traçou também um panorama dos avanços na resposta à epidemia de AIDS na América Latina nos campos da prevenção, testagem, tratamento e direitos humanos, tendo como referência os compromissos e metas assumidos na Declaração Política.</p>
<p>“O tema deste congresso—prevenção combinada—, é essencial. Precisamos reconhecer que estamos falhando em relação à prevenção com várias populações e é vital rever esse fato”, disse Nuñez. “Precisamos ser capazes de falar a linguagem do jovem de hoje, capazes de engajar os homens, capazes de quebrar tabus. Apesar de estar presente de forma mais contundente em algumas populações-chave, o HIV é uma questão de todos.”</p>
<p><em>Foto de capa: DIAHV/SVS/Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Palavras não são neutras: comunicação entre médico e paciente é tema em roda de conversa promovida pelo UNAIDS</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 17:21:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ser capaz de comunicar-se não parece uma tarefa difícil, afinal, no dia a dia estamos em constante comunicação com tudo e com todos, seja na fala, na leitura, ou até mesmo nos gestos. Mas de que maneira essa comunicação ocorre quando se trata de saúde? Ela é eficiente? A comunicação entre o médico e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-comunicacao-entre-medico-e-paciente-e-tema-em-roda-de-conversa-promovida-pelo-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser capaz de comunicar-se não parece uma tarefa difícil, afinal, no dia a dia estamos em constante comunicação com tudo e com todos, seja na fala, na leitura, ou até mesmo nos gestos. Mas de que maneira essa comunicação ocorre quando se trata de saúde? Ela é eficiente? A comunicação entre o médico e paciente acontece de uma maneira simples ou ela ainda encontra alguns obstáculos?<span id="more-7327"></span></p>
<p>Essas provocações foram feitas durante a roda de conversa Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, promovida pelo UNAIDS Brasil durante o 11º Congresso de HIV/AIDS (HepAids 2017) em Curitiba, Paraná. O médico infectologista Marcos Borges, também conhecido como Doutor Maravilha por seu <a href="https://www.youtube.com/channel/UCFEF21WLztLKGZhhZzcIgRQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal no youtube</a>, aproveitou a oportunidade para focar em maneiras de utilizar a comunicação para melhorar as relações e o atendimento dentro dos serviços de saúde.</p>
<p>“Comunicação não é atropelar: você tem que saber o que a pessoa está sentindo, tem que ter essa capacidade empática, de poder se aproximar à medida que a pessoa deixa, sem violência, sem forçar a barra”, afirma Marcos em sua fala. O Doutor Maravilha ainda explica que quando precisa dar o diagnóstico para algum paciente, assume a postura de apoiar e deixar a pessoa se expressar, ou de lembrar os pontos positivos no trajeto de evolução da medicina em HIV/AIDS para contrapor com os medos comuns.</p>
<p>Formado em medicina, com especialização em Infectologia pela UFMG, Marcos tenta fazer do seu canal no Youtube, Doutor Maravilha, um espaço de informação em saúde para a população LGBTI+, principalmente para questões relacionadas ao HIV/AIDS. Ele também é integrante do Colegiado da Rede de Jovens que vivem e convivem com HIV do estado de Minas Gerais, urgencista e infectologista na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.</p>
<p>“Quando a gente lida com uma pessoa vivendo com HIV, ela não se resume ao teste reagente, ela não é só o indivíduo: é um filho, é um pai, é um irmão, é uma pessoa inserida em um contexto”, lembra. O médico também se emociona ao lembrar dos amigos que vivem com HIV, e ao mencionar que o preconceito não acabou. “São pessoas que eu admiro. Eu não vivo com HIV, mas o que aprendo com essas pessoas a cada dia é muito. Eu não preciso ter HIV para defender. A gente tem que lutar, porque é isso que faz a gente ser humano”.</p>
<p>A Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, também usou a roda de conversa, e o lançamento do <a href="https://unaids.org.br/2017/10/unaids-lanca-traducao-em-portugues-do-guia-de-terminologia-sobre-hiv-e-aids/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Terminologia do UNAIDS</a>, para destacar que a maneira como nos expressamos pode aumentar o estigma e discriminação. “A gente tem que lembrar sempre que a linguagem molda o pensamento, ela é dinâmica. As palavras são instrumentos de inclusão e de exclusão e a linguagem também evolui no tempo, mas às vezes ela tem um retrocesso.”</p>
<p>O debate, que contou com a presença de cerca de 60 pessoas na sala Guarapuava do ExpoUnimed, local onde aconteceu o Hepaids2017, foi transmitido ao vivo pela conta do Facebook do UNAIDS Brasil. A transmissão, que foi compartilhada por páginas como Põe na Roda, Projeto Boa Sorte, Revista Galileu, Gabriel Comicholi, os Discordantes, teve mais de 9 mil visualizações e um alcance de quase 40 mil pessoas.</p>
<p>Leia a primeira matéria da série <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/11º-Congresso-de-HIV_AIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também a cobertura que o UNAIDS Brasil fez do evento pelo Twitter, através do Storify</a></p>
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		<title>Palavras não são neutras: canais no youtube são fontes importantes de informação</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 13:46:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O último dia do 11º Congresso de HIV/AIDS (HepAids2017) em Curitiba, Paraná, foi palco da roda de conversa Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, promovida pelo UNAIDS Brasil. É fato que a tecnologia e sociedade evoluíram, e hoje o debate sobre HIV pode estar presente em conversas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-canais-no-youtube-sao-fontes-importantes-de-informacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O último dia do 11º Congresso de HIV/AIDS (<a href="https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-defesa-dos-direitos-humanos-para-resposta-epidemia-de-hiv-marca-cerimonia-de-abertura-em-curitiba/" target="_blank" rel="noopener">HepAids2017</a>) em Curitiba, Paraná, foi palco da roda de conversa Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, promovida pelo UNAIDS Brasil. É fato que a tecnologia e sociedade evoluíram, e hoje o debate sobre HIV pode estar presente em conversas entre amigos ou até mesmo em novelas. Entretanto, ainda há um tabu muito grande, e a falta de informação faz com que pessoas sejam passem por situações de preconceito e discriminação.<span id="more-7370"></span></p>
<p>Um dos pontos levantados pelo youtuber Gabriel Estrela, criador do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg" target="_blank" rel="noopener">projeto Boa Sorte</a>, foi a respeito do papel da internet e da arte na redução do estigma e disseminação de informações corretas. Artista multimídia, Gabriel já desenvolveu trabalhos de teatro, fotografia, vídeo, televisão, redação, entre outros, para falar sobre HIV com foco na juventude.</p>
<p>“O Projeto Boa Sorte engloba arte, informação e acolhimento para falar sobre HIV e AIDS. A arte sempre foi uma forma de organizar a linguagem”, explica Estrela. Além disso, enfatiza que falar sobre o tema não precisa ser ruim, nem relacionado a coisas ruins. “Convenhamos: no momento em que vemos manchetes pejorativas, falar sobre HIV sorrindo é muito forte! Quer dizer: além da palavra, dos códigos que a gente usa, existe a narrativa, os discursos que a gente expressa.”</p>
<p>O <a href="https://unaids.org.br/2017/10/unaids-lanca-traducao-em-portugues-do-guia-de-terminologia-sobre-hiv-e-aids/" target="_blank" rel="noopener">Guia de Terminologia do UNAIDS</a>, lançado na roda de conversa em Curitiba, durante o Congresso, deve servir como instrumento para que cada vez mais pessoas conheçam as recomendações sobre o uso de palavras cientificamente precisas e que promovam os direitos humanos universais e a dignidade do indivíduo. “O Guia traz não somente a questão social, mas também técnica dos termos, e uma coisa eu posso falar para vocês: o Brasil tem zero contaminados, mas sim 830 mil infectados. Contaminado tem uma conotação de bomba atômica, de lixo, e está errado!”, explica a Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard.</p>
<p>O debate, que contou com a presença de cerca de 60 pessoas na sala Guarapuava do ExpoUnimed, local onde aconteceu o Hepaids2017, foi transmitido ao vivo pela conta do Facebook do UNAIDS Brasil. A transmissão, que foi compartilhada por páginas como Põe na Roda, Projeto Boa Sorte, Revista Galileu, Gabriel Comicholi, os Discordantes, teve mais de 9 mil visualizações e um alcance de quase 40 mil pessoas.</p>
<p>Leia as matérias dos outros participantes da roda: <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-comunicacao-entre-medico-e-paciente-e-tema-em-roda-de-conversa-promovida-pelo-unaids/" target="_blank" rel="noopener">Marcos Borges (Doutor Maravilha)</a> e <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/" target="_blank" rel="noopener">Nathan Fernandes</a>.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/11º-Congresso-de-HIV_AIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener">Veja também a cobertura que o UNAIDS Brasil fez do evento pelo Twitter, através do Storify</a><br />
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-canais-no-youtube-sao-fontes-importantes-de-informacao/">Palavras não são neutras: canais no youtube são fontes importantes de informação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>HepAIDS 2017: Especialistas debatem avanços e desafios para a resposta ao HIV nas cidades</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-especialistas-debatem-avancos-e-desafios-para-resposta-ao-hiv-nas-cidades/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 12:43:50 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://unaids.org.br/?p=7212</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao lado de representantes de saúde das cidades de Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard participou do painel de debates A resposta ao HIV/AIDS nas cidades para alcançar as metas 90-90-90, que aconteceu no dia 27/9, durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-especialistas-debatem-avancos-e-desafios-para-resposta-ao-hiv-nas-cidades/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao lado de representantes de saúde das cidades de Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard participou do painel de debates A resposta ao HIV/AIDS nas cidades para alcançar as metas 90-90-90, que aconteceu no dia 27/9, durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba.<span id="more-7212"></span></p>
<p>O objetivo do painel foi falar sobre os resultados do compromisso das cidades com a Aceleração da Resposta ao HIV para que consigam alcançar as metas globais 90-90-90 e as metas de zero estigma e discriminação até 2020, propostas pelo UNAIDS.</p>
<p>“O futuro da saúde pública que está sendo desenhado agora é um futuro urbano. As cidades estão enfrentando mudanças em ritmos muito mais acelerados do que antigamente e as ações de gestores terão impactos profundos na saúde pública nos próximos anos&#8221;, disse a Diretora do UNAIDS ao apresentar os dados mais recentes sobre a epidemia de AIDS nas cidades brasileiras e na América Latina e os principais desafios a serem enfrentados.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Acelerar a resposta à epidemia nas cidades aumenta a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV, ao mesmo tempo em que responde a outros desafios em saúde pública com caminhos inovadores para a prevenção da epidemia.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Georgiana também apresentou as principais iniciativas para o fim da epidemia de AIDS e os compromissos assumidos pelas cidades brasileiras signatárias da Declaração de Paris. “É muito importante termos em mente que as populações-chave não podem estar fora da resposta à epidemia”, disse. “Sem a inclusão delas, não vamos alcançar as metas 90-90-90”. A Diretora do UNAIDS destacou exemplos de boas práticas nas cidades brasileiras na resposta ao HIV, destacando iniciativas em Salvador, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, entre elas a realização das campanhas <a href="https://unaids.org.br/2014/05/unaids-e-parceiros-lancam-campanha-de-prevencao-a-aids-durante-a-copa/" target="_blank" rel="noopener">Proteja o Gol</a>, durante a Copa do Mundo de 2014, e a <a href="https://unaids.org.br/euabraco/" target="_blank" rel="noopener">#EuAbraço</a>, que aconteceu durante os Jogos Olímpicos de 2016.</p>
<div id="attachment_7232" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/IMG_4420.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7232" class="wp-image-7232 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/IMG_4420.jpg" alt="" width="720" height="480" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/IMG_4420.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/IMG_4420-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><p id="caption-attachment-7232" class="wp-caption-text">Diretora do UNAIDS fala sobre a importância das cidades na resposta à epidemia. Foto: Daniel de Castro/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Também participaram da mesa as Coordenadoras municipais de HIV/AIDS das cidades de Curitiba, Clea Elisa Lopes Ribeiro, São Paulo, Maria Cristina Abatte, de Salvador, Helena Cristina Alves Vieira Lima, e Rio de Janeiro, Luciane Oscar. Elas apresentaram os avanços e desafios para a resposta à epidemia em suas respectivas cidades, todas signatárias da <a href="https://unaids.org.br/2016/03/adesao-de-cidades-a-declaracao-de-paris-ja-beneficia-35-mi-de-brasileiras-e-brasileiros-hiv-aids/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a>.</p>
<p><strong>Declaração de Paris</strong></p>
<p>As primeiras cidades brasileiras a assinar a Declaração de Paris em dezembro de 2014 foram Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro. As demais adesões aconteceram em 2015: três cidades fronteiriças do Alto Solimões (AM)—Tabatinga, Atalaia do Norte e Benjamin Constant—, além de São Paulo (SP), Manaus (AM), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e outros 13 municípios do Rio Grande do Sul, incluindo o próprio governo do estado e o Distrito Federal. Juntas, estas 23 cidades somadas ao Distrito Federal e ao Estado do Rio Grande do Sul, contam com uma população de quase 35 milhões de brasileiras e brasileiros.</p>
<p>Em julho de 2017, outras oito cidades assinaram a Declaração de Paris no Brasil, durante o encontro da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), em Campinas, no interior paulista: Aracaju (SE), Campinas (SP), Fortaleza (CE), Palmas (TO), Santana de Parnaíba (SP), Jaguariúna (SP) e Vitória (ES). O município do Rio de Janeiro, que já havia assinado a Declaração em 2014, reafirmou seu compromisso assinando novamente o documento juntamente com as demais cidades. Lançada pelo UNAIDS em dezembro de 2014 na capital francesa, a Declaração de Paris busca mobilizar esforços locais para alcançarmos o fim da epidemia de AIDS até 2030. Os municípios brasileiros se somam a mais de 200 prefeituras ao redor do mundo que já estão mobilizadas rumo às metas de tratamento 90-90-90 para 2020: ter 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% deste grupo tenham carga viral indetectável. Além das metas de tratamento, os prefeitos se comprometem a colocar as pessoas no centro das ações e enfrentar as causas do risco, das vulnerabilidades e da transmissão do HIV.</p>
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		<title>HepAIDS 2017: Defesa dos direitos humanos para a resposta à epidemia de HIV marca cerimônia de abertura em Curitiba</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-defesa-dos-direitos-humanos-para-resposta-epidemia-de-hiv-marca-cerimonia-de-abertura-em-curitiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 12:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[11º Congresso de HIV/AIDS e o 4º Congresso de Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[César Núñez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A resposta brasileira ao HIV e às hepatites virais só é possível em conjunto com a sociedade civil, instituições da área de saúde, pesquisadores, organismos internacionais e poder público.” A afirmação foi feita pela Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken, na, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/09/hepaids-2017-defesa-dos-direitos-humanos-para-resposta-epidemia-de-hiv-marca-cerimonia-de-abertura-em-curitiba/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A resposta brasileira ao HIV e às hepatites virais só é possível em conjunto com a sociedade civil, instituições da área de saúde, pesquisadores, organismos internacionais e poder público.” A afirmação foi feita pela Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken, na solenidade de abertura do 11º Congresso de HIV/Aids e 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAids 2017), na última terça-feira (26/09), no Teatro Positivo de Curitiba.<span id="more-7201"></span></p>
<p>Em seu discurso, o Diretor para América Latina e o Caribe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), César Nuñez, destacou a importância de alcançar os jovens na resposta à epidemia de AIDS. “O tema deste Congresso: prevenção combinada, é essencial. Precisamos reconhecer que estamos falhando em relação à prevenção com várias populações e é vital rever esse fato”, disse Nuñez. “Precisamos ser capazes de falar a linguagem do jovem de hoje, capazes de engajar os homens, capazes de quebrar tabus. Apesar de estar presente de forma mais contundente em algumas populações-chave, o HIV é uma questão de todos.” (leia o discurso da íntegra <a href="https://unaids.org.br/2017/09/discurso-de-dr-cesar-nunez-diretor-regional-do-unaids-para-america-latina-e-o-caribe-durante-abertura-do-11o-congresso-de-hivaids/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>)</p>
<div id="attachment_7209" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7209" class="wp-image-7209 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1.jpg" alt="" width="2048" height="1536" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/DKr2EEJWkAAlLBU-1-720x540.jpg 720w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a><p id="caption-attachment-7209" class="wp-caption-text">Diretor para América Latina e o Caribe do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), César Nuñez, discursa durante a abertura. Foto: Daniel de Castro/UNAIDS</p></div>
<p>Também estiveram presentes na mesa de abertura do encontro o Secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Loureiro Cavalcante; o presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate às Hepatites Virais, Deputado federal Marcos Reátegui (PSD-AP); a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard; o Diretor-Geral da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, Sezifredo Paz; a Secretária Municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak; a Representante do Conselho Nacional de Saúde, Heliana Hemetério; a Representante do movimento social de HIV/AIDS, João Maria de Castro; e a Representante do movimento social de hepatites virais, Sandra Dolores de Paulo Lima. “Quando trabalhamos juntos, mesmo quando temos diferenças de pontos de vista, somos mais fortes e asseguramos a sustentabilidade da resposta brasileira – e não há razão, portanto, para medo de retrocessos”, assegurou Dra. Adele.</p>
<p>Núñez também destacou a necessidade de debater direitos humanos para que a resposta ao HIV seja realmente efetiva. “Não podemos falar de prevenção, tratamento e nem de fim da AIDS sem direitos humanos. Não podemos alcançar as metas com o retorno de discussão sobre a cura gay, com projetos de lei que criminalizem a transmissão do HIV ou com qualquer outra forma de discriminação”, disse o Diretor Regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe.</p>
<div id="attachment_7221" style="width: 1290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7221" class="wp-image-7221 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/WhatsApp-Image-2017-09-27-at-07.21.58-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-7221" class="wp-caption-text">Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, Adele Benzaken, Diretora do DIAHV e César Nuñez, Diretor Regional do UNAIDS. Foto: DIAHV/SVS/Ministério da Saúde</p></div>
<p>Também em seu discurso, o Diretor Regional do UNAIDS parabenizou Curitiba por ter assinado, em 2014, a Declaração de Paris, comprometendo-se em acelerar os esforços locais para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030.  A secretária Municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, enfatizou a atenção às pessoas com HIV e hepatites virais. “Estamos falando de cuidar, e não somente da cura: precisamos melhorar o cuidado aos pacientes”, disse. A secretária lembrou o Programa Mãe Curitibana, que, ao implantar a testagem de HIV para gestantes, reduziu a zero o índice de transmissão vertical na capital paranaense. “É importante também deixar registrado o valor do movimento de jovens—que se articulam, se mobilizam e potencializam a resposta brasileira, com muito a nos ensinar sobre como fazer prevenção a partir de suas próprias experiências e seu ciclo de vida”, disse Adele. “Os que são e os que já foram jovens sabem o quanto este período da vida é importante para a consolidação de valores e para fazer ecoar as vozes na construção de um mundo melhor para todos nós.</p>
<div id="attachment_7202" style="width: 3658px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7202" class="wp-image-7202 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o.jpg" alt="" width="3648" height="2432" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o.jpg 3648w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298403636_651d7008f7_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3648px) 100vw, 3648px" /></a><p id="caption-attachment-7202" class="wp-caption-text">Ativistas em protesto pacífico durante da abertura do HepAids 2017. Foto: DIAHV/SVS/Ministério da Saúde</p></div>
<p>De forma pacífica, ativistas do movimento LGBTI+ e de AIDS ocuparam o palco do Teatro ao final da cerimônia, segurando cartazes e faixas que pediam mais empenho do poder público na garantia dos direitos humanos e das pessoas vivendo com HIV. Entre os pedidos estavam a manutenção da política de financiamento para AIDS, o fim do estigma e da discriminação e menos patentes.</p>
<p>Os ativistas encerraram o protesto com a leitura do manifesto AIDS no Brasil: o que não quer calar. “Precisamos de medidas urgentes para que tenhamos um sério debate nacional sobre os acertos e falhas da resposta à AIDS. Também é urgente reafirmar conquistas e princípios que sustentam social e ideologicamente nosso direito constitucional à saúde”, diz o documento. “Convocamos aos gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, estudantes, jornalistas e todos os demais setores da sociedade a juntar suas vozes ao movimento social numa avaliação profunda, honesta e transparente sobre como priorizar o que a resposta à Aids no Brasil tem de melhor e sobre como eliminar de vez aquilo que nos prende a um passado de pânico moral, exclusão social, sofrimento e morte civil.”</p>
<div id="attachment_7203" style="width: 2058px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7203" class="wp-image-7203 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k.jpg" alt="" width="2048" height="1365" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/37298402756_d049bac8d8_k-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a><p id="caption-attachment-7203" class="wp-caption-text">Premiação do trabalho vencedor do 1º Concurso Cultural para Seleção da Nova Arte para Embalagem da Camisinha Masculina. Foto: DIAHV/SVS/Ministério da Saúde</p></div>
<p>A cerimônia de abertura contou também com um show do músico Zé Rodrigo, a uma homenagem do DIAHV aos ativistas e à premiação do trabalho vencedor do 1º Concurso Cultural para Seleção da Nova Arte para Embalagem da Camisinha Masculina, realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)</p>
<p>Organizado pelo DIAHV, o Congresso HepAIDS 2017 traz como tema central a Prevenção combinada: multiplicando escolhas. Cerca de 4 mil participantes participam do encontro em Curitiba, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde de todo o Brasil, além de especialistas internacionais. O HepAids 2017 se encerra na próxima sexta-feira (29/09).</p>
<p><em>(Com informações da ASCOM do DIAHV)</em><br />
<em>Foto de capa: DIAHV/SVS/Ministério da Saúde</em></p>
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		<title>Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS marca presença no 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/09/programa-conjunto-da-onu-sobre-hivaids-marca-presenca-no-11o-congresso-de-hivaids-em-curitiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 17:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e alguns de seus copatrocinadores—UNICEF, UNESCO, UNFPA, UNODC e OPAS—participam esta semana do 11º Congresso de HIV/AIDS e o 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017), que acontece na cidade de Curitiba (PR) entre os dias 26 e 29 de setembro. Cerca de 4 mil, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/09/programa-conjunto-da-onu-sobre-hivaids-marca-presenca-no-11o-congresso-de-hivaids-em-curitiba/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/09/programa-conjunto-da-onu-sobre-hivaids-marca-presenca-no-11o-congresso-de-hivaids-em-curitiba/">Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS marca presença no 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e alguns de seus copatrocinadores—UNICEF, UNESCO, UNFPA, UNODC e OPAS—participam esta semana do 11º Congresso de HIV/AIDS e o 4º Congresso de Hepatites Virais (HepAIDS 2017), que acontece na cidade de Curitiba (PR) entre os dias 26 e 29 de setembro. Cerca de 4 mil participantes são esperados no ExpoUnimed Curitiba, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde de todo o Brasil, além de especialistas internacionais.<span id="more-7156"></span></p>
<p>O HepAIDS 2017 é organizado pelo <a href="http://www.aids.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV e das Hepatites</a> (DIAHV) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a>, e tem como objetivo reunir a comunidade científica, a sociedade civil, as pessoas vivendo com o HIV e com hepatites virais, profissionais de serviços de saúde e gestores públicos, para discutir os avanços e os desafios da resposta às epidemias de HIV e hepatites no Brasil, com uma abordagem cada vez mais integrada e voltada para as necessidades e características individuais de cada pessoa.</p>
<p>O tema do Congresso deste ano é <em>Prevenção combinada: multiplicando escolhas</em>. A prevenção combinada do HIV busca obter o máximo de impacto na prevenção do vírus por meio da combinação de estratégias comportamentais , biomédicas e estruturais baseadas em direitos humanos e informadas por evidências. O termo prevenção combinada também pode ser utilizado para se referir à estratégia adotada por um indivíduo para se prevenir do HIV combinando diferentes ferramentas ou métodos (ao mesmo tempo ou em sequência), conforme sua atual situação, risco e escolhas.</p>
<p>Como membro do comitê científico do Congresso, o UNAIDS e algumas de suas agências copatrocinadoras propuseram temas e discussões que farão parte da programação do encontro, por meio de mesas redondas, sessões paralelas e a distribuição de publicações e informações em um estande do Programa Conjunto. O Diretor Regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe, César Núñez, irá representar as Nações Unidas na cerimônia de abertura do Congresso, marcada para dia 26 de setembro, às 18h30. Além dele, a mesa de abertura também terá a presença da Diretora do DIAHV e Presidente do Congresso, Dra. Adele Banzaken, além de autoridades de saúde, autoridades locais e representantes dos profissionais da saúde e da sociedade civil .</p>
<p>Confira abaixo os detalhes da participação do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS no Congresso:</p>
<p><strong>27 de setembro</strong></p>
<p><strong> </strong>Às 8h30, o Fundo de População das Nações Unidas (<strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/UNFPA-Hq.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNFPA</a></strong>) fará a moderação da mesa <em>Experiências e práticas bem-sucedidas no Brasil, </em>que acontece na Sala Cascavel, que terá como tema <em>o Compartilhamento de experiências sobre a educação em sexualidade nos territórios</em>.</p>
<p>No mesmo horário, outro debate sobre <em>Experiências e práticas bem-sucedidas no Brasil</em> contará com a participação da <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/10/OMS-Hq.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">OPAS</a></strong> (Organização Pan-Americana de Saúde), que será responsável pela moderação e abordará o tema <em>Georreferenciamento para hepatites virais</em>, na Sala Colombo.</p>
<p>Às 10h30, o <strong>UNAIDS</strong> será responsável pela moderação da roda de conversa <em>A AIDS que não sai nos jornais</em>, às 10h30, no Auditório Curitiba, um debate organizado pelo DIAHV.</p>
<p>Às 14h30, a Diretora do <strong>UNAIDS</strong> no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, participará do painel <em>Acelerando a resposta ao HIV nas cidades para alcançar as metas globais 90-90-90 e as metas de zero estigma e discriminação até 2020. </em>Ela falará sobre o tema <em>A importância das cidades na resposta à epidemia de AIDS e no alcance das metas 90-90-90</em>, no Auditório Curitiba.</p>
<p>No mesmo horário, a <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/UNESCO-Hq.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNESCO</a></strong> (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) participará do painel sobre <em>Experiências de prevenção ao HIV e educação em sexualidade: vencendo barreiras</em> e falará sobre o tema <em>Instituições de ensino superior na prevenção ao HIV, educação em sexualidade e gênero no currículo do ensino superior</em>.</p>
<p><strong>Dia 28 de setembro</strong></p>
<p>Às 8h30, a <strong>OPAS</strong> será responsável pela moderação da conversa sobre <em>Experiências e práticas bem-sucedidas no Brasil</em> com o tema <em>Desafios da assistência farmacêutica</em>, na Sala Paranaguá.</p>
<p>Às 10h30, o <strong>UNFPA</strong> participará da mesa redonda sobre <em>Preservativo feminino: uma estratégia na prevenção combinada</em> e falará sobre os <em>Desafios para ampliação do acesso e da adesão: experiências internacionais e recomendações para aprimorar a programação do preservativo feminino. </em>O debate acontecerá na Sala Guarapuava.</p>
<p>No mesmo horário, o <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/10/UNODC-Hq.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNODC</a></strong> (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) participará da mesa redonda sobre <em>Prevenção combinada e redução de danos: interseções sobre o uso de drogas entre populações-chave e prioritárias</em> e falará sobre a <em>Prevenção combinada e o panorama das políticas sobre drogas</em>, na Sala Cascavel.</p>
<p><strong>29 de setembro</strong></p>
<p><strong> </strong>Às 10h30, o Diretor Regional do <strong>UNAIDS</strong> para a América Latina e o Caribe, César Núñez, participará da mesa redonda <em>Desafios para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 no Brasil e América Latina: a Declaração Política de 2016 e a Reunião de Alto Nível do Fórum Político de 2017</em>. O representante do UNAIDS falará o tema <em>Avanços e desafios para o fim da epidemia de AIDS na América Latina até 2030.</em></p>
<p>Às 14h30, o <strong>UNAIDS</strong> promoverá a mesa redonda <em>Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil</em>, marcará o lançamento do Guia de Terminologia do UNAIDS traduzido e adaptado para o português. O debate contará com a participação da Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, além dos youtubers Marcos Borges e Gabriel Estrela, bem como do jornalista Nathan Fernandes, editor da Revista Galileu. O Guia de Terminologia do UNAIDS é um documento com diretrizes que apontam a linguagem apropriada sobre os temas em torno do HIV, para fortalecer a resposta global à epidemia de AIDS. O debate acontecerá no Auditório Curitiba.</p>
<p>Além da participação nas mesas e debates, o Programa Conjunto será representado também em um estande conjunto da ONU, uma oportunidade para divulgar e dar visibilidade às ações das agências e programas no campo do HIV e direitos humanos. No estande, serão distribuídas para o público participante do Congresso as publicações mais importantes da ONU relacionadas ao tema—entre estas publicações está incluído o Guia de Terminologia do UNAIDS que será lançado em uma mesa redonda no dia 29. Também serão exibidos vídeos produzidos pelo UNAIDS e alguns de seus copatrocinadores em um telão instalado no estande.</p>
<p>A programação completa do congresso pode ser encontrada <a href="http://www.aids.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">no site oficial</a>.</p>
<p>Leia o comunicado de imprensa sobre a participação do UNAIDS completo <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/2017_09_21_Congresso_AIDS_JointTeam.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></p>
<p><em>Foto de capa: <a href="http://www.aids.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hepaids2017</a></em></p>
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