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	<title>Guatemala - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>América Latina: Um farol de esperança na Guatemala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 15:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi um dia de orgulho para Stacy Velasquez, diretora executiva da OTRANS Reinas de la Noche (Rainhas da Noite, em tradução livre para o português), em junho, ao abrir as portas da clínica comunitária que acabava de ser oficialmente aprovada como posto de saúde pelo Ministério da Saúde Pública e Assistência Social. Isso significava, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/07/america-latina-um-farol-de-esperanca-na-guatemala/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Foi um dia de orgulho para Stacy Velasquez, diretora executiva da OTRANS Reinas de la Noche (Rainhas da Noite, em tradução livre para o português), em junho, ao abrir as portas da clínica comunitária que acabava de ser oficialmente aprovada como posto de saúde pelo Ministério da Saúde Pública e Assistência Social. Isso significava que haveria, em tempo integral, profissionais de medicina.</p>



<span id="more-22254"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 40 mulheres trans e profissionais do sexo vieram à clínica desde a chegada do médico. A clínica existe há vários anos, mas com a aprovação do Ministério da Saúde e apoio financeiro do Fundo Global e da OXFAM, as pessoas atendidas agora têm acesso a cuidados integrais: prevenção e diagnóstico do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis; aconselhamento psicossocial; consultas médicas incluindo terapia hormonal; um serviço de laboratório para testes de saúde sexual e uma farmácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A clínica oferece a profilaxia pré-exposição (PrEP), uma intervenção biomédica inserida na abordagem de prevenção combinada, que se refere ao uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas com sorologia negativa para HIV para reduzir o risco de contrair o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em 2016, foi aprovada uma estratégia abrangente de saúde para pessoas trans com apoio técnico do UNAIDS. [Essa estratégia] inclui um manual de diretrizes para a atenção à saúde de pessoas trans&#8221;, disse Stacy, que trabalha há quase 18 anos como advocacia pela comunidade trans.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">OTRANS contribui com o CEDOSTALC, Centro de Documentação e Situação Trans da América Latina e o Caribe, um sistema comunitário para coletar informações, monitorar e responder às barreiras relacionadas aos direitos humanos enfrentadas pela população trans em 26 países da América Latina e o Caribe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Guatemala, as mulheres trans ainda enfrentam exclusão, discriminação, estigma, violências verbal e física, criminalização, marginalização e falta de reconhecimento de seus direitos, resultando em uma expectativa de vida de apenas 35 a 40 anos, sendo que a expectativa média de vida no país é de 74 anos.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Durante uma visita à clínica, a diretora nacional do UNAIDS, Marie Engel, elogiou o trabalho local e prestou homenagem a Andrea Gonzalez, representante legal da OTRANS, assassinada em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Guatemala, a taxa de prevalência de HIV é de 22,2% entre a população trans, em comparação com 0,2% para a população geral”, disse Marie Engel. “E embora as novas infecções por HIV tenham diminuído 23% entre todas as mulheres entre 2010 e 2019 em todo o mundo, elas não diminuíram entre mulheres trans. No entanto, as pessoas trans têm menos acesso aos serviços de HIV do que o resto da população.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação têm um efeito negativo profundo na saúde mental das pessoas trans, o que, por sua vez, pode influenciar sua vulnerabilidade à infecção pelo HIV. Dados reportados ao UNAIDS nos últimos anos mostram que a porcentagem de pessoas trans que evitam fazer o teste de HIV devido ao estigma e à discriminação varia de 47% a 73%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arquivo &#8220;<strong>HIV e Pessoas Trans e Outras Pessoas de Gênero Diverso</strong>&#8221; pode ser acessado <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media/documents/04-hiv-human-rights-factsheet-transgender-gender-diverse_pt.pdf">aqui</a></span>, em português.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O texto original, em inglês, pode ser conferido <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2022/july/20220715_guatemala" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></p>
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