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	<title>grupo temático - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>GT UNAIDS realiza sua primeira reunião desde o início da pandemia de COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 16:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) realizou em 7 de julho sua primeira reunião desde o início da pandemia de COVID-19. O encontro aconteceu de forma virtual e reuniu cerca de 45 pessoas, entre representantes de governo, embaixadas, agências, fundos e programas da ONU e organizações da sociedade civil, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/gt-unaids-realiza-sua-primeira-reuniao-desde-o-inicio-da-pandemia-de-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) realizou em 7 de julho sua primeira reunião desde o início da pandemia de COVID-19. O encontro aconteceu de forma virtual e reuniu cerca de 45 pessoas, entre representantes de governo, embaixadas, agências, fundos e programas da ONU e organizações da sociedade civil que atuam com HIV/AIDS. O tema central de discussão foi “Medidas de proteção social para populações em situação de maior vulnerabilidade aos agravos de saúde.”</p>



<span id="more-17888"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No início do encontro do Grupo Temático, a Dra. Socorro Gross, representante da OPAS/OMS no Brasil e Presidente do GT UNAIDS, destacou a necessidade do trabalho conjunto para proteger as populações mais vulneráveis e populações que vivem com HIV. &#8220;Uma pessoa que vive com HIV pode ter uma vida saudável com tratamento. Nós, juntos, podemos prevenir a discriminação e o estigma&#8221;, afirmou Socorro Gross.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, chamou a atenção para os resultados positivos da Reunião de Alto Nível da ONU sobre HIV e AIDS, realizada entre 8 e 10 de junho de 2021, e a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Declaração Política aprovada</a></strong></span> pelos Estados Membros. “É a primeira vez que conseguimos que os estados-membros da ONU aprovem uma Declaração Política que indica metas para combater as barreiras sociais como, por exemplo, a meta de que menos de 10% das populações-chave experimentem estigma e discriminação. Isso é a chave de nossa nova estratégia para nos colocar no caminho para acabar com a AIDS.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representante do PNUD no Brasil, Katyna Argueta, reforçou que a permanência das desigualdades significa que as pessoas com menos condições de defender seus direitos costumam ser as mais afetadas nas crises de saúde pública. &#8220;A crise causada pela pandemia de COVID-19 causou um retrocesso dramático aos avanços duramente conquistados na saúde global, inclusive os ligados ao HIV/AIDS. Neste contexto, devemos garantir que a pandemia de COVID-19 não altere a nossa mobilização em face do HIV/AIDS e evitar qualquer tipo de desmobilização.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ação do governo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu momento de fala, a Dra. Angélica Miranda, Coordenadora de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, compartilhou a experiência que está sendo executada para ampliar as medidas de proteção social para pessoas vivendo em situação de maior vulnerabilidade a partir de uma parceria com o Ministério da Cidadania. O objetivo da parceria, que abrange o Sistema Único da Saúde (SUS) e o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), é englobar os determinantes sociais, como a discriminação e segregação, e os aspectos comportamentais dos indivíduos, além de suas situações de saúde, suas crenças e atitudes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses determinantes sociais e comportamentais são peças fundamentais para a atenção integral à saúde e a abordagem integral deles é uma demanda antiga, estimulada pelos movimentos sociais, e que as Nações Unidas já vêm há muito tempo trabalhando. Como governo, queremos fazer esta abrangência total e a parceria entre o SUS e o SUAS vai ser importante e agregadora neste processo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margarete Preto, do ENONG/ANAIDS – Encontro Nacional de ONGs, Redes e Movimentos de Luta Contra a Aids, saudou a iniciativa e reforçou a importância da articulação intersetorial. &#8220;A iniciativa vem em boa hora. Estávamos esperando há um bom tempo por esta intersetorialidade. É importante que a sociedade civil participe desta construção porque na ponta gastamos muito tempo com certificações.&#8221; Jorge Beloqui, da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (RNP+), chamou também a atenção para a importância de envolver o INSS nesta conversa para garantir que a seguridade social seja vista como uma questão social e não puramente econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>40 anos da AIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião foi apresentado o vídeo produzido pelo UNAIDS que recorda os 40 anos dos primeiros registros de casos de AIDS e reforça que a hora de agir para acabar com a AIDS até 2030 é agora.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="40 anos da resposta à AIDS" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/1B8mH01f25w?start=10&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalho com pessoas migrantes e refugiadas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As estratégias de prevenção combinada para população venezuelana refugiada e migrante em Roraima, no contexto da COVID-19, também foram abordadas durante o GT UNAIDS. Akemi Kamimura, da OPAS/OMS, mostrou dados que indicam que a população de refugiados e refugiadas da crise venezuelana no Brasil chega a 360 mil pessoas. Com recursos provenientes do Joint Team do UNAIDS, a OPAS desenvolve uma atuação direta de fortalecimento das capacidades locais em prevenção combinada ao HIV, em coordenação com o governo federal, estadual e municipais envolvidos e participação da sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os riscos para a população em situação de rua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A seção seguinte trouxe um retrato da população vivendo em situação de rua e os impactos em termos de saúde e vulnerabilidades específicas no contexto da pandemia de COVID-19. A análise é resultado de uma cooperação entre o UNAIDS e o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e foi apresentada pelo consultor Tomás Melo. Ele chamou a atenção para a dificuldade de garantir que as pessoas em condição de rua sigam as recomendações para evitar a infecção pelo coronavírus, HIV e outras enfermidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como lidar com estes desafios complexos quando as pessoas em situação de rua estão vivendo no limite de suas vulnerabilidades, da exposição de seus corpos e da precariedade material?&#8221;, questiona Tomás Melo. Para o pesquisador é necessária uma mudança de estratégia conjunta que viabilize a possibilidade de superar a condição de rua por meio do acesso à moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio comunitário e comunicação do UNAIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última parte da reunião, Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS, compartilhou algumas das ações programáticas desenvolvidas para contribuir com a eliminação o estigma e discriminação que impulsionam as desigualdades e dificultam o acesso à saúde por parte de populações-chave. Ela destacou a importância de proteger socialmente as pessoas pertencentes às populações-chave considerando as vulnerabilidades somadas que tornam cada vez mais difícil que essas pessoas atendam a resposta biomédica disponível. Um dos exemplos apresentados por Ariadne foi o do <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2021/03/fundo-de-solidario-apoia-pessoas-trans-durante-a-pandemia-de-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo Solidário</a></strong></span>, que destina recursos a quatro iniciativas dirigidas por populações-chave para criarem empreendimentos sociais com foco em inclusão financeira, formação profissional e habilidades compartilhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fechar a sequência de apresentações, Renato Guimarães, Assessor de Comunicação e Advocacy do UNAIDS, destacou o papel da comunicação no esforço para acabar com a discriminação e o estigma associados ao HIV/AIDS. Para isso, o foco está em reconhecer, apoiar e trabalhar em processos colaborativos e de parceria com a sociedade civil e outras lideranças fundamentais no tema de HIV/AIDS. Um exemplo recente apresentado foi o apoio do UNAIDS à organização da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que, graças à mobilização da sociedade civil organizada, adotou este ano, pela primeira vez, HIV/AIDS como tema do evento, para que pessoas vivendo com HIV sejam mais acolhidas dentro da própria comunidade.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-17890" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_07_Foto-final-4.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Primeira edição do GT UNAIDS de 2021, que destacou o tema &#8220;Medidas de proteção social para populações em situação de maior vulnerabilidade aos agravos de saúde&#8221;</em></figcaption></figure></div>
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		<title>Transmissão vertical é tema da primeira reunião do GT UNAIDS de 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:58:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A transmissão vertical do HIV (quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação) ainda é um desafio de saúde pública para diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos adquiriram o HIV globalmente, de acordo com o relatório global do UNAIDS de 2019—Communities at the, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/08/transmissao-vertical-e-tema-da-primeira-reuniao-do-gt-unaids-de-2019/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A transmissão vertical do HIV (quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação) ainda é um desafio de saúde pública para diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos adquiriram o HIV globalmente, de acordo com o relatório global do UNAIDS de 2019—Communities at the centre (Comunidades no centro, na tradução livre para o português). No Brasil, a eliminação da transmissão vertical do HIV é uma das prioridades do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde para os anos de 2019 e 2020. O país aderiu às metas estabelecidas pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) de reduzir a menos de 2% o número de casos de HIV em crianças ou torná-los inexistentes.  </p>



<span id="more-12511"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Este foi o tema da primeira reunião do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS), que contará com a presidência da OPAS para o biênio 2019-2021. O encontro foi realizado nesta quarta-feira (14/8), em Brasília (DF). “Este é um espaço muito importante para que todos que temos responsabilidade na resposta ao HIV possamos apontar os desafios e encontrar soluções, contribuindo para chegar à meta dos indicadores propostos e alcançar o que todos queremos: uma melhor saúde para todos os que vivem no Brasil”, afirmou María Almirón, coordenadora de Doenças Transmissíveis e Análise de Situação de Saúde da Representação da OPAS/OMS no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reuniu cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU e organizações da sociedade civil, representadas por pessoas vivendo com HIV. O objetivo principal foi o de debater estratégias que impactem na redução da transmissão vertical no Brasil. A reunião teve como destaque a participação do município de Curitiba, que foi o primeiro no Brasil a receber a certificação de eliminação da transmissão vertical do HIV, concedida pelo Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, reforçou a importância das metas durante o encontro. “Elas são fundamentais para estimular os gestores e profissionais de saúde a melhorar suas estratégias e políticas públicas relacionadas ao HIV”, explicou.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da transmissão vertical como problema de saúde  pública a um nível mínimo foi estabelecida como meta global em 2017 pela OPAS/OMS. O documento Framework for elimination of mother-to-child transmission of HIV, syphilis, hepatitis B and Chagas (Marco para a eliminação da transmissão de mãe para filho de HIV, sífilis, hepatite B e chagas, na tradução livre para o português), reúne as diretrizes para ações que devem ser implementadas com foco nas mulheres, antes, durante e depois da gravidez, para evitar a transmissão para os bebês.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça o caso de Curitiba </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Curitiba (PR) foi a primeira do país a ser considerada livre da transmissão vertical do HIV. O município recebeu a certificação do Ministério da Saúde em 2017 e mantém a condição de eliminação até hoje. “Este é o resultado de anos de trabalho em toda a rede de saúde de Curitiba, que é organizada de forma racional. Prezamos pela integração das áreas de vigilância e assistência, com foco voltado para o acolhimento da gestante nos serviços de saúde”, ressaltou o diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Alcides de Oliveira, durante o GT UNAIDS. O diretor foi convidado a compartilhar as estratégias utilizadas pelo município, que resultaram na eliminação da transmissão vertical do HIV. Para manter o certificado, a cidade de Curitiba não pode apresentar mais do que dois casos de transmissão vertical em um ano (no caso específico de Curitiba, de acordo com suas características epidemiológicas e populacionais).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital paranaense, o cuidado com a gestante é priorizado há pelo menos 20 anos, com a criação da rede Mãe Curitibana Vale a Vida, em 2009. O documento é um protocolo utilizado para nortear as ações desenvolvidas nos serviços de saúde e reúne todas as informações para uma abordagem adequada da gestação, e inclui todo o cuidado relacionado à prevenção da infecção por HIV de mãe para filho. O documento pontua, ainda, todas as orientações sobre as etapas da gravidez, desde a testagem—que é recomendada a partir da primeira consulta do pré-natal até o último trimestre—, o acompanhamento nos casos em que o resultado para HIV for positivo, tratamento da mãe e monitoramento da carga viral.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Presidência da OPAS no GT UNAIDS </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidência do GT UNAIDS está sob a responsabilidade da Representação da OPAS/OMS no Brasil para o biênio 2019-2021. A OPAS/OMS é responsável pela condução da resposta global à epidemia do HIV na área da saúde. Como copatrocinadora do UNAIDS, a Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OMS/OPAS)  assume a liderança no tratamento e cuidados relacionados ao HIV e a coinfecção do HIV e tuberculose e coordena o trabalho em conjunto com o UNICEF sobre a eliminação da transmissão vertical do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As reuniões do GT UNAIDS no Brasil são realizadas pelo menos duas vezes ao ano e a escolha do tema é baseada em informações técnicas e de acordo com as necessidades consideradas fundamentais pelas organizações que compõem o grupo para a resposta à epidemia de HIV no país.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A complexidade da epidemia de AIDS demanda uma mobilização de vários setores e parceiros, e coloca o HIV entre os temas prioritários de atuação conjunta do Sistema ONU. </p>
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