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	<title>financiamento sustentével - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Recursos e financiamento para uma resposta eficaz à AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo de colocar a resposta ao HIV em uma base financeira segura é um trabalho em andamento, com resultados desiguais em todo o mundo com o objetivo de garantir uma resposta ao HIV sustentável, totalmente financiada, eficaz, equitativa e sensível às questões de gênero. A meta de 2020 de mobilizar pelo menos US$, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/recursos-e-financiamento-para-uma-resposta-eficaz-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O objetivo de colocar a resposta ao HIV em uma base financeira segura é um trabalho em andamento, com resultados desiguais em todo o mundo com o objetivo de garantir uma resposta ao HIV sustentável, totalmente financiada, eficaz, equitativa e sensível às questões de gênero. A meta de 2020 de mobilizar pelo menos US$ 26 bilhões para a resposta ao HIV não foi atingida. Outras metas, tais como a implementação de medidas de eficiência para otimizar o uso dos recursos existentes e para eliminar gargalos na expansão dos serviços, também não foram atingidas.</p>



<span id="more-17962"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O painel <a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/20210609_SP_EXD_funding_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">“Recursos e Financiamento para uma Resposta Eficaz à AIDS”</span></strong></a>, realizado em paralelo à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, reforçou a necessidade de alcançar uma resposta sustentável, totalmente financiada, equitativa e eficaz ao HIV em um ambiente desafiador para a saúde e para o desenvolvimento de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas fizeram um levantamento da situação atual e das principais ações para caminhar na direção certa, abordando diversas questões: Como seria uma resposta ao HIV sustentável, totalmente financiada, equitativa e eficaz? Como assegurar os níveis de financiamento necessários no ambiente desafiador que enfrentamos? Que medidas podemos e devemos tomar para melhorar o impacto/eficácia dos recursos disponíveis? Existem oportunidades que precisam ser melhor aproveitadas dentro da resposta ao HIV, da agenda de saúde mais ampla e da agenda de desenvolvimento mais ampla? Como podemos garantir que investimos nas intervenções ideais para as populações e lugares certos e que essas ações estejam alinhadas às novas metas globais e alcançe a meta conjunta do Objetivo 3 de Desenvolvimento Sustentável?</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais ações identificadas pelas pessoas do painel para orientar futuros esforços incluem o seguinte:</p>



<p class="wp-block-paragraph">· Melhor direcionamento das intervenções para alcançar equidade e impacto com base em necessidades e objetivos locais diversos e específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">· Abordagens e medidas para assegurar as combinações de financiamento necessárias, incluindo apoio internacional contínuo e financiamento doméstico apropriado e sustentável, e melhor equidade e eficiência na utilização desses recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">· Melhor integração de serviços de HIV em outras atividades que envolvam esforços de saúde e desenvolvimento, incluindo cobertura universal de saúde, fortalecimento do sistema de saúde, preparação e resposta a pandemias e capacitadores, tais como educação e proteção social, e para melhor ligar e alavancar esses esforços e maximizar o impacto para as pessoas que vivem com, em risco ou afetadas pelo HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">· A importância de garantir que fatores transversais fundamentais, como a sensibilidade ao gênero, a eliminação de desigualdades, o aproveitamento de dados e a prevenção, sejam devidamente apoiados e integrados em todo o processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">· A necessidade de responsabilidade compartilhada, que exige que os países que podem pagar por suas próprias respostas o façam plenamente e que aqueles sem capacidade de pagar sejam apoiados pelos doadores como parte da solidariedade global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel também examinou como os investimentos na resposta ao HIV podem ajudar a reduzir as vulnerabilidades e desigualdades sociais e como catalisar gastos sociais mais efetivos usando um modelo baseado em direitos, centrado nas pessoas e que dá poder a pessoas e comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, o painel situou a discussão nos contextos mais amplos de desenvolvimento e fiscal, explorando a economia do HIV, bem como como enfrentar as desigualdades e usar respostas ao HIV centradas nas pessoas para nos colocar no caminho certo para alcançar o Objetivo 3 de Desenvolvimento Sustentável. Ele abordou os custos da inação e da complacência, não apenas para a resposta ao HIV, mas também através dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Olhando para as realidades fiscais, os membros do painel apresentaram uma análise mais ampla da situação atual e reflexões sobre o caminho a seguir para proteger e expandir o tão necessário espaço fiscal, orçamentário e político através de medidas como o combate à angústia da dívida pública, injustiça fiscal e fluxos financeiros ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Destaques das apresentações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Diante desta diversidade de desafios, devemos permanecer com foco no que deve ser feito para enfrentar o desafio que estamos aqui para discutir hoje. A liderança política, as respostas lideradas pela comunidade e a solidariedade global devem se mobilizar e usar efetivamente US$ 29 bilhões anuais até 2025 para acelerar o progresso no sentido de alcançar as metas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Kenneth Ofori-Atta</span>, <strong>Ministro das Finanças de Gana</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Há necessidade de aumentar nossos investimentos em prevenção eficaz e priorizar a triagem direcionada, especialmente para populações-chave e grupos vulneráveis&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Veronique Kilumba</span>, <strong>Vice-ministra da Saúde da República Democrática Do Congo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sabemos que esta epidemia é alimentada pela desigualdade, pela discriminação, por barreiras relacionadas aos direitos humanos, por barreiras relacionadas ao gênero. Devemos enfrentar essas barreiras com dinheiro e liderança política&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Peter Sands</span>, <strong>Diretor Executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos defender os investimentos de capital humano na saúde, incluindo HIV, educação e proteção social durante o estímulo e a austeridade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">David Wilson</span>, <strong>Diretor do Programa de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos ferramentas que funcionam, mas devemos usá-las sabiamente. O investimento só é inteligente e eficaz se for genuinamente adaptado às diversas experiências vividas. A evidência é essencial, acompanhada da obrigação de agir de acordo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Adeeba Kamarulzaman</span>, <strong>Presidenta da Associação Internacional de AIDS</strong><br><br>Assista <a href="https://cdnapisec.kaltura.com/index.php/extwidget/preview/partner_id/2503451/uiconf_id/43914941/entry_id/1_1p4j8k0s/embed/dynamic" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a> a transmissão on-line deste painel (em inglês)</p>
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	            data-title="Recursos e financiamento para uma resposta eficaz à AIDS" 
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		<title>Sem financiamento sustentável, resposta à AIDS pode falhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 18:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, a Assembleia Geral das Nações Unidas comprometeu-se a alcançar a saúde universal até 2030. Também prometeu acelerar os esforços para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo o fim da AIDS, até 2030. Esses compromissos mostram que existe vontade política para responder às crises mais graves que o mundo enfrenta.  Em 2016, a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/sem-financiamento-sustentavel-resposta-a-aids-pode-falhar/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, a Assembleia Geral das Nações Unidas comprometeu-se a alcançar a saúde universal até 2030. Também prometeu acelerar os esforços para alcançar os <a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" label="Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (opens in a new tab)">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a>, incluindo o fim da AIDS, até 2030. Esses compromissos mostram que existe vontade política para responder às crises mais graves que o mundo enfrenta. </p>



<span id="more-13004"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, a Assembleia Geral estabeleceu, na&nbsp;Declaração Política sobre o Fim da AIDS, a ampliação constante do investimento nas respostas à AIDS em países de baixa e média renda, aumentando para pelo menos&nbsp;US$ 26&nbsp;bilhões em 2020. No final de 2018, no entanto, apenas US$ 19 bilhões (em dólares constantes de 2016)&nbsp;estavam disponíveis. E&nbsp;o&nbsp;pior,&nbsp;os&nbsp;US$ 19 bilhões foram US$ 1 bilhão a menos&nbsp;do&nbsp;que no ano anterior.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez um aumento constante, o financiamento global para o HIV está diminuindo. O compromisso&nbsp;político simplesmente não está sendo acompanhado pelo financiamento necessário para tornar realidade a visão de acabar com a AIDS. Faltando pouco mais de um ano para meta de 2020, de US$ 26 bilhões, o financiamento para a resposta à AIDS fica abaixo de US$ 7 bilhões. Esse déficit é particularmente alarmante, porque sabemos que os investimentos na resposta à AIDS salvam vidas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo não pode se dar ao luxo de recuar no investimento&nbsp;da resposta à AIDS&#8221;, disse&nbsp;Gunilla&nbsp;Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS. &#8220;Os países devem honrar seu compromisso de aumentar, constantemente, seus investimentos na resposta ao HIV, para que o mundo cumpra suas obrigações com os mais vulneráveis ​​e desfavorecidos&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, houve declínio do financiamento em todos os setores: recursos domésticos (redução de 2%), <a href="https://www.theglobalfund.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (opens in a new tab)">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a> (redução de 20%, explicado pelas flutuações em seu ciclo de concessão de três anos), outros canais multilaterais (queda de 2%), programas bilaterais do governo dos Estados Unidos (queda de 3%), programas bilaterais de outros países doadores (queda de 17%), organizações filantrópicas (queda de 18%) e outras fontes internacionais (redução de 4%). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países de baixa e média renda estão financiando, cada vez mais, suas respostas à AIDS. Entre 2010 e 2018, os&nbsp;recursos domésticos&nbsp;investidos&nbsp;por países de baixa e média renda aumentaram 50%, enquanto os investimentos internacionais cresceram apenas 4%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O financiamento interno em 2018 nos países de baixa e média renda representou 56% do total de recursos financeiros, apesar de grandes variações entre as regiões. Na África oriental e meridional,&nbsp;na região com a maior carga de HIV, 59% dos recursos do HIV vieram de doadores em 2018—e isso sobe para 80% se a África do Sul for excluída da análise. Entre 2010 e 2018, todos os principais doadores, exceto os Estados Unidos, reduziram suas contribuições diretas bilaterais para as respostas à AIDS de outros países.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este&nbsp;mês de outubro é extremamente importante para o financiamento e para o HIV. Em Lyon, na França, no dia 10 de outubro, governos e parceiros se reunirão para a&nbsp;6ª Conferência de Reabastecimento do Fundo Global. Buscando arrecadar pelo menos US$ 14 bilhões para a resposta ao HIV, tuberculose e malária entre 2020 e 2022, o Fundo Global estima que 16 milhões de vidas serão salvas, caso os programas sejam totalmente financiados,&nbsp;resultando em 27&nbsp;milhões de vidas salvas desde seu início, em 2002.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Convoco os países a financiarem totalmente o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária em seu próximo&nbsp;reabastecimento—16 milhões de homens, mulheres e crianças estão contando com isso&#8221;, disse&nbsp;Carlsson.&nbsp;</p>
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