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	<title>Egito - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Ampliando serviços livres de estigma para mulheres no Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 18:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a família e os vizinhos de Salma Karim (nome fictício) descobriram que ela vivia com HIV, eles a expulsaram de casa. Sem ter para onde ir, ela foi forçada a deixar seus dois filhos pequenos para trás. Esta não é uma história incomum no Egito. Uma em cada cinco pessoas vivendo com HIV, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/ampliando-servicos-livres-de-estigma-para-mulheres-no-egito/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a família e os vizinhos de Salma Karim (nome fictício) descobriram que ela vivia com HIV, eles a expulsaram de casa. Sem ter para onde ir, ela foi forçada a deixar seus dois filhos pequenos para trás. Esta não é uma história incomum no Egito. Uma em cada cinco pessoas vivendo com HIV relata ter sido forçada a deixar seus lares por locatários, familiares ou vizinhos.<span id="more-11094"></span></p>
<p>Altos níveis de estigma e discriminação impulsionam novas infecções por HIV no país, que duplicaram entre 2010 e 2016. Mulheres e adolescentes geralmente são as mais vulneráveis. Normas sociais, desigualdade de gênero, dependência econômica, discriminação legal e práticas nocivas as afetam desproporcionalmente, tornando-as mais vulneráveis ao HIV e enfrentando ainda mais estigma e discriminação no caso de infecção pelo vírus.</p>
<p>Em 2016, o UNAIDS, em parceria com o Ministério da Saúde e População do Egito, uniu esforços para desenvolver uma resposta transfomadora de igualdade de gênero à epidemia do HIV. Com financiamento do governo holandês, foi lançado um projeto piloto chamado ‘Aprimorando a Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Vivendo com HIV e Afetadas pelo Vírus’. Três anos depois, o projeto já dobrou seu alcance, fornecendo serviços de saúde sexual e reprodutiva de qualidade livre de estigmas para seus beneficiários.</p>
<p>“Perdi meu primeiro filho porque não sabia que vivia com HIV”, explica Nour Tarek (nome fictício). Foi em um dos locais do projeto-piloto, em Giza, que ela recebeu o apoio para acessar seus direitos reprodutivos livre de discriminação. “Eu recebi acompanhamento médico no hospital e engravidei novamente.”</p>
<p>Graças ao medicamento antirretroviral que recebeu durante a gravidez, seu bebê Mona (nome fictício) não vive com HIV. “Ainda temos que continuar fazendo o teste até que ela esteja mais velha para ter certeza de que está bem”, explica Tarek.</p>
<p>Tendo provado seu sucesso, o projeto-piloto está sendo ampliado para um terço das províncias do país. O objetivo é oferecer saúde sexual e reprodutiva de alta qualidade e serviços de HIV para 1.300 mulheres vivendo com HIV e para 3.000 mulheres em maior risco de infecção. Seu foco na capacitação de prestadores de serviços de saúde e organizações da sociedade civil será fundamental para evitar o estigma e a discriminação no futuro, que atualmente leva uma em cada quatro pessoas vivendo com HIV no Egito a não divulgar seu estado sorológico para o HIV ao buscar atendimento.</p>
<p>Durante sua visita ao Cairo em 9 de abril, o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, e o Embaixador dos Países Baixos no Egito, Laurens Westhoff, discutiram a ampliação do projeto. Implementado por meio de uma nova doação holandesa de três anos, os serviços ampliados complementarão os esforços nacionais para alcançar a ambiciosa nova Estratégia Nacional de Combate à AIDS 2018-2020 do Egito e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
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		<title>No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus. Para debater, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus.</span><span id="more-8861"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para debater sobre essa questão, cerca de 300 estudantes de medicina, representando 18 universidades de todo o Egito, reuniram-se com representantes da academia, da sociedade civil, do governo e do Sindicato dos Médicos do Egito. Com apoio do UNAIDS, a divisão egípcia da Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina realizou no Cairo (21/4) uma consulta de um dia sobre o estigma e a discriminação relacionados ao HIV em serviços de saúde.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As pessoas que vivem com HIV devem ter direitos e oportunidades iguais. Negar o acesso aos serviços de saúde é inaceitável. Através desta consulta, pretendemos informar sobre nossa estratégia nacional com novas intervenções direcionadas ao enfrentamento do estigma e da discriminação”, disse Walid Kamal, Diretor do Programa Nacional sobre AIDS do Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a consulta, os participantes fizeram um balanço dos progressos alcançados na resposta ao estigma e à discriminação e decidiram manter um diálogo constante para identificar ações que abordem o estigma e a discriminação nos serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estamos testemunhando uma oportunidade sem precedentes para abordar a discriminação nos serviços de saúde com apoio político e visão programática. Embora os recursos sejam escassos, contamos com o apoio dos estudantes de medicina como os líderes de amanhã e com o poder do voluntariado para abordar essa questão”, disse Ahmed Khamis, Diretor do UNAIDS no Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram que mecanismos de prestação de contas precisam ser aplicados para monitorar e avaliar as intervenções, garantindo que ações apropriadas sejam tomadas pelas autoridades relevantes para abordar as violações de direitos em serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A ética médica é uma necessidade entre os promotores de saúde. O Sindicato dos Médicos do Egito está organizando oficinas e conferências para reforçar a ética entre os prestadores de serviços da saúde. Gostaria de lembrar a todos sobre os direitos dos pacientes”, disse Sherine Ghaleb, representante da entidade de classe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram em priorizar o lançamento da Política do Ministério da Saúde e População pelo Fim do Estigma do e integrar o estigma e a discriminação relacionados ao HIV na disciplina de ética ensinada a todos os médicos que se formam no Egito. Os participantes também concordaram em dar acesso ao mecanismo de prestação de contas e investigação do Sindicato dos Médicos do Egito para as organizações da sociedade civil e pessoas vivendo com HIV, de forma que possam relatar violações e distribuir informações sobre profilaxia pós-exposição nos currículos das faculdades de medicina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As recomendações feitas durante a consulta foram endossadas pelo Programa Nacional sobre AIDS e serão incluídas no plano de ação traçado pelo Egito para abordar o estigma e a discriminação em relação ao HIV nos serviços de saúde. O progresso desse roteiro será monitorado por um grupo que inclui uma forte representação de pessoas vivendo com HIV.</span></p>
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