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	<title>Doenças não transmissíveis - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS compartilha lições da resposta à AIDS em Reunião de Alto Nível sobre Doenças Não Transmissíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 12:35:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reunião de Alto Nível da ONU sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças não transmissíveis (DNTs) são as maiores causadoras de mortes globalmente, sendo responsáveis por 71% de todas as mortes no mundo. Definidas pela Organização Mundial da Saúde como doenças de longa duração e, geralmente, de progressão lenta, os quatro principais tipos de DNTs são: doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes. Juntas,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/aprendendo-licoes-da-resposta-a-aids-para-controlar-doencas-nao-transmissiveis-na-reuniao-de-alto-nivel-sobre-prevencao-e-controle-de-dnts/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As doenças não transmissíveis (DNTs) são as maiores causadoras de mortes globalmente, sendo responsáveis por 71% de todas as mortes no mundo. Definidas pela Organização Mundial da Saúde como doenças de longa duração e, geralmente, de progressão lenta, os quatro principais tipos de DNTs são: doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes. Juntas, essas doenças são responsáveis por 80% de todas as mortes prematuras por DNTs.<span id="more-9938"></span></p>
<p>Pessoas de todas as idades podem ser afetadas por doenças não transmissíveis, mas elas tendem a afetar pessoas mais velhas. Com o número crescente de pessoas vivendo com HIV com acesso ao tratamento e, consequentemente, vivendo mais, as pessoas vivendo com HIV estão adoecendo com as DNTs cada vez mais. No entanto, viver com HIV também aumenta o risco de desenvolver DNTs, por causa da própria infecção e dos efeitos colaterais dos medicamentos usados para tratar o HIV. Portanto, os cuidados que as pessoas vivendo com HIV recebem precisa incluir o cuidado com as DNTs.</p>
<p>Como as pessoas em muitos países de baixa e média renda estão fumando mais, ingerindo mais álcool, tornando-se menos ativas e mudando suas dietas, as taxas de DNTs estão aumentando. As taxas de mortalidade por idade das DNTs são quase duas vezes mais altas nos países de baixa e média renda do que nos países de alta renda.</p>
<p>No entanto, os avanços alcançados até o momento na resposta à AIDS mostram o que pode ser feito se os países tomarem medidas decisivas. Está ficando cada vez mais claro que, se o mundo quiser controlar as DNTs, as lições da resposta à AIDS precisam ser aprendidas e aplicadas na resposta às DNTs.</p>
<p>Os sistemas de saúde das regiões que abrigam a maioria das pessoas vivendo com HIV foram projetados para tratar principalmente doenças agudas, e não crônicas. No entanto, os programas de HIV nesses mesmos países podem ser bons modelos de como aumentar os serviços para as DNTs, mostrando como dar continuidade aos cuidados, apoiar a adesão ao tratamento e envolver as comunidades.</p>
<p>A resposta à AIDS teve um impacto enorme na saúde global. Algumas lições-chave da resposta à AIDS podem guiar a resposta às DNTs, como: impacto de diagnóstico e tratamento precoces, serviços de HIV como ponto de entrada para serviços de saúde mais amplos, importância de combater a pobreza e outros determinantes sociais de saúde, aumentar a conscientização da comunidade e criar demandas por serviços, importância de colocar sociedade civil e comunidades no centro, com seu engajamento, ativismo, defesa e mobilização.</p>
<p>“A resposta ao HIV mostrou que o impossível é possível,” disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “O UNAIDS trabalhará com nossos parceiros do sistema das Nações Unidas para compartilhar as melhores práticas da resposta à AIDS para orientar países, comunidades e outros parceiros”.</p>
<p>Como parte dos esforços mundiais para combater as DNTs, no dia 27 de setembro, líderes de países se reuniram em Nova York, nas Nações Unidas para a Terceira Reunião de Alto Nível da ONU sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis. O UNAIDS é parte da Força-Tarefa Interinstitucional das Nações Unidas para a Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis e compartilhará seu conhecimento na reunião de alto nível.</p>
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		<title>OMS estima custo de alcançar metas globais de saúde até 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/oms-estima-custo-de-alcancar-metas-globais-de-saude-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 12:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo SDG Health Price Tag (Custos dos ODS em Saúde, na tradução livre para o português), publicado nesta segunda-feira (17/7) no The Lancet Global Health, estima os custos e os benefícios da expansão progressiva dos serviços de saúde para atingir as metas de saúde dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)  em 67 países, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/oms-estima-custo-de-alcancar-metas-globais-de-saude-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo <em>SDG Health Price Tag</em> (Custos dos ODS em Saúde, na tradução livre para o português), publicado nesta segunda-feira (17/7) no <em>The Lancet Global Health</em>, estima os custos e os benefícios da expansão progressiva dos serviços de saúde para atingir as metas de saúde dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)  em 67 países de baixa e média renda<b>—</b>que concentram 75% da população mundial.<span id="more-6757"></span></p>
<p>A análise mostra que investimentos para expandir os serviços de cobertura de saúde universal e as outras metas de saúde dos ODS poderiam prevenir 97 milhões de mortes prematuras globalmente entre agora e 2030, além de adicionar até 8,4 anos de expectativa de vida em alguns países. Embora a maioria dos países consiga arcar com os investimentos necessários, as nações mais pobres precisarão de assistência para atingir as metas.</p>
<p>“A cobertura de saúde universal é, em última análise, uma escolha política. É responsabilidade de todos os países e do governo nacional persegui-la”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS, <a href="http://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(17)30295-4/fulltext?elsca1=tlxpr" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em um comentário que acompanha o artigo na <em>The Lancet Global Health</em></a>.</p>
<p>No <em>SDG Health Price Tag</em> são colocadas duas hipóteses: uma “ambiciosa”, na qual investimentos são necessários para que os países alcancem os objetivos de saúde nos ODS até 2030; e uma de “progresso”, em que os países conseguiriam percorrer dois terços ou mais do caminho até as metas.</p>
<p>Em ambos os cenários, os investimentos em sistemas de saúde, como o emprego de mais profissionais de saúde, a construção e operação de novas clínicas, hospitais e laboratórios, bem como a compra de equipamentos médicos, representam 75% do total. Os custos restantes são para medicamentos, vacinas, seringas e outros insumos usados para prevenir ou tratar doenças específicas e para atividades como treinamento, campanhas de saúde e divulgação para comunidades vulneráveis.</p>
<p>Na hipótese “ambiciosa”, alcançar as metas de saúde dos ODS exigiria que novos investimentos aumentassem ao longo do tempo, de 134 bilhões para 371 bilhões de dólares anuais (58 dólares por pessoa), até 2030.</p>
<p>A análise mostra que 85% desses custos podem ser atendidos com recursos domésticos, ainda que 32 dos países mais pobres do mundo enfrentem uma lacuna anual de até 54 bilhões de dólares e continuarão precisando de assistência externa. Os países de alta renda não foram incluídos na análise, mas outras estimativas mostram que todos podem fornecer cobertura de saúde universal com serviços de saúde essenciais aos seus cidadãos.</p>
<p>O cenário ambicioso inclui o acréscimo de mais de 23 milhões de profissionais de saúde e a construção de mais de 415 mil novos estabelecimentos de saúde, dos quais 91% seriam centros de saúde primários.</p>
<p>Esses investimentos estimularão os gastos com saúde como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) em todos os 67 países, de uma média de 5,6% para 7,5%. A média global de gastos com saúde em relação ao PIB é de 9,9%. Embora as despesas mais elevadas não se traduzam necessariamente na melhoria da saúde, fazer o investimento certo no momento certo pode proporcinar esse resultado.</p>
<p>Os investimentos poderiam prevenir 97 milhões de mortes prematuras—uma a cada cinco segundos durante 15 anos—incluindo mais de 50 milhões de natimortos e óbitos de crianças menores de cinco anos, assim como 20 milhões de mortes por doenças não transmissíveis como enfermidades cardiovasculares, diabetes e câncer. A expectativa de vida aumentaria—entre 3,1 e 8,4 anos—e 535 milhões de anos de vida saudável seriam acrescentados nos 67 países.</p>
<p>A hipótese de “progresso” exigiria que novos investimentos aumentassem de 104 bilhões de dólares por ano para 274 bilhões de dólares (ou 41 dólares por pessoa) até 2030. Esses investimentos evitariam cerca de 71 milhões de mortes prematuras e aumentariam os gastos com saúde em relação ao PIB a uma média de 6,5%. Mais de 14 milhões de novos trabalhadores de saúde seriam adicionados e cerca de 378 mil novas instalações de saúde construídas, 93% das quais seriam centros de atenção primária.</p>
<p>A análise inclui metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (saúde e bem-estar), bem como metas do Objetivo 2 (fome zero), Objetivo 6 (água limpa e saneamento) e Objetivo 7 (energia limpa e acessível). Alguns alvos e doenças foram excluídos por conta da dificuldade de se estimar seus custos associados e impactos na saúde ou pela falta de dados robustos.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/ODS4.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="504" height="504" class="aligncenter size-full wp-image-6855" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/ODS4.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/ODS4.jpg 504w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/ODS4-150x150.jpg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/ODS4-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /></a></p>
<p>O <em>SDG Health Price Tag</em> não prescreve o que os países devem gastar em saúde, mas é destinado a ser uma ferramenta para informar pesquisas futuras. O artigo também destaca que alcançar a cobertura universal de saúde e outras metas de saúde requer não apenas financiamento, mas também vontade política e respeito aos direitos humanos.</p>
<p>A OMS planeja atualizar as estimativas a cada cinco anos e incluirá outras metas e doenças relacionadas à saúde, à medida que mais evidências estejam disponíveis.</p>
<p><b>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</b></p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram adotados pelos Estados Membros das Nações Unidas em 2015 como a lista de tarefas mundial para os próximos 15 anos. Eles compreendem 17 objetivos ambiciosos e interligados e 169 metas para um mundo mais saudável, mais seguro e mais justo até 2030. Enquanto os ODS são para todos os países, o <em>SDG Health Price Tag</em> concentrou-se em 67 países de baixa e média renda que enfrentam os maiores desafios em termos de expansão dos serviços de saúde.</p>
<p>O <em>SDG Health Price Tag</em> atualiza as estimativas da OMS publicadas em 2009 sobre os recursos necessários para fortalecer a prestação de serviços de saúde em países de baixa renda para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.</p>
<p><strong>—<a href="http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS2214-109X(17)30263-2/fulltext?elsca1=tlxpr" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia aqui o artigo original em inglês publicado na <em>The Lancet Global Health</em> </a></strong></p>
<p><strong>—<a href="http://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(17)30295-4/fulltext?elsca1=tlxpr" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja aqui o comentário do Diretor-Geral da OMS, também em inglês, sobre essas conclusões </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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