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	<title>Dia Internacional da Juventude - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Dia Internacional da Juventude 2022: criando um mundo para todas as idades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 15:33:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>KALISITO BIAUKULA, GENENDIT, FIJI O que o Dia Internacional da Juventude significa para você? Significa destacar as vozes da juventude e um chamado à ação de nossas vozes para que nosso ponto de vista seja integrado em todos os programas e políticas. Além disso, deve haver uma ênfase no investimento em organizações lideradas por, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/08/dia-internacional-da-juventude-2022-criando-um-mundo-para-todas-as-idades/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color"><strong>KALISITO BIAUKULA, GENENDIT, FIJI</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o Dia Internacional da Juventude significa para você?</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa destacar as vozes da juventude e um chamado à ação de nossas vozes para que nosso ponto de vista seja integrado em todos os programas e políticas. Além disso, deve haver uma ênfase no investimento em organizações lideradas por jovens e no apoio ao ativismo juvenil.</p>



<span id="more-22228"></span>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é um mundo para todas as idades no contexto da resposta ao HIV?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A juventude deveria ter uma palavra a dizer ou uma autoridade a respeito das decisões que afetam seus corpos e vidas. Na região da Ásia-Pacífico de onde venho, há muitas leis punitivas e criminalizações. [Estas leis] alimentam o estigma e a discriminação entre as principais populações jovens e, para mim, aumenta as barreiras aos necessários serviços de HIV.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4.jpg" alt="" class="wp-image-22234" width="720" height="464" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH4-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption>Kalisito Biaukula, GenEndIt, Fiji</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos assegurar uma abordagem intersetorial, intergeracional e baseada em direitos humanos para alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de jovens em toda a nossa diversidade em toda a região. Reconhecemos plenamente os princípios de &#8220;Não causar dano&#8221; e &#8220;Não deixar ninguém para trás&#8221;. Nunca é demais insistir em consultar todas as comunidades da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color"><strong>ERIKA DUPUIS, VICE-PRESIDENTE DA ONG “THE PACT” (O pacto, na tradução livre para o português), CANADÁ</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o Dia Internacional da Juventude significa para você?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma celebração global das contribuições, inovações e liderança da juventude. É um dia de celebração e reflexão sobre como as partes interessadas podem sustentar e fortalecer da melhor forma possível a construção do movimento juvenil.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3.jpg"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3.jpg" alt="" class="wp-image-22233" width="720" height="464" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH3-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption>Erika Dupuis, vice presidente dO Pacto, Canada</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que tipo de ativismo você está fazendo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PACT, uma coalizão global de mais de 150 organizações lideradas por jovens e que prestam serviços à juventude, concluiu recentemente outro ciclo da Universal Periodic Review, UPR (Revisão Periódica Universal, na tradução livre para o português), onde temos apoiado organizações lideradas por jovens para analisar e abordar as lacunas atuais na resposta ao HIV não apenas com populações-chave jovens, mas em todas as gerações. A UPR é um mecanismo-chave para destacar as violações dos direitos humanos que ocorrem em nível nacional no espaço multilateral, e por meio de nossa parceria com a Sexual Rights Initiative (Iniciativa de Direitos Sexuais, na tradução livre para o português) temos aproveitado o aprendizado intergeracional para assegurar que jovens tenham suas vozes ouvidas também neste espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é um mundo para todas as idades no contexto da resposta ao HIV?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É a compreensão e promoção da solidariedade intergeracional e parcerias para guiar o futuro ativismo baseado na comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color"><strong>CHINMAY MODI, REDE GLOBAL DE JOVENS QUE VIVEM COM O HIV (Y+ GLOBAL), INDIA</strong></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o Dia Internacional da Juventude significa para você?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É o dia em que jovens são protagonistas e que ouvimos muito barulho sobre jovens em todo o mundo. É o dia em que todas as parcerias reconhecem a juventude e suas contribuições para o mundo. É o nosso dia de visibilidade para sensibilizar o mundo sobre as questões que nos afetam e nosso dia para mostrar o trabalho que temos feito como jovens.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2.jpg"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2.jpg" alt="" class="wp-image-22232" width="720" height="464" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH2-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption>Chinmay Modi, Rede Global de Jovens que Vivem com o HIV (Y+ Global), Índia</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que ativismo você está fazendo na Y+ Global?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma rede global de jovens, temos a tarefa de defender questões que adolescentes e jovens vivendo com HIV enfrentam. Projetamos, planejamos e executamos campanhas de conscientização sobre questões enfrentadas pela juventude e responsabilizamos as lideranças globais e instituições de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazemos parcerias com redes nacionais de jovens vivendo com o HIV e as apoiamos no desenvolvimento de suas estratégias de defesa e, ao mesmo tempo, procuramos obter pequenos financiamentos para apoiar os esforços de fortalecimento da capacidade [de atendimento]. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Adotamos modelos únicos de parceria de jovens adultos ao advogar por vagas para jovens em espaços-chave de tomada de decisão, como o Mecanismo de Coordenação de Países do Fundo Global (CCMs), em tradução livre para o português, e as delegações ligadas às Instituições Globais de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que significa para você um mundo para todas as idades?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É um mundo onde a juventude não é tratada apenas como beneficiária, mas como uma parte interessada importante. Um mundo onde temos acesso à igualdade de oportunidades para contribuir com a resposta ao HIV em um espaço totalmente financiado que é cheio de confiança e investimento na liderança juvenil. É um mundo onde a juventude está liderando a resposta na abordagem das questões da juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">FEDERICO VILLALBA, J+LAC, COORDENADOR NACIONAL, ARGENTINA</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o Dia Internacional da Juventude significa para você?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma celebração dos esforços conjuntos realizados pela juventude organizada da sociedade civil em nível internacional para melhorar o mundo em que vivemos. Este dia é um reconhecimento de nosso poder de transformar nossa sociedade e também de alavancar nossas necessidades em realidades.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1.jpg" alt="" class="wp-image-22231" width="720" height="464" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/PH1-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption>A Rede Argentina de Jovens e Adolescentes Positivos (RAJAP) é uma organização de pessoas vivendo com HIV</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que tipo de ativismo você está fazendo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Argentina de Jovens e Adolescentes Positivos (RAJAP) é uma organização de jovens vivendo com HIV em toda a Argentina. Desde sua fundação, em 2009, construímos uma plataforma nacional que atinge mais de mil pessoas de 14 a 30 anos. Sua principal missão é criar um espaço seguro para adolescentes e jovens que vivem com HIV. Apoiamos, treinamos e ensinamos as pessoas sobre seus direitos, assim como fazemos <em>advocacy</em> em torno do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O tema deste ano é &#8220;Solidariedade Intergeracional&#8221;: Criando um mundo para todas as idades&#8221;, o que isso significa para você?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora nosso trabalho e esforço se concentrem em jovens e adolescentes, o diálogo entre gerações nos parece fundamental para que nossos objetivos atuais sejam informados pelas experiências da juventude. Existem problemas transversais como o estigma e a discriminação, por isso o diálogo entre gerações é muito importante não apenas para levar adiante o conhecimento passado, mas para a sustentabilidade de nossa organização a médio e longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é a sua esperança em relação ao futuro?</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desejo um mundo no qual pessoas idosas não sejam percebidas como risco social e onde as políticas públicas sejam claramente orientadas para o cuidado desse grupo e satisfação de suas necessidades, se não na maioria das vezes as redes informais de cuidado acabam sendo geralmente atendidas por mulheres. Basicamente, eu gostaria de um mundo no qual pessoas idosas não fossem invisibilizados e não fossem percebidas como assexuais. Em última análise, seria um mundo onde não houvesse preconceito de idade e no qual pudéssemos unir forças e trabalhar por um mundo melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O texto original, em inglês, pode ser conferido <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2022/august/20220812_international-youth-day-creating-a-world-for-all-ages" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span></em>.</p>
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		<title>UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 14:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação “Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”</a></span></strong>. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens vivendo com HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18113"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação nasce a partir da experiência do “Programa de Estágio Profissional Afirmativo”, uma ação inédita do UNAIDS voltada para garantir que pessoas pertencentes às <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2016/11/prevencao-do-hiv-em-populacoes-chave/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">populações-chave para o HIV</a></span> pudessem ter a oportunidade de trabalhar com o tema, adquirir novas competências e habilidades nas áreas de atuação do UNAIDS e, dessa forma, potencializar o alcance de seus objetivos profissionais. As duas primeiras pessoas que fizeram parte do Programa lideraram a iniciativa e coescreveram o Guia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos&#8221;</a></strong></span> foi escrita usando uma linguagem acessível ao público a que se destina. Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, explica que o documento aborda temas como direitos sociais e políticas públicas voltadas para jovens vivendo com HIV/AIDS, com indicações importantes relacionadas ao que fazer após receber o diagnóstico positivo para o HIV e como ter acesso aos serviços de saúde e previdência social e de apoio psicológico, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação social e o trabalho por um mundo com zero discriminação são outros temas abordados pelo Guia, o que está relacionado com a estratégia do UNAIDS de colocar as pessoas no centro a fim de acabar com a AIDS até 2030. Nesse sentido, foi muito importante trazer a sociedade civil, por meio de lideranças jovens, para coliderar este processo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">HIV e população jovem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, no período entre 2009 e 2019 houve um aumento de 74,8% na detecção de AIDS entre jovens na faixa etária entre 20 e 24 anos. Isto vem na contramão na queda observada de 17,2% de detecção de AIDS na população em geral no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Moura, coautor do Guia, ex-estagiário de comunicação do UNAIDS Brasil e membro da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, destaca que muitas coisas mudam na vida de uma pessoa, especialmente jovem, quando descobre que está vivendo com HIV. “Uma mudança importante é a falsa percepção de que não devemos mais fazer parte da sociedade e como consequência acabamos nos isolando. Então, acredito que o Guia vai auxiliar as juventudes a construir os diversos caminhos possíveis para uma vida digna e que nossos direitos possam ser respeitados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento da tomada de conhecimento do diagnóstico é bastante delicado em muitos sentidos. Por isso, a existência de materiais informativos com uma linguagem direcionada ao público jovem tem um potencial enorme de esclarecer dúvidas e facilitar o acesso a serviços públicos e outros direitos”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colaboração de lideranças jovens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A redação final do Guia contou com a colaboração de lideranças jovens da sociedade civil e o apoio de influenciadores. Em grupo focal, Leonardo Moura liderou um espaço de escuta para que as pessoas convidadas validassem o conteúdo, colaborassem com sugestões sobre formato e conteúdo, além do compartilhamento sobre como o Guia “Viver em Positivo” dialoga com as realidades de cada pessoa e de seus pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do grupo focal Denise Santos Soares, coordenadora Nacional da Articulação Brasileira de Jovens LGBT (ART JOVEM LGBT), Moises Maciel, da Rede Global de Jovens Vivendo com HIV (Y+ Global), San Diego Oliveira Souza, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, Sophie Nouveau Guerreiro, ativista trans, pesquisadora, membro do Comitê Técnico Estadual de Saúde LGBT do Rio Grande do Sul, integrante do Coletivo Transfeminista e do ambulatórioT de Porto Alegre, e Thais Albuquerque, advogada e representante da International <em>Youth Alliance for Family Planning Brazil</em> (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Moisés Moises Maciel, da Y+ Global, a importância do Guia é ajuda jovens vivendo com HIV a reconhecer direitos, além de responder a muitas das suas dúvidas quando recebem o resultado positivo. “É muito importante ter um material específico sobre direitos e juventude com informações sobre HIV e saúde sexual para poder esclarecer dúvidas e abrir diálogo”. San Diego acrescenta que a iniciativa surge como “um farol de informação num mundo cheio de embaraços.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conscientização é um meio de combater o estigma sobre o HIV+ e, consequentemente. É um incentivo à participação da juventude como agente transformadora na sociedade”, afirma Thais Albuquerque, advogada, pós-graduanda em Direito Internacional, representante da International Youth Alliance for Family Planning Brazil (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sophie Nouveau Guerreiro ainda reforça a necessidade não só de promover o tratamento, mas a informação de qualidade. “O compromisso de profissionais de saúde não se resume a ofertar um tratamento, mas também nutrir de informações as pessoas que vivem com HIV, lutando junto contra a discriminação e o preconceito”, reforça a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-white-color">Acesse o Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</span></a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="499" data-id="18117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg" alt="" class="wp-image-18117" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-300x146.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-768x375.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-720x351.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg 1255w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="917" height="720" data-id="18118" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg" alt="" class="wp-image-18118" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg 917w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-300x236.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-768x603.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-720x565.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 917px) 100vw, 917px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption"><em>Grupo focal com jovens lideranças, realizado em julho de 2021, para construção colaborativa do conteúdo do Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</em></figcaption></figure>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entenda a importância de dar voz e de oferecer espaços seguros aos jovens</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/08/entenda-a-importancia-de-dar-voz-e-de-oferecer-espacos-seguros-aos-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 14:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coalizão Global com mais de 80 organizações de jovens que trabalham com o HIV (PACT, na sigla em inglês) e o Youth Voices Count (YVC) lançaram uma pesquisa para identificar o que os jovens sabem sobre saúde sexual e reprodutiva.Responderam à pesquisa U-Report 270.000 jovens entre 10 e 24 anos, de 21 países., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/08/entenda-a-importancia-de-dar-voz-e-de-oferecer-espacos-seguros-aos-jovens/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Coalizão Global com mais de 80 organizações de jovens que trabalham com o HIV (PACT, na sigla em inglês) e o Youth Voices Count (YVC) lançaram uma pesquisa para identificar o que os jovens sabem sobre saúde sexual e reprodutiva.Responderam à pesquisa </span><a href="https://ureport.in/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;"><strong>U-Report</strong> </span></i></a><span style="font-weight: 400;">270.000 jovens entre 10 e 24 anos, de 21 países. </span><span id="more-9441"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais da metade deles (54% meninos e homens jovens e 58% meninas e mulheres jovens) disseram ter buscado serviços de HIV e outros serviços de saúde em um centro de saúde ou clínica, nos últimos três meses. Cerca de 36% dos jovens entre 10 e 24 anos que não buscaram serviços relataram que se sentem desconfortáveis em ir a um centro de saúde ou clínica; e mais de 28% dos pesquisados—de ambos os sexos— disseram que sentiam medo de procurar pelos serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa teve o apoio de UNAIDS, UNICEF e UNFPA, e foi complementada por um estudo aprofundado e entrevistas conduzidas pela YVC, que mostrou que aproximadamente 15% daqueles que acessaram qualquer serviço de saúde sexual nos últimos 6 meses sofreram recusa ou maus-tratos por causa da idade, orientação sexual, identidade de gênero ou estado sorológico para HIV. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os que se sentiram maltratados por causa da idade, 55% identificaram-se como gays e bissexuais, e 25% se identificaram como pessoa vivendo com HIV. Além disso, 32% dos jovens gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens, e 50% dos jovens trans, acham que foram discriminados por causa de sua identidade de gênero ou orientação sexual. Por fim, 16% dos jovens que se identificaram como vivendo com HIV disseram ter sido maltratados por causa de sua sorologia positiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os serviços de saúde devam ser espaços seguros para aqueles que procuram cuidados, este não é o caso. As políticas e atitudes continuam a ser barreiras para os serviços de HIV e de saúde sexual e reprodutiva voltados para os jovens. De fato, 37% dos entrevistados que relataram ter visitado uma clínica não estavam dispostos a recomendá-la aos seus pares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema deste ano para o Dia Internacional da Juventude é </span><a href="https://www.un.org/development/desa/youth/international-youth-day-2018.html"><i><span style="font-weight: 400;">Espaços Seguros para a Juventude</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, destacando a necessidade de união entre os jovens que buscam espaços seguros, para participarem nos processos de tomada de decisão e se expressarem livremente. Isso inclui os serviços de saúde, que devem ser locais de proteção e refúgio, livres de estigma, maus-tratos e violência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os dias, ocorrem aproximadamente 1.600 novas infecções por HIV entre jovens, enquanto um jovem morre de complicações relacionadas à AIDS a cada 10 minutos. Mulheres jovens entre 15 e 24 anos são particularmente mais  afetadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na África Subsaariana, as mulheres jovens têm duas vezes mais chances de serem infectadas pelo HIV do que os homens. E, em todo o mundo, jovens de populações-chave (incluindo homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, bissexuais, transexuais, jovens profissionais do sexo e jovens que usam drogas injetáveis) correm um alto risco de contrair o HIV devido a violações de direitos, discriminação, exclusão, criminalização e violência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos jovens vivendo com HIV em todo o mundo, a maioria não conhece seu estado sorológico para o HIV.</span></p>
<p><strong><br />
CITAÇÕES</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Embora tenhamos as ferramentas mais avançadas para acabar com a AIDS, incluindo tratamento antirretroviral, PeP (profilaxia pós-exposição), PrEP (profilaxia pré-exposição), autoteste de HIV, entre outros, ainda enfrentamos um enorme desafio para acabar com a AIDS entre adolescentes e jovens. A resposta ao HIV não é apenas sobre pílulas e testes, é sobre criar um espaço amigável onde adolescentes e jovens se sintam seguros e empoderados.”<br />
</span></em><span style="font-weight: 400;">NILUKA PERERA</span> <b>COORDENADOR REGIONAL, YOUTH VOICES COUNT</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“É impossível existir uma geração livre de AIDS enquanto a exclusão, a marginalização e a discriminação tiverem espaço para florescer e prosperar. Não podemos mais nos dar ao luxo de sermos complacentes — essas barreiras não serão vencidas das por conta própria ou com o passar do tempo. Pelo menos até que nos unamos ativamente para acabar com elas.”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">DAMILOLA WALKER</span> <b>CONSULTORA SÊNIOR SOBRE ADOLESCENTES E HIV, UNICEF</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“A AIDS está longe de acabar, mas pode acontecer se os jovens estiverem informados, livres e capazes de ter acesso a serviços que sejam seguros e adequados às suas necessidades específicas.”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">MICHEL SIDIBÉ</span> <b>DIRETOR EXECUTIVO, UNAIDS</b><b></b></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/08/entenda-a-importancia-de-dar-voz-e-de-oferecer-espacos-seguros-aos-jovens/">Entenda a importância de dar voz e de oferecer espaços seguros aos jovens</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da Juventude: o diálogo sobre o HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 15:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção do HIV permanece preocupantemente baixo. Antes do Dia Mundial da Juventude, o UNAIDS conversou com quatro jovens sobre os desafios que enfrentam em relação ao HIV. Pavel Gunaev, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/jovens-continuando-conversa-sobre-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção do HIV permanece preocupantemente baixo. Antes do Dia Mundial da Juventude, o UNAIDS conversou com quatro jovens sobre os desafios que enfrentam em relação ao HIV.</span><span id="more-6916"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pavel Gunaev tem 16 anos e vive em São Petersburgo, onde faz parte da rede liderada pela juventude de adolescentes e jovens vivendo com HIV, </span><a href="http://teenergizer.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Teenergizer!</span></a><span style="font-weight: 400;"> Pavel disse que em sua cidade os jovens não estão conscientizados sobre o HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não se fala sobre AIDS e, com isso, os jovens não conhecem os riscos ou as formas de se protegerem do HIV&#8221;, disse ele. &#8220;Como resultado, muitos jovens desinformados estão agindo e tomando decisões baseadas em rumores&#8221;. Pavel acredita que, se todos trabalharem mais para informar adolescentes e jovens e para dissipar os mitos em torno do HIV, o fim da AIDS será possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chinmay Modi nasceu com HIV há vinte e três anos. Ele é membro da </span><a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Coalizão Nacional de Pessoas Vivendo com HIV</span></a><span style="font-weight: 400;"> na Índia e do ponto focal do país para a Rede </span><i><span style="font-weight: 400;">Youth LEAD Asia Pacific</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O maior problema é aumentar a conscientização e dar aos jovens informações apropriadas para suas idades&#8221;, disse ele. Na sua opinião, os pais não estão confortáveis em conversar com seus filhos sobre sexo e a sociedade também se afasta deste debate. Como consequência, ele explicou, os jovens estão tendo relações sexuais e experimentando coisas novas, mas com pouco conhecimento dos riscos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os preservativos precisam ser promovidos e os parceiros devem apoiar o empoderamento dos jovens para que todos sejam responsabilizados&#8221;, disse Chinmay. Ele também está frustrado porque, na Índia, as pessoas mais jovens não podem acessar os serviços de saúde do HIV sem estigmas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na opinião dele, o auto-estigma está dificultando os esforços para combater a discriminação, a violência e as desigualdades relacionadas ao HIV. É por isso que ele quer que mais pessoas compartilhem suas histórias e sejam positivas sobre serem soropositivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Moises Maciel concorda com Chinmay. Ele tem 20 anos de idade e é ativista das causas LGBTI+ e HIV. Tornou-se membro da </span><a href="https://www.google.com.br/search?q=Rede+Nacional+de+Adolescentes+e+Jovens+Vivendo+com+HIV+%2F+AIDS+no+Brasil&amp;oq=Rede+Nacional+de+Adolescentes+e+Jovens+Vivendo+com+HIV+%2F+AIDS+no+Brasil&amp;aqs=chrome..69i57.126j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS</span></a><span style="font-weight: 400;"> no Brasil depois de descobrir seu estado sorológico positivo para o HIV há dois anos. Desde então, embarcou em uma jornada contra o estigma relacionado ao HIV e tem motivado seus colegas a se testarem.</span></p>
<p>Os jovens ainda continuam em grande risco de infecção pelo HIV por diversos fatores como as questões sociais como marginalização de grupos sociais e raciais e de gênero como as pessoas transsexuais e jovens gays, principalmente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os jovens ainda continuam em grande risco de se infectarem por HIV por diversos fatores, como marginalização social relacionada a gênero e desigualdades raciais&#8221;, afirmou. &#8220;No Brasil, jovens trans e homossexuais são particularmente visados&#8221;, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele disse que o desconcerta ver como o estigma e o preconceito ainda dominam, apesar de as pessoas HIV positivas viverem vidas saudáveis ​​com a ajuda do tratamento antirretroviral. &#8220;Devemos começar a falar aos jovens de forma aberta e responsável sobre sexualidade, infecções sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e responsabilidades da vida&#8221;, disse Moises.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lorraine Anyango, uma advogada de saúde e direitos da juventude de Boston, trabalha para assegurar que as vozes dos jovens, especificamente em relação ao HIV, sejam ouvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os jovens continuam a ser excluídos de espaços e discussões sobre questões que afetam suas vidas&#8221;, disse Lorraine. &#8220;Sua autonomia como seres humanos individuais continua a ser ignorada, deixando-os suscetíveis ao risco da infecção por HIV&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na opinião dela, a participação dos jovens em decisões que afetam sua saúde pode contribuir para fortalecer a responsabilização a nível nacional, garantindo que os programas respondam efetivamente às suas necessidades. Lorraine concluiu dizendo: &#8220;Reconhecer a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos da juventude e continuar a conversa sobre o HIV nos aproximará do fim da AIDS até 2030&#8221;.</span></p>
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