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	<title>COVID-19 - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Relatório Global 2022: A Resposta Global da AIDS está ameaçada</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/08/a-resposta-global-da-aids-esta-ameacada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 21:45:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse texto faz parte de uma série de publicações preparada pelo UNAIDS para o lançamento do Relatório Global para AIDS 2022. A série completa está disponível aqui. Nos últimos dois anos e meio, a colisão entre a pandemias de AIDS e de COVID-19 — juntamente com outras crises econômicas e humanitárias — colocou a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/08/a-resposta-global-da-aids-esta-ameacada/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Esse texto faz parte de uma série de publicações preparada pelo UNAIDS para o lançamento do <a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2022-global-aids-update_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">Relatório Global para AIDS 2022</span></a>. A série completa está disponível <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://indanger.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span></em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dois anos e meio, a colisão entre a pandemias de AIDS e de COVID-19 — juntamente com outras crises econômicas e humanitárias — colocou a resposta global ao HIV sob ameaça crescente.</p>



<span id="more-21954"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas partes do mundo, e para algumas comunidades, a resposta à pandemia de AIDS tem se mostrado resistente em tempos adversos, o que ajudou a evitar os piores resultados. Entretanto, o progresso global contra o HIV está diminuindo em vez de acelerar: os últimos dados coletados pelo UNAIDS mostram que, apesar das novas infecções pelo HIV terem caído globalmente em 2021, a queda foi de apenas 3,6% em relação a 2020 — a menor redução anual desde 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Europa Oriental, Ásia Central, Oriente Médio, Norte da África e América Latina têm visto aumentos nas infecções anuais pelo HIV durante a última década. Na Ásia e no Pacífico, os dados do UNAIDS mostram que as novas infecções pelo HIV estão aumentando onde estavam caindo nos últimos 10 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os dias, quatro mil pessoas — dentre elas, 1,1 mil jovens de 15 a 24 anos — são infectadas pelo HIV. Se as tendências atuais continuarem, 1,2 milhão de pessoas serão infectadas pelo HIV em 2025 — três vezes mais do que a meta de 2025, que era de 370 mil novas infecções.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1-1024x741.jpg" alt="" class="wp-image-21957" width="512" height="371" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1-1024x741.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1-300x217.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1-768x556.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1-720x521.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_PH1.jpg 1493w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto humano na paralisação do progresso da resposta ao HIV é assustador. Em 2021, 650 mil pessoas morreram de causas relacionadas à AIDS — uma a cada minuto. Com a disponibilidade de medicamentos antirretrovirais de última geração e ferramentas eficazes para prevenir, detectar e tratar adequadamente infecções oportunistas como a meningite criptocócica e a tuberculose, estas são mortes evitáveis. Sem uma ação acelerada para evitar o avanço do vírus, as mortes relacionadas à AIDS continuarão a ser uma das principais causas de óbitos em muitos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As tendências relacionadas a infecções por HIV e mortes decorrentes da AIDS são impactadas pela existência de serviços de resposta ao HIV. Neste aspecto, os sinais também são preocupantes, pois a expansão dos serviços de testagem e tratamento do HIV está em dificuldades. O número de pessoas em tratamento de HIV aumentou em apenas 1,47 milhão em 2021, quando comparado com o aumento de mais de 2 milhões de pessoas nos anos anteriores. Isto representa o menor aumento desde 2009.</p>



<h5 class="wp-block-heading">As ameaças sobre o financiamento podem dificultar ainda mais a resposta em um contexto econômico cada vez mais tenso</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O progresso da resposta ao HIV está diminuindo à medida em que os recursos disponíveis para o HIV diminuem nos países de média e baixa e renda. Nesses países, as respostas ao HIV receberam US$ 8 bilhões a menos do que o montante necessário até 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assistência oficial ao desenvolvimento para o HIV proveniente de doadores bilaterais (exceto Estados Unidos) caiu 57% durante a última década. Em 2021, os recursos internacionais disponíveis para o HIV eram 6% menores que em 2010.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT.png"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT-1024x645.png" alt="" class="wp-image-21976" width="768" height="484" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT-1024x645.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT-300x189.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT-768x484.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT-720x454.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_GRAPHIC1__PT.png 1258w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário dos anos anteriores, porém, os investimentos nacionais em HIV não substituíram o financiamento internacional perdido. Em vez disso, o financiamento doméstico em países de baixa e média renda caiu por dois anos consecutivos, incluindo uma queda de 2% em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As condições econômicas globais e as vulnerabilidades dos países em desenvolvimento — que são agravadas pelas crescentes desigualdades no acesso às vacinas e ao financiamento da saúde — ameaçam tanto a contínua resiliência das respostas ao HIV, quanto sua capacidade de diminuir as desigualdades relacionadas ao HIV. O Banco Mundial projeta que 52 países, onde estão 43% das pessoas vivendo com HIV, sofrerão uma queda significativa em sua capacidade de gastos públicos até 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os altos níveis de endividamento estão minando ainda mais a capacidade dos governos de aumentar os investimentos no combate ao HIV. A dívida dos países mais pobres do mundo atingiu 171% de todos os gastos com assistência médica, educação e proteção social juntos. Cada vez mais, o pagamento da dívida nacional afasta investimentos em saúde e capital humano que são essenciais para acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novos investimentos são necessários agora para acabar com a AIDS até 2030. Cumprir as promessas feitas na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2021, será claramente menos caro do que não investir agora e arriscar mais retrocessos. Durante o último ano, a indiferença transformou-se em negligência. Esta falta de solidariedade é moralmente errada e prejudicial a todos os países.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT.png"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-1024x576.png" alt="" class="wp-image-21959" width="768" height="432" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-1536x864.png 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-1800x1013.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT-720x405.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-1_PT.png 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure></div>



<h5 class="wp-block-heading">As desigualdades são consequência decorrente do lento progresso na resposta à AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas mais vulneráveis e marginalizadas estão sendo as mais afetadas. Nestes grupos estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>As pessoas com menos poder social e menor proteção legal têm maior risco de infecção pelo HIV. Meninas adolescentes e mulheres jovens de 15 a 24 anos de idade possuem três vezes mais probabilidade de ser infectada com o HIV em comparação a meninos adolescentes e homens jovens da mesma faixa etária na África subsaariana. A cada três minutos uma dessas meninas ou adolescentes é infectada pelo HIV.</li><li>As crianças representavam 4% das pessoas vivendo com HIV em 2021, mas 15% das mortes relacionadas à AIDS. A lacuna na cobertura do tratamento do HIV entre crianças e adultos está aumentando em vez de diminuir.</li><li>As populações-chave representam menos de 5% da população mundial, mas elas e suas parcerias sexuais compunham 70% das novas infecções pelo HIV em 2021. Em todas as regiões do mundo, há populações-chave que são particularmente vulneráveis à infecção pelo HIV.</li><li>As minorias raciais e étnicas frequentemente sofrem desigualdades relacionadas ao HIV, como no Reino Unido, Irlanda do Norte e nos Estados Unidos, onde o declínio nos novos diagnósticos de HIV tem sido menor entre as pessoas negras do que entre as populações brancas. Na Austrália, Canadá e Estados Unidos, as taxas de infecção pelo HIV são mais altas nas comunidades indígenas do que nas comunidades não indígenas.</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-1024x576.png" alt="" class="wp-image-21961" width="768" height="432" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-1536x864.png 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-1800x1013.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT-720x405.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-2_PT.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure></div>



<h5 class="wp-block-heading">Temos os meios para resolver as desigualdades persistentes e colocar a resposta à AIDS no caminho certo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre as tendências mais amplas da resposta global à AIDS, há algumas boas notícias a serem relatadas. As respostas nacionais que dispunham de recursos adequados, adotaram políticas sólidas e tornaram as tecnologias de prevenção e tratamento amplamente disponíveis, demonstraram uma resiliência e impacto notáveis. Diversos países como Itália, Lesoto, Vietnã e Zimbábue reduziram as novas infecções pelo HIV em mais de 45% entre 2015 e 2021. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estratégia Global para a AIDS 2021-2026</a></span> fornece um plano explícito e fundamentado em evidências para colocar a resposta à AIDS no caminho certo. Os governos do mundo se comprometeram a tomar medidas concretas para traduzir este plano em ação concreta. Nenhuma resposta milagrosa é necessária: utilizando-se das ferramentas disponíveis, a comunidade global precisa traduzir seus compromissos em resultados concretos para as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 e a guerra na Ucrânia são desafios desta geração, mas seus impactos negativos são de longo alcance. Junto com as más notícias, chegam também alguns fatos positivos: estas crises também demonstraram a capacidade do mundo de mobilizar imensos recursos e de produzir rápidas mudanças das políticas diante de adversidades extraordinárias. A inovação e a liderança estimulada pela experiência na COVID-19 também ressaltam o papel central que as comunidades podem desempenhar para preservar o acesso aos serviços e alcançar as pessoas mais vulneráveis e marginalizadas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-1024x576.png" alt="" class="wp-image-21963" width="768" height="432" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-1536x864.png 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-1800x1013.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT-720x405.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_05_THE-GLOBAL-AIDS-RESPONSE-IS-UNDER-THREAT_SPEECH-3_PT.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure></div>



<h5 class="wp-block-heading">Principais ações que podem orientar a resposta para o fim da AIDS até 2030</h5>



<ul class="wp-block-list"><li>Implementar um novo impulso para a prevenção do HIV;</li><li>Respeitar e incorporar os direitos humanos e a igualdade de gênero;</li><li>Apoiar e fornecer recursos eficazes para respostas lideradas pela comunidade;</li><li>Garantir financiamento suficiente e sustentável;</li><li>Abordar as desigualdades na prevenção, testagem, acesso e resultados do tratamento do HIV e acabar com as falhas que existem em localidades específicas e para certos grupos.</li></ul>



<h5 class="wp-block-heading">O fim da AIDS requer coragem política</h5>



<p class="wp-block-paragraph">É necessária maior coragem política para acabar com as desigualdades relacionadas ao HIV e reanimar e fortalecer ainda mais a solidariedade global em torno deste objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos o que precisa ser feito para acabar com a AIDS — e temos as ferramentas necessárias. O nosso desafio, agora, é reunir a coragem necessária para fechar as lacunas na resposta e acabar com as desigualdades relacionadas ao HIV.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/08/a-resposta-global-da-aids-esta-ameacada/">Relatório Global 2022: A Resposta Global da AIDS está ameaçada</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Milhões de vidas estão em risco à medida que o progresso contra a AIDS enfraquece</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/07/unaids-lanca-relatorio-global-2022-em-perigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 19:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS lança hoje, 27, o relatório “Em Perigo”, disponível em inglês, que traz dados alarmantes sobre a resposta global ao HIV. O documento mostra que durante os últimos dois anos, permeados pela pandemia de COVID-19 e outras crises globais, o progresso contra a pandemia do HIV enfraqueceu, os recursos diminuíram e, como resultado,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/07/unaids-lanca-relatorio-global-2022-em-perigo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lança hoje, 27, o relatório “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2022/in-danger-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em Perigo</a></span>”, disponível em inglês, que traz dados alarmantes sobre a resposta global ao HIV. O documento mostra que durante os últimos dois anos, permeados pela pandemia de COVID-19 e outras crises globais, o progresso contra a pandemia do HIV enfraqueceu, os recursos diminuíram e, como resultado, milhões de vidas estão em risco.</p>



<span id="more-21791"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados indicam que, mundialmente, o número de novas infecções diminuiu apenas 3,6% entre 2020 e 2021, o menor declínio anual de novas infecções desde 2016. Europa Oriental e Ásia Central, Oriente Médio e Norte da África e América Latina viram aumentos nas infecções anuais de HIV. Na Ásia e no Pacífico &#8211; a região mais populosa do mundo &#8211; os dados do UNAIDS mostram pela primeira vez que as novas infecções estão aumentando onde anteriormente tinham diminuído.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há algumas notícias positivas, incluindo um notável declínio ​​em novas infecções por HIV na África Ocidental e Central e no Caribe. Porém, mesmo nessas regiões a resposta ao HIV é ameaçada pela crise financeira e consequente diminuição de recursos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses dados mostram que a resposta global à AIDS está em grave perigo. Se não estamos progredindo rapidamente, isto significa que estamos perdendo terreno, pois a pandemia de AIDS acaba avançando em meio ao COVID-19, ao deslocamento de populações em massa e outras crises. Não podemos perder de vista as milhões de mortes evitáveis ​​que estamos trabalhando para impedir que aconteçam”, diz Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado do enfraquecimento no progresso da resposta ao HIV, em 2021 houve aproximadamente 1,5 milhão de novas infecções em todo o mundo. Isto é mais de um milhão de infecções além das metas globais estabelecidas para o mesmo período. A pandemia de AIDS tirou uma vida a cada 60 segundos, em média, resultando em 650 mil mortes por AIDS, apesar do tratamento eficaz do HIV e das ferramentas para prevenir, detectar e tratar infecções oportunistas. As grandes desigualdades dentro dos países e entre eles estão paralizando o progresso na resposta ao HIV, o que acaba alimentando um círculo vicioso, gerador de mais desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS também mostra que os esforços para garantir que todas as pessoas vivendo com HIV tenham acesso ao tratamento antirretroviral que salva vidas estão falhando. O número de pessoas em tratamento de HIV evoluiu menos em 2021 do que nos 10 anos anteriores. Enquanto 3/4 de todas as pessoas que vivem com HIV têm acesso ao tratamento antirretroviral, ainda há aproximadamente 10 milhões de pessoas sem acesso aos medicamentos. Apenas metade (52%) das crianças que vivem com HIV em todo o mundo têm acesso a medicamentos que salvam vidas. Entre crianças e adultos não houve diminuição na lacuna de cobertura do tratamento do HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Desigualdade</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório expõe as consequências devastadoras que podem resultar da falta de ação imediata para combater as desigualdades que impulsionam a pandemia. Se a trajetória atual persistir, em 2025 o número de novas infecções de HIV pode chegar a 1,2 milhão. Ocorre que, para aquele ano, os Estados-membros da ONU estabeleceram uma meta de menos de 370 mil novas infecções por HIV. Isto significa não apenas perder a meta, mas ultrapassá-la em 69%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estas milhões de novas infecções evitáveis por HIV todos os anos tornam cada vez mais difícil e caro garantir que as pessoas vivendo com HIV tenham acesso ao tratamento que salva vidas. E isto amplia os efeitos das desigualdades, atingindo especialmente as pessoas em situação de maior vulnerabilidade”, ressalta Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “Sem contar, também, que dificulta a meta de acabar com a pandemia de AIDS como ameaça à saúde pública até 2030 seja alcançada”, completa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Financiamento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os choques globais, incluindo a pandemia de COVID-19 e a guerra na Ucrânia, exacerbaram ainda mais os riscos para a resposta ao HIV. O pagamento da dívida dos países mais pobres do mundo atingiu 171% de todos os gastos com saúde, educação e proteção social combinados, sufocando suas capacidades de responder à AIDS. O financiamento doméstico para a resposta ao HIV em países de baixa e média renda caiu por dois anos consecutivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A guerra na Ucrânia aumentou drasticamente os preços globais dos alimentos, amplificando os efeitos negativos da falta de segurança alimentar das pessoas que vivem com HIV em todo o mundo, tornando-as muito mais propensas a sofrer interrupções no tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um momento em que a solidariedade internacional e um novo fluxo de financiamento são mais necessárias, muitos países de alta renda estão cortando a ajuda. Com isso, os recursos para a saúde global estão sob séria ameaça. Em 2021, os recursos internacionais disponíveis para o HIV foram 6% menores do que em 2010. A assistência ao desenvolvimento no exterior para o HIV proveniente de doadores bilaterais, que não os Estados Unidos, despencou 57% na última década. A resposta ao HIV em países de baixa e média renda está US$ 8 bilhões abaixo do montante necessário até 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, na Assembleia Geral da ONU, as lideranças mundiais aprovaram um roteiro pelo qual é possível acabar com a AIDS até 2030 &#8211; mas somente se as lideranças o cumprirem. O plano é realizável e acessível &#8211; e, de fato, acabar com a AIDS custará muito menos dinheiro do que não acabar com ela. É importante ressaltar que as ações necessárias para acabar com a AIDS também prepararão melhor o mundo para se proteger contra as ameaças de futuras pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os passos comprovados para acabar com a AIDS até 2030 incluem: serviços liderados e centrados nas comunidades; a defesa dos direitos humanos, a eliminação de leis punitivas e discriminatórias e o combate ao estigma e à discriminação; o empoderamento de meninas e mulheres; igualdade de acesso aos serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento, incluindo às novas tecnologias de saúde; e serviços de saúde, educação e proteção social para todas as pessoas, especialmente as afetadas ou vivendo com HIV e AIDS em situação de maior vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Podemos acabar com a AIDS até 2030, como prometido, mas é preciso coragem para agir”, finaliza Winnie Byanyima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para outros dados e informações, confira a página dinâmica do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://indanger.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório Global &#8220;Em Perigo&#8221;</a></span>, disponível em inglês. </p>
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	            data-title="Milhões de vidas estão em risco à medida que o progresso contra a AIDS enfraquece" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/07/unaids-lanca-relatorio-global-2022-em-perigo/">Milhões de vidas estão em risco à medida que o progresso contra a AIDS enfraquece</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Sobreviventes: Conheça Aninha, brasileira, vive com HIV há mais de 20 anos, e vê no filho um motivo para ter esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 12:52:36 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para celebrar o Dia Mundial da AIDS 2021, o UNAIDS associou-se à <em>Through Positive Eyes</em> (Através de olhos positivos, na tradução livre para o português) e lançou a exposição virtual <em>Survivors</em> (Sobreviventes, em tradução livre para o português) para celebrar a vida das pessoas que vivem com o HIV há muitos anos. Através de uma série de fotografias e depoimentos pessoais, pessoas que vivem com HIV descrevem como é viver em um momento em que há soluções biomédicas para prevenção, diagnóstico e tratamento, mas que ainda hoje apresenta níveis devastadores de estigma e discriminação ligados ao HIV.</p>



<span id="more-19452"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do tempo, histórias são contadas para registrar momentos, descrever situações e fomentar mudanças. Quando histórias são contadas, medos, angústias e lutas são compartilhadas e servem como inspiração pra que outras pessoas se sintam encorajadas a compartilhar suas vivências que, se não fossem as histórias, seria impossível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das pessoas retratadas no projeto é Aninha, uma mãe carioca, sobrevivente de duas pandemias: da AIDS e da COVID-19</p>



<h5 class="wp-block-heading">Aninha</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Aninha, uma sobrevivente de longa data do HIV, é do Rio de Janeiro, vive com HIV há mais de 20 anos. Sente falta dos amigos que perdeu com a epidemia de AIDS, mas encontra grande alegria e esperança no seu filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sou uma pessoa feliz, mas nem sempre fui sido assim. Eu era rebelde. Não queria tomar a medicação. Estava doente por doenças relacionadas à AIDS, acamada, numa cadeira de rodas. Só não morri graças à minha vontade de viver, ao Sistema Único de Saúde Brasileiro (SUS) e aos medicamentos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O momento mais difícil da minha vida foi descobrir que eu estava grávida e que tinha HIV. Sofri durante meses. Até tentei fazer um aborto, mas o médico disse que não havia necessidade de um, já que eu estava muito doente, e que o bebê não iria sobreviver.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Para minha surpresa e para surpresa de todas as pessoas, o bebê nasceu. Ele estava doente, mas com o tempo descobri que ele não vivia com HIV. A minha maior alegria foi quando abri o resultado do exame do meu filho e lá estava &#8220;negativo&#8221;.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Eu chorei, ri, corri e contei aos meus amigos. E depois, todos choraram e riram comigo. Foi a maior emoção que senti em toda a minha vida. A minha mensagem ao meu filho é que não quero que a AIDS cause tal desconforto nas pessoas.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Quero que o meu filho viva num mundo melhor. As pessoas que conheço não foram à procura de AIDS, a AIDS apareceu em suas vidas. Já ouvi falar de pessoas que foram mortas por viverem com AIDS, por serem homossexuais. Não podemos continuar em um mundo como este.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sou viúva há quatro meses. O meu marido e eu tivemos COVID-19. Ele morreu. Eu estava assintomática.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Esta é a segunda vez que fico viúva por um vírus. Primeiro, pelo HIV, e o segundo, pela COVID. É uma experiência muito triste. Passar por duas pandemias, adquirir estes dois vírus mortais, e ainda estar viva me faz parecer que tenho alguma missão aqui.</em></p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-19467" data-id="19467" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/01/2021_12_25_Survivors_Aninha0-1-1024x1024.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/01/2021_12_25_Survivors_Aninha0-1-1024x1024.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/01/2021_12_25_Survivors_Aninha0-1-300x300.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/01/2021_12_25_Survivors_Aninha0-1-150x150.jpg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/01/2021_12_25_Survivors_Aninha0-1-768x768.jpg 768w, 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<h5 class="wp-block-heading">Mensagem de Aninha para as lideranças mundiais</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O fim da epidemia de AIDS é possível com investimento em ações simples: informação e acesso aos cuidados de saúde. Os antirretrovirais funcionam. Todas as pessoas devem ter direito a acessá-los. A prevenção é perfeitamente possível através do fornecimento de medicamentos adequados. Sem tratamento, a AIDS mata. O preconceito mata. Falta de interesse por parte das lideranças, mata.</em></p>



<h5 class="wp-block-heading">Projeto Survivors</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto Survivors é original do UNAIDS, e conta a história de 28 pessoas, duas delas brasileiras. Conheça a história de <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2022/01/sobreviventes-conheca-a-historia-de-cazu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cazu</a></strong></span>, outro brasileiro que participou do projeto, e leia as outras 26 histórias de sobreviventes <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://survivors.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></strong></span> (em inglês).</p>
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		<title>Plataforma de compartilhamento sobre saúde do UNAIDS promove o diálogo sobre como conectar o financiamento às inovações mais críticas na área da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 13:15:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Próximo a uma sessão especial da Assembleia Mundial da Saúde sobre a preparação para pandemias, o Health Innovation Exchange (HIEx), plataforma de compartilhamento sobre saúde do UNAIDS, promoveu um diálogo entre as principais lideranças dos setores público e privado sobre a importância de inovações e investimentos para sistemas de saúde resilientes. O diálogo permitiu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/12/unaids-promove-o-dialogo-sobre-como-conectar-financiamento-as-inovacoes-na-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Próximo a uma sessão especial da Assembleia Mundial da Saúde sobre a preparação para pandemias, o Health Innovation Exchange (HIEx), plataforma de compartilhamento sobre saúde do UNAIDS, promoveu um diálogo entre as principais lideranças dos setores público e privado sobre a importância de inovações e investimentos para sistemas de saúde resilientes. O diálogo permitiu que pessoas que formulam políticas pudessem trocar experiências com organizações financiadoras, e traz inovações sobre novos modelos de financiamento para construção de ecossistemas para ampliar o acesso aos cuidados de saúde e conectar parcerias de financiamento às inovações essenciais.</p>



<span id="more-19431"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A COVID-19 não foi apenas um alerta para nossa preparação global para a pandemia, foi um alerta para todos os sistemas de saúde em todo o mundo que, se não abracemos a tecnologia que está ao nosso alcance, estaremos multiplicando o número de pessoas vitimadas pela COVID-19. A saúde é uma das poucas indústrias que restam para fazer esta transição e a COVID-19 nos deu o catalisador vital para fazê-lo&#8221;, disse Joe Stringer, o sócio da Octopus Ventures.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 ressaltou a fragilidade dos sistemas de saúde em todo o mundo e destacou a importância crítica de construir resiliência. A sessão especial da Assembleia Mundial da Saúde reuniu países para discutir um tratado sobre pandemias, com a esperança de chegar a um acordo sobre uma nova arquitetura global que possa ajudar a prevenir futuros problemas de saúde mundiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar futuras pandemias, será necessário aumentar os investimentos na construção de sistemas de saúde que sejam fortes. A pandemia de COVID-19 demonstrou o potencial de inovação, desde o uso de inteligência artificial para diagnóstico, passando pelo rápido redirecionamento das plataformas de telemedicina para o treinamento de profissionais de saúde, e o desenvolvimento de novas vacinas e terapias. Também reforçou a importância de conectar as comunidades e os setores público e privado na construção da confiança e na entrega em escala.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Criar um ecossistema de inovação forte e funcional junto com novos modelos de financiamento que aumentem os investimentos públicos e privados para causar impacto é essencial para evitar futuras pandemias e permitir que os países alcancem suas metas de saúde&#8221;</p><cite>Pradeep Kakkattil, diretor do Escritório de Inovações do UNAIDS e cofundador do HIEx</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos investir em inovações que possam ajudar a ampliar rapidamente o acesso aos cuidados de saúde para todas as pessoas&#8221;, disse Pradeep Kakkattil, diretor do Escritório de Inovações do UNAIDS e cofundador do HIEx.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através da exploração de exemplos práticos sobre o papel que as inovações, soluções digitais de saúde digitais e como funciona o desempenho nos sistemas de saúde, o evento mostrou inovações excepcionais com o potencial de transformar os sistemas de saúde. Estas inovações de alto potencial incluíram uma solução segura de transporte de última geração para produtos biológicos essenciais como vacinas e medicamentos (Blackfrog Technologies), uma plataforma virtual que permite intercâmbio clínico e colaboração cirúrgica em tempo real (Proximie), uma tecnologia inovadora de iluminação que higieniza espaços (BIOVITAE), soluções de diagnóstico acessíveis (Molbio Diagnostics), logística baseada em drones para cuidados de saúde (RigiTech) e dados em tempo real sobre desafios de cuidados de saúde e qualidade de serviços fornecido pelas comunidades (Dure Technologies), entre outros. Apesar das diversas áreas temáticas, um fio comum que conecta essas inovações é a necessidade subjacente de construir soluções que abordem os desafios globais da saúde e aumentem a preparação para pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A COVID-19 nos ensinou que soluções inovadoras para combater pandemias são essenciais. Inovadores e inovadoras locais têm mais estrutura para criar essas soluções para suas próprias comunidades, mas muitas vezes carecem de recursos fora dos ecossistemas de inovação maduros, principalmente o acesso ao capital inicial&#8221;, disse Andrew Nerlinger, sócio-gerente do Global Health Security Fund. &#8220;O setor privado não pode simplesmente ficar de braços cruzados e assistir. Precisamos apoiar essas inovações investindo ao mesmo tempo em que construímos confiança em outras pessoas e organizações investidoras de impacto para fazer o mesmo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecendo o papel integral que as inovações em saúde desempenham no fortalecimento dos sistemas de saúde, a StartupBlink e HIEx lançaram o <em>Coronavirus Resilience Innovation Map</em> (Mapa de Inovação da Resiliência do Coronavírus, na tradução livre para o português). A iniciativa é um mapeamento dinâmico de inovações e start-ups do setor privado que tem fortalecido as capacidades de muitos países em responder a crises de saúde. O mapa também aponta os locais onde as inovações relacionadas à COVID-19 foram criadas, com classificações preliminares de produção de inovações em 150 cidades e 60 países. O abrangente banco de dados pode permitir que quem investe, quem fórmula políticas e lideranças se conectem com inovações relevantes para identificar lacunas e avançar nos objetivos compartilhados de cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com seu papel como conector global de saúde e inovação, a HIEx também utilizou o evento para apresentar uma série de novas iniciativas, inovações e parcerias que formarão peças-chave do futuro ecossistema de inovação em saúde e como têm potencial para trabalhar com países para melhorar seus resultados em saúde e que fortalecem a rede de parcerias da HIEx.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A HIEx e a Tata Consultancy Services serão parceiras em uma iniciativa chamada Specialized and Proficient Integrated Network of Experts, SPINE, (Rede Integrada de Especialistas Especializados e Proficientes, na tradução livre para o português) para a saúde e o bem-estar, a fim de alavancar o conhecimento especializado em todos os setores ao redor do mundo para desenvolver inovações e soluções para ampliar o acesso aos cuidados com a saúde. A SPINE estará disponível para os países para criar protótipos de inovações a fim de enfrentar seus desafios específicos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A HIEx também fará parceria com Health in your Hands, iniciativa desenvolvida com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3: saúde e bem estar. A parceria reunirá os respectivos canais de inovação em saúde das duas entidades para facilitar a colaboração efetiva entre as inovações em termos de escala e impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">HIEx é uma plataforma de parceria iniciada pelo UNAIDS que reúne pessoas formuladoras de políticas, inovadoras e investidoras para alavancar inovações em saúde e investimentos para salvar e melhorar vidas em todo o mundo. Ela fomenta parcerias público-privadas que podem ajudar a escalar tecnologias e inovações comprovadas para maximizar o alcance e o impacto na saúde, especialmente para as comunidades mais vulneráveis.</p>
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	            data-title="Plataforma de compartilhamento sobre saúde do UNAIDS promove o diálogo sobre como conectar o financiamento às inovações mais críticas na área da saúde" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/12/unaids-promove-o-dialogo-sobre-como-conectar-financiamento-as-inovacoes-na-saude/">Plataforma de compartilhamento sobre saúde do UNAIDS promove o diálogo sobre como conectar o financiamento às inovações mais críticas na área da saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2021. Mensagem de Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/12/dia-mundial-da-aids-2021-mensagem-de-claudia-velasquez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 12:58:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Olá a todos e todas, Neste dia primeiro de dezembro, celebramos o Dia Mundial da AIDS. Essa é uma data para relembrar as pessoas que nos deixaram por doenças relacionadas à AIDS e para celebrar a vida das pessoas que vivem com HIV, e vivem com saúde. Quarenta anos atrás foram registrados oficialmente os, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/12/dia-mundial-da-aids-2021-mensagem-de-claudia-velasquez/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Olá a todos e todas,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste dia primeiro de dezembro, celebramos o Dia Mundial da AIDS. Essa é uma data para relembrar as pessoas que nos deixaram por doenças relacionadas à AIDS e para celebrar a vida das pessoas que vivem com HIV, e vivem com saúde.</p>



<span id="more-19140"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Quarenta anos atrás foram registrados oficialmente os primeiros casos de AIDS no mundo. 25 anos atrás, o UNAIDS foi criado para reunir os esforços de 11 agências, fundos e programas das Nações Unidas para promover uma resposta global ao HIV e para que pudéssemos vencer essa pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, essa pandemia não foi vencida. Hoje, enfrentamos não só a pandemia de AIDS, mas também a pandemia de COVID-19. Ao longo desses anos, perdemos pessoas e vimos as desigualdades se aprofundarem, empurrando pessoas às margens da sociedade e as afastando dos serviços de saúde e medicamentos capazes de salvar vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo está longe de cumprir o compromisso compartilhado de acabar com a AIDS até 2030. Com a COVID-19, os ganhos que conquistamos para acabar com a AIDS correm o risco de serem perdidos. Não por falta de conhecimento ou de ferramentas para acabar com a AIDS, mas por causa das desigualdades estruturais, que são potencializadas pelo estigma e discriminação e limitam o acesso a soluções comprovadas para a prevenção e tratamento do HIV.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Dia Mundial da AIDS 2021. Mensagem de Claudia Velasquez, diretora executiva do UNAIDS Brasil" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/8kqSOozYPmQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Mensagem de Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A AIDS é uma pandemia, e ainda não desapareceu. Se não forem tomadas as medidas transformadoras necessárias em relação à AIDS, o mundo também ficará preso na crise da COVID-19 e estará perigosamente despreparado para as pandemias que podem surgir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho deste ano, os países presentes à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS adotaram uma declaração política que incorpora os elementos essenciais da Estratégia Global do UNAIDS para AIDS para o período entre dois mil e vinte e um e dois mil e vinte e seis e que indicam um caminho a seguir para acabar com a pandemia de AIDS até dois mil e trinta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento destes objetivos exige que os governos se concentrem em acabar com as desigualdades, investir em respostas lideradas pela comunidade e respeitar os direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Permanece, portanto, o desafio de garantir o acesso às estratégias de prevenção e tratamento da HIV a todas as pessoas, especialmente aquelas que estão em situação de maior vulnerabilidade e mais expostas ao risco de contrair HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação ativa da sociedade civil segue, também, sendo fundamental para obter estes avanços e para garantir que as pessoas e comunidades em maior vulnerabilidade tenham vez e voz em tudo o que se refere à resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos como acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública. Sabemos quais são as desigualdades que obstruem o progresso nessa direção e sabemos como enfrentá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da AIDS vamos lembrar, portanto, que as desigualdades nos afetam como um todo, não importa quem sejamos ou onde estejamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda podemos acabar com a AIDS até 2030, mas apenas se agirmos corajosamente e em conjunto para enfrentar as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem transformadora de que precisamos para acabar com a AIDS também protegerá o mundo contra futuras pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obrigada!</p>



<h6 class="wp-block-heading">Claudia Velasquez<br>Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil</h6>
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		<title>UNAIDS alerta sobre milhões de mortes relacionadas à AIDS e os contínuos danos por causa das pandemias se as lideranças não enfrentarem as desigualdades</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/11/desiguais-despreparados-ameacados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 15:38:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS emitiu hoje um aviso contundente de que se as lideranças mundiais não conseguirem abordar as desigualdades, o mundo poderá enfrentar 7,7 milhões* de mortes relacionadas à AIDS nos próximos 10 anos. O UNAIDS adverte, ainda, que se as medidas transformadoras necessárias para acabar com a AIDS não forem tomadas, o mundo também, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/desiguais-despreparados-ameacados/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS emitiu hoje um aviso contundente de que se as lideranças mundiais não conseguirem abordar as desigualdades, o mundo poderá enfrentar 7,7 milhões* de mortes relacionadas à AIDS nos próximos 10 anos. O UNAIDS adverte, ainda, que se as medidas transformadoras necessárias para acabar com a AIDS não forem tomadas, o mundo também ficará preso na crise de COVID-19 e permanecerá perigosamente despreparado para as pandemias que estão por vir.</p>



<span id="more-19114"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este é um chamado urgente à ação&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;O progresso relacionado à pandemia da AIDS, que já estava fora do caminho, está agora sob uma tensão ainda maior à medida que a crise de COVID-19 continua em fúria, interrompendo os serviços de prevenção e tratamento do HIV, a escolaridade, os programas de prevenção da violência e muito mais. Não podemos ter que escolher entre acabar com a pandemia de AIDS hoje e preparar-nos para as pandemias de amanhã. A única abordagem bem-sucedida alcançará ambas. A partir de agora, não estamos no caminho certo para alcançar nenhuma das duas [pandemias]&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta vem no <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/11/2021_WAD_report_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novo relatório do UNAIDS</a></strong></span> (em inglês): &#8220;Desiguais. Despreparados. Ameaçados: por que são necessárias ações ousadas para acabar com a AIDS, interromper a COVID-19 e preparar respostas a futuras pandemias&#8221;, lançado antes do Dia Mundial da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns países, inclusive alguns com os mais altos índices de HIV, fizeram progressos notáveis contra a AIDS, mostrando que esse é um caminho viável. Entretanto, o número de novas infecções por HIV não está caindo suficientemente rápido para deter a pandemia, que em 2020, registrou 1,5 milhão de novas infecções por HIV com taxas crescentes em alguns países. O número de infecções também é afetado pelas desigualdades. Seis em cada sete novas infecções por HIV África subsaariana ocorrem nas adolescentes. Homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), profissionais do sexo e pessoas que usam drogas enfrentam um risco de 25 a 35 vezes maior de adquirir o HIV em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A COVID-19 está diminuindo a resposta à AIDS em muitos lugares. O ritmo dos testes de HIV diminuiu quase uniformemente e em 40, dos 50 países que se reportaram ao UNAIDS, menos pessoas vivendo com HIV iniciaram o tratamento. Os serviços de prevenção ao HIV foram impactados—em 2020, os serviços de redução de danos para pessoas que usam drogas foram interrompidos em 65% dos 130 países pesquisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ainda é possível acabar com a epidemia até 2030&#8221;, afirmou o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, em sua mensagem do Dia Mundial da AIDS. &#8220;Mas isso exigirá uma ação intensificada e maior solidariedade. Para vencer a AIDS—e construir resistência contra as pandemias de amanhã—precisamos de ação coletiva&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este novo relatório do UNAIDS&nbsp;aborda&nbsp;cinco elementos críticos do plano acordado pelos Estados-Membros na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS,&nbsp;que devem ser implementados urgentemente para deter a pandemia de AIDS e que são&nbsp;críticos,&nbsp;mas subfinanciados e&nbsp;subpriorizados&nbsp;para a prevenção, preparação e resposta à pandemia. Estes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Infraestrutura liderada pela comunidade e baseada na comunidade;</li><li>Acesso equitativo a medicamentos, vacinas e tecnologias de saúde;</li><li>Apoio&nbsp;a&nbsp;profissionais&nbsp;na linha de frente da pandemia;</li><li>Os direitos humanos no centro das respostas a pandemias;</li><li>Sistemas de dados centrados nas pessoas que destacam as desigualdades.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O apelo para investimentos de maior escala e mudanças nas leis e políticas para acabar com as desigualdades que impulsionam a AIDS e outras pandemias é apoiado por lideranças em saúde global e resposta a pandemias de todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se não tomarmos as medidas necessárias para combater as desigualdades que impulsionam o HIV hoje, não só não conseguiremos acabar com a pandemia de AIDS, como também deixaremos nosso mundo perigosamente despreparado para futuras pandemias&#8221;, disse Helen Clark, copresidente do Painel Independente de Preparação e Resposta à Pandemia, em um prefácio especial ao relatório do UNAIDS. &#8220;As pandemias encontram espaço para crescer nas fraturas das sociedades divididas. Profissionais incríveis da ciência, medicina, enfermagem e das comunidades que trabalham para acabar com as pandemias não podem ter sucesso a menos que as lideranças mundiais tomem as medidas que lhes permitam fazê-lo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">UNAIDS e especialistas globais em saúde enfatizam que, enquanto os negócios e comércio, como sempre, matariam milhões e deixariam o mundo preso à colisão de pandemias durante décadas, as lideranças podem, agindo de forma corajosa e conjunta, enfrentar as desigualdades nas quais as pandemias prosperam, acabar com a AIDS, superar a crise da COVID-19 e se protegerem das ameaças pandêmicas do futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Patógenos que vão do HIV ao vírus por trás da COVID-19 invadem as brechas e fissuras da nossa sociedade com surpreendente oportunismo&#8221;, disse Paul Farmer da Partners in Health, uma organização sem fins lucrativos que durante décadas tratou efetivamente a AIDS em contexto de extrema pobreza. &#8220;Que a pandemia de AIDS é moldada por profundas desigualdades estruturais não precisa nos conformar à inação, no entanto, nossas equipes, na área rural do Haiti e em todo o mundo, têm demonstrado rotineiramente que com a prestação de cuidados abrangentes, formas robustas de acompanhamento e apoio social e uma dose maior de justiça social, as disparidades nos resultados do HIV podem ser rapidamente reduzidas, e os sistemas de saúde podem ser rapidamente fortalecidos. Não devemos nos contentar com nada menos que isso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano marca 40 anos desde que os primeiros casos de AIDS foram registrados. Desde então, onde os investimentos atingiram as metas, houve um enorme progresso, particularmente na expansão do acesso ao tratamento. Em junho de 2021, 28,2 milhões de pessoas tinham acesso ao tratamento do HIV, em comparação a 7,8 milhões em 2010, embora o progresso tenha diminuído consideravelmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países com leis e políticas baseadas em evidência, forte envolvimento e participação da comunidade e sistemas de saúde sólidos e inclusivos tiveram os melhores resultados, enquanto as regiões com as maiores lacunas de recursos e países com leis punitivas e que não adotaram uma abordagem baseada em direitos à saúde, tiveram os piores resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sabemos o que funciona ao vermos respostas brilhantes à AIDS em alguns lugares&#8221;, disse Winnie Byanyima, &#8220;mas precisamos aplicar isso em todos os lugares para todas as pessoas. Temos uma estratégia eficaz que as lideranças adotaram este ano, mas ela precisa ser implementada na íntegra. Acabar com as desigualdades para acabar com a AIDS é uma escolha política que requer reformas políticas ousadas e requer dinheiro. Chegamos a uma encruzilhada no caminho. As lideranças precisam escolher entre agir ousadamente ou tomar medidas incompletas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*A estimativa de 7,7 milhões de mortes relacionadas à AIDS entre 2021 e 2030 é o que estudos de modelagem do UNAIDS preveem se a cobertura dos serviços de HIV for mantida constante nos níveis de 2019. Se a Estratégia Global de AIDS 2021-2026: “Acabar com as Desigualdades, Acabar com a AIDS” for executada e as metas de 2025 forem atingidas, o UNAIDS estima que pelo menos 4,6 milhões dessas mortes podem ser evitadas durante a década.</em></p>
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		<title>Dia Mundial da AIDS 2021. Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/11/dia-mundial-da-aids-2021-mensagem-de-winnie-byanyima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 20:19:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Olá,&#160;amigos&#160;e amigas, saudações neste&#160;Dia&#160;Mundial&#160;da AIDS&#160;e minha solidariedade&#160;para todas as pessoas&#160;enquanto enfrentamos o impacto&#160;de&#160;duas pandemias&#160;que&#160;colidem. Este ano, o mundo aprovou um plano ousado que, se as lideranças mundiais cumprirem, acabará com a AIDS até 2030. Isso é muito emocionante. Mas hoje, nós, como Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, trazemos um aviso urgente de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/dia-mundial-da-aids-2021-mensagem-de-winnie-byanyima/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Olá,&nbsp;amigos&nbsp;e amigas, saudações neste&nbsp;Dia&nbsp;Mundial&nbsp;da AIDS&nbsp;e minha solidariedade&nbsp;para todas as pessoas&nbsp;enquanto enfrentamos o impacto&nbsp;de&nbsp;duas pandemias&nbsp;que&nbsp;colidem.</p>



<span id="more-19063"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, o mundo aprovou um plano ousado que, se as lideranças mundiais cumprirem, acabará com a AIDS até 2030. Isso é muito emocionante. Mas hoje, nós, como Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, trazemos um aviso urgente de que a AIDS continua sendo uma pandemia. O alerta está ligado e só podemos superar esse momento se acabarmos com as desigualdades que impulsionam as pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em locais onde as lideranças estão agindo corajosamente e juntas, reunindo ciência de ponta, entregando serviços que atendam a todas as necessidades das pessoas, protegendo os direitos humanos e sustentando um financiamento adequado, mortes por AIDS e novas infecções por HIV estão se tornando raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a realidade em alguns lugares e para algumas pessoas. Nossos dados mostram que, se continuamos no ritmo atual, teremos 12 milhões de mortes extras do que se cumprimos a estratégia ousada em sua totalidade. Mais 12 milhões de mortes nos próximos 10 anos!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Dia Mundial da AIDS 2021 - Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS." width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/ltfKl5SscSA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E, sem a abordagem da luta contra a desigualdade que precisamos para acabar com a AIDS, o mundo também estaria lutando para acabar com a pandemia da COVID-19 e permaneceria despreparado para as pandemias do futuro. Isso seria profundamente perigoso para todas e todos nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço na resposta à AIDS, que já estava fora das prioridades antes da COVID-19, está agora sob um risco ainda maior, na medida em a crise da COVID-19 continua pressionando os serviços de prevenção e tratamento do HIV, interrompendo o acesso à educação e programas de prevenção da violência e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na trajetória atual, não estamos diminuindo os números com rapidez suficiente e corremos o risco de uma pandemia de AIDS que ainda durará décadas. Temos que nos mover mais rapidamente a partir um conjunto de ações acordadas pelos Estados-Membros das Nações Unidas para enfrentar as desigualdades que estão impulsionando o HIV. Na resposta dada à pandemia de AIDS, temos aprendido muito sobre o que precisamos fazer para acabar com a AIDS e o que precisamos fazer, também, para acabar com todas as pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos urgentemente de infraestrutura liderada e baseada na comunidade como parte de um forte sistema de saúde pública, sustentado por uma forte responsabilidade da sociedade civil. Este é um pré-requisito. Precisamos de políticas para garantir um acesso justo e acessível à ciência. Toda nova tecnologia deve chegar sem demora a todas as pessoas que precisam dela. Precisamos proteger profissionais da saúde e expandir seu número para atender às nossas necessidades urgentes de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos proteger os direitos humanos e construir confiança nos sistemas de saúde e em todos os sistemas públicos. São estas ações que garantirão que fecharemos as lacunas de desigualdade e acabaremos com a AIDS. Mas, muitas vezes, essas ações acontecem de forma desigual e são subfinanciadas e subvalorizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu parabenizo as comunidades que estão na linha de frente pelo seu pioneirismo nas abordagens mostradas como mais eficazes, por terem impulsionado a necessidade de mudança e por estarem incentivando nossas lideranças a serem ousadas. Peço a vocês, ativistas e comunidades: continuem pressionando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lideranças mundiais, vamos trabalhar de forma conjunta com urgência para enfrentar estes desafios. Peço a vocês: tenham coragem em fazer com que seus atos correspondam com suas palavras. Não há uma escolha a ser feita entre acabar com a atual pandemia de AIDS e se preparar para as pandemias de amanhã. A única abordagem bem-sucedida é alcançar as duas coisas. Neste momento não estamos no caminho certo para alcançar nenhum dos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tomarmos em consideração as desigualdades que limitam o progresso, poderemos cumprir a promessa de acabar com a AIDS até 2030. Está em nossas mãos. A cada minuto que passa, perdemos uma vida preciosa para a AIDS. Não podemos aceitar essa situação. Não temos tempo. Vamos combater as desigualdades. Vamos acabar com a AIDS. Vamos prevenir todas as pandemias futuras.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Winnie Byanyima<br>Diretora Executiva do UNAIDS<br>Subsecretária-Geral das Nações Unidas</h6>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/11/dia-mundial-da-aids-2021-mensagem-de-winnie-byanyima/">Dia Mundial da AIDS 2021. Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS parabeniza acordo histórico entre o Grupo de Patentes de Medicamentos e Merck Sharp &#038; Dohme</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/10/unaids-parabeniza-acordo-entre-mpp-e-merck-sharp-dohme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2021 12:29:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza o acordo entre o Medicines Patent Pool (MPP), consórcio que promove globalmente o licenciamento voluntário e compartilhamento de patentes de remédios, e a empresa farmacêutica Merck Sharp &#38; Dohme por meio do qual os direitos de propriedade intelectual sobre um medicamento antiviral para tratar formas leves a moderadas de COVID-19 em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/10/unaids-parabeniza-acordo-entre-mpp-e-merck-sharp-dohme/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza o acordo entre o Medicines Patent Pool (MPP), consórcio que promove globalmente o licenciamento voluntário e compartilhamento de patentes de remédios, e a empresa farmacêutica Merck Sharp &amp; Dohme por meio do qual os direitos de propriedade intelectual sobre um medicamento antiviral para tratar formas leves a moderadas de COVID-19 em pacientes adultos serão partilhados com laboratórios sublicenciados de maneira não exclusiva e transparente. O medicamento, Molnupiravir, ainda depende de aprovação de agências reguladoras, mas obteve ótimos resultados em ensaios clínicos.</p>



<span id="more-18823"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este acordo é um bom primeiro passo, com a saúde pública sendo priorizada em relação aos lucros&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o primeiro acordo de licenciamento de um recurso para o COVID-19 a ser estabelecido dentro de uma perspectiva de saúde pública. É um desenvolvimento significativo, considerando a falta de medicamentos para tratar a doença. A iniciativa permitirá a entrada no mercado de versões genéricas mais acessíveis deste medicamento assim que for concedida autorização de organismos reguladores de saúde nacionais e/ou regionais ou incluídos na lista da Organização Mundial de Saúde (OMS) para utilização de emergência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Este novo tratamento promete ser uma contribuição valiosa na resposta à COVID-19 e o acesso ao mesmo será consideravelmente expandido ao permitir que empresas de todo o mundo produzam versões mais acessíveis do medicamento&#8221;</p><cite>Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o acordo, as empresas farmacêuticas sediadas em qualquer parte do mundo que estejam interessadas e qualificadas para fabricar versões genéricas do produto serão autorizadas a comercializar o medicamento nos 105 países incluídos no âmbito geográfico do acordo de licenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, reconhecendo que a COVID-19 não conhece fronteiras geográficas, o UNAIDS espera que todos os países que sofrem com a pandemia tenham acesso ao mercado genérico para este produto. Todas as tecnologias de saúde devem ser consideradas bens públicos globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este acordo inclui todos os países subsaarianos, os de baixo rendimento, a maioria dos de rendimento médio inferior, além de 20 países de rendimento médio superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPP foi originalmente estabelecido para negociar acordos de licenciamento orientados para a saúde pública para produtos contra o HIV, tuberculose e malária. O consórcio tem sido protagonista na resposta ao HIV, promovendo a concorrência no mercado farmacêutico e ajudando a fazer baixar os preços dos medicamentos essenciais. O UNAIDS e o MPP são membros do Comitê Diretor do Grupo de Acesso à Tecnologia para o COVID-19 da OMS (C-TAP), uma iniciativa que apela à partilha voluntária de tecnologias, conhecimentos, dados e direitos de propriedade intelectual de produtos de saúde para prevenir, diagnosticar e tratar a COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Já é mais do que tempo de se tomarem disposições semelhantes para fazer vacinas contra a COVID-19. O que funciona para os medicamentos também deve funcionar para as vacinas e diagnósticos e outras tecnologias que salvam vidas&#8221;, defende Winnie Byanyima. &#8220;Renovo meu apelo ao G20 e a outros governos para assegurar que os detentores de patentes sejam obrigados a partilhar equitativamente as ferramentas e tecnologias que salvam vidas&#8221;.</p>
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		<title>Iniciativa ajuda migrantes LGBTI a entenderem seus direitos no Equador</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/09/iniciativa-ajuda-migrantes-lgbti-entenderem-direitos-equador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 21:29:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Minha vida agora está em minhas mãos&#8221;, diz Erick González, venezuelano que vive no Equador há quase um ano. Durante muito tempo, ele procurou um lugar onde pudesse se sentir parte da sociedade —e ele encontrou esse lugar no Diálogo Diverso. Com sede em Quito, a organização da sociedade civil criada em 2018 trabalha, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/09/iniciativa-ajuda-migrantes-lgbti-entenderem-direitos-equador/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Minha vida agora está em minhas mãos&#8221;, diz Erick González, venezuelano que vive no Equador há quase um ano. Durante muito tempo, ele procurou um lugar onde pudesse se sentir parte da sociedade —e ele encontrou esse lugar no Diálogo Diverso.</p>



<span id="more-18511"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Com sede em Quito, a organização da sociedade civil criada em 2018 trabalha na proteção e promoção dos direitos humanos, com ênfase em gênero e pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo (LGBTI). Através da iniciativa <em>Hablemos Positivo</em> (Falemos Positivo, em tradução livre), apoiada pelo UNAIDS, a ONG Diálogo Diverso aumentou sua capacidade de responder às necessidades de pessoas migrantes LGBTI durante o primeiro ano da pandemia de COVID-19.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Existem poucas entidades trabalhando na prevenção ao HIV, bem como outras questões de saúde às quais estamos expostos como parte da comunidade LGBTI e migrantes&#8221;</p><cite>Erick González</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Diálogo Diverso está entre as 61 organizações que receberam fundos do Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe como parte da iniciativa <em>Soy Clave: de las Comunidades para las Comunidades</em> (Sou Chave: das comunidades para as Comunidades), uma iniciativa que visa promover soluções sociais lideradas pela comunidade para responder ao HIV durante a pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos recebido solicitações de diferentes pessoas LGBTI: venezuelanas, cubanas, colombianas, entre outras. E identificamos que todas essas pessoas enfrentam um processo migratório muito semelhante&#8221;, disse Danilo Manzano, diretor e cofundador do Diálogo Diverso, que conta com uma equipe de mais de 40 pessoas trabalhando nas cidades de Quito, Guayaquil, Manta e Cuenca. &#8220;Mas, além das necessidades coletivas como migrantes e populações-chave, era importante levar em conta a interseccionalidade com os direitos humanos e o impacto dos desafios individuais que essas pessoas enfrentam em um novo país.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O HIV é uma das razões pelas quais as pessoas LGBTI deixam a Venezuela, dadas as dificuldades de acesso permanente aos antirretrovirais, a invisibilidade de seus direitos e, em outras ocasiões, os crimes de ódio&#8221;, disse Andrés Alarcón, ativista do Diálogo Diverso. &#8220;Este projeto nasceu de nossa experiência no atendimento a milhares de migrantes LGBTI. E durante a pandemia, identificamos uma tendência particular entre as pessoas que vivem com HIV: falta de informação e acesso a diferentes serviços de saúde.&#8221;</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="fade"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18517" data-id="18517" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original1.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original1-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Reprodução</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18525" data-id="18525" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original3.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original3.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original3-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original3-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/09/2021_09_21_LGBTI-migrants-to-learn-their-rights-in-Ecuador_Original3-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Graças aos recursos fornecidos pelo UNAIDS, o projeto entregou centenas de kits de saúde sexual e reprodutiva, organizou várias conversas sobre promoção da saúde, prevenção ao HIV, infecções sexualmente transmissíveis e COVID-19 e disseminou uma campanha sobre redes sociais voltadas para a conscientização e promoção dos direitos humanos das pessoas LGBTI migrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este é um grande exemplo de como organizações internacionais, doadores e governos podem investir em comunidades para que possam trazer soluções sociais para suas próprias comunidades, ao mesmo tempo em que lidam com questões-chave de intersecção como os direitos LGBTI&nbsp;e migração&#8221;, disse Guillermo&nbsp;Marquez&nbsp;Villamediana,&nbsp;oficial&nbsp;sênior&nbsp;para&nbsp;apoio&nbsp;comunitário do Escritório&nbsp;Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;A&nbsp;experiência e capacidade de alcance&nbsp;das ONGs&nbsp;têm sido cruciais para manter viva a resposta ao HIV para&nbsp;as pessoas&nbsp;mais vulneráveis durante a pandemia da COVID-19.&#8221;</p><cite>Guilhermo Marquez Villamediana</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos destaques do projeto foi a criação de uma aliança entre duas organizações comunitárias que trabalham com&nbsp;pessoas&nbsp;migrantes e&nbsp;refugiadas&nbsp;no Equador,&nbsp;<em>Alianza&nbsp;Igualitaria</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Construyendo&nbsp;Igualdad</em>, o que ampliou seu alcance e lhes permitiu trabalhar com outras populações, tais como&nbsp;profissionais&nbsp;do sexo e jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exclusão baseada na orientação sexual e identidade de gênero compõe as violações dos direitos humanos de&nbsp;pessoas&nbsp;migrantes e refugiadas LGBTI&nbsp;na Venezuela. De acordo com um estudo realizado pela ONG&nbsp;Diálogo Diverso e pela Organização Internacional para as Migrações&nbsp;(OIM)&nbsp;em 2020, 43% das pessoas&nbsp;migrantes LGBTI no país haviam sido vítimas de exclusão, discriminação ou violência. O mesmo estudo apontou que&nbsp;essa população&nbsp;tem&nbsp;dificuldade de acesso ao sistema de saúde devido à falta de informação e conscientização sobre&nbsp;isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este projeto me deu conhecimento sobre as possibilidades de evitar a infecção e transmissão do HIV&#8221;, disse Reinaldo Mendoza, migrante venezuelano que recebeu apoio do&nbsp;<em>Hablemos&nbsp;Positivo</em>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reina&nbsp;Manteña, presidente da Associação de Mulheres do&nbsp;<em>Cantón&nbsp;Milagro</em>, no Equador, disse que a parceria com&nbsp;a ONG&nbsp;Diálogo Diverso na prestação de assessoria técnica às mulheres LGBTI&nbsp;tem sido gratificante. &#8220;Muitas companheiras foram beneficiadas com os kits e os diálogos. Não esqueçamos que, diante desta pandemia, os centros de saúde não estavam fornecendo&nbsp;serviços&nbsp;nem preservativos, que são vitais para as trabalhadoras do sexo&#8221;, disse ela. &#8220;Além disso, fornecemos apoio técnico a&nbsp;profissionais do sexo&nbsp;da&nbsp;Venezuela&nbsp;para&nbsp;que pudessem&nbsp;regularizar sua situação no país&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para&nbsp;Danilo&nbsp;Manzano e sua equipe em Diálogo Diverso, é gratificante ver estes resultados. &#8220;Nunca se tratou de quantidade, mas da qualidade da assistência que podemos oferecer e seu real impacto em suas vidas.&#8221;</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/09/iniciativa-ajuda-migrantes-lgbti-entenderem-direitos-equador/">Iniciativa ajuda migrantes LGBTI a entenderem seus direitos no Equador</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Análise mostra aumento de investimentos governamentais em 2020. Desafios da COVID-19 tornam incertos recursos futuros</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/07/aumento-de-investimentos-em-2020-e-desafios-futuros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 17:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório da KFF (Fundação Família Kaiser, em tradução livre para o português) e do UNAIDS constata que os investimentos dos governos doadores para a resposta ao HIV em países de baixa e média renda aumentaram em US$ 377 milhões em 2020, chegando a US$ 8,2 bilhões em 2020 em comparação com US$ 7,8 bilhões em 2019. O, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/aumento-de-investimentos-em-2020-e-desafios-futuros/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório da KFF (Fundação Família Kaiser, em tradução livre para o português) e do UNAIDS constata que os investimentos dos governos doadores para a resposta ao HIV em países de baixa e média renda aumentaram em US$ 377 milhões em 2020, chegando a US$ 8,2 bilhões em 2020 em comparação com US$ 7,8 bilhões em 2019. O financiamento do governo doador apoia os cuidados e o tratamento ao HIV, a prevenção e outros serviços em países de baixa e média renda.</p>



<span id="more-18564"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do financiamento é quase inteiramente resultado do aumento das contribuições dos Estados Unidos para o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, que se deve em grande parte ao reembolso do financiamento do ano anterior. Não se espera, portanto, que o país mantenha o nível de investimento para o Fundo Global em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados Unidos continuam sendo o maior doador para o HIV, representando 76% de todo o financiamento do governo doador, seguido pelo Reino Unido (7%), Japão (3%), Alemanha (3%), e França (3%). Como outros governos continuam a retirar financiamento bilateral, os Estados Unidos são responsáveis por uma parte crescente do financiamento global para o HIV por parte dos governos doadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório reflete decisões políticas e de financiamento de anos anteriores e não capta totalmente o impacto da COVID-19 nas decisões de financiamento dos doadores. &#8220;Enquanto muitos governos estão começando a se recuperar da pandemia, seu impacto global e a recessão relacionada tornam imprevisível o financiamento futuro da resposta ao HIV&#8221;, disse Jen Kates, vice-presidente sênior da KFF.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Não apenas alguns países de baixa e média renda estão passando por uma &#8216;terceira onda&#8217; de COVID-19, as vacinas permanecem em grande parte fora de alcance, potencialmente levando a maiores necessidades de financiamento para o HIV e outros serviços de saúde.&#8221; </p><cite>Jen Kates, vice-presidente sênior da KFF</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos em um estágio crítico na resposta à AIDS, pois os países estão enfrentando os enormes desafios colocados pela pandemia de COVID-19&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Mas ainda temos uma oportunidade de acabar com a epidemia até 2030 se doadores e países se comprometerem a mobilizar recursos e priorizar a saúde, os direitos humanos e a igualdade, que são os componentes-chave, não só para nos tirar da pandemia do HIV e da COVID-19, mas são a pedra angular da recuperação econômica e da segurança.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2021_07_19_KFF-UNAIDS-analysis_Grafico_PT.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="535" height="322" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2021_07_19_KFF-UNAIDS-analysis_Grafico_PT.png" alt="" class="wp-image-18566" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2021_07_19_KFF-UNAIDS-analysis_Grafico_PT.png 535w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2021_07_19_KFF-UNAIDS-analysis_Grafico_PT-300x181.png 300w" sizes="auto, (max-width: 535px) 100vw, 535px" /></a></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Estes dados estão incluídos em um relatório global mais amplo do UNAIDS, que examina todas as fontes de financiamento para a diminuição do HIV, incluindo governos locais, organizações não-governamentais e o setor privado, e os compara com os recursos necessários para atingir as metas relacionadas a testes e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo relatório, produzido como uma parceria de longa data de mais de 15 anos entre a KFF e o UNAIDS, fornece os últimos dados disponíveis sobre o financiamento dos governos doadores com base nos dados fornecidos pelos governos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório inclui assistência bilateral a países de baixa e média renda e contribuições ao Fundo Global, UNAIDS e UNITAID. &#8220;Financiamento do governo doador&#8221; refere-se aos desembolsos, ou pagamentos, feitos pelos doadores.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/aumento-de-investimentos-em-2020-e-desafios-futuros/">Análise mostra aumento de investimentos governamentais em 2020. Desafios da COVID-19 tornam incertos recursos futuros</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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