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	<title>covid-19 e HIV - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>A continuidade no fornecimento de tratamento de HIV que salva vidas supera 100 vezes o risco de transmissão de COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 16:42:00 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram a modelagem matemática para verificar os benefícios da continuidade dos serviços de HIV em comparação com os danos potenciais da transmissão adicional de COVID-19. A análise mostra que a manutenção dos serviços de HIV evitaria entre 19 e 146 mortes relacionadas à AIDS por 10 000 pessoas em uma perspectiva de 50 anos, enquanto as mortes adicionais relacionadas à COVID-19 por exposições relacionadas aos serviços de HIV seriam de 0,002 a 0,15 por 10 000 pessoas. A análise demonstra que os benefícios de continuar a fornecer serviços de HIV durante a pandemia de COVID-19 superam de longe o risco de mortes adicionais relacionadas à COVID-19.</p>



<span id="more-17482"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo deveria fazer investimentos agora que não o deixem com tantas contrapartidas no futuro&#8221;, disse Peter Ghys, diretor de Informação Estratégica e Avaliação do UNAIDS. &#8220;Precisamos construir sistemas robustos de saúdeno futuro e que reconheçam as contribuições lideradas pela comunidade como parte de um sistema resiliente, não como um pensamento posterior&#8221;.<br><br>A análise olhou as interrupções de quatro serviços-chave do HIV: circuncisão médica voluntária masculina, teste de diagnóstico do HIV, teste de carga viral e programas para prevenir a transmissão vertical do HIV. Essa pesquisa comparou as mortes por COVID-19 em 2020 e 2021 entre profissionais da saúde e usuários devido à continuidade do funcionamento dos serviços de HIV, evitando mortes relacionadas à AIDS ocorridas agora e nos próximos 50 anos devido à manutenção dos serviços. As modelagens foram aplicadas a países com uma série de epidemias de HIV e COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 causou uma interrupção generalizada nos serviços de saúde, com restrições nos movimentos populacionais e serviços de saúde suspensos ou limitados em muitos países. A análise mostra que o dano potencial da transmissão adicional de COVID-19 que ocorre nos serviços de saúde de HIV precisa ser cuidadosamente avaliado em relação aos benefícios desses serviços &#8211; a pesquisa aponta que houve menos mortes relacionadas à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes resultados podem parecer intuitivos, mas é importante perceber que alguns serviços foram fechados para proteger as pessoas vivendo com HIV da exposição à COVID-19 e seus resultados potencialmente letais. Entretanto, o risco de não manter abertos esses serviços essenciais de HIV implica um maior risco geral de morte relacionado à falta de prevenção do HIV, acesso ao diagnóstico e eventual tratamento — essas situações são inaceitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora exista algum risco adicional de transmissão de COVID-19 a curto prazo associado à prestação de serviços de HIV, o risco de mortes adicionais por COVID-19 é pelo menos 100 vezes menor do que as mortes relacionadas à AIDS evitadas pela continuação desses serviços. Pode ser necessário um esforço adicional para incentivar a busca de serviços de saúde para o HIV durante a pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os ministérios da saúde levam em conta muitos fatores para decidir quando e como oferecer serviços essenciais de saúde durante a pandemia da COVID-19&#8221;, disse Meg Doherty, diretora dos Programas Globais de HIV, Hepatite e Infecções Sexualmente Transmissíveis da OMS. &#8220;Este trabalho mostra que, tendo uma visão a longo prazo, os benefícios de continuar os serviços essenciais de HIV são muito maiores do que os riscos de transmissão adicional da COVID-19; a prestação inovadora e segura de serviços deve continuar à medida que a pandemia é colocada sob controle.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise completa pode ser encontrada <a rel="noreferrer noopener" href="https://doi.org/10.1101/2021.03.01.21252663" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></strong></a>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia.jpg" alt="" class="wp-image-17492" width="758" height="487" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 758px) 100vw, 758px" /><figcaption><em>Para prevenir o aumento das mortes relacionadas à AIDS, os serviços de HIV devem continuar durante a pandemia de COVID-19. Acima, uma pessoa recebe sua terapia antirretroviral na sala de espera do hospital. Indonésia, maio de 2020. Foto gentilmente cedida pela Yayasan InSET</em></figcaption></figure></div>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/a-continuidade-no-fornecimento-de-tratamento-de-hiv-que-salva-vidas-supera-100-vezes-o-risco-de-transmissao-de-covid-19/">A continuidade no fornecimento de tratamento de HIV que salva vidas supera 100 vezes o risco de transmissão de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS parabeniza Ministério da Saúde pela decisão de incluir pessoas que vivem com HIV/AIDS no grupo prioritário de vacinação contra a COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:04:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) saúda a decisão do Ministério da Saúde, em nota publicada neste dia 30 de março, de incluir todas as pessoas adultas entre 18 e 59 anos que vivem com HIV/AIDS como grupo prioritário para o Programa Nacional de Imunização (PNI) contra a COVID-19. Antes dessa, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/unaids-parabeniza-ministerio-da-saude-pela-decisao-de-incluir-pessoas-que-vivem-com-hiv-aids-no-grupo-prioritario-de-vacinacao-contra-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) saúda a decisão do Ministério da Saúde, em nota publicada neste dia 30 de março, de incluir todas as pessoas adultas entre 18 e 59 anos que vivem com HIV/AIDS como grupo prioritário para o Programa Nacional de Imunização (PNI) contra a COVID-19.</p>



<span id="more-17272"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dessa atualização, o PNI&nbsp;incluía&nbsp;nos&nbsp;grupos&nbsp;prioritários&nbsp;apenas as pessoas que vivem com HIV e que registravam a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.aids.gov.br/pt-br" target="_blank">contagem menor que 350</a></strong></span> de linfócitos T CD4+ (que têm o papel importante de estabelecer e maximizar as capacidades de defesa do sistema imunológico). Com a decisão, as pessoas que vivem com HIV/AIDS com idade entre 18 e 59 anos foram incluídas no grupo de pessoas com comorbidades (doenças que favorecem o agravamento da Covid-19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes deste grupo estão pessoas com deficiência institucionalizada, povos indígenas vivendo em terras indígenas, trabalhadores da saúde, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas, povos e comunidades tradicionais quilombolas e grupos de idosos acima de 60 anos. Pessoas que vivem com HIV/AIDS e tem mais de 59 anos não foram incluídas nesse grupo por já estarem contempladas na lista de prioridade por idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o UNAIDS Brasil, a inclusão das pessoas que vivem com HIV/AIDS entre os grupos prioritários é uma decisão muito significativa tanto para a resposta à pandemia de COVID-19 quanto para a de AIDS. “Apesar de o Brasil oferecer acesso universal a prevenção, tratamento e cuidados para HIV, muitas pessoas que vivem com HIV/AIDS continuam sendo empurradas à margem da sociedade pelas inúmeras vulnerabilidades que acumulam, em especial pelo estigma e a discriminação”, disse Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “Com a COVID-19, muitas delas perderam empregos, moradia e a possibilidade de se alimentarem. Priorizar as pessoas que vivem com HIV para a vacinação é uma forma de protegê-las e de proteger o progresso acumulado até agora na resposta ao HIV.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nota,&nbsp;o Ministério&nbsp;da Saúde&nbsp;afirma que a&nbsp;atualização busca “reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a COVID-19 são seguras para a maioria da população, incluindo as pessoas que vivem com o HIV. Portanto, não existe nenhuma razão para que as pessoas que vivem com HIV recusem a oferta da vacinação quando ela estiver disponível. Em <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/COVID-19-vaccines-and-HIV_PT.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documento publicado recentemente</a></strong></span>, o UNAIDS reforça a importância e os benefícios da vacinação e pede que as pessoas que vivem com HIV mantenham sua adesão à terapia antirretroviral eficaz. “Até mesmo depois da vacinação, as pessoas que vivem com HIV devem seguir respeitando as medidas de prevenção para que se protejam do Sars-Cov-2 e protejam as pessoas ao seu redor”, diz o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">Vacinação</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que vivem com HIV e AIDS terão os dados incluídos de forma automática no pré-cadastro do Conecte-SUS, aplicativo no Ministério da Saúde para que a população gerencie consultas, exames, medicamentos e vacinas. Também será possível comprovar que faz parte do grupo prioritário apresentando exames, receitas de antirretrovirais ou relatórios médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">COVID-19 no Brasil</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está no momento mais delicado em relação à COVID-19 desde o início da pandemia, em março de 2020. Até agora o país soma 310 mil mortes e apresenta uma taxa de 149 mortes para cada 100 mil pessoas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/03/30/onu-tenta-ajudar-o-brasil-a-conseguir-antecipar-chegada-de-vacinas" target="_blank">entrevista recente concedida à CNN Brasil</a></strong></span>, Marlova Noleto, coordenadora residente a.i. do Sistema Nações Unidas no Brasil, informou que as Nações Unidas estão trabalhando de forma conjunta com o governo federal, estados, municípios e setor privado e destacou que as medidas restritivas precisam ser respeitadas. Nesta quarta-feira, a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://brasil.un.org/pt-br/123656-onu-brasil-destaca-importancia-de-medidas-de-prevencao-covid-19-durante-feriados" target="_blank">ONU Brasil lançou uma campanha</a></strong></span> que destaca importância de medidas de prevenção à COVID-19 durante feriados.</p>
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		<title>De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 20:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ingrid Bretón soube que estava vivendo com HIV quando tinha 19 anos. Era 1994 e o tratamento para HIV ainda não estava disponível na República Dominicana. “Eu sobrevivi quase cinco anos viva, mas morta por dentro”, lembra ela. “Passei por todos os processos de negação pelos quais uma pessoa recém-diagnosticada passa. Os centros de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/de-sobrevivente-do-hiv-a-defensora-na-reposta-da-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ingrid Bretón soube que estava vivendo com HIV quando tinha 19 anos. Era 1994 e o tratamento para HIV ainda não estava disponível na República Dominicana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu sobrevivi quase cinco anos viva, mas morta por dentro”, lembra ela. “Passei por todos os processos de negação pelos quais uma pessoa recém-diagnosticada passa. Os centros de saúde não quiseram me atender. Vivi todo tipo de estigma e discriminação.”</p>



<span id="more-17591"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua cidade, La Romana, ela era conhecida como “a garota da AIDS”. Era impossível encontrar trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento para HIV ajudou a mudar a trajetória de sua vida. Com a orientação de seu médico, José Román, ela se tornou a primeira mulher vivendo com HIV em La Romana que se sabe ter dado à luz um bebê sem HIV. Ao continuar o tratamento, Ingrid entendeu que estava perfeitamente saudável e que poderia viver uma vida mais significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pensei comigo mesma: ‘não estou adoecendo, meu cabelo não está caindo, não tenho feridas, não tenho AIDS. Eu quero fazer coisas’”, lembra Ingrid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2002, ela formou a Fundación Grupo Paloma (Fundação Grupo Paloma, na tradução livre para o português), que oferece apoio psicossocial, assistência jurídica e oportunidades de trabalho para pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV na região leste da República Dominicana. A organização também desempenha um papel fundamental de advocacy, dando visibilidade a questões como adesão ao tratamento, prevenção e estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das inovações da fundação é um projeto de agricultura que emprega pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um processo lindo”, diz a Ingrid, enquanto caminha pelos campos ensolarados de terra vermelha, passando por tomates, mamões e bananas. “A ideia é que as pessoas que vivem com HIV possam seguir em frente, trabalhando e sustentando suas famílias.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As famílias com as quais o Grupo Paloma trabalha foram diretamente afetadas pela pandemia da COVID-19. O trabalho da fundação foi fundamental durante esse período. As pessoas voluntárias fazem entregas em domicílio de alimentos, remédios e roupas. A fundação é uma fonte de conexão e apoio emocional em um momento em que as comunidades que vivem com HIV estão mais isoladas do que nunca devido às medidas de distanciamento social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira Pesquisa Rápida sobre as Necessidades das Pessoas que Vivem com HIV na República Dominicana, no contexto de COVID-19, constatou que, embora 92% das pessoas entrevistadas recebam a terapia antirretroviral, cerca de uma em cada seis tinha medicamento para menos de um mês. Graças ao advocacy do escritório do UNAIDS na República Dominicana, os protocolos foram alterados para que as pessoas que vivem com HIV e têm acesso a tratamento por meio do sistema público de saúde possam receber um medicamentos para três a seis meses de uma só vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório da República Dominicana impulsionou o governo a fortalecer os programas de atenção integral, inclusive por meio de alianças com a sociedade civil. Por exemplo, a Fundação Grupo Paloma prestou assistência a pessoas que vivem com HIV no Hospital Provincial Francisco Gonzalvo durante um período de cinco meses em 2020, quando o profissionais médicos não estavam disponíveis nas instalações de La Romana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS na República Dominicana também pediu atenção especial às necessidades de proteção social e segurança alimentar das pessoas que vivem com HIV e se encontram em situação de fragilidade econômica. O escritório respondeu rapidamente às consequências da COVID-19, oferecendo apoio à Fundação Grupo Paloma e outras organizações comunitárias que contribuem para a resposta nacional ao HIV. A resposta geral do UNAIDS incluiu o fornecimento de equipamento de proteção individual e informação especificamente para a comunidade de pessoas que vivem com o HIV. A segunda fase da resposta incluiu a mobilização de apoio nutricional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso foi de grande valor para as famílias, dada a crise econômica causada pela COVID-19”, diz Ingrid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sociedade civil desempenha o papel principal de conscientizar as comunidades e advogar em seu nome”, disse a diretora do UNAIDS para a República Dominicana, Bethania Betances. “À medida que respondemos a duas pandemias, de- HIV e COVID-19, é vital que as comunidades estejam na mesa de tomada de decisão para ajudar a moldar uma resposta eficaz e humana.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista: <a rel="noreferrer noopener" href="https://youtu.be/67RtBDZQFf0" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">A extraordinária história de uma mulher vivendo com HIV na República Dominicana</span></strong></a></p>



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<iframe title="De sobrevivente do HIV a defensora na reposta da COVID-19" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/67RtBDZQFf0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><em>Para legendas, ative closed captions (CC) em português.</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>HIV e COVID-19: um momento único para aprender, alavancar e construir sistemas resilientes para a saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/09/hiv-e-covid-19-um-momento-unico-para-aprender-alavancar-e-construir-sistemas-resilientes-para-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 13:46:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório do UNAIDS mostra como os países que lutam contra a COVID-19 estão usando a experiência e a infraestrutura da resposta à AIDS para garantir uma resposta mais robusta a ambas as pandemias. COVID-19 e HIV: 1 momento, 2 epidemias, 3 oportunidades—como aproveitar o momento para aprender, alavancar e construir um novo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/09/hiv-e-covid-19-um-momento-unico-para-aprender-alavancar-e-construir-sistemas-resilientes-para-a-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório do UNAIDS mostra como os países que lutam contra a COVID-19 estão usando a experiência e a infraestrutura da resposta à AIDS para garantir uma resposta mais robusta a ambas as pandemias. <strong><em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2020/20200909_lessons_hiv_covid" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COVID-19 e HIV: 1 momento, 2 epidemias, 3 oportunidades—como aproveitar o momento para aprender, alavancar e construir um novo caminho para a saúde e direitos de todas as pessoas</a></em></strong> mostra que, ao identificar as mudanças dinâmicas necessárias, podem ser encontrados sistemas que são eficazes, inclusivos, equitativos e com recursos suficientes.</p>



<span id="more-16046"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Dadas as dimensões épicas da emergência, o mundo precisa de unidade e solidariedade”, disse o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres. “Nossa luta de décadas contra o HIV oferece lições essenciais. Seguindo essas lições e trabalhando juntos, podemos garantir que as respostas nacionais de saúde cumpram a promessa da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e a saúde e o bem-estar de todas as pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As três oportunidades destacadas no relatório são: (1) que as principais lições aprendidas com a resposta ao HIV devem se comunicar com as respostas à COVID-19; (2) como a infraestrutura da resposta ao HIV já está impulsionando as respostas à COVID-19 e tem o potencial de catalisar o progresso acelerado; e (3) como as respostas à COVID-19 e ao HIV oferecem uma oportunidade histórica de construir uma ponte para sistemas de saúde adaptáveis e orientados para resultados que funcionem para as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta é uma oportunidade única de reimaginar os sistemas de saúde”, disse Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS. “Todos os olhos estão voltados para a saúde, os sistemas de saúde e os cuidados de saúde, com o desejo dos países de estarem bem equipados para lidar não apenas com a COVID-19, mas também para criar sociedades mais saudáveis e resilientes. Podemos aproveitar esta oportunidade aprendendo com o HIV e com a COVID-19 para fazer mudanças importantes para desenvolver sistemas de saúde baseados em direitos, equitativos e centrados nas pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca como a resposta ao HIV pode ajudar a impulsionar uma resposta acelerada à COVID-19 de maneiras que podem colaborar para garantir que tais esforços não ocorram às custas da resposta ao HIV ou de outras prioridades essenciais de saúde. Ao mesmo tempo em que o mundo empreende esforços focados para desacelerar a disseminação de COVID-19, também deve redobrar os esforços para limitar qualquer interrupção e promover a recuperação rápida dos serviços relacionados ao HIV, incluindo a garantia de suprimentos ininterruptos de produtos e tecnologias essenciais para o HIV e outras prioridades globais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A COVID-19 causou perdas significativas de vidas em muitas comunidades, mas principalmente naquelas onde as desigualdades tornam as pessoas mais vulneráveis a problemas de saúde. O aproveitamento da infraestrutura e da força de trabalho do HIV ajudou a mitigar o que poderia ter sido uma situação muito pior”, disse José M. Zuniga, Presidente/CEO da International Association of Providers of AIDS Care (Associação Internacional de Provedores de Cuidados com a AIDS, na tradução livre para o português) e co-organizador da <strong><em><a href="https://www.iapac.org/conferences/virtual-fast-track-cities-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.iapac.org/conferences/virtual-fast-track-cities-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>conferência virtual Fast-Track Cities</em></strong></a></em></strong> com o UNAIDS. “No entanto, com os gastos atuais com HIV substancialmente fora do caminho, o mundo precisa urgentemente aumentar os investimentos nas respostas ao HIV e à COVID-19 e não desviar de uma epidemia para responder à outra.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infraestrutura extensa, dinâmica e ágil que foi construída em torno da resposta ao HIV está sendo aproveitada de várias maneiras para ajudar na resposta ao COVID-19 e inclui a entrega de serviços inovadores liderados pela comunidade. Por exemplo, 280.000 novas pessoas profissionais de saúde treinadas pelo Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS (PEPFAR) estão atualmente auxiliando como primeiros respondentes à COVID-19 em muitos países de baixa e média renda. Além disso, 17 centros de referência de tratamento de HIV em Marrocos estão agora funcionando como a primeira linha para serviços de tratamento de COVID-19. A Housing Works, ONG que atua com pessoas que vivem com HIV ou AIDS, abriu dois abrigos na cidade de Nova York especificamente para pessoas sem-teto que tiveram resultado positivo para a COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca que, embora diferentes em muitos aspectos, a COVID-19 e o HIV compartilham características importantes e que, ao incorporar as lições aprendidas com o HIV, a resposta à COVID-19 pode evitar muitos erros. Um elemento essencial é a adesão e liderança das comunidades. O ativismo comunitário acelerou a entrega de medicamentos para o HIV que salvam vidas, a vigilância comunitária alertou as autoridades sobre a falta de estoques de medicamentos perigosos e as comunidades prestaram serviços essenciais de testagem e tratamento de HIV de porta a porta, além de estarem liderando esforços para derrubar as leis punitivas que afastam dos serviços de saúde essenciais populações como homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também mostra a importância de fundamentar firmemente as respostas de saúde nos direitos humanos e a necessidade de respostas transformadoras de gênero. Outras ações incluem o fortalecimento de sistemas de informação estratégica capazes de fornecer dados oportunos e precisos sobre a pandemia para identificar novos surtos e coordenação global, vontade política sustentada e uma resposta multissetorial.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p></p><cite>“O surgimento da COVID-19 expôs as fraquezas subjacentes nos sistemas de saúde, que se mostraram insuficientes, despreparados e insustentáveis”, disse Byanyima. “O UNAIDS está pedindo que os sistemas de saúde sejam reinventados para garantir que sejam inclusivos, justos e equitativos.”</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Os sistemas de saúde do futuro devem ser preparados para enfrentar qualquer nova grande crise de saúde, sendo ágeis, orientados para resultados, inclusivos e centrados nas pessoas. A COVID-19 e a resposta ao HIV devem ser usadas como uma oportunidade para repensar sistemas de saúde que funcionem para as pessoas, maximizar a eficiência e eficácia, atrair recursos suficientes e envolver as comunidades como parceiros essenciais para a saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><span class="has-inline-color has-black-color"><strong><em><strong><em><a href="https://www.iapac.org/conferences/virtual-fast-track-cities-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A conferência virtual Fast-Track Cities 2020</a></em></strong></em></strong></span></em> </strong>acontecerá nos dias 9 e 10 de setembro, reunindo cerca de 1.500 representantes de mais de 300 municípios em todo o mundo para discutir as respostas urbanas à COVID-19 e ao HIV. Anthony Fauci, Diretor do United States National Institute of Allergy and Infectious Diseases, (Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, na tradução livre para o português), fará o discurso de abertura e o UNAIDS fará uma apresentação sobre a importância da continuidade dos serviços de HIV durante a COVID-19 e discutirá estratégias de mitigação para proteger os ganhos obtidos na resposta ao HIV.</p>
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		<title>Junta de coordenação do programa do UNAIDS discute o trabalho realizado pelo UNAIDS na resposta à COVID-19 e ao HIV, a próxima estratégia e a sua agenda transformadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 18:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O 46º encontro do UNAIDS Programme Coordinating Board (Junta de coordenação do programa do UNAIDS, PCB) aconteceu em Genebra, na Suíça. O PCB, que se reuniu de 23 a 25 de junho de 2020, foi realizado pela primeira vez como uma reunião virtual por causa da pandemia de COVID-19. O PCB, presidido pelos Estados, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/junta-de-coordenacao-do-programa-do-unaids-discute-o-trabalho-realizado-pelo-unaids-na-resposta-a-covid-19-e-ao-hiv-a-proxima-estrategia-e-a-sua-agenda-transformadora/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.unaids.org/en/whoweare/pcb/46" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>46º encontro</strong></a> do UNAIDS Programme Coordinating Board (Junta de coordenação do programa do UNAIDS, PCB) aconteceu em Genebra, na Suíça. O PCB, que se reuniu de 23 a 25 de junho de 2020, foi realizado pela primeira vez como uma reunião virtual por causa da pandemia de COVID-19. O PCB, presidido pelos Estados Unidos da América, decidiu que seria importante demonstrar que o processo intergovernamental pode continuar a funcionar eficazmente durante a pandemia de COVID-19.</p>



<span id="more-16078"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, uma série de decisões cruciais foram tomadas sobre o futuro da resposta ao HIV e sobre a transformação do UNAIDS, enquanto discutiram e refletiram sobre a interconexão entre as pandemias de HIV e COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agradeço ao conselho de coordenação do programa pela confiança que nos deu para levar adiante nossa ambiciosa agenda”, disse Winnie Byanyima, diretora-executiva do UNAIDS. “Estou entusiasmada com o futuro trabalho em direção a uma nova estratégia global de combate ao HIV, para uma resposta ao HIV que incorpore as realidades da COVID-19 e pós-COVID-19, e para um UNAIDS mais apto e mais ágil. Estou ansiosa para colocar este trabalho em ação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi iniciado com uma visão geral dada por Byanyima sobre o cenário do HIV e COVID-19 em meados de 2020, que enfatizou que a epidemia de HIV é urgente e uma pendência muito incompleta, e que o mundo está no rumo certo para atingir as metas de 2020 na resposta ao HIV. Ela estimulou que países alavancassem as décadas de investimento na resposta ao HIV, que aprendessem com as lições de uma história de acesso desigual aos serviços de HIV e que aplicassem na luta contra COVID-19, inclusive apoiando uma vacina popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A natureza crítica da próxima estratégia do UNAIDS—uma estratégia que foi reconhecida deve ser ambiciosa, visionária, baseada em dados e evidências, com bons recursos e bem recebida—foi discutida pelos participantes. O PCB traçou um cronograma de etapas para o desenvolvimento da nova e ousada estratégia e definiu que o UNAIDS apresentaria para aprovação um relatório sobre o resultado da revisão em andamento e consultas sobre a estratégia até o final de outubro de 2020. Um esboço da estratégia será discutido na próxima reunião do PCB, em dezembro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PCB também debateu a transformação do UNAIDS. O PCB acompanhou uma atualização sobre a implementação do Plano de ação de gestão, que foi estabelecido para garantir um ambiente de trabalho saudável e equitativo para todos os funcionários do UNAIDS. Parabenizou o progresso feito até agora e apelou a um progresso mais rápido, particularmente no que diz respeito ao reforço dos sistemas de justiça interna e reparação. O grupo de trabalho do PCB sobre as recomendações da Joint Inspection Unit (Unidade de Inspeção Conjunta, JIU, na tradução livre para o português), também atualizou seu trabalho para garantir que as recomendações da JIU sejam postas em prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao discutir o orçamento unificado, resultados e estrutura de prestação de contas do UNAIDS, o PCB reconheceu que o UNAIDS cumpre seu mandato central, lidera a busca pelas pessoas que estão ficando para trás e mapeia as desigualdades. O trabalho fortalecido do UNAIDS a nível nacional foi saudado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios sobre o monitoramento do desempenho do UNAIDS, suas finanças e questões de gestão estratégica de recursos humanos foram examinados na reunião. O PCB saudou as realizações relatadas do programa conjunto no fortalecimento da ação conjunta e colaborativa a nível nacional, mas expressou preocupação com a previsão do déficit de 15 milhões de dólares em relação ao orçamento básico. O anúncio do Governo da Alemanha de que contribuiu com mais 20 milhões de dólares para o UNAIDS em 2020 foi, no entanto, bem-vindo. O PCB também parabenizou que os relatórios dos auditores externos e internos fossem discutidos em um item distinto da agenda, onde os membros do PCB se comprometeram com os auditores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segmento temático planejado sobre câncer do colo do útero, que deveria ser realizado em 25 de junho, será realizado durante o encontro do PCB de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes dos Estados-Membros das Nações Unidas, organizações internacionais, sociedade civil e organizações não governamentais participaram da reunião de três dias, que foi presidida pelos Estados Unidos da América, com a Namíbia como vice-presidente e a Índia como relatora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório ao Conselho do Diretor Executivo do UNAIDS e as decisões do PCB podem ser encontrados em <a href="https://www.unaids.org/en/whoweare/pcb/46."><strong>https://www.unaids.org/en/whoweare/pcb/46.</strong></a></p>
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		<title>Quais são as demandas das pessoas que vivem com HIV e vivem com AIDS em tempos de pandemia de COVID-19?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 22:42:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS lançou dia 18/6 a segunda rodada de sua pesquisa nacional para entender quais são as demandas de pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS no contexto da pandemia de COVID-19. O objetivo é mobilizar o maior número possível de respostas dentro desta população nas cinco regiões do país. O novo questionário, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/quais-sao-as-demandas-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-e-vivem-com-aids-em-tempos-de-pandemia-de-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lançou dia 18/6 a segunda rodada de sua pesquisa nacional para entender quais são as demandas de pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS no contexto da pandemia de COVID-19. O objetivo é mobilizar o maior número possível de respostas dentro desta população nas cinco regiões do país. O novo questionário busca avançar na análise sobre os resultados da primeira rodada, realizada de 27 a 30 de março, no início das recomendações de distanciamento físico no Brasil.  </p>



<span id="more-15460"></span>



<h4 class="wp-block-heading"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Clique aqui para participar! (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/HIVeCOVID19" target="_blank"><strong>Clique aqui para participar!</strong></a><br></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa ajudará o UNAIDS e seus parceiros a compreender também o impacto socioeconômico da COVID-19 sobre as pessoas que vivem com HIV e que vivem com AIDS.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na primeira rodada, no início da pandemia, queríamos entender como estava o acesso a informações, a medicamentos e insumos básicos e saúde mental”, relembra Cleiton Euzébio de Lima, diretor interino do UNAIDS no Brasil. “Para esta segunda rodada, incluímos perguntas importantes sobre renda e acesso a programas de auxílio do governo para compreender como a ONU pode melhor apoiar na construção de um plano de resposta ao impacto socioeconômico da pandemia. O objetivo é elaborar recomendações e projetos concretos com foco nas necessidades das pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS.”<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados da pesquisa também ajudarão o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) – e seus 11 copatrocinadores da família da ONU – a desenhar estratégias de médio e longo prazo para a resposta ao HIV no Brasil. Além disso, os dados têm sido utilizados também como ferramenta para ações de adcvocacy, especialmente em questões relacionadas ao acesso a serviços de saúde.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção deste segundo questionário contou com as contribuições das redes de pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS  &#8211;  Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (RNP+) e o  o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP) -,   dos representantes da ANAIDS eleitos para o Grupo Temático Ampliado da ONU sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) e do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Clique aqui para responder à pesquisa!
 (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/HIVeCOVID19" target="_blank"><strong>Clique aqui para responder à pesquisa!<br></strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Veja um resumo dos resultados da primeira rodada da pesquisa nacional do UNAIDS com pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS no contexto da pandemia de COVID-19.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="410" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-410x1024.png" alt="" class="wp-image-15350" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-410x1024.png 410w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-120x300.png 120w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-768x1920.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-720x1800.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-480x1200.png 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/1-1-288x720.png 288w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="410" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-410x1024.png" alt="" class="wp-image-15351" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-410x1024.png 410w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-120x300.png 120w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-768x1920.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-720x1800.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-480x1200.png 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/05/2-1-288x720.png 288w" sizes="auto, (max-width: 410px) 100vw, 410px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Conheça mais sobre a pesquisa clicando aqui. (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/2UYcOtZ" target="_blank"><strong>Conheça mais sobre os resultados da primeira rodada desta pesquisa.</strong></a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/06/quais-sao-as-demandas-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-e-vivem-com-aids-em-tempos-de-pandemia-de-covid-19/">Quais são as demandas das pessoas que vivem com HIV e vivem com AIDS em tempos de pandemia de COVID-19?</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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