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	<title>contraceptivos - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Uso de contraceptivo hormonal não aumenta risco de infecção por HIV, diz OMS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/09/uso-de-contraceptivo-hormonal-nao-aumenta-risco-de-infeccao-por-hiv-diz-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 17:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou orientações atualizadas sobre o uso de contraceptivos. As novas diretrizes levam em conta as confirmações de um estudo revelando que mulheres com um alto risco de contrair HIV podem usar qualquer forma de contracepção reversível. Entre os métodos que, segundo a pesquisa, não representam um aumento do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/09/uso-de-contraceptivo-hormonal-nao-aumenta-risco-de-infeccao-por-hiv-diz-oms/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A
Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou orientações atualizadas sobre o uso
de contraceptivos. As novas diretrizes levam em conta as confirmações de um
estudo revelando que mulheres com um alto risco de contrair HIV podem usar
qualquer forma de contracepção reversível.</p>



<span id="more-12706"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os métodos que, segundo a pesquisa, não representam um aumento do risco de infecção, estão injetáveis, implantes e os dispositivos intrauterinos de cobre, também conhecidos como DIUs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretriz
da OMS enfatiza, no entanto, que o uso correto e consistente desses métodos
contraceptivos não protege tanto do HIV como de outras infecções sexualmente
transmissíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência também recomenda que seja fornecida a Profilaxia Pré-Exposição, conhecida como PrEP, em locais onde a incidência do vírus é superior a 3%, sempre que for apropriado. Essa medicação impede que o vírus infecte o organismo antes do contacto com a pessoa em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova
diretriz da OMS é publicada na sequência de uma revisão de recentes evidências
científicas e destaca que as mulheres devem ter acesso a opções e métodos
contraceptivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com diretor executivo da OMS para Cobertura Universal de Saúde, Peter Salama, “as evidências mostram que o risco de uma mulher contrair HIV não deve restringir a escolha de contraceptivos”. Salama destaca que todas as mulheres devem ter acesso a uma ampla gama de opções de contracepção e prevenção do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diretrizes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito após reunião do grupo de desenvolvimento de diretrizes, que avaliou todas as evidências sobre contracepção hormonal e o risco de infeção por HIV publicadas em 2016. O encontro também analisou o que foi&nbsp;confirmado sobre os DIUs e o risco de contaminação pelo vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas recomendações são válidas em nível global, mas têm maior influência na África Subsaariana, região que apresenta as taxas mais altas de transmissão do HIV do mundo. De acordo com a OMS, a área enfrenta ainda grandes desafios de fornecimento, das mais amplas opções de contraceptivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de um quarto das mulheres africanas com idades
entre 15 e 49 anos desejam adiar ou impedir o nascimento de filhos, mas têm
acesso limitado aos métodos modernos de contracepção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo <em>Evidence for Contraceptive Options and HIV Outcomes (</em>Evidências para Opções Contraceptivas e Resultados do HIV, na tradução livre para o português)&nbsp;não apresenta diferenças estatisticamente significativas sobre a contaminação entre mulheres que usam um anticoncepcional como a injeção de acetato de medroxiprogesterona de depósito intramuscular, os DIUs de cobre ou o implante de levonorgestrel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, realizada na África do Sul e na Zâmbia, também revela haver altas taxas de infecção pelo HIV e por infecções sexualmente transmissíveis entre mulheres que procuram serviços contraceptivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores índices são apresentados particularmente entre
as mais jovens, independentemente de qual dos três métodos contraceptivos vem
sendo usado por elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ONU News </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Novo estudo não encontra diferença de risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 15:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[contraceptivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda os novos resultados do estudo Evidence for Contraceptive Options and HIV Outcomes (ECHO), que mostram que não há diferença significativa no risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos altamente eficazes. O estudo de larga escala, conduzido na Suazilândia, Quênia, África do Sul e Zâmbia, examinou o risco de infecção, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/novo-estudo-nao-encontra-diferenca-de-risco-de-infeccao-por-hiv-entre-tres-metodos-contraceptivos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS saúda os novos resultados do estudo <em>Evidence for Contraceptive Options and HIV Outcomes (ECHO)</em>, que mostram que não há diferença significativa no risco de infecção por HIV entre três métodos contraceptivos altamente eficazes. O estudo de larga escala, conduzido na Suazilândia, Quênia, África do Sul e Zâmbia, examinou o risco de infecção por HIV durante o uso do contraceptivo injetável, do implante inserido sob a pele e do DIU de cobre.</p>



<span id="more-11970"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="http://echo-consortium.com/" target="_blank">ECHO </a></strong>foi conduzido como parte dos esforços para coletar melhores evidências após uma série de estudos observacionais que sugeriam um possível aumento do risco de infecção por HIV em mulheres que usavam contraceptivos injetáveis com apenas progestógeno. “Estes resultados são essenciais para as mulheres em áreas de alta prevalência de HIV”, disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Interina do UNAIDS. “Os resultados dão informações necessárias para que mulheres e meninas possam tomar decisões informadas ao escolher os métodos contraceptivos disponíveis.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o estudo também destaca o forte impacto que o HIV tem em mulheres e meninas no leste e no sul da África. O estudo encontrou uma incidência extremamente alta de infecções por HIV entre as mulheres que participaram da pesquisa—uma média de 3,8% ao ano—e a incidência foi ainda maior entre mulheres jovens com menos de 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Encontrar taxas tão altas de novas infecções entre mulheres jovens neste estudo é profundamente perturbador”, disse Gunilla. “Isso mostra que, apesar dos esforços conscientes para integrar o planejamento familiar aos serviços de HIV, claramente não estamos fazendo isso da maneira necessária para realmente apoiar as mulheres na proteção ao HIV. Os esforços focados em prevenção combinada devem ser urgentemente integrados e intensificados nos serviços de saúde sexual e reprodutiva, particularmente na África Oriental e Austral, para impedir que as mulheres sejam infectadas pelo vírus.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração da prevenção ao HIV aos serviços de saúde sexual e reprodutiva em ambientes de alta prevalência inclui oferecer educação sobre HIV, testagem, vinculação à terapia antirretroviral para pessoas que recebem o resultado positivo para o teste de HIV, testagem de parceiros, incentivo ao uso de preservativos e profilaxia pré-exposição para proteção contra o HIV. A integração deve incluir a vinculação de mulheres com risco particularmente alto de infecção pelo vírus ao apoio social e econômico amplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir que as mulheres jovens tenham acesso a uma ampla gama de métodos contraceptivos eficazes e à ferramentas para se proteger do HIV ajudará a garantir que as mulheres tenham poder sobre sua própria saúde e seus direitos sexuais e reprodutivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os resultados do novo estudo, a Organização Mundial da Saúde convocará um Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes para revisar as recomendações já existentes sobre a elegibilidade das mulheres ao uso de diversos métodos contraceptivos em situações de alto risco de infecção pelo HIV. Recomendações atualizadas são esperadas até o final de agosto de 2019. </p>
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