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	<title>Carolinas - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS e ONG Nação Basquete de Rua lançam campanha para celebrar Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2021 16:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/unaids-e-ong-nacao-basquete-de-rua-lancam-campanha-para-celebrar-dia-da-mulher-afrolatinoamericana-e-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para marcar a data do Dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR) em parceria com o UNAIDS, no Brasil, e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam hoje uma campanha de redes sociais composta por uma série de cards que destacam a vida de jovens mulheres negras que participaram do Projeto Carolinas, liderado pela NBR.</p>



<span id="more-17979"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto Carolinas, iniciado em 2020 durante a pandemia de COVID-19, tem como objetivo o fortalecimento, a autonomia e a visibilidade de novas lideranças na promoção da saúde e prevenção contra o HIV entre jovens mulheres, moradoras de comunidades, favelas e periferias. O projeto foi um dos que receberam recursos de um edital do escritório regional do UNAIDS para ações relacionadas à COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafaela Siqueira , uma das participantes do projeto, tem 18 anos e vive na Favela Margem da Linha, em Campos dos Goytacazes, interior do Rio de Janeiro &#8211; ela ficou grávida aos 16 anos e precisou parar de estudar para cuidar da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Rafaela guarda similaridade com a vivida pela escritora Carolina Maria de Jesus há 100 anos. Carolina perdeu a mãe, caminhou do interior de Minas Gerais até São Paulo para buscar uma vida melhor e aos 33 anos, sem emprego e grávida, tornou-se catadora de papel. A partir dessas vivências, passou a registrar em diários as desigualdades e cotidiano da favela. Seus escritos transformaram-se no livro “Quarto de Despejo &#8211; Diário de uma Favelada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra foi publicada em 1960 e foi traduzida para mais de 16 idiomas. Carolina foi reconhecida com título póstumo de Doutora Honoris Causa pela UFRJ após completar 60 anos da obra e com os temas de fome, racismo, machismo e falta de acesso à saúde, relatados no livro, sendo exacerbados em função da pandemia de COVID-19. Segundo estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da FEA-USP, em 2020,38% das mulheres negras estavam abaixo da linha da pobreza e 12,3% dessa população está em situação de extrema pobreza – os dados foram observados em 2020 e dados de 2021 baseados em simulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi por inspiração de Carolina Maria de Jesus e para celebrar a sua vida e trajetória que a ONG Nação Basquete de Rua iniciou o Projeto Carolinas. A NBR selecionou 24 participantes, que também receberam formações online sobre direitos sexuais e reprodutivos, prevenção combinada ao HIV, cuidados relacionados à pandemia de COVID-19 e educação financeira. Ao longo do projeto, que aconteceu entre dezembro de 2020 e março de 2021, a ONG entregou kits de prevenção à COVID-19 com máscaras e álcool gel, além de preservativos internos, externos e lubrificantes, insumos necessários na prevenção das ISTs a todas as participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi necessário atuar de forma emergencial com doações de alimentos e materiais de limpeza, mas não podíamos deixar de pensar em fortalecer as mulheres que já tecem a rede de apoio e cuidado em saúde nas favelas e periferias, mulheres negras em expressiva maioria. Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências”, explica Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último boletim epidemiológico HIV/AIDS do Ministério da Saúde, publicado em 2020, mostra que 61,7% de óbitos por doenças relacionadas à AIDS estavam entre pessoas negras, 37,7% entre pessoas brancas, 0,3% entre pessoas amarelas e 0,3% entre indígenas. Comparando os anos de 2009 e 2019, também há uma queda de 21% na proporção de óbitos de pessoas brancas e crescimento de 19,3% na proporção de óbitos de pessoas negras. Já entre os casos de gestantes infectadas por HIV, 39,6% eram brancas, enquanto 14,2% pretas e 37,8% eram pardas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Nova Estratégia do UNAIDS destaca a necessidade de acabar com as desigualdades para acabar com a AIDS. As desigualdades afetam de forma desproporcional as mulheres e principalmente as mulheres negras, mães e de periferia, que acumulam um serviço não remunerado e as empurra às margens cada vez mais. Precisamos diminuir as desigualdades levando a essas mulheres informações que possibilitarão escolhas e autonomia, derrubando as barreiras e construindo pontes entre os abismos de desigualdade”, diz Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são as Carolinas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As vinte e quatro mulheres que participaram do Projeto Carolinas são negras, têm entre 18 e 30 anos de idade e moram em quatro diferentes comunidades de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro: Comunidade Margem da Linha do Rio, Tapera 1, Tapera 2 e Tapera 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 24 participantes, vinte são mães e 4 não têm filhos. Vinte delas estão em busca de emprego e/ou desempregadas e quatro trabalham. 22 já se sentiram discriminadas pela cor, ou por morarem em comunidades/favelas; 10 relataram que já passaram por constrangimento durante o período menstrual, seja por falta de acesso aos absorventes ou por falta de informações sobre o tema. Todas relataram que gostariam de uma maior proximidade com a UBS, maiores oportunidades de cultura, esporte e aprendizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia da Mulher Afrolatinoamericana e caribenha</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o final do projeto, a ONG NBR liderou uma ação de fotografia com algumas participantes do Projeto Carolinas. A responsável pela atividade, Raisa Moraes, é uma jovem campista também moradora de periferia e foi a fotógrafa que liderou o ensaio. Para ampliar as vozes das jovens do projeto, o UNAIDS Brasil, a ONG NBR e o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe lançam uma campanha de redes sociais a partir do dia 25 de julho, quando celebra-se o dia da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha.</p>



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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17984" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17984" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Tamillys.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Carolina Maria foi a primeira escritora autodeclarada negra e favelada, seus textos de 1960 são dolorosos e extremamente atuais e o Projeto, que homenageou o legado de suas obras e vida, comprova que existem muitas outras Carolinas ansiando por oportunidades de verbalizar suas experiências” Tamillys Lírio, da ONG Nação Basquete de Rua e Coordenadora do Projeto Carolinas. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17983" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17983" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Vera.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Quase nunca falamos sobre preservativos, saúde da mulher. São assuntos que não são falados, só quando algum problema acontece. Conheço mulheres da minha idade que nunca tiveram oportunidade de ir ao médico. Mas porque não foram ensinadas sobre a importância, muitas só chegam a ir quando estão grávidas” &#8211; Vera Cirico, 30 anos, moradora da Comunidade da Margem da Linha. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="17982" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-17982" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-1024x683.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jocimara.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me inspiro em outras mulheres guerreiras, que lutam pelos seus objetivos, assim como minha mãe que me criou sozinha. Se não fosse por mulheres como ela, que começaram essa caminhada lá atrás, não estaríamos onde estamos. Muito do preconceito que existe é porque as pessoas não têm as informações certas.” &#8211; Jocimara da Silva, 30 anos, moradora da Tapera I. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="17981" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17981" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-768x511.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer-720x479.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Jhenifer.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Eu me sinto forte e queria dizer para outras mulheres que vivem essa realidade que não desanimem dos seus sonhos. Com as oportunidades certas, todas nós somos capazes.” &#8211; Jhenifer Justiniano, 22 anos , moradora da Tapera III. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="357" data-id="17985" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg" alt="" class="wp-image-17985" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-1024x357.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-300x105.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-768x268.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti-720x251.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_07_25_Carolinas_Grafitti.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Painel de grafitti na comunidade Casinhas do Novo Jockey, feito pelos graffiteiros Kane, Zack, Gouk e DOM. Crédito: ONG NBR/Raisa Moraes</figcaption></figure>
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