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	<title>campanha - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>campanha - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS utiliza músicas de funk no Spotify para promover prevenção ao HIV entre jovens</title>
		<link>https://unaids.org.br/2026/04/unaids-utiliza-musicas-de-funk-no-spotify-para-promover-prevencao-ao-hiv-entre-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança no Brasil, neste dia 08, a inciativa “Proibidão Protegidão”, que utiliza músicas de funk — um dos 10 ritmos mais ouvidos no Brasil — disponíveis na plataforma Spotify para divulgar informações sobre prevenção ao HIV entre jovens. Esta ação ocorre em um contexto de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2026/04/unaids-utiliza-musicas-de-funk-no-spotify-para-promover-prevencao-ao-hiv-entre-jovens/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS</a></span> (UNAIDS) lança no Brasil, neste dia 08, a inciativa “Proibidão Protegidão”, que utiliza músicas de funk — um dos 10 ritmos mais ouvidos no Brasil — disponíveis na plataforma Spotify para divulgar informações sobre prevenção ao HIV entre jovens.</p>



<span id="more-31403"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta ação ocorre em um contexto de concentração das novas infecções por HIV nessa população. De acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2025/boletim_hiv_aids_2025.pdf/@@display-file/file" target="_blank" rel="noopener" title="">Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2025</a></span> do Ministério da Saúde, 48,7% das novas infecções por HIV foram registradas em pessoas de 15 a 29 anos em 2024. Esses dados corroboram com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE), realizada pelo IBGE em 2019, que mostra que, no Brasil, o percentual de jovens de 13 a 17 anos que afirmam usar preservativo nas relações sexual caiu de 72,5% em 2009 para 59% em 2019.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><sup>Vídeo da campanha &#8220;Proibidão Protegidão&#8221;.</sup></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte dessa iniciativa, o UNAIDS decidiu levar a mensagem de prevenção diretamente aos canais de consumo da juventude. A campanha utiliza o Spotify Canvas &#8211; ferramenta de vídeos em loop de oito segundos que acompanha a reprodução das faixas &#8211; como um espaço inédito de mídia. Hits de artistas como MC Livinho, MC Mari e MC Pikachu tiveram seus visuais originais substituídos por animações que promovem o uso do preservativo. Se somadas, as faixas atingem cerca de 300 milhões de visualizações na plataforma, o que aumenta significativamente o potencial de atingir adolescentes e jovens até 29 anos.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Prevenção do HIV: autonomia e escolhas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diversos métodos de prevenção. A partir da Mandala da Prevenção Combinada, o objetivo é buscar um impacto máximo na redução de novas infecções pelo HIV ao combinar estratégias biomédicas, comportamentais e estruturais baseadas nos direitos humanos e em evidências, considerando realidades específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SUS oferece de forma gratuita PrEP, PEP, preservativos internos e externos, lubrificantes, autoteste para HIV, além de tratamento antirretroviral para pessoas que vivem com HIV. Recentemente o SUS incorporou preservativos externos sensitivos e texturizados.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Inovação no formato: do entretenimento à prevenção</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do funk como plataforma de conscientização responde ao alcance massivo do gênero entre a Geração Z. Ao ocupar o visual das faixas de &#8220;funk proibidão&#8221;, o UNAIDS insere a proteção em um contexto em que a sexualidade já é discutida abertamente, mas o acesso à informação para promover autonomia e escolhas sobre prevenção é deixado de lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Adaptar linguagem e promover uma comunicação de prevenção do HIV baseada na autonomia e escolhas é parte da mudança necessária para uma resposta ao HIV equitativa e que atenda às necessidades específicas dos grupos, especialmente a população jovem, que segue sendo a mais afetada pelas novas infecções”, afirma Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as faixas participantes do lançamento da iniciativa, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Flauta”, da Mc Mari</li>



<li>“Lá no Meu Barraco”, do Mc Pikachu</li>



<li>“Fazer Falta”, do Mc Livinho</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A ação reafirma o compromisso da ONU em atingir as metas globais para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030, adaptando a linguagem institucional às novas dinâmicas do consumo digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse a playlist do UNAIDS Brasil com as músicas e artistas participantes da ação.</p>



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		<title>UNAIDS lança campanha “” contra conduta abusiva</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/11/unaids-lanca-campanha-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 18:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançada em meados de setembro por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, a campanha &#8220;Respeito&#8221; está sensibilizando a equipe do UNAIDS sobre a Política de Prevenção e Tratamento de Conduta Abusiva do UNAIDS/Organização Mundial da Saúde (em inglês), atualizada no início de 2021. A política estendeu o escopo da proteção para incluir participantes de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/unaids-lanca-campanha-respeito/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lançada em meados de setembro por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, a campanha &#8220;Respeito&#8221; está sensibilizando a equipe do UNAIDS sobre a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.who.int/publications/m/item/preventing-and-addressing-abusive-conduct" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Política de Prevenção e Tratamento de Conduta Abusiva</a></strong></span> do UNAIDS/Organização Mundial da Saúde (em inglês), atualizada no início de 2021.</p>



<span id="more-18971"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A política estendeu o escopo da proteção para incluir participantes de programas de estágio e consultorias e agora descreve, com exemplos, tipos de conduta abusiva. A nova política também eliminou a exigência de que as reclamações a serem feitas tivessem de um limite de tempo específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Colegas vieram até mim para compartilhar suas próprias histórias e situações quando não sentiam seu valor. Essas pessoas ficaram gratas por estarmos abordando estas questões. Esta é uma forma de mostrar nosso apoio e explicar caminhos para abordar estas situações às pessoas que tinham que suportá-las. Isso também aumenta o risco para quem age desta forma porque sabem que todos e todas nós sabemos que isto não é aceitável&#8221;, disse Mumtaz Mia, que lidera o processo de transformação cultural no UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha visa melhorar o conhecimento e a compreensão do que é considerado conduta abusiva, utilizando exemplos cotidianos e se baseia em seis experiências diferentes representativas de conduta abusiva, desde discriminação, abuso de autoridade, até assédio sexual e homofobia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todo o time de profissionais e de consultoria do UNAIDS tem direito a um local de trabalho seguro e respeitoso. Esta é uma obrigação que cada um e cada uma de nós, desde a diretora executiva até colegas de trabalho. Nossas pesquisas de equipe nos disseram que nem sempre foi [foi positiva] a experiência para profissionais da organização e, por isso, a campanha “Respeito” é uma iniciativa muito necessária e positiva que a Associação do Staff do UNAIDS espera que contribua para construir um local de trabalho melhor e mais saudável para todas as pessoas&#8221;, disse Stuart Watson, presidente da Associação do Staff da Secretaria do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte da campanha, conversas sobre conduta abusiva estão ocorrendo dentro das equipes do UNAIDS, com convites às equipes para aprender mais sobre este tipo de conduta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;É nosso direito trabalhar em um ambiente respeitoso. São&nbsp;direitos&nbsp;e deveres que temos a&nbsp;obrigação de manter.&nbsp;Em união, tornaremos nosso local de trabalho igualitário, seguro e fortalecedor&#8221; &nbsp;</p><cite>Winnie&nbsp;Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, em mensagem para toda a&nbsp;equipe.</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Olhando para o futuro, a campanha vai continuar baseando-se na campanha atual e refletindo as experiências vividas da equipe de toda a organização. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A recente Pesquisa Global da Equipe do UNAIDS revelou que 55% das pessoas entrevistadas consideram que o UNAIDS leva a sério as alegações de discriminação, abuso de autoridade, maus tratos e assédio sexual. 50% responderam também que se sentem confortáveis para falar e se dirigir a colegas sobre indelicadezas ou comportamento de exclusão que passam por ou observam. Embora estes estejam acima dos valores de referência, a administração do UNAIDS continuará monitorando a situação. O objetivo é reduzir a lacuna entre a conduta abusiva experimentada, a denúncia e a ação contra a conduta, bem como a redução geral da conduta abusiva para um UNAIDS seguro, igualitário e capacitado para todas as pessoas.</p>
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		<title>UNAIDS e parceiros lançam campanha que incentiva diálogo aberto sobre HIV e prevenção entre profissionais de saúde e jovens</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/12/unaids-e-parceiros-lancam-campanha-que-incentiva-dialogo-aberto-sobre-hiv-e-prevencao-entre-profissionais-de-saude-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2019 14:33:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a AIDS  deste ano, feita em conjunto pelos escritórios regionais para América Latina e Caribe da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Rede Latino Americana, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/12/unaids-e-parceiros-lancam-campanha-que-incentiva-dialogo-aberto-sobre-hiv-e-prevencao-entre-profissionais-de-saude-e-jovens/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sob o lema “Fale comigo abertamente”, a campanha para o Dia Mundial contra a AIDS  deste ano, feita em conjunto pelos escritórios regionais para América Latina e Caribe da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC), tem como foco incentivar o diálogo aberto com jovens sobre HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST). O objetivo também é sensibilizar profissionais de saúde para que conversem abertamente sobre o tema com este público, sem preconceitos, sem estigma e sem discriminação.</p>



<span id="more-13689"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é contribuir para melhorar o acesso à <a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="prevenção combinada (opens in a new tab)">prevenção combinada</a> do HIV, principalmente entre populações-chave e pessoas mais vulneráveis ao vírus. O foco da campanha deste ano está em sensibilizar profissionais de saúde para que, cada vez mais, homens jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH)—que são desproporcionalmente afetados pelo HIV—busquem e obtenham a informação e o apoio de que necessitam para ter uma saúde sexual saudável. Busca ainda empoderar e informar jovens, assim como combater o estigma e a discriminação que as populações mais vulneráveis ao HIV vivenciam nos serviços de saúde, considerados alguns dos principais obstáculos para o acesso os cuidados de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Queremos que profissionais de saúde e jovens comecem a falar mais sobre o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis como parte dos cuidados de saúde, com respeito e sem preconceitos”, afirmou Marcos Espinal, diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis e Determinantes Ambientais da Saúde na OPAS. &#8220;Quanto mais os jovens se sentirem bem-vindos, maior a probabilidade de acessarem e manterem contato com os serviços de saúde para realizar exames ou buscar medidas que possam impedir que contraiam ou transmitam o HIV”, complementou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina, as novas infecções por HIV aumentaram 7% desde 2010, segundo dados mais recentes do UNAIDS. Estima-se que ocorreram 100.000 novas infecções por HIV somente em 2018; uma em cada cinco são jovens entre 15 e 24 anos. No Caribe, 27% das novas infecções ocorrem dentro desta faixa etária. Além disso, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens são desproporcionalmente afetados pelo HIV, representando 40% das novas infecções na América Latina e 22% no Caribe. Em todo o mundo, esse grupo tem 22 vezes mais risco de infecção por HIV do que a população em geral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Comunidades, grupos e redes de pessoas que vivem com HIV ou que são afetadas pelo vírus desempenham um papel fundamental na resposta à epidemia de AIDS em níveis local, nacional e internacional”, disse César Nuñez, diretor regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. “A construção de uma estratégia de comunicação como essa, que incentiva o diálogo aberto com jovens sobre HIV, projetada por e para jovens de populações-chave, é um passo importante para romper as barreiras impostas pelo estigma e pela discriminação contra eles. De fato, esses jovens estão nos ajudando a construir as pontes necessárias para ter acesso a serviços e cuidados combinados de prevenção ao HIV.” </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-731x1024.png" alt="UNAIDS e parceiros lançam campanha que incentiva diálogo aberto sobre HIV e prevenção entre profissionais de saúde e jovens" class="wp-image-13704" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-731x1024.png 731w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-214x300.png 214w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-768x1076.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-640x896.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-1285x1800.png 1285w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-857x1200.png 857w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Poster_port-514x720.png 514w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Treze jovens da América Latina vivendo ou convivendo com HIV participaram da criação da estratégia de comunicação que resultou nesta campanha. Também participaram do desenvolvimento de todos os materiais de comunicação, que incluem pôsteres, posts para mídias sociais, gifs animados e vídeos. Fazem parte deste grupo jovens da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México, Peru e Venezuela. À campanha foi agregada também a participação de jovens do Suriname.  Nos materiais, alguns deles aparecem fazendo perguntas a profissionais de saúde sobre profilaxia pré e pós-exposição (PrEP e PEP), infecções sexualmente transmissíveis, a indetectabilidade do vírus, além do papel do estigma e discriminação e da saúde mental na prevenção e nos cuidados para HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, em uma série de vídeos, cinco desses jovens que nasceram com HIV ou foram infectados em relações homoafetivas narram, em primeira pessoa, sua experiência de viver com vírus. Eles contam quais são as perguntas que os incomodam, como é sua relação com os serviços e profissionais de saúde e oferecem conselhos a outros jovens para desmistificar o que significa viver com HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queremos que os médicos nos escutem mais, estejam mais próximos e nos expliquem”, diz o venezuelano Miguel Subero, representante da J+LAC no México. &#8220;Ter um médico que me ouve, explica e me entende mudou muito meu relacionamento com os serviços de saúde&#8221;, acrescenta Horacio Barreda, representante da J+LAC na Argentina. “Os jovens devem saber que (mesmo com HIV) é possível ter uma vida normal, ter relacionamentos e que não se vai morrer por isso”, argumenta Aarón Zea, da J+LAC na Colômbia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso aos materiais em espanhol, <strong><a aria-label=" (opens in a new tab)" href="https://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12676:world-aids-day&amp;Itemid=42217&amp;lang=es" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a></strong>. Os materiais também estão <strong><a aria-label="disponíveis em inglês (opens in a new tab)" href="https://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12676:world-aids-day&amp;Itemid=42217&amp;lang=en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponíveis em inglês</a></strong>. Nos próximos dias, estes materiais também estarão traduzidos para o português.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/12/unaids-e-parceiros-lancam-campanha-que-incentiva-dialogo-aberto-sobre-hiv-e-prevencao-entre-profissionais-de-saude-e-jovens/">UNAIDS e parceiros lançam campanha que incentiva diálogo aberto sobre HIV e prevenção entre profissionais de saúde e jovens</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Abraçômetro ultrapassa 2km de abraços, ganha apoio de Embaixadores do UNAIDS e  segue com ações até o final do ano</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/09/abracometro-ultrapassa-2km-de-abracos-ganha-apoio-de-embaixadores-do-unaids-e-segue-com-acoes-ate-o-final-do-ano/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2016 18:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de dois quilômetros de abraços. Esse é o balanço das metas alcançadas pela campanha #EuAbraço na plataforma abraçometro.org.br durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Junto a tanto calor humano compartilhado veio também a distribuição de cerca de 500 mil preservativos e milhares de mensagens sobre a importância da prevenção ao HIV, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/09/abracometro-ultrapassa-2km-de-abracos-ganha-apoio-de-embaixadores-do-unaids-e-segue-com-acoes-ate-o-final-do-ano/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de dois quilômetros de abraços. Esse é o balanço das metas alcançadas pela campanha #EuAbraço na plataforma abraçometro.org.br durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. <span id="more-4235"></span>Junto a tanto calor humano compartilhado veio também a distribuição de cerca de 500 mil preservativos e milhares de mensagens sobre a importância da prevenção ao HIV e do respeito à diversidade. Fruto da dedicação e do esforço conjunto de diversos parceiros, a ação se inspirou no princípio 6 da Carta Olímpica &#8211; de zero discriminação e igualdade de oportunidades a todos &#8211; para provocar a reflexão sobre a resposta ao HIV e à AIDS no Brasil e no mundo.</p>
<p>Os abraços presenciais e virtuais compartilhados no Abraçômetro ajudaram a campanha a espalhar essas mensagens e também a alcançar alguma metas inusitadas, como as de abraçar simbolicamente diversos locais importantes da Cidade Olímpica:Praça Mauá e a Praça XV &#8211; onde se encontrava o Boulevard Olímpico da Zona Portuária do Rio -, o Engenhão &#8211; local das provas de atletismo -, e os mundialmente famosos Maracanã e Sambódromo &#8211; todos palcos de momentos inesquecíveis tanto para o esporte quanto para a promoção do espírito olímpico e da união entre culturas e povos.</p>
<p><img decoding="async" width="287" height="300" class="size-medium wp-image-4236 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-287x300.png" alt="Coisas para fazer até o fim de 2016" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-287x300.png 287w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-768x802.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-980x1024.png 980w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-1723x1800.png 1723w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-1149x1200.png 1149w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Coisas-para-fazer-até-o-fim-de-2016-689x720.png 689w" sizes="(max-width: 287px) 100vw, 287px" />Durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, o Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS e Secretário-Geral Assistente da ONU, Luiz Loures, reforçou a importância de acabarmos com o preconceito e a discriminação se quisermos acabar com a epidemia de AIDS. “De forma geral, o problema não é mais o HIV. Para o HIV, nós temos os instrumentos. O problema é o estigma e a discriminação”, afirmou. “Outro ponto importante desta campanha é que ela tem um foco na geração que pode definir o fim da AIDS, a geração mais jovem.”</p>
<p>Segundo ele, grandes eventos como os Jogos Olímpicos, que são de grande apelo para jovens, representam um momento importante para criar essa reflexão e aproveitar a oportunidade para promover mudança de percepção e de comportamento. “As Olimpíadas são, sem dúvida, um momento de celebração do esporte, mas sempre foi e deve ser também de celebração da diversidade, como diz o princípio 6 da Carta Olímpica”, explicou Loures</p>
<p>Dezenas de voluntários &#8211; incluindo um time divertido e engajado de drag queens &#8211; abordaram turistas e moradores do Rio para promover abraços pelo fim do preconceito e da discriminação, aproveitando o momento para também distribuir preservativos e falar sobre prevenção ao HIV.</p>
<p>“Aproveitamos esse momento, e esse espírito olímpico, para passar essas mensagens importantes”, disse a Diretora do UNAIDS, Georgiana Braga-Orillard, durante as ações no Boulevard Olímpico. “Para que abracem a diversidade, abracem as pessoas que são mais vulneráveis à epidemia, e também para falar de prevenção, testagem e tratamento do HIV.” (veja abaixo um resumo das ações no Rio de Janeiro)</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/ixzfij_eYwc" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A campanha #EuAbraço recebeu também o apoio importante de celebridades, que ajudaram a espalhar as mensagens e a sensibilizar muitos que não puderam estar no Rio de Janeiro para os Jogos. Uma delas foi a jornalista e apresentadora da CNN Español, Alejandra Ora, Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS para América Latina e Caribe.</p>
<p>“O que se busca por essa ação do UNAIDS é demonstrar que o carinho e a tolerância são a cura para a discriminação”, disse a venezuelana na abertura da reportagem feita para o programa Café Rio, transmitido pela CNN Español durante os Jogos Rio 2016. Bem-humorada e cheia de energia, ela estima ter abraçado dezenas de pessoas durante uma das ações com os voluntários da campanha na Praça XV, região central do Rio. “Estimo que hoje abracei umas 50 a 75 pessoas, melhorei muito minha saúde, pressão arterial, liberei ocitocina, enfim, todo mundo em casa também pode fazer isso.”</p>
<p><b>A #EuAbraço continua…</b></p>
<p>A Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil, a cantora Wanessa Camargo, também é uma das apoiadoras da campanha. Em meio a uma agenda frenética de shows e compromissos com o novo trabalho musical, Wanessa tem levado essa mensagem para os palcos, programas de TV e para seus milhões de seguidores nas redes sociais.</p>
<p>“Hoje a gente está vivendo um momento muito difícil. Um momento em que as pessoas estão vivendo intolerância, discriminação. E a discriminação afasta as pessoas umas das outras”, afirma Wanessa em um dos seus vídeos para os fãs. “E quando a gente fala de saúde, isso é muito grave porque a discriminação afasta as pessoas da prevenção, dos cuidados, ela exclui as pessoas. Eu abraço a prevenção, eu abraço o amor, eu abraço a união.”</p>
<p>Em Salvador, São Paulo e Porto Alegre, diversos grupos aderiram à campanha promovendo suas mensagens compartilhando seus abraços na plataforma Abraçômetro. Foi o caso das lideranças estudantis e coordenadores pedagógicos de 50 escolas estaduais de São Paulo, durante palestras do projeto Conscieduca &#8211; Conscientização e Informação para Líderes de Educação e Alunos sobre HIV e Gravidez nas Escolas. Desenvolvido através de uma parceria entre a <a href="https://www.facebook.com/fpoderjovem">Fundação Poder Jovem</a> e a <a href="https://www.facebook.com/EducaSP/">Secretaria da Educação do Estado de São Paulo</a>, o projeto tem o objetivo de transformar lideranças estudantis em multiplicadores de informação sobre <a href="https://www.facebook.com/hashtag/preven%C3%A7%C3%A3o?source=feed_text&amp;story_id=1182663768468060">prevenção</a> ao <a href="https://www.facebook.com/hashtag/hiv?source=feed_text&amp;story_id=1182663768468060">HIV</a>. Além da prevenção, o <a href="https://www.facebook.com/hashtag/conscieduca?source=feed_text&amp;story_id=1182663768468060">#Conscieduca</a> também tem o intuito de desestigmatizar o jovem que vive com HIV ou que se relaciona de alguma forma com soropositivos.</p>
<p>A Campanha #EuAbraço segue em ação pelas redes sociais até o final de 2016. O objetivo é também abraçar causas importantes relacionadas à resposta ao HIV, como o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS (1º de dezembro) e o Dia Mundial de Direitos Humanos (10 de dezembro).</p>
<p>Veja como você pode participar, envolver sua família, sua comunidade, seus amigos na escola e no trabalho. Assista ao tutorial sobre o Abraçômetro e abrace muito!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/oGmpNa1NErs" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A #EuAbraço é uma iniciativa do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde do Brasil, em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a União Europeia. A campanha contou também com o apoio da AIDS Healthcare Foundation (AHF Brasil) e o Grupo Pela Vidda-Rio de Janeiro para as ações de mobilização social dos voluntários no Rio de Janeiro durante os Jogos Rio 2016. As ações de mobilização de voluntários e profissionais da saúde em Salvador contaram com o apoio da Prefeitura de Salvador e do GAPA-Bahia.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/48M83yr39H0" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Campanha da ONU combate discriminação e estimula prevenção ao HIV na Rio 2016</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/08/campanha-da-onu-combate-discriminacao-e-estimula-prevencao-ao-hiv-na-rio-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 19:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o término das Olimpíadas se aproximando, uma última onda de abraços passou pela cidade do Rio de Janeiro na quinta-feira (18) para promover o combate ao preconceito e conscientizar brasileiros e estrangeiros sobre a prevenção ao HIV. Na Praça XV, centro da capital fluminense, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/08/campanha-da-onu-combate-discriminacao-e-estimula-prevencao-ao-hiv-na-rio-2016/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o término das Olimpíadas se aproximando, uma última onda de abraços passou pela cidade do Rio de Janeiro na quinta-feira (18) para promover o combate ao preconceito e conscientizar brasileiros e estrangeiros sobre a prevenção ao HIV.<span id="more-4062"></span></p>
<p>Na Praça XV, centro da capital fluminense, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e sua Embaixadora Regional da Boa Vontade para América Latina e Caribe, a jornalista da rede CNN en Español Alejandra Oraa, se juntaram às “Drags da Prevenção” da organização não governamental Grupo Pela Vidda para distribuir mais carinho para o público da Rio 2016.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Todos nós podemos ser diferentes,<br />
mas temos algo em comum<br />
que é nossa capacidade de amar.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>O encontro foi o último ‘Abraçaço’ da campanha #euAbraço — iniciativa de agências da ONU e do governo que espalhou mensagens de tolerância e disponibilizou preservativos em <em>live sites</em> de transmissão das competições e pontos turísticos do Rio durante os Jogos Olímpicos. Até a próxima segunda-feira (22), a força-tarefa de 88 voluntários continuará com ações menores para mobilizar visitantes e moradores da cidade.</p>
<p>“O fato de estarmos tentando usar o abraço também para eliminar a discriminação e mostrar às pessoas que nós podemos nos abraçar e que todos nós podemos ser diferentes, mas temos algo em comum que é nossa capacidade de amar, eu acho isso maravilhoso”, afirmou Alejandra.</p>
<p>Segundo a Embaixadora, vítimas de preconceito devem se lembrar que elas “são mais fortes” que seu agressores.</p>
<p>“Nós podemos ser quem nós quisermos ser. Nunca deixe ninguém te dizer o contrário. Nunca se sinta desanimado ou sinta que você tem de mudar porque a sociedade ou alguém ou um grupo específico diz que você tem de fazer isso”, disse a jornalista em mensagem para o público LGBTI+ e outros indivíduos que sofrem discriminação.<br />
<iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Funaidsbrasil%2Fvideos%2F1156112987801649%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, lembrou que além de celebrar o espírito olímpico de respeito à diversidade, a campanha também incentivou a prática do sexo seguro. “Já foram mais de 400 mil preservativos distribuídos e 200 mil sachês de lubrificante. Isso também foi um sucesso muito grande”, explicou.</p>
<p>“Não tem nada mais brasileiro do que o abraço. A gente viu nas comemorações, nas celebrações e também no apoio aos que não ganharam o ouro, mas que estavam aqui participando”, comentou Georgiana.</p>
<p>De acordo com a Diretora, além do incentivo à prevenção, o UNAIDS quis deixar, com seus gestos de afeto, um legado de tolerância e de inclusão das populações mais vulneráveis à epidemia de AIDS.<br />
<iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Funaidsbrasil%2Fposts%2F1156119307801017%3A0&amp;width=500" width="500" height="533" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Ao longo da campanha, voluntários interpelavam pedestres para pedir um abraço e conversar sobre transmissão do HIV e o preconceito enfrentado por certos segmentos da população.</p>
<p>Entre os itens dos kits distribuídos, estavam não apenas camisinhas e outros produtos de proteção, como também cartilhas explicativas e uma fita métrica — que possui informações sobre tratamento e testagem de HIV, mas serve principalmente para medir os abraços dados.</p>
<p>O tamanho de cada gesto é contabilizado na <strong>plataforma Abraçômetro</strong> — parte virtual da iniciativa que convida as pessoas a publicar fotos de seus abraços e a bater metas de tamanho total de abraços dados ao longo das Olimpíadas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt">
<p dir="ltr" lang="pt">Você sabia que a sua altura tem o mesmo comprimento que seu abraço? Compartilhe seu abraço: <a href="https://t.co/X3ATER9UjA">https://t.co/X3ATER9UjA</a> <a href="https://t.co/V2Pq7M1r4B">pic.twitter.com/V2Pq7M1r4B</a></p>
<p>— UNAIDS Brasil (@UNAIDSBrasil) <a href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil/status/766353733269721089">18 de agosto de 2016</a></p></blockquote>
<p><script src="//platform.twitter.com/widgets.js" async="" charset="utf-8"></script></p>
<p>Para a drag queen Karina Karão, uma das voluntárias da campanha, é necessário “quebrar o preconceito” que “drag queens” sofrem assim que se preparam e se vestem de mulher. Para ela, os Jogos deram visibilidade positiva para lésbicas, gays, pessoas trans e intersex.</p>
<p>“O pessoal até postou falando que os machistas têm que engolir porque o público GLS tá dominando tudo”, lembrou Karão a respeito dos atletas ganhadores de algumas competições e também de medalhas que são assumidamente LGBTI+.</p>
<p>“Mas não é questão de dominar. As pessoas têm que entender que cada um tem sua opção sexual e que elas podem ser quem elas quiserem”, explicou. “Todos podemos ser campeões.”</p>
<p>A #EuAbraço é fruto de uma parceria entre o UNAIDS e o Ministério da Saúde brasileiro e conta com o apoio também do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).</p>
<p>Durante os Jogos Paralímpicos, a campanha vai retomar suas atividades principalmente na internet, com atividades online que terão a participação do ator e Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS, Matheus Solano.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p>Além de distribuir abraços, a <a href="https://twitter.com/hashtag/EuAbra%C3%A7o?src=hash">#EuAbraço</a> distribuiu mais de 400 mil <a href="https://twitter.com/hashtag/preservativos?src=hash">#preservativos</a> durante os Jogos <a href="https://twitter.com/hashtag/Rio2016?src=hash">#Rio2016</a> <a href="https://t.co/bEPuPv2ns4">pic.twitter.com/bEPuPv2ns4</a></p>
<p>— UNAIDS Brasil (@UNAIDSBrasil) <a href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil/status/766349433835585536">18 de agosto de 2016</a></p></blockquote>
<p>Para mais fotos da campanha #EuAbraço, <strong><a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1145180605561554.1073741855.375384092541213&amp;type=1&amp;l=8717c00a80" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui.</a></strong></p>
<p>Foto de capa: UNIC Rio/Pedro Andrade<script src="//platform.twitter.com/widgets.js" async="" charset="utf-8"></script></p>
<p>Fonte: <strong><a href="https://nacoesunidas.org/campanha-da-onu-combate-discriminacao-e-estimula-prevencao-ao-hiv-na-rio-2016/">ONU Brasil</a></strong></p>
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