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	<title>ativismo - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS se entristece com a morte da ativista Renate Koch</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/07/unaids-se-entristece-com-a-morte-da-ativista-renate-koch/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 20:34:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS está profundamente triste com o falecimento de Renate Koch, uma pioneira no campo do ativismo em justiça social, feminismo e igualdade de direitos. Nascida na Alemanha, ela fez da Venezuela a sua casa. Junto com seu companheiro, Edgar Carrasco, ela trabalhou incansavelmente pela organização não governamental Accion Ciudadana contra el SIDA (Ação, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/07/unaids-se-entristece-com-a-morte-da-ativista-renate-koch/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está profundamente triste com o falecimento de Renate Koch, uma pioneira no campo do ativismo em justiça social, feminismo e igualdade de direitos.</p>



<span id="more-15607"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida na Alemanha, ela fez da Venezuela a sua casa. Junto com seu companheiro, Edgar Carrasco, ela trabalhou incansavelmente pela organização não governamental Accion Ciudadana contra el SIDA (Ação Cidadã contra a AIDS). As campanhas e ações mobilizadas por sua ONG resultaram em conquistas importantes, entre elas a de acesso gratuito a tratamento antirretroviral em seu país de adoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Renate Koch foi uma incansável defensora dos direitos humanos e da igualdade”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Ela seguirá na memória da família do UNAIDS para sempre.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela garantiu que a voz das mulheres pudesse ser sempre ouvida. Abriu  espaços para mulheres e as ajudou na amplificação de suas ideias e visões sobre saúde pública, direitos humanos e diversidade. Sua voz tinha alcance global e fazia a mudança acontecer. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua paixão sempre esteve presente – em seu trabalho, em sua vida e em toda palavra que pronunciava. O ativismo global perdeu uma grande defensora, mas celebremos sua vida e relembremo-nos de suas excepcionais conquistas. </p>
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		<title>Duas décadas de engajamento na resposta ao HIV no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/10/duas-decadas-de-engajamento-na-resposta-ao-hiv-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 14:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete anos depois de descobrir que estava vivendo com HIV, Jair Brandão aguardava uma consulta médica em uma clínica em Recife, Pernambuco, quando um outro paciente o informou que ele poderia ter acesso a apoio psicossocial em uma organização não-governamental próxima. Embora tenha levado muitos anos para aceitar seu estado sorológico para o HIV,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/duas-decadas-de-engajamento-na-resposta-ao-hiv-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sete anos depois de descobrir que estava vivendo com HIV, Jair Brandão aguardava uma consulta médica em uma clínica em Recife, Pernambuco, quando um outro paciente o informou que ele poderia ter acesso a apoio psicossocial em uma organização não-governamental próxima. Embora tenha levado muitos anos para aceitar seu estado sorológico para o HIV, ele precisou de apenas três sessões de aconselhamento para perceber que poderia se tornar um ativista e trabalhar para ampliar a resposta ao HIV. </p>



<span id="more-13275"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Fiquei emocionado e assustado ao mesmo tempo, porque não entendia muito sobre espaços políticos, nem sobre AIDS e políticas de saúde. Somente depois comecei a aprender sobre questões sociais e políticas”, lembra Brandão, que duas décadas depois é um dos mais influentes ativistas do HIV no Brasil. “Primeiro, tive que me aceitar como pessoa vivendo com HIV, e esse foi um dos desafios. E então aprender sobre o vírus, cuidar de mim mesmo. Somente depois disso,comecei a aprender sobre questões sociais e políticas. ” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Brandão diz que acredita que ser um ativista é natural para ele. &#8220;Algumas pessoas nascem para isso&#8221;, ele diz. “Ser ativista é estar inquieto e não aceitar injustiças e violações de direitos. Acho que nasci com esse dom, porque sempre conduzi processos, mesmo sem saber que era ativismo, e sempre me preocupei em ajudar e empoderar outras pessoas.”  </p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1500" height="999" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13287" data-id="13287" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2.jpg 1500w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Jair-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Jair Brandão participa de eventos e reuniões sobre HIV/AIDS:</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="5184" height="3456" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13288" data-id="13288" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6580-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Jair Brandão participa de eventos e reuniões sobre HIV/AIDS:</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="5184" height="3456" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13289" data-id="13289" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_6517-2-720x480.jpg 720w" 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participa de eventos e reuniões sobre HIV/AIDS:</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4032" height="3024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13291" data-id="13291" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166.jpg 4032w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-640x480.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8166-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4032px) 100vw, 4032px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Jair Brandão participa de eventos e reuniões sobre HIV/AIDS:</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4032" height="3024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13292" data-id="13292" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360.jpg 4032w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-640x480.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/10/IMG_8360-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4032px) 100vw, 4032px" /><figcaption 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/><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Jair Brandão participa de eventos e reuniões sobre HIV/AIDS:</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de participar de três das quatro reuniões de alto nível das Nações Unidas sobre AIDS em 2018, e da reunião de alto nível de 2018 sobre tuberculose, Brandão sabe como é difícil manter diálogos com outros colegas da sociedade civil e representantes de países. Sua língua materna é o português, que não é um idioma oficial das Nações Unidas. “Falar uma língua estrangeira é uma questão importante para nós no Brasil, então precisamos saber espanhol, pelo menos. Muito poucos ativistas sabem inglês o suficiente para poder fazer intervenções nesses espaços.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2019, Brandão esteve entre os delegados das organizações não-governamentais no Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, em Nova York, Estados Unidos, representando a RNP+ (Rede de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS), e também sua própria organização não-governamental, a Gestos: Soropositividade, Comunicação e Gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É essencial que a sociedade civil participe efetivamente dos processos nacionais de implementação e monitoramento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Não podemos alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sem a participação total da sociedade civil”, afirma. &#8220;Defender a agenda da AIDS também requer discutir outras questões, igualmente importantes e transversais&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por seu papel como consultor de projetos na Gestos e como membro da RNP+, Brandão também lidera o projeto Índice de Estigma de Pessoas Vivendo com HIV 2.0 no Brasil. Com seus colegas da Gestos e outras redes nacionais de pessoas vivendo com HIV, e com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o UNAIDS, ele ajudou a treinar 30 pessoas em técnicas para entrevistas, em sete cidades brasileiras. Durante dois meses, eles coletaram informações sobre estigma e discriminação relacionadas ao HIV, realizando cerca de 1.800 entrevistas. Os resultados iniciais serão divulgados em novembro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse processo fortaleceu os ativistas que conduziram as entrevistas, porque puderam ouvir e experimentar as histórias que muitas pessoas passaram e, até agora, não podiam compartilhar com ninguém”, lembra ele. “Estamos na quarta década da epidemia de AIDS e ainda há muito estigma e discriminação. O <a href="https://www.stigmaindex.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Stigma Index 2.0 (opens in a new tab)">Stigma Index 2.0</a> é um instrumento que nos dá evidências disso no Brasil. Poderemos defender políticas e serviços de HIV sem discriminação e sem estigma.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Brandão diz que acredita no poder da colaboração e parceria para alcançar o progresso social. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A solidariedade e o espírito de comunidade que ajudaram a criar o movimento da AIDS devem refletir em nossas ações e corações”, diz ele. “Repensar estratégias e criar novas maneiras de trazer mudanças é fundamental. Capacitar novos ativistas, especialmente os jovens, é essencial. Os jovens precisam ser acolhidos e abertos para receber informações de ativistas experientes nas questões relacionadas à AIDS. É hora de unir forças, não de dividir.” </p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/10/duas-decadas-de-engajamento-na-resposta-ao-hiv-no-brasil/">Duas décadas de engajamento na resposta ao HIV no Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 19:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Zoe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário ‘Meu Nome é Jacque’ foi exibido nesta segunda-feira (25/4) na Casa da ONU em Brasília para funcionários das Nações Unidas e convidados. Lançado dia 15/4 no Rio de Janeiro, o filme retrata a trajetória de Jacqueline Côrtes, mulher transexual e soropositiva que também já atuou como funcionária no Brasil do Programa Conjunto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O documentário ‘Meu Nome é Jacque’ foi exibido nesta segunda-feira (25/4) na Casa da ONU em Brasília para funcionários das Nações Unidas e convidados. </span><span id="more-2840"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado dia 15/4 no Rio de Janeiro, o filme retrata a trajetória de Jacqueline Côrtes, mulher transexual e soropositiva que também já atuou como funcionária no Brasil do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS)</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estou muito orgulhoso de te ver contando sua história para todo o mundo (&#8230;) Você é uma verdadeira defensora dos direitos humanos e dos direitos daqueles que têm sido deixados para trás”, escreveu o Diretor-Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, em uma carta entregue a ela pela Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. “Parabéns pelo reconhecimento e pelo lindo documentário (&#8230;) Você encarna o tipo de pessoa corajosa que todos nós nos esforçamos para ser”, conclui Sidibé em outro trecho.</span></p>
<p><div id="attachment_2861" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg" rel="attachment wp-att-2861"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2861" class="wp-image-2861 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg" alt="IMG_4985" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4985-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2861" class="wp-caption-text">Borboletas #ZeroDiscriminação foram distribuídas ao público. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ser trans no Brasil é mais do que a busca pelo reconhecimento de sua identidade de gênero. É a busca pela sobrevivência, pela vida digna, pelo pleno usufruto da cidadania.</span> <span style="font-weight: 400;">A empatia é um dos primeiros passos para permitir que essa transformação seja possível”, disse Niky Fabiancic, Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil. “E por isso, precisamos de pessoas que possam nos contar suas histórias, que possam nos inspirar com relatos de bravura e superação.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua carreira, Jacque &#8211; como é conhecida pelos mais próximos  &#8211; já foi, entre outras coisas, professora de inglês, ativista de ONG e funcionária do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e do escritório do UNAIDS no Brasil. Hoje, aos 56 anos, ela fala com orgulho do exercício da maternidade. “Agora que sou mãe, minha  meta é ser avó. Ainda vou ser avó”, disse Jacque minutos antes da exibição do filme, arrancando sorrisos da plateia ao falar da adoção dos filhos, Gilson e Luara, ao lado do marido Vitor.</span></p>
<p><div id="attachment_2846" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg" rel="attachment wp-att-2846"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2846" class="wp-image-2846 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg" alt="IMG_4983" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/IMG_4983-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2846" class="wp-caption-text">Público aguarda a sessão do documentário &#8216;Meu Nome é Jacque&#8217; na Casa da ONU em Brasília. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme de Angela Zoé, que teve apoio institucional de UNAIDS, ONU Mulheres e  DDAHV, retrata o longo caminho percorrido por Jacque rumo à sua identificação como mulher transexual e à descoberta, em 1994, de que vivia com HIV. &#8220;A partir do momento que uma pessoa como você, vivendo com AIDS, com a transexualidade, está no Governo, em uma área de cooperação internacional, só a sua presença em uma reunião, por exemplo, já é uma quebra de paradigma&#8221;, conta Jacque em um trecho do documentário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista ao @UNAIDSBrasil, Jacque conta como foi reviver os principais momentos de sua trajetória durante a elaboração do documentário.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/_XmbPci_klw" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto de destaque da esquerda para direita: Angela Zoe, diretora do documentário; Daniel Souza; Gary Stahl, Representante do UNICEF Brasil; Niky Fabiancic, Coordenador-residente da ONU Brasil; Jacqueline Côrtes; Nadine Gasman, Representante da ONU Mulheres Brasil; Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil; e Jaime Nadal, Representante do UNFPA Brasil. Foto: Mariana Fernandes/UNAIDS Brasil</em></p>
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	            data-title="Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/04/documentario-meu-nome-e-jacque-e-exibido-na-casa-da-onu-em-brasilia/">Documentário ‘Meu Nome é Jacque’ é exibido na Casa da ONU, em Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>3º Curso de Jovens Lideranças reúne estudantes e profissionais da saúde em Brasília</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 21:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Curso de Formação de Jovens Lideranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília recebe esta semana (23 a 27/2) a 3ª edição do Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para a Resposta e Controle do HIV/AIDS. Enquanto as duas primeiras edições tiveram foco maior em jovens ligados direta e indiretamente com o ativismo, este terceiro encontro é voltado para 50 jovens de 18, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília recebe esta semana (23 a 27/2) a 3ª edição do Curso de Formação de Jovens Lideranças: Ativismo e Mobilização Social para a Resposta e Controle do HIV/AIDS. <span id="more-2341"></span><span style="font-size: 1em; line-height: 1.8;">Enquanto as duas primeiras edições tiveram foco maior em jovens ligados direta e indiretamente com o ativismo, este terceiro encontro é voltado para 50 jovens de 18 a 26 anos,  estudantes e trabalhadores da área de saúde: medicina, enfermagem, psicologia, assistência social e farmácia .</span></p>
<p>Com esta edição do curso, completa-se o grupo de 150 jovens selecionados entre 1.019 inscritos de todo o Brasil para este projeto de formação de lideranças. A maioria dos participantes selecionados ao longo das três edições do Curso de Formação de Jovens Lideranças integra as populações-chave consideradas prioritárias para o enfrentamento à epidemia no Brasil: gays, outros homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis, transexuais e profissionais do sexo. Algumas destas jovens lideranças também trabalham com pessoas que usam drogas e com redução de danos; outros, ainda, integram duas populações também consideradas vulneráveis como negros e indígenas.</p>
<p><div id="attachment_2347" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg" rel="attachment wp-att-2347"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2347" class="wp-image-2347 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg" alt="Jovens Lideranças" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia1.JPG-11-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2347" class="wp-caption-text">50 jovens estudantes e trabalhadores da área de saúde participam das discussões, durante o curso em Brasília. Foto: Mariana Fernandes Silva/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>O curso é fruto de parceria entre a sociedade civil, o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e quatro organismos da ONU – Programa Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a  Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Fundo das Nações Unidas para Populações (UNFPA).</p>
<div class="fb-post" data-href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/" data-width="500">
<div class="fb-xfbml-parse-ignore">
<blockquote cite="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/"><p>Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, participou hoje da palestra de abertura da 3ª edição do Curso de&#8230;</p>
<p>Publicado por <a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/">UNAIDS Brasil</a> em <a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1034255199987429/">Terça, 23 de fevereiro de 2016</a></p></blockquote>
</div>
</div>
<p>Durante a abertura do encontro (23/2), Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, agradeceu o empenho de todos para a realização do curso. “Muito obrigada por terem comprado essa briga”,  disse. “Não é fácil, mas este curso tem sido extremamente proveitoso, tanto para nós quanto para vocês: este é um projeto do coração.” A Diretora do UNAIDS acrescentou que considera o curso muito importante para o controle da epidemia de HIV no Brasil: “Acreditamos em vocês e em sua capacidade de contribuir para esta resposta”.</p>
<p>“Esta parceria caracteriza o que temos de sucesso na resposta à AIDS: nós não trabalhamos sozinhos”, disse o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, ao abrir o evento. “Este é um trabalho conjunto, com a sociedade civil e com as agências internacionais, para que possamos construir um país cada vez menos desigual, que aceite toda a nossa diversidade”, reiterou.</p>
<blockquote><p>“Não podemos insistir em fazer sempre a mesma coisa e achar que assim vamos mudar o mundo: a insistência em fazer mais do mesmo dá 7 a 1 para a Alemanha.”</p></blockquote>
<p>Para Mesquita, a participação popular – permeada de criatividade, inovação e da sabedoria das ruas – vai ao encontro do enfrentamento a uma epidemia que, há 30 anos, está em constante mutação.  “Não podemos insistir em fazer sempre a mesma coisa e achar que assim vamos mudar o mundo: a insistência em fazer mais do mesmo dá 7 a 1 para a Alemanha”, brincou o diretor, garantindo que o Brasil aposta na juventude para aprender “com energia e ideias novas”. “Assim, com estes cursos de formação, pretendemos provocar uma nova onda de pessoas engajadas na importante luta contra a epidemia de HIV no país”, resumiu Mesquita.</p>
<p>A abertura do III Curso de Formação de Jovens Lideranças contou também com a presença dos representantes da Unesco, Mariana Braga; do Unicef, Kelly Portolan; e do UNFPA, Jaime Nadal.</p>
<p><div id="attachment_2348" style="width: 5194px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg" rel="attachment wp-att-2348"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2348" class="wp-image-2348 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg" alt="2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2 (1)" width="5184" height="3456" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/2016_02_24_Curso_JovLid_3_dia2-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-2348" class="wp-caption-text">Dinâmica de grupo durante 3º Curso de Formação de Jovens Lideranças, em Brasília. Foto: Mariana Fernandes Silva/UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>Ao longo da semana, os participantes vão discutir os temas mais importantes relacionados ao atual o panorama da epidemia no país e no mundo: Sistema Único de Saúde (SUS) e o Ativismo;  Diversidade e Direitos Humanos; Viver e Conviver com HIV/AIDS – conceituação, prevenção tratamento, coinfecções, novas tecnologias, interações medicamentosas, acolhimento e aconselhamento –;  Incidência e Atuação em Políticas de Saúde; e Comunicação Instrumental. Ao final, o grupo fará visitas às sedes do DDAHV e da ONU no Brasil.</p>
<p>Juntas, as três edições do curso irão subsidiar um módulo de educação à distância (EAD).</p>
<p><em>(com informações do DDAHV)</em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/02/curso-reune-jovens-liderancas-da-saude-em-brasilia/">3º Curso de Jovens Lideranças reúne estudantes e profissionais da saúde em Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jovens ativistas se reúnem em Brasília para curso de novas lideranças na resposta à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2015 14:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
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		<category><![CDATA[II Curso de Formação de Jovens Lideranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Queremos que vocês sejam líderes não só em suas comunidades, mas em todo o Brasil, na América Latina e no mundo”, disse a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre AIDS (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, aos mais de 50 ativistas reunidos em Brasília para o primeiro dia (24/9) do II Curso de Formação de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Queremos que vocês sejam líderes não só em suas comunidades, mas em todo o Brasil, na América Latina e no mundo”, disse a diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre AIDS<span id="more-1694"></span> (UNAIDS) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, aos mais de 50 ativistas reunidos em Brasília para o primeiro dia (24/9) do<em> II Curso de Formação de Jovens Lideranças: ativismo e mobilização social para a resposta e controle de HIV/AIDS.</em> O evento acontece, que acontece até o dia 28/9 no San Marco Hotel, em Brasília, conta apenas com participantes e convidados, até segunda-feira (28/09).</p>
<p><div id="attachment_1701" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1701" class="wp-image-1701 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg" alt="Curso de Formação de Jovens Lideranças" width="960" height="640" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Georgiana-Dia-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-1701" class="wp-caption-text">Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, fala aos jovens na abertura do curso em Brasília. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>O Curso pretende estimular jovens brasileiros a se tornarem protagonistas da resposta nacional à epidemia de HIV/AIDS e, assim, fortalecer a sociedade civil na resposta . A formação é fruto de uma parceria entre o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p>Georgiana abriu esta segunda edição do curso com um panorama da epidemia no mundo e da resposta global à AIDS, explicando também o papel  de liderança do UNAIDS na construção desta resposta desde sua criação pelo Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), em 1994. “Empatia e senso de comunidade são elementos essenciais para a construção de uma liderança efetiva”, disse a diretora do UNAIDS. “E é exatamente este tipo de liderança que tem nos ajudado a alcançar tantas metas importantes nestas últimas décadas. E é ela que vai nos levar a acabar com a epidemia até 2030”, concluiu.</p>
<p>Ao longo do dia, os jovens puderam conversar também com outros representantes da área como a diretora-adjunta do DDAHV, Adele Benzaken e de diversos facilitadores, entre os quais Luis Fernando, um dos jovens formados na primeira edição do curso. Em clima descontraído e participativo, as jovens lideranças puderam conhecer melhor temas como ativismo e HIV,  ativismo e o Sistema Único de Saúde, e participar de atividades dinâmicas e lúdicas, exercitando conceitos como a capacidade de ouvir e de convencer; a empatia; e o comprometimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_1703" style="width: 360px" class="wp-caption alignright"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1703" class="wp-image-1703" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg" alt="12038491_988067147920532_4555000256901090719_n (1)" width="350" height="544" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418.jpg 571w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418-193x300.jpg 193w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/12038491_988067147920532_4555000256901090719_n-1-e1443274259418-463x720.jpg 463w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><p id="caption-attachment-1703" class="wp-caption-text">#JovensLideranças para a resposta ao HIV/AIDS</p></div></p>
<p><strong>Jovens selecionados</strong></p>
<p>Selecionados entre os 1.019 inscritos para a primeira edição do Curso, em maio do ano passado, os 50 jovens desta segunda edição se somam aos outros 50 em suas características comuns: idade entre 18 e 26 anos e o envolvimento com o ativismo. A maioria integra as populações-chave consideradas prioritárias pelo DDAHV e pelo UNAIDS no enfrentamento à epidemia: gays, outros homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis, transexuais e profissionais do sexo. Alguns trabalham com pessoas que usam drogas e com redução de danos; outros, ainda, integram uma população também considerada vulnerável: a de negros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (www.aids.gov.br) </em></p>
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	            data-title="Jovens ativistas se reúnem em Brasília para curso de novas lideranças na resposta à AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/09/jovens-ativistas-se-reunem-em-brasilia-para-curso-de-novas-liderancas-na-resposta-a-aids/">Jovens ativistas se reúnem em Brasília para curso de novas lideranças na resposta à AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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