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	<title>Andrea Boccardi Vidarte - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. O Brasil, por sua vez, vem mostrando que essa resposta só funciona se for baseada em direitos humanos Ao final de 2024, o mundo estava mais perto do que em qualquer momento nas últimas três décadas de acabar com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. O Brasil, por sua vez, vem mostrando que essa resposta só funciona se for baseada em direitos humanos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final de 2024, o mundo estava mais perto do que em qualquer momento nas últimas três décadas de acabar com a Aids: 31,6 milhões de 40,8 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento, ajudando a impulsionar uma queda de 40% em novas infecções e de 56% em mortes relacionadas à Aids desde 2010.</p>



<span id="more-31098"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de progresso, 2025 foi um ano de profundas interrupções e retrocessos para a resposta global à Aids. Os ganhos conquistados com muito esforço — alcançados através da ciência, da solidariedade, da liderança das comunidades e do compromisso político — foram abalados por cortes no financiamento, desigualdades crescentes e novos obstáculos aos serviços essenciais em todo o mundo. O alerta se intensificou: se os países não ampliarem os serviços de HIV, acontecerão 3,3 milhões de novas infecções adicionais por HIV até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, no meio desses desafios, há também uma história de resiliência, resistência, oportunidade e compromisso político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há 40 anos, o Brasil vem mostrando ao mundo que a resposta à Aids só funciona se for baseada em direitos humanos e colocando as pessoas no centro. A valorização dos movimentos da sociedade civil foi fundamental para que hoje vejamos um Sistema Único de Saúde (SUS) que disponibiliza às pessoas as diferentes estratégias de prevenção ao HIV, além de diagnóstico, tratamento e serviços integrados de saúde a nível de atenção primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além das políticas de saúde, o Brasil reconhece que as desigualdades limitam o acesso das pessoas aos seus direitos. Os números mostram que a Aids não é uma questão apenas de saúde, mas também de desigualdades que precisam ser superadas: um estudo da Fiocruz publicado neste ano demonstrou que a incidência de HIV entre beneficiárias do Bolsa Família caiu 47%, enquanto a mortalidade por doenças relacionadas à Aids diminuiu 55%. Por isso, é urgente promover políticas de assistência e proteção social para reduzir as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil mostra em números esse compromisso: em 2024, o país registrou 9.157 mil mortes por doenças relacionadas à Aids, o menor número de mortes em 32 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em todo o mundo, a resposta à Aids sofreu grandes choques. Reduções abruptas no financiamento internacional interromperam programas de prevenção, fecharam clínicas comunitárias e sobrecarregaram os serviços de tratamento em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante ainda, temos novas ferramentas que nos dão esperança para o futuro. Os medicamentos injetáveis de longa duração — uma inovação que pode proteger as pessoas por meses — oferecem a chance de transformar a prevenção do HIV, especialmente para mulheres jovens, adolescentes, populações-chave e comunidades onde é difícil tomar comprimidos diariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/lenacapavir/" target="_blank" rel="noopener" title="">Lenacapavir</a></span> e cabotegravir, os medicamentos injetáveis de longa duração, podem ser utilizados para tratamento a pessoas resistentes ao tratamento oral e tiveram bons resultados em estudos também para prevenção. Os estudos clínicos demonstraram que o lenacapavir teve eficácia de 100% para prevenção em mulheres cis e 96% para pessoas trans, homens cis gays e homens cis que fazem sexo com homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tecnologia pode mudar o rumo das novas infecções. Os medicamentos injetáveis de longa duração poderiam evitar 50 mil infecções em três anos se fornecidos a 2 milhões de pessoas em alto risco. Mas temos uma barreira que amplia as desigualdades: o alto custo do medicamento — o valor médio é de R$ 4 mil por dose, o equivalente a 2,5 salários mínimos no Brasil. Além disso, maioria dos países da América Latina, incluindo Brasil, foi excluída do acordo de licenciamento voluntário do lenacapavir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos em nossas mãos a possibilidade de recalcular a rota para determinar quais serão as prioridades para a resposta global à Aids. Nesta semana, o Brasil sediará a 57ª Reunião da Junta de Coordenação de Programa do Unaids, que vai aprovar a próxima Estratégia Global para a Aids 2026-2031. Esse documento guiará as prioridades dos países para a resposta à Aids, a disponibilização de novas tecnologias de longa duração e como os governos podem estabelecer respostas multissetoriais à Aids que não sejam baseadas apenas em ferramentas biomédicas, mas também em educação, alimentação, direitos e moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos nos dar ao luxo de recuar agora. Ao investir nas comunidades, adotar novas tecnologias e manter a solidariedade global, podemos superar as barreiras e acelerar o progresso que o mundo tem trabalhado tão arduamente para alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos nos unir para acabar com todas as formas de preconceito e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado no jornal <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/12/7313237-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids.html" target="_blank" rel="noopener" title="">Correio Brasiliense</a></span>, em 15 de dezembro de 2025.</em></strong></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/opiniao-desafios-e-resiliencia-na-resposta-global-a-aids/">Opinião: Desafios e resiliência na resposta global à AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Opinião: &#8220;O fim da AIDS ainda está ao nosso alcance — não podemos permitir que anos de progresso sejam perdidos&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 19:58:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado originalmente no Estadão. Um novo relatório do UNAIDS, “AIDS, Crise o poder de transformação”, mostra que, até 2024, a resposta global à AIDS havia alcançado um momento promissor. As mortes relacionadas à AIDS por ano caíram para 630 mil—, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/07/opiniao-o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance-nao-podemos-permitir-que-anos-de-progresso-sejam-perdidos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Andrea Boccardi Vidarte</strong>, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado originalmente no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/espaco-aberto/o-fim-da-aids-ainda-esta-ao-nosso-alcance/" target="_blank" rel="noopener" title="">Estadão</a></span>.</em></p>



<span id="more-30443"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório do UNAIDS, “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/07/2025_07_11-UNAIDS_Global_HIV_Factsheet_PTBR_JP_V4.pdf" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>AIDS, Crise o poder de transformação</strong></a></span>”, mostra que, até 2024, a resposta global à AIDS havia alcançado um momento promissor. As mortes relacionadas à AIDS por ano caíram para 630 mil— uma redução de 54% desde 2010. Quase 32 milhões de pessoas estavam recebendo terapia antirretroviral que salva vidas, mantendo ao alcance a meta sonho de acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas infecções por HIV caíram 40% e pelo menos sete países alcançaram a meta ambiciosa de 95-95-95 para testagem e tratamento, estabelecida para 2025. O Brasil está quase lá: em 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conheçam seu diagnóstico; 82% das pessoas que sabem que vivem com HIV estevam em tratamento antirretroviral; e 95% das pessoas em tratamento estejam com a carga viral suprimida.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/24186627"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/24186627/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o mundo não está no mesmo caminho. Cortes no financiamento global para o HIV provocaram o que pode se tornar um desmoronamento catastrófico de décadas de progresso. Se esses cortes não forem revertidos, as projeções sugerem que mais de 4 milhões de mortes adicionais relacionadas à AIDS e mais de 6 milhões de novas infecções por HIV podem ocorrer entre 2025 e 2030 no mundo. Não estamos em uma encruzilhada — estamos à beira de um precipício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Felizmente, o Brasil garante o tratamento para o HIV de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a todas as pessoas que vivem com HIV. O Brasil também avançou na eliminação da transmissão vertical do HIV, um dos compromissos assumidos pelo programa interministerial <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/brasil-saudavel" target="_blank" rel="noopener" title="">Brasil Saudável</a></span>, além da eliminação da AIDS enquanto problema de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é reflexo do reconhecimento que o HIV é resultado de uma série de determinantes sociais de saúde que requer uma resposta multisetorial com foco no enfrentamento à fome e à pobreza, ampliação dos direitos humanos e proteção social para populações e territórios prioritários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras evidências destacadas no relatório do UNAIDS mostram que famílias que receberam o Bolsa Família tiveram uma incidência do HIV 41% menor e a mortalidade relacionada à AIDS 39% menor nas famílias que receberam o benefício. Os efeitos foram mais fortes entre as pessoas das famílias mais pobres. O acesso ao programa Bolsa Família é condicionado à frequência escolar, à imunização das crianças e ao acompanhamento pré-natal das mulheres grávidas – 33% das gestantes vivendo com HIV descobriram sua sorologia no pré-natal, de acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2024/boletim_hiv_aids_2024e.pdf/@@download/file" target="_blank" rel="noopener" title="">Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2024</a></span> do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da resposta ao HIV não é apenas uma história de saúde pública— é uma história do que acontece quando o investimento de longo prazo, o compromisso político, a ciência e a liderança comunitária se alinham. Mas eles não podem fazer isso sozinhos. A pandemia da AIDS também está longe de terminar. Embora tenha havido muitos avanços, 1,3 milhão de pessoas contraíram o HIV em 2024 — mais do que o triplo do esperado globalmente para 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de uma questão científica. É uma questão de política, financiamento e vontade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos exemplos mais recentes são os medicamentos injetáveis de longa-duração, que podem ser revolucionários para a prevenção do HIV. Com eficácia próxima de 100% e dosagem subcutâneo semestral, esse medicamento pode ser transformador, já que é seguro inclusive durante a gravidez, e pode ser uma possibilidade para as pessoas que não conseguem aderir à PrEP oral ou que tem multirresistência ao tratamento antiretroviral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a promessa da inovação está sendo sufocada pelo lucro. O fabricante desse medicamento, a Gilead, fixou o preço em mais de US$ 28 mil — cerca de R$ 151 mil — por ano, nos Estados Unidos, apesar dos custos de produção estimados em apenas US$ 25 (ou R$ 136,25), se a demanda aumentasse para 5 a 10 milhões de doses anualmente. Em um mundo justo, isso seria saudado como um bem público global. Em nosso mundo, é um item de luxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o modelo tradicional de financiamento da saúde global se desgasta, devemos estabelecer um modelo enraizado no investimento público global — uma estrutura em que os países contribuam de acordo com sua capacidade, compartilhem a governança e busquem interesses comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também precisamos enfrentar e eliminar as barreiras estruturais: promover acesso a serviços de saúde sem discriminação, disponibilizar diferentes ferramentas biomédicas para que as pessoas possam tomar decisões sobre seus corpos e garantir que as leis de propriedade intelectual não bloqueiem o acesso a medicamentos que salvam vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos mais perto do que nunca de acabar com a AIDS. O que precisamos agora é de coragem — coragem dos governos para financiar o que funciona, das comunidades para demandar aos laboratórios preços que os governos possam pagar, licenças voluntárias para produzir medicamentos genéricos de baixo custo, lideranças para defender os direitos humanos e de todas as pessoas para nos solidarizarmos com as comunidades mais afetadas e garantir que estão no centro da resposta.</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza governo brasileiro por alcançar mais uma meta para acabar com a AIDS como problema de saúde pública</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita o governo brasileiro por alcançar mais uma meta global para acabar com a AIDS como problema de saúde pública. Segundo as estimativas de 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu diagnóstico no Brasil. A meta 95-95-95 tem como objetivo que 95%, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/unaids-parabeniza-governo-brasileiro-por-alcancar-mais-uma-meta-para-acabar-com-a-aids-como-problema-de-saude-publica/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita o governo brasileiro por alcançar mais uma meta global para acabar com a AIDS como problema de saúde pública. Segundo as estimativas de 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu diagnóstico no Brasil.</p>



<span id="more-29198"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A meta 95-95-95 tem como objetivo que 95% das pessoas que vivem com HIV conheçam seu diagnóstico; que 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estejam em tratamento antirretroviral; que 95% das pessoas em tratamento estejam com a carga viral suprimida. Segundo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">AIDSinfo</a></span>, plataforma de dados do UNAIDS, o Brasil registra 96-82-95 &#8211; o país já tinha alcançado a terceira meta 95 em 2020.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/20564621"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/20564621/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais avançamos na ciência, na tecnologia, nos tratamentos e no cuidado com as pessoas, a tendência é que aumente a desigualdade social de quem não têm acesso. E por isso as determinações sociais são tão importantes: só com os sistemas universais que trabalham a equidade, o trabalho integrado e o cuidado é que nós podemos, de fato, avançar”, destacou a Ministra da Saúde Nísia Trindade na cerimônia de Certificação pela Eliminação da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatite B, que aconteceu na última sexta-feira, dia 29, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ainda não alcançou a meta de tratamento, que representa o percentual das pessoas que conhecem seu diagnóstico e estão em tratamento.</p>



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																		<div class="slideshow_description">Socorro Gross, representante da OPAS/OMS no Brasil, Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, Nísia Trindade, Ministra da Saúde, e Ethel Maciel, Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, na cerimônia de Certificação pela Eliminação da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatite B. Créditos: Rafael Nascimento/MS</div>
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																		<div class="slideshow_description">Créditos: Rafael Nascimento/MS</div>
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<p class="wp-block-paragraph">“Agora nos falta a meta mais desafiadora. Precisamos superar barreiras como pobreza, fome, trabalho e a promoção de serviços de saúde sem discriminação que impedem que as pessoas que vivem com HIV sigam em tratamento”, destaca Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “Celebramos esse resultado que é compartilhado com os movimentos sociais, redes de pessoas que vivem com HIV e com a liderança do governo ao promover um sistema de saúde universal e equitativo, mas agora precisamos do envolvimento de outros setores do governo para além da saúde”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Sigamos o caminho dos direitos</a></span></em>, lançado pelo UNAIDS no dia 26 de novembro, destaca que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas mais expostas e que vivem com HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A meta 95-95-95</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, os Estados-membros das Nações Unidas adotaram um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">conjunto de metas</a></span> ambiciosas como parte da Declaração Política aprovada na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS, realizada em junho em Nova York. A Declaração Política apelou aos países para que forneçam acesso a opções de prevenção combinadas, eficazes e centradas nas pessoas e observou com preocupação que as populações-chave—gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis, pessoas trans e pessoas privadas de liberdade—têm maior probabilidade de serem expostas ao HIV e enfrentarem violência, estigma, discriminação e leis que restringem sua liberdade ou acesso aos serviços. Leia mais sobre a <span style="text-decoration: underline;">meta 95-95-95</span> (em inglês).</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/12/unaids-parabeniza-governo-brasileiro-por-alcancar-mais-uma-meta-para-acabar-com-a-aids-como-problema-de-saude-publica/">UNAIDS parabeniza governo brasileiro por alcançar mais uma meta para acabar com a AIDS como problema de saúde pública</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi Vidarte, representante do UNAIDS Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 01:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos. Em 2023, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Em 2023</a></span>, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou em uma redução significativa nas mortes relacionadas à AIDS, com queda de 51% no mesmo período.</p>



<span id="more-29178"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o progresso global avança de forma muito lenta: em pelo menos 28 países, as novas infecções por HIV estão aumentando e particularmente na América Latina aumentou 9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que o HIV não é uma questão biomédica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil lidera a resposta global há mais de 40 anos. Foi o primeiro país a oferecer tratamento de forma gratuita e disponibiliza uma variedade de ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento e informação para que cada pessoa possa tomar decisões sobre seus corpos de acordo com as suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) mostra ao mundo qual é o caminho certo para promover a resposta ao HIV: pelo caminho dos direitos humanos, respeitando todas as pessoas. Em 2024, foram mais de 311 milhões de preservativos e mais de 9 milhões de autoteste para HIV distribuídos gratuitamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/painel-prep" target="_blank" rel="noopener" title="">o Brasil alcançou o número de 100 mil pessoas usuárias de PrEP</a></span>, a Profilaxia Pré-exposição, um medicamento capaz de prevenir o HIV. Esse número representa um marco no que diz respeito à diversidade de estratégias fornecidas pelo SUS. Essa também é uma oportunidade para que pensemos e planejemos a prevenção do HIV a partir da perspectiva da escolha.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Hoje, mais do que nunca, o HIV é uma questão de desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lacunas no reconhecimento dos direitos humanos para todas as pessoas estão impedindo que estejamos no caminho para a eliminação da AIDS e estão prejudicando a saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É urgente que eliminemos as barreiras de acesso à saúde. A criminalização, discriminação e marginalização de grupos de pessoas estão prejudicando que os direitos dessas populações sejam respeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por causa do impacto da discriminação que o risco de contrair o HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), nove vezes maior para profissionais do sexo e 20 vezes maior para mulheres trans do que para a população em geral, em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, há esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que vivem com HIV, profissionais do sexo, as pessoas LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, pessoas quilombola, pessoas com deficiência e pessoas indígenas precisam ter seus direitos e demandas reconhecidas para que possam acessar os serviços sem discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizando um trabalho conjunto com governos e sociedade civil conseguiremos garantir que todas as populações mais expostas à desigualdade sejam priorizadas na resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2024-sigamos-o-caminho-dos-direitos/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoa</span></a>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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