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	<title>Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde - UNAIDS Brasil</title>
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	<title>Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 12:09:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus. Para debater, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus.</span><span id="more-8861"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para debater sobre essa questão, cerca de 300 estudantes de medicina, representando 18 universidades de todo o Egito, reuniram-se com representantes da academia, da sociedade civil, do governo e do Sindicato dos Médicos do Egito. Com apoio do UNAIDS, a divisão egípcia da Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina realizou no Cairo (21/4) uma consulta de um dia sobre o estigma e a discriminação relacionados ao HIV em serviços de saúde.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As pessoas que vivem com HIV devem ter direitos e oportunidades iguais. Negar o acesso aos serviços de saúde é inaceitável. Através desta consulta, pretendemos informar sobre nossa estratégia nacional com novas intervenções direcionadas ao enfrentamento do estigma e da discriminação”, disse Walid Kamal, Diretor do Programa Nacional sobre AIDS do Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a consulta, os participantes fizeram um balanço dos progressos alcançados na resposta ao estigma e à discriminação e decidiram manter um diálogo constante para identificar ações que abordem o estigma e a discriminação nos serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estamos testemunhando uma oportunidade sem precedentes para abordar a discriminação nos serviços de saúde com apoio político e visão programática. Embora os recursos sejam escassos, contamos com o apoio dos estudantes de medicina como os líderes de amanhã e com o poder do voluntariado para abordar essa questão”, disse Ahmed Khamis, Diretor do UNAIDS no Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram que mecanismos de prestação de contas precisam ser aplicados para monitorar e avaliar as intervenções, garantindo que ações apropriadas sejam tomadas pelas autoridades relevantes para abordar as violações de direitos em serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A ética médica é uma necessidade entre os promotores de saúde. O Sindicato dos Médicos do Egito está organizando oficinas e conferências para reforçar a ética entre os prestadores de serviços da saúde. Gostaria de lembrar a todos sobre os direitos dos pacientes”, disse Sherine Ghaleb, representante da entidade de classe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram em priorizar o lançamento da Política do Ministério da Saúde e População pelo Fim do Estigma do e integrar o estigma e a discriminação relacionados ao HIV na disciplina de ética ensinada a todos os médicos que se formam no Egito. Os participantes também concordaram em dar acesso ao mecanismo de prestação de contas e investigação do Sindicato dos Médicos do Egito para as organizações da sociedade civil e pessoas vivendo com HIV, de forma que possam relatar violações e distribuir informações sobre profilaxia pós-exposição nos currículos das faculdades de medicina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As recomendações feitas durante a consulta foram endossadas pelo Programa Nacional sobre AIDS e serão incluídas no plano de ação traçado pelo Egito para abordar o estigma e a discriminação em relação ao HIV nos serviços de saúde. O progresso desse roteiro será monitorado por um grupo que inclui uma forte representação de pessoas vivendo com HIV.</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Seminário sobre Zero Discriminação reúne profissionais da saúde e estudantes em Cachoeirinha (RS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 14:31:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de colocar em prática a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde como parte da resposta à epidemia de HIV no país, o Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M) de Cachoeirinha (RS), organizou nesta quinta-feira (15/3), o 1º Seminário de Promoção da Equidade: Zero Discriminação e uma aula inaugural para, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/seminario-sobre-zero-discriminacao-reune-profissionais-da-saude-e-estudantes-em-cachoeirinha-rs/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de colocar em prática a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde como parte da resposta à epidemia de HIV no país, o Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M) de Cachoeirinha (RS), organizou nesta quinta-feira (15/3), o <em>1º Seminário de Promoção da Equidade: Zero Discriminação</em> e uma aula inaugural para alunos da saúde da Faculdade CESUCA. O evento contou com a participação de aproximadamente 400 pessoas, entre eles profissionais e estudantes da área da saúde.<span id="more-8575"></span></p>
<p>O Assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro e mostrou os principais pontos da Agenda Zero Discriminação proposta pelo UNAIDS aos países e, principalmente, aos municípios signatários da Declaração de Paris—compromisso assumido por centenas de cidades ao redor do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas 90-90-90. Além disso, ele falou sobre o contexto epidemiológico mundial e sobre como o Brasil tem se saído na resposta à epidemia de AIDS.</p>
<p>“Nós avançamos muito quando o assunto é prevenção e tratamento, mas ainda temos muito para avançar no que diz respeito à discriminação”, disse Lima. “Os serviços de saúde precisam ser espaços livres de preconceitos e acolhedores, sem distinção de gênero, raça cor, sexo e tantas outras características que ainda servem de pretexto para que muitas pessoas sejam deixadas de fora desses serviços.”</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1277" height="851" class="alignleft size-full wp-image-8578" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro.png" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro.png 1277w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-300x200.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-768x512.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-1024x682.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /></p>
<p>A ideia de elaborar um seminário sobre o tema da Zero Discriminação na saúde surgiu em decorrência deste contexto de aumento da incidência de HIV, principalmente entre jovens e populações mais vulneráveis, da persistência do estigma e da discriminação nos serviços de saúde, e da ausência de registros sobre população LGBTI+ e negra no município.</p>
<p>“Os profissionais de saúde precisam desmistificar muitos assuntos e atender bem a população, independentemente de como se identifique ou de quem seja”, explica a psicóloga do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Cachoeirinha, e uma das organizadoras do evento, Cristina Tosi. Ela também destaca que era possível perceber o quanto a discriminação fazia com que as pessoas não se tratassem e não procurassem atendimento. “É importante sempre manter o respeito.”</p>
<p>Entre os desdobramentos deste primeiro seminário sobre a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde no município está a organização de outras três rodas de conversa para dialogar sobre saúde, educação e cultura. Antes da realização do seminário, uma primeira roda de conversa sobre trabalho já havia acontecido em 2017.</p>
<p>O município de Cachoeirinha, que fica cerca de 20 quilômetros da capital Porto Alegre, também tem o objetivo de tentar melhorar a coleta de dados e informações sobre as populações negra e LGBTI+ na região, que são subnotificadas nas estatísticas relacionadas ao HIV. “Nós temos um trabalho longo pela frente”, destaca Gisele Tertuliano, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.</p>
<p>Você pode saber mais sobre a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>.</p>
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