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	<title>41º PCB - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Junta de Coordenação reconhece os progressos realizados pelo UNAIDS como um exemplo da reforma da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 18:07:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS (PCB, da sigla em inglês para Programme Coordinating Board) foi encerrada no dia 14 de dezembro, em Genebra, na Suíça. A Junta tomou nota do relatório sobre o progresso na implementação do Plano de Ação do UNAIDS e do Plano Estratégico de Mobilização de Recursos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/12/8061/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 41ª Reunião da Junta de Coordenação do UNAIDS (PCB, da sigla em inglês para<em> Programme Coordinating Board</em>) foi encerrada no dia 14 de dezembro, em Genebra, na Suíça. A Junta tomou nota do relatório sobre o progresso na implementação do Plano de Ação do UNAIDS e do Plano Estratégico de Mobilização de Recursos 2018-2021 e solicitou contribuições adicionais o financiamento integral do Quadro Unificado de Orçamento, Resultados e Responsabilidade.<span id="more-8061"></span></p>
<p>A Junta reconheceu os progressos significativos alcançados pelo UNAIDS nos últimos meses como um exemplo da reforma das Nações Unidas em ação. Os membros da Junta celebraram o fortalecimento da parceria com o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária e expressaram um senso compartilhado de urgência para acelerar a mobilização de recursos para a implementação efetiva dos programas.</p>
<p>O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, apresentou seu relatório à Junta durante a sessão de abertura, no qual destacou o progresso significativo alcançado no acesso à terapia antirretroviral e na redução de novas infecções por HIV entre as crianças.</p>
<p>Sidibé também destacou a necessidade de fazer mais para que ninguém seja deixado para trás, incluindo mulheres jovens e adolescentes, e abordar o ponto cego no engajamento dos homens. Ele enfatizou que o estigma, a discriminação e a criminalização devem ser confrontados como chave para cumprir a visão do UNAIDS para a saúde e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. &#8220;Não cumpriremos o direito à saúde para todos se não enfrentarmos e eliminarmos o estigma e a discriminação&#8221;, afirmou. &#8220;Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável exigem uma abordagem diferente à saúde e ao desenvolvimento. O UNAIDS continua a ser um líder nesta frente.&#8221;</p>
<p>A Junta renovou o compromisso com a prevenção do HIV e reafirmou a necessidade de redobrar este compromisso, garantindo, inclusive, um quarto do financiamento para a prevenção do HIV.</p>
<p>Durante o último dia da reunião, dedicado a uma sessão temática sobre discriminação em ambientes de saúde, os membros da Junta se comprometeram a continuar trabalhando para acabar com o estigma e a discriminação. A delegação das ONGs pediu um pacto global para eliminar todas as formas de estigma e discriminação.</p>
<p>Os membros da Junta refletiram sobre o crescimento do número de infecções por HIV e os desafios relacionados à saúde e aos direitos humanos nas prisões e outros ambientes<br />
fechados. Eles compartilharam exemplos de ações em seus países, mas reconheceram a necessidade de fazer mais.</p>
<p>Argentina, Costa do Marfim e Gana foram reconhecidos por suas recentes contribuições financeiras para o UNAIDS e China, Dinamarca, Alemanha, Polônia e Suécia foram reconhecidas pelo aumento no apoio financeiro.</p>
<p>Um discurso feito por Ruth Dreifuss, ex-presidente da Suíça e atual presidente da Comissão Global de Políticas Sobre Drogas, reconheceu o papel importante que o UNAIDS têm desempenhado no <em>advocacy</em> para respostas ao HIV baseadas em direitos humanos e em evidências, inclusive no contexto de uso de drogas.</p>
<p>Representantes dos Estados-membros das Nações Unidas, organizações internacionais, sociedade civil e organizações não-governamentais participaram da reunião de três dias, realizada de 12 a 14 de dezembro, presidida pelo Ministro da Saúde de Gana, Kwaku Agyemang-Manu, com o Reino Unido como vice-presidente e o Japão como relator.</p>
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		<title>Junta de Coordenação do UNAIDS discute discriminação nos serviços de saúde</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 18:07:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A discriminação nos serviços de saúde é um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia de AIDS como ameaça para a saúde pública até 2030. Evidências mostram que a discriminação nos serviços de saúde é generalizada em todo o mundo, que ela reduz consideravelmente a qualidade de vida das pessoas que utilizam os, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/12/junta-de-coordenacao-do-unaids-discute-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A discriminação nos serviços de saúde é um dos principais obstáculos para acabar com a epidemia de AIDS como ameaça para a saúde pública até 2030. Evidências mostram que a discriminação nos serviços de saúde é generalizada em todo o mundo, que ela reduz consideravelmente a qualidade de vida das pessoas que utilizam os serviços e que ela prejudica o acesso aos serviços de saúde, impedindo, assim, que as pessoas exerçam seu direito à saúde.<span id="more-8085"></span></p>
<p>A fim de acelerar a resposta para acabar com a discriminação nos serviços de saúde, a Junta de Coordenação do Programa (PCB, da sigla em inglês para <em>Programme Coordinating Board</em>)—durante sua 41ª Reunião, realizada em Genebra, Suíça (12 a 14/12)—revisou as evidências disponíveis sobre os efeitos da discriminação nos serviços de saúde como parte dos esforços para alcançar os objetivos globais de prevenção e tratamento do HIV e identificou ações programáticas para acabar com esse tipo de discriminação.</p>
<p>Muitas vezes causada pelo estigma, a discriminação nos estabelecimentos saúde pode manifestar-se quando um indivíduo ou grupo tem negado o acesso aos serviços de saúde—que estão disponíveis para outras pessoas—, ou quando cuidados, tratamento e/ou procedimentos médicos são recusados ​​ou adiados ​​por razões discriminatórias.</p>
<p>As evidências fornecidas durante a reunião mostram que a discriminação nos serviços de saúde exclui ou impede as pessoas de buscarem serviços de saúde por medo do estigma, de atitudes discriminatórias ou de falta de confidencialidade. A discriminação atua como uma barreira para alcançar as metas 90-90-90 e tem impactos negativos na cascata de cuidados para o HIV, que engloba prevenção, testagem, tratamento e a supressão da carga viral de forma sustentável.</p>
<p>Em lugares nos quais as pessoas não não conseguem ou não possuem acesso aos serviços de saúde, elas são menos propensas a fazer o teste do HIV, e ainda menos propensas a se testarem em tempo hábil e se beneficiarem do início precoce do tratamento. Da mesma maneira, onde as pessoas que vivem com HIV iniciam o tratamento, a discriminação pode levar à perda de seguimento e menor probabilidade de adesão ao tratamento.</p>
<p>Além disso, os profissionais de saúde também estão sujeitos aos mesmos fatores causadores da discriminação, incluindo atitudes negativas em relação às pessoas vivendo com HIV, populações-chave e mulheres e meninas. Pesquisas feitas com prestadores de serviços de saúde na Tailândia revelam que certas atitudes relacionadas ao HIV dentro da equipe podem impedi-los de cuidar adequadamente das pessoas vivendo com HIV ou que estejam afetadas pelo vírus. Essas atitudes incluem convicções de que o HIV é uma punição por comportamento imoral, de que a maioria das pessoas que vivem com HIV não se importa caso infecte outras pessoas e de que é apropriado fazer esterilização forçada de mulheres que vivem com HIV, mesmo sem o seu consentimento. Em alguns casos, os profissionais de saúde declaram explicitamente que prefeririam não prestar serviços a populações-chave.</p>
<p>Resolver esses desafios e eliminar a discriminação nos serviços de saúde requer a implementação e a ampliação de ações focadas, coordenadas, baseadas em evidências e multissetoriais.</p>
<p>Os participantes da reunião chegaram a um acordo sobre um conjunto de abordagens programáticas para reduzir a discriminação nos serviços de saúde, incluindo o seguinte:</p>
<ul>
<li>Programas e outras medidas para eliminar a discriminação nos serviços de saúde devem ser informadas por evidências. A discriminação deve, portanto, ser monitorada, medida e rastreada. Em particular, é importante avaliar tanto as experiências dos usuários dos serviços como as atitudes e práticas dos prestadores de serviços, bem como monitorar a existência e a implementação de políticas não discriminatórias a nível nacional, local e dentro das próprias unidades de saúde.</li>
<li>Como parte de uma estratégia abrangente para eliminar a discriminação nos serviços de saúde, os países devem oferecer educação antes e durante o trabalho para os profissionais de saúde. Isso permite que os profissionais desenvolvam competências em matéria de direitos humanos e igualdade de gênero e fortaleçam a compreensão da ética médica e dos direitos dos trabalhadores e sobre papéis e responsabilidades em relação à discriminação nos serviços de saúde.</li>
<li>Os países devem revisar e fortalecer leis que proíbam a discriminação na prestação e distribuição dos serviços de saúde e forneçam acesso a medicamentos para indivíduos cujos direitos foram violados, bem como penalidades para os perpetradores. A eliminação da discriminação formal baseada em leis e políticas é uma parte da solução. No entanto, os Estados também devem implementar medidas que protejam as pessoas que vivem com HIV e membros de populações-chave dentro e fora dos estabelecimentos onde os serviços de saúde são prestados.</li>
</ul>
<p>Os participantes concordaram que abordar o estigma e a discriminação, inclusive nos serviços de saúde, é um requisito fundamental para alcançar as metas estabelecidas para a aceleração da resposta até 2020 e a promessa da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável de não deixar ninguém para trás.</p>
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